Livro Luar de Sangue da autora Dione M. S. Rosa

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 6 - por - Stefany Albuquerque



Uma Vampira na Cidade - Parte 6 - por - Stefany Albuquerque


— O que você fez com o líder de Lacrost? - Pergunta Claudinei.
— Dei um fim nele.
Dri olha para os meus lábios cheios de sangue e pergunto sorrindo
— Quer um pouco querido?
Antes que ele responda... Eu o beijo, esfregando minha língua em seus lábios.
— Henrique me ligou e disse que você tem que ir vê-lo.
— Como é que é?
Ele para o carro no acostamento.
— Você tem um acordo com ele e vou levá-la.
Dri se manifesta.
— Vou com você.
Claudinei sorri.
— Ele a quer sozinha.
— Sozinha ela não vai.
— Então o chip é nosso.
Claudinei puxa das minhas mãos a caixa que contém o chip e saí da Van correndo.
Saio rapidamente e o Dri me segue. Agarro Claudinei pelo braço.
— Não sabe com quem esta lidando, querido.
 Ele me olha assustado gritando de dor.
— Me solte Morticia... Se me matar Henrique virá e será pior. Lembre-se... Você tem um acordo com ele.
 Solto seu braço, deixando uma queimadura enorme, seu corpo não consegue se regenerar.
 Dri fica a nos olhar assustado. Claudinei com dificuldade pergunta.
— O que você fez comigo?
— Só te mostrei que não deve me subestimar e aliais não me trate como “você”, não tem esse direito. É Lady Morticia e caso esqueça, já sabe o que vai acontecer, acredite a dor será maior. Agora... me dê a caixa!
Ele me entrega e entra na Van.
— Dri, acho que agora você deve ficar com isso.
— Eu?
— Sim, você.
Ele pega a caixa e abre.
— Morticia... não tem nada aqui.
Olho para a Van e ouço uma gargalhada do Claudinei e finaliza dizendo:
— Ele vai ligar para vocês.
Claudinei joga a minha bolsa pela janela e sai acelerando a Van sumindo na curva.
— eu vou matar...
Antes que eu termine a frase Dri fala bem seco:
— Acho que ele te enganou.
Olho para o Dri com fúria.
— Você acha? Eu não estou de bom humor, para falar a verdade estou de péssimo humor. Você ainda fica...
Ele me interrompe me dando um forte beijo.
— Agora estou com mais ódio ainda.
Ele sorri.
— Para de manhã! Sei que você gostou.
— Você não?...
— Já sei que não valho nada e você também. Agora temos que focar em como vamos voltar.
O celular começa a tocar, o atendo.
— Oi seu filho de uma...
Ele me interrompe.
— Nossa Morticia... quanto amor. Só quero ter certeza de que não se esqueceu do nosso acordo.
— Quero meu chip agora senão... Você sabe do que sou capaz.
— Não quero você nervosa querida, venha até mim sem o Dri. Nossas conversas não dão bons resultados quando ele esta por perto.
— E como acha que vou fazer isso se seu parceiro fugiu com o único transporte que tínhamos.
— Isso não é problema meu minha querida.
Ele desliga o celular.
— Eu te juro Dri vou fazer o Henrique sofrer.
— O que ele disse.
— Ele quer que eu vá até ele, mas sem você.
— E o que você vai fazer?
— Vou até ele e você arruma um jeito de se hospedar em algum lugar.
Ele pega em minha mão.
— Eu confio em você vá, eu estarei te esperando.
Eu o beijo mordendo seus lábios.
— Não precisamos fazer a troca de sangue novamente.
— É só para garantir que não vou te perder.
Ele me beija mais forte arranhando meus lábios com os seus caninos.
— Ah Morticia! As armas de Lacrost estão em um galpão do lado oeste a uns três quilômetros da mansão dele.
Saio rapidamente. Aos poucos vejo Dri sumindo na curva da estrada. Por que Henrique esta fazendo isso agora? Ele sempre me ajudou e sempre foi leal a mim. Isso cheira mal. A última vez que o vi, meus planos acabaram em uma cama de lençóis vermelhos. Agora tenho alguém ao meu lado. Alguém pelo qual eu lutei para ter. Não acho justo que Henrique embaralhe meus sentimentos.
Antes de concluir meus pensamentos...Vejo um carro vindo em minha direção.
— Essa é a hora.
Entro na frente do carro, surpreendendo o motorista. Aos poucos ele começa a parar, mas acaba encostando na minha perna sem me ferir, finjo um desmaio e caio no chão. O homem sai do carro.
— Ai meu Deus! Moça você esta bem?
Ele chega mais perto pegando em meu braço.
— Nossa! Você esta gelada... Ai meu Deus! Eu a matei.
Abri meus olhos bem devagar.
— Isso continue acordada vou levar você para um hospital.
Ele me pega em seu colo e me carrega até o banco traseiro do carro. Abro os olhos e fixo nos dele.
— Querido quanta gentileza. Beije- me.
Ele me beija, mas suas mãos ficam sem ação.
— Quero que me leve a um lugar. Você concorda com isso?
— Sim, princesa.
Começo a rir.
— Princesa? Já fui uma rainha querido.
— Minha rainha onde quiser eu a levarei.
Continuo a rir.
— Sim! Mas antes quero sentir seu néctar.
Puxo para mais perto de mim e o mordo. Seu sangue é maravilho, mas me contenho, nesse momento preciso de um motorista.
— Agora dirija, dê a volta, estamos na direção errada.
 Ele fecha a porta do carro e pula para o banco da frente. Enquanto ele dirige, me concentro no cheiro e no sangue de Henrique, canalizando minha força para encontrá-lo.
— Vire a direita querido.
Ele segue o meu comando com um sorriso em seus lábios. De todas as minhas vitimas, ele é o único que não precisou ser induzido a sorrir por fazer algo contra sua própria vontade. Fez naturalmente.
Chego perto de pescoço.
— Conte me querido, o que você mais ama em sua vida? Vire a Esquerda!
O sorriso não saia de seus lábios.
— Você!
Afasto-me dele assustada.
— Eu a amo sem ao menos conhecê-la.
— E nem queira.
Fico a pensar como vou matá-lo se sou sua maior paixão. Posso usá-lo para a minha defesa.
— Ganhou algumas horas vivo meu querido.
Sinto Henrique mais forte agora.
— Pare em frente a essa mansão.
Desço do carro e respiro o ar... Tem vários lobisomens no local.
— Isso vai ser interessante.
Olho para o rapaz. Ele está como uma estátua e ainda continua sorrindo.
— Quero que fique dentro do carro.
— Sim, minha rainha.
— Me dê o seu pulso.
Ele o estica, passo forte a minha unha nele. Sua expressão não muda e cada vez mais, me fascina, desenhando uma marca para criar um elo entre-nos, assim se eu estiver em perigo o chamo para me ajudar. Uma técnica antiga, mas que nunca falha. É perigosa para vampiros recém-transformados, pode enlouquecê-los, deixando eles dependentes de nossas ordens para tudo. Humanos são fracos, mas ainda sim servem muito como uma distração.
Vou em direção ao portão. Um lobisomem esta impedindo a entrada.
— Onde está Henrique?
O lobisomem abre o portão sem dizer uma palavra. Entro e vejo mais alguns lobisomens até a entrada da mansão.
— Sabia que viria minha amada.
O olho com fúria.
— Sabe porque estou aqui! Me dê o chip.
Ele passeia pela grande sala.
Sabe por que estou você como sempre, nervosa, apressada e rápida.
— Rápida? Acho que se fosse tão rápida já estaria com o chip.
— Querida vou te dar o que é seu por direito, mas e o que houve com a minha parte nessa historia?
— Não houve nada como prometido, as armas de Lacrost estão em um galpão do lado oeste há uns três quilômetros da mansão de Lacrost.
Ele começa a gargalhar.
— A localização eu já sei, mas como vou pegar as armas, deve ter uma forte segurança no local.
— Isso já não é mais problema meu querido.
Ele retira de dentro do bolso da calça o chip.
— Você é uma pessoa difícil de negociar.
Corro para perto dele, pegando o chip de sua mão e rspondo:
— será que sou eu mesmo?
Ele sorri, me puxando para mais perto de seu corpo me beijando forte, o empurro.
— Não me toque! Não sou mais tua!
— É do Dri agora?
— Não é do seu interesse! Já tenho o que eu queria.
 Corro até a porta, mas dois lobisomens a fecham do lado de fora.
— Abra a porta Henrique! Não estou pedindo, estou mandando.
Ele chega mais perto encostando-me na porta.
— Está em meu território! Aqui, quem faz as regras sou eu.
Como sempre Henrique está bancando o durão. O empurro fazendo com que ele caia no chão subo em cima dele, agarrando seus braços e o deixando imobilizado.
— Se esqueceu com quem está mexendo?
Ele sorri.
— Não! Por isso está aqui.
Ele ergue sua cabeça encostando sua língua no meio dos meus seios. Retiro minhas mãos de seu pulso para empurrar sua cabeça, ele se aproveita do momento e me empurra fazendo com que eu caia ao seu lado, logo ele sobe em cima de mim, agarrando minhas mãos com uma só mão.
— Não mudou nada Morticia.
— É... e nem você.
Olho para sua calça e ele segue meu olhar. Levanto uma de minhas pernas dando uma joelhada em suas costas, jogando-o em seguida para o lado. Levanto-me do chão rapidamente e dou um chute em seu estomago. Ele geme de dor.
— Está gostando? Posso fazer muito mais se continuar com isso.
Preparo outro chute, mas ele segura minha perna me derrubando com o rosto no chão. Deixo cair para debaixo de uma mesa o chip. Tento chutá-lo com a outra perna, mas ele consegue segurar também. Subindo aos poucos em cima de mim. Começo a arranhar o chão para fugir dele, mas é inútil. Ele me segura cada vez mais.
— Sabe de uma coisa? Você também quer.
Ele prende minhas pernas com as suas e com uma das mãos ele começa a rasgar o meu vestido. Sua respiração ofegante em cima de mim me arrepia.
Paro de me mexer.
— Isso... fique quietinha.
Continuo imóvel.
__ Morticia você está bem?
Ele chega com o rosto mais perto do meu, o arranho e rapidamente o empurro. Ele grita segurando a face. O ferimento começa a fechar.
— Minha vez querido.
Avanço em cima dele e rasgo sua camisa, meus lábios percorrem seu pescoço, minhas mãos o seu cabelo. As mãos dele agarram meu corpo para perto de si. Ele me beija forte, abre meu sutiã, arranca minha calcinha e me joga no chão. Abre seu cinto e desse as calças com rapidez.
— Me diz se você não sente falta desse corpo.
Ele retira sua cueca e abre minhas pernas, penetrando com muita força, fazendo com que seu pênis entre inteiro dentro de mim. Arrancando um gemido tão forte que estremece a prataria de uma estante. Ele beija meu pescoço e fica penetrando cada vez mais forte. Começo a arranhar suas costas, abrindo enormes feridas. Ele começa a uivar, suas mãos ficam mais agressivas que chegam a arranhar a minha pele. Seus olhos verdes ficam mais destacastes. O prazer era total, cada movimento era premeditado. Nenhuma palavra era capaz de descrever seus toques, seu jeito e suas técnicas. Henrique sempre soube me seduzir. Mal podia dizer não para ele. Nossa historia é antiga, não posso dar um fim a ela sem ao menos ter o prazer de tê-lo mais uma vez.

Algumas horas depois...
— Eu sabia que um dia eu a teria novamente me meus braços.
Deitada em seu peito, fico a pensar em tudo que acabo de fazer.
—Não consigo dizer não para você não é? Deveria matar você, acho que assim o esqueceria.
Ele sorri.
— Seu senso de humor me fascina.
Ele estica sua mão e pega o chip.
— Está aqui o seu chip, tomei a liberdade de ver seus dados, eles estão intactos. Deveria sumir com isso.
Olho em seus olhos.
— Não fez nenhuma copia?
— Ele pede uma senha não teria nem como. E não estou interessado nisso.
— Acho bom mesmo. Já estou cansada de traições... e por falar em traições, onde está seu amigo Claudinei?
— Em segurança, você o machucou feio, o ferimento que fez nele nem seu sangue conseguem regenerá-lo.
— Ele me subestima, não gosto disso.
— Deixe-o fora disso. Ele só estava cumprindo ordens.
— Não sei. Vou pensar no caso.
__ Me beije querida.
Eu o beijo, mas uma forte sensação de perigo me faz parar.
— O que foi Morticia?
— Dri está em perigo.

Continua....


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