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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 4 - Stefany Albuquerque


Uma Vampira na Cidade - Parte 4
Escrito por Stefany Albuquerque



— Já sei! Ele quer que nós estejamos no evento de obras de arte da galeria German. Ouvi dizer que estão leiloando artefatos históricos como o cálice de Judas.
 Por que eu tenho um pressentimento ruim sobre tudo isso?
— Acho que é porque você dormiu com uma vampira-demônio.
Começo a rir e logo em seguida ele me beija.
— E o que mais eu ganhei de você Morticia?
— O meu amor, o que mais você quer?
— Para mim já é o suficiente.
Começamos a nos trocar. A roupa que Henrique deu para Dri é um belíssimo Smoking preto.
— Sempre gostei do preto em você querido.
— E eu sempre gostei de ver você em um vestido vermelho, esse seu decote está me deixando com as pernas bambas.
— Mas está muito longo, corta a barra para mim, querido.
Ele corta com delicadeza a barra do vestido até chegar a parte superior da minha cocha.
— Agora sim! Está perfeito.
— Poderia pegar os meus sapatos estão na varanda, querida.
Vou até a varanda e os pego e pergunto:
— O que seus sapatos estão fazendo na varanda, homens. Esse seu pedido poderia me matar, a sua sorte que já anoiteceu e...
Antes que eu termine olho para baixo e vejo que na rua, a Van sumiu e que homens vestidos de capa preta estão entrando no hotel.
— Vai demorar muito Morticia? porque se não eu...
Arremesso os sapatos em sua direção e acelero os passos.
— Temos companhia.
— Que?
— Tem pelo menos uns sete homens entrando no hotel.
— E cadê seu “guarda costas”?
— Não sei, mas temos que sair logo, vamos pela escada de incêndio.
Ele veste os sapatos e saímos rapidamente.
Ao chegar no corredor ouvimos passos.
— eles já estão aqui! Vamos pelo elevador!
Corremos para o elevador, mas antes dele fechar as portas, vemos dois deles indo em direção ao apartamento. Retiro de dentro da minha bolsa um batom.
— Isso é hora para maquiagem? E de onde surgiu essa bolsa?
— Não conhece as mulheres? Temos muitos truques. Se segura.
— me segurar a onde?
Um barulho estremece o elevador, fazendo com que ele chacoalhe.
— isso não é um batom.
— Descobriu o Brasil!! É o dispositivo de uma bomba.
— fala com tanta tranquilidade que parece que isso já é cotidiano.
Ele me olha buscando uma resposta mas não a obtêm.
— Nossa você é imprevisível.
— Prepare-se Dri estamos parando antes do térreo. Alguém vem vindo.
A porta se abre e um homem está em frente ao elevador.
— Encontrei vocês.
Dri responde:
— Acho que não.
Dri dá um soco no estomago do homem e o puxa para dentro do elevador.
— Vamos.
Antes de eu conseguir sair do elevador o homem segura a minha perna. Rapidamente peço ajuda.
— Dri!
Dri dá um chute no rosto do homem, ele desmaia. Pega em minha mão e pergunta:
— Você está bem querida?
— Sim! Vamos.
Entramos em uma porta que dá acesso a escada.
— Arrume seu Smoking, querido.
— Arrume seu cabelo, querida.
Ele sorri.
Andamos pelo corredor até chegar na porta. Vimos que ela dava nos fundos do hotel em frente a um beco. A Van de Claudinei está parada. ele olha com seriedade e diz:
— Vocês demoraram.
— Como assim “Vocês demoraram” onde estava você quando sentiu o meu medo?
— Medo? Eu não senti nada. Apenas vi um movimento estranho e pensei que se desse algo errado a senhorita sairia pela porta dos fundos.
Dri toma a frente e entra na van, estendendo sua mão para mim.
— Com um “ guarda costas” como esse, você nem precisa de inimigo.
— Vamos para o centro, na Galeria German.
O silencio toma conta do lugar. Então Claudinei olha para frente e começa a dirigir.
Ao chegar ao local, um grande movimento toma conta da rua. Olho para Claudinei e digo:
— Você fica dentro do carro, e de prefêrencia, com os olhos e ouvidos bem atentos.
Saio puxando Dri e fecho a porta da Van.
— Vou ligar para o Henrique e perguntar que espécie de segurança é esse que ele me arrumou.
Pego o celular.
— Henrique que tipo de segurança é esse...
— Calma querida eu te alertei sobre ele. Está no leilão?
— Estou na entrada.
— Seu colar está ai! Eles irão o leiloar está noite e adivinha fará de tudo para obter.
— Lobisomens.
— Sim!
— Mas eles já não o tinha em suas mãos?
— Sim, mas Lacrost lucra mais dando eles aos lobisomens já que o chip não está mais no colar.
— Como assim? O que vim fazer aqui então?
— O chip está com o líder de Lacrost.
— E quem é?
— Uma boa pergunta ninguém o conhece, porém tenho informações que, quem comprar o colar, vai receber ele diretamente das mãos do líder de Lacrost. Encontro vocês no salão principal.
Ele desliga o celular.
— é à noite esta apenas começando, e eu já estou amando o cheiro do perigo.
Beijo Dri e entramos no salão.
Continua...





 continua...





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