quarta-feira, 28 de maio de 2008
visitem minha participação em um outro blog.
visitem ... vale a pena
http://www.escuridaonoturna.blogspot.com
abraços
adriano siqueira
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Contos Classe “D”
Este conto exclusivamente é impróprio para menores de 18 anos
clique no link abaixo
Escolhi está música para este conto abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=S6Z9Wje7uzA
Segunda Noite
Por Adriano Siqueira
Eram mais de nove horas da noite. Lord Dri se levanta e caminha pelos corredores do castelo aaté encontrar o quarto de hospedes.
O casal que eles trouxeram da casa noturna na noite passada estavam dormindo. A garota tinha aproximadamente 20 anos e seus cabelos eram vermelhos, usava uma camisa preta e uma saia vermelha. O rapaz que estava com ela não passava de 25 anos. cabelos compridos e roupas escuras.
A Dry hipnotizou eles para dormir até que ela os acordasse.
Ele se aproxima e coloca as mãos nas pernas da garota mas é surpreendido pela voz da Dry.
- Meu senhor... Não sabia que apreciava mulheres dormindo.
- Eu apenas observava.
- Vamos ver então, se ele é uma boa sonâmbula.
Dry chega perto da garota e comanda para que ela se levante. Ela se levanta e fica de pé com os olhos fechados.
Lord toca em seu corpo e ela não mostra nenhum sentimento. Dry responde:
- Pode toca-la como quiser meu querido. Ela está dormindo e não esta percebendo o que acontece.
Ele tira a camisa da garota e ela fica apenas com de sutiã, toca de leve os seios e sobe as mãos para o seu pescoço. Ela continua sem sentir nada. Então Lord sugere para que Dry de um pouco mais de emoção para ela.
Dry comanda para que a garota se excite e ela sorri e abraça o Lord dando-lhe um demorado beijo e enquanto o Lord a beija ele olha para Dry. Ela caminha vagarozamente para o rapaz que estava dormindo e o comanda para agrada-la.
Os quatro ficam no quarto, descobrem prazeres com seus novos parceiros.
Dry quer mais emoção das vitimas e os despertam. Lord Dri é surpreendido com um tapa da garota, deixando-o irritado. Ele agarra os braços da garota e a empurra até a parede. Ele olha bem fundo dos olhos dela e a hipnotiza. Ela fica um pouco tonta o suficiente para que o Lord continue a beijar o seu pescoço. Ela fica cada vez mais excitada.
Dry brincava com o rapaz que tentava escapar dos seus abraços para salvar a sua garota mas era inútil. Ela era muito forte e poderia segurá-lo a noite toda.
Ela ri das suas tentativas. E dizia:
- Humanos fracos. Iremos nos divertir e depois nos alimentaremos do seu sangue.
Lord Dri puxa pelos cabelos a garota e a joga na cama. Ele arranca a saia dela e penetra sem dó.
Ela apenas geme de prazer. E grita... Sim mestre! Sim! Venha... Eu sou sua!
Seu namorado gritava para soltá-la e gemia com os prazeres da Lady Dry.
O vampiro se aproveitava da namorada do rapaz. Ela nem sabia que o seu namorado assistia tudo. Em sua hipnose Lord Dri fez com que ela imaginasse que estava fazendo amor com ele.
Depois que ela alcançou o orgasmo. Lord Dri Morde seu pescoço e se alimenta por um bom tempo.
O rapaz grita para impedir a morte da namorada mas era inútil. Seu corpo já estava no chão sem vida.
Lady Dry, depois de saciar a sua sede por sexo ela pega o rapaz pelo cabelo e o joga para fora da cama, caindo perto da sua namorada ele clama por piedade e chora muito. Dry olha para o Lord e menciona:
- Acaso meu senhor gostaria de mais sangue?
- Obrigado Dry já estou bem satisfeito.
- Então é a minha vez de me satisfazer.
Dry puxa os cabelos do rapaz até que fique de pé. Dry olha por algum momentos os seus olhos e o hipnotiza novamente.
- Veja meu jovem... Aquela janela é uma porta para a saída. Corra...corra como se a sua vida dependesse disso.
O rapaz corre para a janela e pula. Depois percebe que a janela de onde pulou tinha 30 metros até chegar ao chão. Ele grita de pavor.
Dry vê o corpo do rapaz tocar no solo e escuta um baque surdo.
Lord Dri se aproxima da Dry e acaricia seus ombros. Dando alguns beijos no seu pescoço.
Dry sorri e se vira para abraçar o Lord eles dançam sem musica. Lord comenta para Dry que a garota ainda tem muito sangue e ela corre para a vitima e toma o resto de sangue que tinha.
Saciada, Dry se deita ao lado da garota. O Lord faz o mesmo e fica do outro lado da vitima.
Eles ficam se olhando entre a vitima morta. Se beijam e os beijos tornam-se mais quentes até que os dois se tocam.
Dry brinca com a vitima usando as mãos dela para tocar o Lord e ele ri com a engenhosidade sexual da Dry.
Ela se diverte usando o corpo da falecida como um manequim. Logo depois, Dry afasta o corpo e eles voltam para a cama.
Até que ouvem alguém batendo na porta.
Continua...
terça-feira, 20 de maio de 2008
Contos Classe “D”
A música que indico para ler esta história esta no link abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=cG0qv9s0VNo&feature=related
Lord Dri e Lady Dry
A primeira noite
Por Adriano Siqueira
Lord Dri chega ao castelo da Dry. A sla estava impecavelmente reformada. As cortinas vermelhas destacavam-se com os móveis coloniais. Dry tinha muito bom gosto. Ela era cuidadosa e já havia estudado em vários paises aprendendo a decoração moderna.
Em todo o lugar do castelo via-se claramente toques sensuais, femininos.
Ele a procura mas Dry ainda não estava a vista. Mesmo chamando pelo nome. Parecia não haver ninguém no castelo.
Leva as malas para um dos quartos e as coloca na cama. Quando ele se vira para sair do quarto ela o surpreende abraçando-o e lhe dando um beijo.
- Meu Lord já esta aqui.
- Dry... você esta linda.
- Gostou do meu vestido. Comprei na França Adoro cores escuras. – ela pega nas mãos do Lord e o leva para passear no castelo. – Venha meu Lord. Deixe-me mostrar-lhe o que fiz.
Eles caminha pelo castelo. Ela mostra algumas passagens secretas. Brincam de esconder. Correm um atrás do outro como crianças em um grande parque. Riem muito e se beijam como se fosse o primeiro encontro. Finalmente ela o convida:
- Vamos para o meu quarto meu querido.
- Lady... Eu estava esperando você me dizer isso.
Os dois chegam ao quarto. A cama tinha mais de 3 metros. Eles se jogam e se acariciam. Os beijos se tornam mais selvagens com o passar dos minutos, já não estavam mais com as roupas. Lady implora:
- Diga meu Lord o que deseja... Hoje eu sou sua e farei tudo o que quiser. Qualquer coisa.
- Por quê me realizar um desejo hoje apenas Dry?
- São segredos de mulheres, quer dizer, vampiras. Aprendemos que se nos dedicarmos completamente, por apenas uma noite, para o homem que nos deseja. Se fizermos tudo o que ele pede nesta noite. Ele será nosso para sempre. Pois o que o homem mais espera de uma mulher é atenção e dedicação e... Isso feito. Provoca no homem uma espécie de aliança eterna. Tão perfeita que mesmo depois de anos eles se lembrarão do que fizemos e sempre estarão presentes.
- É uma boa maneira de ser inesquecível! Diz Lord deitado na cama com o braço apoiando a sua cabeça.
- São jogos que poucas mulheres sabem fazer.
- Talvez por isso eu esteja aqui. Para aprender mais sobre estes jogos.
- Não meu adorado Lord. Você está aqui porque me quer. Porque me deseja. E porque sou o que você quer.
- Verdade Dry é difícil resistir aos seus carinhos e encantos.
Dry se deita ao lado do Lord. Ela coloca a mão dele em um dos seus seios e passa os dedos em seus bicos... e desce para a barriga...
Ele a beija e ela o abraça. Se viram na cama as vezes lutando para ver quem fica por cima. Mas ela quer brincar. Não pode ser tão rápido. Ela pergunta:
- Então meu amado e ousado Lord. Qual o seu pedido?
- Me traga a melhor garrafa de vinho da sua adega e traga gelo.
Dry ri por alguns instantes. Mas faz o que o Lord Pede.
Quando ela traz o que ele pediu. Lord pede para que ela se deite.
Com alguns movimentos rápidos ele abre a garrafa de vinho facilmente. Toma no gargalo sem usar copos e pede para ela fazer o mesmo.
Ele a arrasta para colocar as pernas da Lady para fora da cama e abre bem as suas pernas.
Joga um pouco de vinho e lambe. Ela geme por alguns instantes. Logo em seguida ele pega o gelo... passa em volta da sua vagina e depois coloca o gelo na boca e começa a lamber por completo.
- Sim meu Lord! Isso mesmo.
Com o gelo ainda na boca ele sobe na cama e lambe os seus seios. Para por alguns instantes. Pega o vinho e toma no gargalo novamente mas ele não engole. Ele a beija e ela toma vinho da sua própria boca.
O Lord pega a garrafa e bate a a parte de cima da garrafa no móvel até quebrar, ficando apenas a parte de baixo da garrafa intacta. Ele pega a garrafa com as pontas de vidro e corta um pouco o seu lábio inferior. Misturando com o vinho ele a beija novamente. Ela toma o vinho e chupa o sangue dos seus lábios.
Algumas gotas do sangue cai no corpo do Lord e ela vai lambendo até chegar em seu pênis. Ela usa a garrafa para molhar o pênis com vinho ela o toma completamente por alguns minutos.
O Lord fica excitado com a língua da vampira. Eles se abraçam e se atiram na cama. Enquanto seus beijos selvagens passeiam pelos seus lábios. Lord penetra em Dry. Deixando os corpos sentirem a música noturna. Entrelaçando como galhos de uma árvore na floresta.
O Lord comanda seus gemidos. Ele Puxa os seus cabelos enquanto lambe o seu pescoço. A temperatura do quarto já passavam de 50 graus. Seus corpos queimavam. O prazer era intenso e por alguns instantes infinito. Eles apreciam cada segundo de luxuria. Até que finalmente se enchem de êxtase até que cada um se entrega a exaustão.
Com os corpos calmos e relaxados eles conversam sobre seu passado e admiram o presente. Com toques leves em seus corpos eles falam de paixão, de amor.
- Existe mais alguma coisa que eu possa realizar para você meu senhor?
- Sim Dry... Beije-me. Como nenhuma mulher beijou... e me deixe ficar no seu colo por alguns instantes.
Dry realiza o desejo do Lord sempre sorrindo e com carinho.
- Lord lembra de um passado. Não muito distante. Ele sempre desejou uma noite assim. Cheio de surpresas. De prazeres, de desejos. Ele olha para Dry e pergunta:
- Dry... Eu sempre quis fazer amor no telhado de um castelo. Com a luz da lua e das estrelas nos iluminando.
- Então venha meu senhor. Vamos aproveitar está linda noite.
Logo que eles fazem amor no telhado do castelo. Lord conversa com a Dry sobre outros desejos.
- Eu sempre quis estar em uma casa noturna e beijar duas mulheres ao mesmo tempo.
- Meu senhor... Seus desejos são tão simples de realizar. O senhor mesmo poderia fazer isso usando seus poderes hipnóticos.
- Mas assim não teria graça. Não teria conquista.
- Então meu senhor... Terei prazer em participar deste desejo.
Os dois voam para a casa noturna mais próxima. Eles entram e logo percebem que a casa estava cheia... Muitos humanos se divertindo, bebendo e dançando.
Lord Dri e Lady Dry caminham por eles e são muito notados. Alguns tentam tocar na pele da Dry... Algumas mulheres se encantam com eles.
Os dois dançam por alguns momentos na pista e todos assistem impressionados com a leveza da dança. Quase como se tivessem dançando e flutuando.
Lady Dry mostra para o Lord as mulheres mais bonitas da casa. Ele escolhe uma de cabelos vermelhos e os olhos azuis.
Lady Dry se aproxima e se apresenta. Lord Dri fica afastado por alguns instantes enquanto a Lady dança com a mulher.
Lord fica admirando os movimentos das duas até que elas se beijam. Dry olha para o Lord enquanto ela beija a mulher as suas mãos vão passeando pelo corpo dela.
Ele fica impressionado com a sensualidade das duas. Dry comenta algo no ouvido da mulher e ela da uma boa olha no Lord e Dry o convida para se aproximar.
Ele chega bem próximo. Dry beija novamente a mulher, pega a mão do Lord e coloca-a no rosto da mulher. Ele a acaricia enquanto ela beija a Dry. Ele se aproxima e a mulher beija o Lord por um bom tempo enquanto Dry os abraça e beija a boca dos dois. Ate que lentamente, Dry vai beijando o rosto da mulher e desce até o seu pescoço e finalmente morde com toda a força. A mulher tenta gritar mas o Lord segura o seu grito com o beijo.
O banho de sangue tem início. Eles se divertem com a quantidade de sangue que sai do corpo. Eles se beijam e vão levando a mulher para perto das paredes. Depois de saciarem a sede eles deixam a mulher ali, sem vida. Ainda se beijando muito, eles caminham normalmente em direção a saída da casa noturna quando Lord Dri vê um casal muito interessante.
Continua...
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Contos Classe “D”
A música ideal para este conto é este abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=K4ZMRk8hcWk
Lady Dry e Lord Dri
O Reencontro dos Vampiros
Já se passava das oito horas. O castelo de blackmour estava aberto para visitas. Ele seria leiloado está noite e os compradores estavam no local para visitar a estrutura.
Lord Dri e o seu fiel amigo Rafael passeavam pelo castelo para averiguar a sua estrutura.
- Mylord este castelo parece mesmo apropriado para o que tem em mente.
- Sim Rafael! Apenas alguns ajustes e teremos uma morada de muito prazer e emoção.
Lord Dri vê as pessoas que estavam apreciando a grande sala do castelo. Ele reconhece uma mulher entre elas.
Ela é alta tem cabelos escuros, os olhos verdes que destacavam em sua pele morena e o seu vestido escuro que apertava nas curvas. Estava acompanhada com uma mulher loira de óculos escuros, com um vestido vermelho. Elas estavam conversando com o dono do leilão. O Lord não pode conter-se. Ele sorri e vai ao seu encontro.
- Mylady Dry! Mas que surpresa.
- Lord Dri meu querido. A quanto tempo não nos vemos.
- Sim! É verdade... A última vez que nos vimos foi num passeio de trem.
- Oh! É mesmo! Que passeio magnífico foi aquele. Tantos humanos saltando para o abismo enquanto sugávamos o sangue dos que tinham medo de pular.
- Foi uma muito maravilhosa ao seu lado Minha Lady.
- E teremos muitas como está querido. Deixe-me apresentar minha acompanhante. Safira.
- Muito prazer Safira. É uma mulher tão linda quando a Dry.
- Obrigada Lord. Espero que possamos nos conhecer melhor.
- Sem dúvida. Este é meu amigo Rafael. Ele sempre me acompanha nos leilões. Eu adoro gastar e desejo muito este castelo.
- Seus desejos são sempre magníficos Lord. Safira também cuida dos meus concorrentes.
Lady Dry abraça Safira e lhe dá um demorado beijo. Lord Dri levanta a sobrancelha mostrando-se curioso com tal gesto mas ele se lembra que a Lady Dry adora mulheres. Logo ele sugere:
- Melhor nós irmos até a sala do castelo é lá que lo leilão vai começar.
Enquanto eles caminha para a sala, Rafael conversa com o Lord Dri.
- A Lady Dry é linda. Lembra muito a Vampira Carmilla do Sheridan Lê Fanu
- Meu caro Rafael. Dry conheceu Sheridan em 1840 eles tiveram um flerte na época.
- Então ela aprecia escritores?
- Toda a mulher aprecia. Ainda mais as vampiras que amam ficarem eternizadas nos livros e para isso elas seduzem os escritores e eles adoram.
- Incrível. Ela realmente é uma mulher sem igual.
O lugar estava cheio. O lord Dri senta distante da Lady Dry. Os compradores ficam sentados enquanto o leiloeiro explica mais sobre o castelo. Depois de dez minutos ele começa o leilão.
O primeiro lance é de setecentos mil reais.
Depois de uma hora Lord Dri e Lady Dry disputam a compra do castelo. O valor já havia passado de dois milhões.
Rafael pede licença para o Lord para ir até o banheiro. Logo em seguida a Lady pede para que a Safira o siga.
Lord Dri percebe que a Safira segui o Rafael. Havia uma mulher perto dele. Tinha cabelos vermelhos e a pele branca. Ele olha para os seus olhos e em segundos a hipnotiza. Ele a comanda para seguir a safira e segurá-la de qualquer maneira.
Seguindo as suas ordens ela se levanta e começa a andar com passos acelerados até que a Lady Dry segura nos braços dele e fala algumas palavras em seu ouvido.
A mulher volta para o seu lugar ao lado do Lord sorrindo.
Lady Dry faz o seu lance final dois milhões e quinhentos mil.
Lord Dri estava para fazer o seu lance quando a mulher de cabelos vermelhos se levanta e começa a beijar o Lord. Conforme ela beija apaixonadamente ela abre a camisa dele e vai beijando seu peito. Ele tenta fazer o lance final mas a mulher estava completamente excitada com ele. Começa a arrancar os botões da camisa. Beija o seu peito e vai descendo até que começa a abrir o cinto da sua calça e ele tenta segura-la mas é surpreendido com a visão da Safira agarrando Rafael e fica na posição para morde-lo. Ele se levanta e a calça cai na frente as pessoas que estavam ali.
O leiloeiro bate o martelo para o lance da Lady Dry e ele fica levantando a calça até que a mulher de cabelos vermelhos desperta e começa a gritar desesperada. O Lord tenta acalma-la, mas ela da um tapa na cara dele.
Logo ao termino do leilão Lord Dri segue ao encontro da Lady Dry e eles se encaram.
- Continua fazendo seus jogos Dry.
- Sempre querido Dri.
- Se fizer algum mal ao Rafael.
- Não se preocupe. Safira estava apenas brincando com ele.
- Eu preciso deste castelo. Ele seria minha nova morada.
- Sei bem que o queria meu querido, e posso dar este castelo de graça se fizer um favor.
- Estou fora dos seus jogos Dry.
- Mas não é jogo nenhum. Apenas quero que você fique junto comigo no castelo por seis dias. Se ficar. Ele é todo seu.
- Seis dias aqui?
- Sim. Mas pode mandar seu amigo para casa. Mandei que a Safira parta para França e ficaremos apenas nos dois aqui.
- Por quê Dry?
Dry se aproxima do Lord e passa a mão em seu cabelo e desce para o seu peito.
- Meu querido... Quero mostrar o que aprendi neste tempo que ficamos longe e quero realizar alguns desejos que ninguém realizaria.
- Faz tempo que não me realizam desejos, mas como sabe o que eu quero?
- Meu adorado! Eu sempre sei o que quer. Como nos velhos tempos. Como quando nos envolvíamos nas noites do centro e fazíamos de tudo com todos olhando.
- Eu me lembro perfeitamente. Homens e mulheres dançando a nossa volta e nós, no meio deles completamente sem roupas.
- Sim querido! Bons tempos.
- Estou curioso para saber o que aprendeu em todo este tempo.
- Vai saber em breve. Amanha nos veremos então... Mas antes de ir... Gostaria de saber se você ainda tem aquele fetiche de ser chamado de mestre.
- Sim admito. Certos hábitos duram eternamente.
Lady Dry estala os dedos para a mulher de cabelos vermelhos e ela sorri e corre para o Lord Dri e tenta arrancar as suas calças na frente de todos e declama:
- Mestre... Preciso de você! Preciso agora! Por favor mestre....
Lord Dri grita para Dry:
- Não me deixe assim Dry. Volte aqui!
Continua...
sábado, 17 de maio de 2008
Contos classe "M"
Olá,
Indico esta música para ouvir com este conto.
http://www.youtube.com/watch?v=Y2j9FSckaYA
Uma adorável noite para todos.
Abraços
Adriano Siqueira
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Posso sonhar?
Por Adriano Siqueira
Enquanto os garotos se divertiam jogando bola na quadra da escola, um garoto estava chorando escondido bem perto do vestiário.
Ele abre a sua mão e começa a falar.
- Eles não me querem jogando. Acham que sou muito fraco e que não sei dominar uma bola.
Em sua mão aberta aparece uma luz azul que forma a silhueta de uma mulher com asas de libélula e ela esclarece:
- Você não vai ficar ai achando que, um bando de moleques, pode tomar conta da sua vida.
- Mas eu não sei mesmo Alami! Nunca dei atenção para jogar. Só faço isso porque o professor impõe. Eu gosto de educação física, gosto de correr muito.e fazer exercícios na barra. Eu sou bom nisso.
- Vamos! Levante-se daí. Vamos ganhar este jogo.
O garoto não entendeu o que a fada dizia. Mas obedeceu como sempre.
Quando chega na quadra os garotos começam a rir, mas o garoto não se intimida. Ele arruma o calção e a sua camisa e corre para a quadra.
O professor apita e o jogo reinicia.
O Garoto não sabe o que fazer ele apenas tenta pegar a bola. Um dos jogadores olha para os olhos dele e chuta com toda a força. Certamente a bola deveria acertar seu rosto mas de repente ela voa rumo ao seus pés e o garoto fica impressionado. Ele chuta rapidamente a bola e ela dá uma curva em toda a quadra e vai direto para o gol.
Ele se enche de alegria e pula para comemorar. Todos o abraçam e ele se sente o máximo. As meninas da escola sorriem para ele, mostrando que finalmente ele ficou popular.
Depoiis de um bom tempo conversando com seus novos amigos e novas amigas ele volta para casa para contar o que aconteceu mas quando conta para a sua mãe. Ela declara:
- Andíro meu filho, fadas não existem. São frutos da imaginação da gente quando estamos sozinhos. Tudo que você fez foi por você. Foi porque acreditou em você.
O garoto ficou um pouco triste e foi para o seu quarto e senta na sua cama.
Ele olha a sua mão fechada por algum tempo e afirma:
- Fadas não existem.
Alami olha pela janela. Seu olhar é triste. Uma outra fada, coloca a mão em seu ombro e lembra:
Não podemos aparecem em quem não acredita.
- Mas eu queria falar com ele. Só mais uma vez.
A amiga da Alami abaixa a cabeça fazendo gestos negativos e ressalta:
- São as regras. Você sabe.
Elas se abraçam e voam para a floresta. No caminho elas comentam.
- Será que um dia aquele garoto vai reencontrá-la?
Alami responde:
- Talvez, no futuro ele tenha consciência disso.
No quarto, o garoto se deita e abraça o travesseiro.
Ele sonha com um mundo fantástico, com muitas fadas, gnomos, bruxas e vampiros.
Neste mundo, ele é um vampiro que gosta de uma fada.
“Posso sonhar com você
Se não puder te abraçar esta noite
posso sonhar com você
você sabe me abraçar direito”
Dan Hartman
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Contos classe "M"
Um clip que achei ideal para ler está história é este abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=w6xZig2RVHg
"Corra Alami, Corra!"
por Adriano Siqueira
Eram mais de dez horas da noite.Os morcegos faziam muito barulho na porta da casa de Alami.Ela abre a porta e os morcegos voam para a floresta. Olha para o chão e encontra uma carta que não tinha remetente. Dentro havia um poema...
"Mostra-me tuas faces,
numerosas, mas únicas.
Mostra-me tuas palavras certas, sempre metódicas e
que, as vezes corta, as vezes cura.
Mas segura a calma que explora a alma
dos amantes da arte, da leitura
que explode com bravura,
sua textura de mulher impressionante.
Mulher do futuro que faz do passado
um eterno presente."
Alami segura a carta por alguns instantes olha para os lados e rapidamente voa pela floresta atravessando muitas árvores até chegar no castelo do Vampiro Andíro.
Ela atravessa a janela e empura Andíro para o chão que bate a sua boca e começa a sangrar.
Alani pousa delicadamente fazendo uma pose classica de fada.
Ela não estava de bom humor...
Andiro limpa um pouco do sangue em sua boca e ela voa novamente em sua direção.
Ele tenta escapar mas a fada era rápida e empurra o vampiro até a parede, segura os braços do vampiro deixando-o sem reação para atacar.
Alami olha para andiro. Aproxima-se do seu rosto e lambe o seu sangue. As fadas são imunes ao vampirismo por serem seres da natureza. Ela sabia disso. Aproxima-se bem perto do ouvido do Andíro e diz:
- Nunca mais me envie um poema desses e saia correndo.
Logo em seguida ela o beija por algum tempo.
Andiro fica impressionado e não consegue falar, apenas corresponde ao beijo da fada. Ela solta os braços de Andíro e passa as mãos no seu rosto. Andíro segura seus ombros e aperta, mas ela o solta rapidamente e acrescenta:
- Agora é a minha vez de correr.
A fada sai voando pela janela com uma velocidade impressionante.
O Vampiro olha os rastros de luz azul que deixa através das árvores.
Um pensamento vem a sua mente.
- Posso conhecer todos os tipos de mulheres no mundo, mas nunca vou entender uma fada.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Contos Classe "M"
Contos classe "M" "M" DE MILAGRES, DE MISTÉRIO, DE MÍSTICO, DE MÁGICO.. DE MIM!
Um clip que achei ideal para ler está história é este abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=iypUpv9xelg
Convite para festa.
Por Adriano Siqueira
Andíro, o vampiro que morava perto daquela floresta, chega cedo á festa da fada Amali.
A casa bem no meio da floresta trazia um cheiro forte de eucaliptos. era pequena mas a sala era o maior cômodo da casa.
Andíro notou que a sala estava vazia. Ainda não havia chegado os convidados.
Estava ouvindo uma música bem antiga e romântica colocada no aparelho de som.
O vampiro a música colocando uma mais festiva. Ele pega um copo de vodca e começa a dançar pela sala quando escuta um grito com uma voz muito masculina e alta.
- Quem tirou a minha música.
Andíro conhecia bem aquela voz mas ele jamais iria desconfiar que ele estaria ali. Era Lupesko. O chefe dos lobos daquela floresta. Ele entra na sala enfurecido.
- Como se atreve a tirar a minha música.
- Antes de falar comigo tenha a decência de se tirar o pêlo da sua boca caro urso panda. - Dizia Andíro que continuava dançando.
- Vou esmagá-lo com as minhas mãos!
- Cuidado para não tropeçar no próprio pêlo. O vampiro se transforma em névoa cada vez que o lobo ataca. até que finalmente a fada entra na sala.
- Parem com isso!
O lobo e o vampiro ficam olhando para Alami. De imediato, o vampiro fala:
- Foi ele que começou olha aqui o pêlo dele na minha vodca.
E o lobo responde:.
- Alami, deveria escolher melhor os seus amigos. Esse vampiro é um fanfarrão.
O vampiro coloca o dedo no ouvido e diz sorrindo.
- Desculpe-me! eu não ouvi. Entrou pêlo no meu ouvido.
A fada segura o braço do vampiro, leva ele ate a porta da saída e diz.
- É meu convidado Andíro. você precisa respeitar meus convidados. Pare de irritá-lo.
- Irritar aquilo... Você deve estar de brincadeira. Me empresta o seu aspirador de pó que tiro todo o pêlo da cara dele de graça.
- Chega... - Alami grita.
Se quiser ficar na minha festa você tem que respeitar o meu espaço.
- Tudo bem! Alami. Eu não ia mesmo querer passar a noite do lado de um tapete pulguento.
- Não acredito que você seja tão... tão...
- Diplomata? Politicamente correto? Tão sexy? - Andíro completa.
A fada fecha a porta na cara do vampiro. Um gnomo e um centauro chegam perto da casa e olham para o vampiro. Ele percebe a presença deles. Arruma rapidamente o seu colarinho, disfarça um pouco, olha para os convidados e responde:
- Quer saber, a vodca é de segunda e a música é horrível.
Ele anda alguns passos, pára e fala de novo com eles.
- Só para completar. Cuidado com o tapete enorme que está na sala. Não é lavado há anos.
Dentro da casa Lopesko fala com a fada.
- Quer saber fada. Ele é apaixonado por você.
- Talvez. Mas isso não justifica atacar meus amigos dentro da minha própria casa.
- -Está aí um vampiro difícil de conviver.
A fada ri por alguns minutos e diz:
- bola de pêlo...
Lupesko ri e diz:
- E olha que aparei ontem.
Na noite seguinte o vampiro recebe uma visita em seu castelo.
- Posso entrar. – Dizia a fada Alami.
Andíro estava sentado no sofá da sala de visitas do castelo.
Estava bebendo vinho. Ficava passando o dedo na borda do copo. Ele olha rapidamente para a fada e torna a olhar para o copo.
- Já que entrou pode ficar.
- Olha andíro eu nem devia estar aqui mas eu sou uma fada muito boa.
- Nossa! Quanta honra. Desculpe mas as medalhas para a fada boa do ano acabaram.
A fada chega mais perto do vampiro e fala mais sério.
- Olha Andíro. Era a minah casa, minha festa e você chegou lá como se fosse o dono de tudo e ainda ficou provocando meu amigo.
O vampiro apenas vira o rosto para o lado.
- Você me tirou de lá. O peludo ainda tinha péssimo gosto para músicas.
- Eu dei o direito dele colocar o que quisesse.
- Tudo bem Alami. Então você veio aqui para me convidar para uma festa que aconteceu ontem? Desculpa, mas vou recusar.
- Vim aqui porque gosto de você e não quero vê-lo assim.
- Um pouquinho tarde né.
- Não dá para ter um dialogo com você?
- Não.
- Então está bem. Você está convidado para a próxima festa. Sempre está. É só se comportar.
- Nunca vou me comportar.
A fada respira fundo e responde calmamente:
- Então nunca vai ficar mais de cinco minutos na minha festa.
- Nem ligo.
A fada fica furiosa e caminha rapidamente para a saída do castelo. Antes dela fechar a porta o vampiro diz.
- Gosto de você fada.
Ela pára por alguns instantes. Olha para o vampiro, sorri e diz:
- Então cresça; Por mim.
O vampiro olha sério para ela e depois de alguns segundos, ele olha para o lado, dá um sorriso e responde.
- Posso levar uma gilete pra tirar o pêlo dele?
A fada bate a porta do castelo com toda a força e sai sem dar um sorriso.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Contos "classe M"
Vampiros e Fadas
As fadas não vivem sem a natureza
Os vampiros não vivem sem o sangue.
Um faz parte do outro e eu faço parte da sua luz...
brilhe sempre e me ilumine com sua magia,
com suas palavras
e principalmente com seu carinho.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Contos classe "M"
Fadas e Vampiros
Alami era um fada que passava sempre naquele bar.
Ela bebia e bebia. Mas os homens sempre perdiam a competição.
Uma noite um vampiro que se chamava Andário chegou. Olhou para ela e a convidou para um drink.
Alami apreciou o vampiro por sua coragem. Afinal estava desafiando a fada mais poderosa daquele local.
Andário, já na sua quarta garrafa de vodca pergunta para Alami.
Por quê insiste em permanecer neste bar? Uma fada como você deveria estar em um mundo melhor.
E Alami diz: - Aqui, eu descido como criar meu mundo. Meus amigos, são eles que aprecio. Meus amores, sou eu quem escolho. Minhas riquesas estão entre viver e ser feliz.
Minha jovem Alami... - Responde Andário. - Acaso sabe que humanos não podem com o seu amor? Eles envelhecem 5 anos por cada beijo que dá. Aliás... Gostei do seu brinco. São algemas?
Alami fica intrigada com a pergunta. Ela olha para os lados, ri e responde.
- Não Vampiro. Não são.
Andário se aproxima. Beija Alami por algum tempo... Olha para seus olhos e diz:
- Quantos homens morreriam para ter um beijo seu?
Alami usa as suas asas para voar bem alto no bar. Ela fica rodopiando algum tempo até que fica flutuando perto do vampiro e responde:
- Homens eu não sei, mas as mulheres...
Alami voa para fora do bar.Andário assiste ela sumir na floresta.
Ele ri, cruza os braços e diz sorrindo.
- Que mulher.
terça-feira, 6 de maio de 2008
Contos classe "M"
Encontro com a Vampira
por adriano siqueira
A noite, sem uma vampira,é o mesmo que não ter estrelas,
não ter lua e não ter céu.
Pois a magia que ela emana é única.
O abraço da vampira deixa eterna marcas.
Uma conversa, um toque, um sorriso e a esperança de que cada noite sera melhor, mas quente e mais apaixonante.
Como eu queria a eternidade, mas ela me disse que somos eternos, que já temos nossa própria maneira de viver para sempre e que ainda temos a vantagem de escolher o que queremos.
Diferente dela, que nunca terá escolha.
Será eterna e solitária.Ainda disse que temos o dom de sermos o que quisermos ser, mas ela não.
Será sempre a mesma coisa para todo o sempre.
Então... Ela me beijou e seguiu seu caminho.
Eu... Fiquei ali... Calado, com lágrimas nos olhos.
Tento olhar as estrelas, mas a minha vista estava embassada demais.
Então imagino que caminho eu escolheria, mas não existe caminho nenhum.
Meu coração tinha ido com ela.Coloco a mão no meu pescoço e sinto o meu sangue sair lentamente.
Ela me mordeu.
Meu sorriso voltou.
Em breve então, irei encontrá-la!
domingo, 4 de maio de 2008
depois da explosão - parte 06
por adriano siqueira
Os vampiros e os humanos estavam se matando no campo de batalha.
Eles não respeitavam mais nada.
Só queriam sangue, a todo o custo.
Quando sobraram apenas quatro, dois humanos e dois vampiros,
eles olharam a sua volta e viram o tamanho da destruição.
Tamanho era o desastre que mal podiam ver o chão com tantos corpos destruidos.
Um humano e um vampiro sentaram e ficaram olhando para o horizonte, Chorando.
Outros dois olhavam para o chão.
O que fariam agora que o mundo foi destruido?
Ainda existiam as florestas os prédios e os mares.
Talvez desse para recomeçar.
Por quê só depois que se destrói um mundo vêm a solução,
vêm a necessidade de lutar contra a guerra?
Depois de se abraçarem eles olham para o horizonte.
Uma nova era vai surgir.
Um deles pega na mão de alguém,
mas quem se importa com isso agora.
depois da explosão - parte 05
para que um dia eu descifre suas palavras.
Desejo também um minuto,
ou dois para apenas te olhar.
Como se não fosse o suficiente
desejo que me salve dos meus vicios
para poder viver mais e te conhecer mais.
e, de todos os desejos loucos que tenho,
que um deles seja ouvir...
Que me deseja.
depois da explosão - parte 04
por Adriano Siqueira
O vampiro é assim,conquista como suas palavras,
seus jeitos seus mistérios.
Mostra o mundo que queremos ver.
Mostra o prazer que nunca tivemos.
transforma a nossa vida e nosso mundo.
A amizade transforma-se em loucuras,
em demências e dependência.
Sindrome da abstinência vêm em seguida.
Precisamos saber mais sobre ele.
O que esta fazendo. O que esta vestindo.
Até que uma hora, quando nos olhamos no espelho,
percebemos o quanto estamos sendo sugados,
retalhados e perdidos.
Finalmente, a consciência volta e nos vêm a pergunta...
- O que foi que eu fiz pra mim mesmo?
É quando vemos o quanto é prejudicial depender de alguém.
Muito menos um vampiro.
A solução é imediata.
Procuramos outros vampiros, e com a ajuda de
bruxas, fadas, e seres misticos.
Voltamos ao nosso normal
Continuamos nossa vida com nossos amigos.
E o vampiro...que atormentou tanto nos sonhos
se tornará, seu próprio tormento.
depois da explosão - Parte 03
adriano siqueira
Uma vez, á noite, olhei para as estrelas,
Havia algumas estrelas que se rebelavam
Elas não queriam ficar paradas, quietas,
estagnadas e apenas brilhando.
Corriam então, de um lado para o outro, sem rumo,
sem um local especifico para ficar.
Duas das estrelas que corriam pela noite,
perdidas e sem rumo estavam indo na mesma direção.
O choque que estas estrelas causariam, com o impacto,
poderiam destruir tudo a sua volta.
Mas, por algum motivo, as estrelas pararam bem próximas uma da outra.
Havia algo bem no meio delas que as deteve.
Algo muito maior do que podemos imaginar.
As duas estrelas tiveram o seu brilho mais forte.
Com este brilho, uma silhueta apareceu entre eles.
era você que estava lá.
depois de uma explosão - Parte 02
adriano siqueira
Quero ver meu sangue em sua boca.
Seguido de um beijo para sentir o gosto.
Docê veneno que me enlouquece.
Desejo que você passe a lingua em meu pescoço
para lamber as gostas que estão descendo para o meu peito.
Desejo que rasgue minha roupa e me ataque como um predador.
Arranhe minhas costas e rosne como uma leoa.
Desejo que me dê tudo de você,
para que eu possa lembrar eternamente desta noite.
E com um sorriso, eu possa dizer ao lembrar:
Vampiras... que loucura.
Depois da explosão - parte 01
tenha certeza que neles estão muito de mim.
Morcegos no deserto.
Voar sem rumo para encontrar uma caverna os morcegos
voam em disparada de um lado para o outro perdidos, cegos e com fome.
A natureza se faz presente em todo o lugar.
Morcegos vampiros não nasceram para voar em dunas de areia e nem mesmo receber a luz do sol por muito tempo.
Cansados, famintos e solitarios, ficam na esperança de achar logo um lugar para repousar.
Todo o homem passa por isso um dia.
Alguns morrem a procura do lar.
Outros se adaptam como pode.
Outros utulizam da sua força de espirito e esperança de que o dia seguinte será melhor.
Não fique esperando respostas que nunca serão respondidas.
Nunca fique parado esperando que alguem lhe indique o caminho.
Voe sempre, voe pra longe.
Não importa o quanto este momento é doloroso.
Quanto mais rapido você voar,
mais rápido alcançará seu destino e esquecerá o que passou.
Apenas guarde este momento na lembrança para não errar o caminho novamente.
Abraços
Adriano Siqueira




