Clique no banner abaixo e conheça a Editora Collaborativa.

O Sangue dos Monstros - clique aqui

O Sangue dos Monstros - clique aqui
conheça mais sobre o livro O Sangue dos Monstros - 2018

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A Loja do Desespero


A Loja do Desespero
Três homens jogam lixo dentro de uma loja para intimidar a dona a mudar de local, mas o vampiro Neculai resolve dar uma aula para eles repleta de Sangue e Desespero 

— Vamos embora pessoal. Já fizemos o nosso trabalho.
— Cara! Jogar lixo dentro dessa loja acabou me dando fome. Vamos em um bar comemorar.
— Viu só que serviço incrível que a gente fez? Tem lixo por todo o lado. A mulher vai demorar muito para limpar a loja dela. Esse lugar vai feder por muito tempo. 
— Assim ela aprende a escutar a gente. Não queremos mulher sendo dona de loja por aqui. Isso é ruim para os nossos negócios. Essa rua sempre foi um local para homens. Sempre foi e sempre será.
— Ela vai aprender a lição e vai sair correndo daqui. Vocês vão ver.
— Falando nisso você tem que ligar pro cara que cuida da câmera de segurança e dar um jeito de sumir com o que foi filmado aqui. 
— Pode deixar que ele está do nosso lado e já sabia que a gente iria vir hoje as câmeras de toda a área estão desligadas.
— O meu celular está tocando. O número é desconhecido. Alô?
— Eu sou Neculai. Então este é o jeito de vocês expulsarem as mulheres que querem abrir um negócio nesta área?
— Não sei do que está falando.
— Você e seus amigos se acham os donos do local. Ha Ha Ha. Isso não vai ter um final feliz. Não vai mesmo.
— Quem é no celular? Vamos embora. 
— O cara sabe o que a gente fez? Fomos delatados. 
— Mas que droga! Quem é o cara? 
— Ele disse que o nome dele é Neculai.
 Desliga! Ele é o vampiro que todos estão falando! Desliga isso.
— Não consigo! O celular travou! 
— Tira a bateria!
— Já tirei! 
— Agora prestem atenção. Amanhã o jornal vai falar sobre vocês. Serão celebridades. 
— Do que está falando?
— Tem uma arma na gaveta da mesa branca. O primeiro a pegar eu polparei.
— Eu não acredito nisso. Jorge! O que você está fazendo. Largue esta arma. 
— Desculpe Serginho mas eu não quero morrer. Eu sei do que este Neculai é capaz. 
— Larga a arma Jorge! Estamos todos no mesmo barco. Ele vai matar todos nós! 
— Não posso! Me desculpe! Luiz! Fique perto do Jorge.
— Parece que o Jorge vai liquidar o assunto para mim. Ha Ha Ha. Isso sim é o que eu chamo de solução explosiva. Ha Ha Ha
— Largue a arma Jorge, seu traidor!
— Atire neles Jorge! Assim manda o Neculai.
— Click Click Click! 
— A arma está descarregada! 
— Ha Ha Ha! Esta sim Jorge. Mas a arma que está na gaveta da mesa vermelha esta carregada. Quem pegará primeiro? Ha Ha Ha!
— Me larga. 
— É minha! 
— Eu peguei. Afastem-se Jorge e Serginho ou eu atiro. Não cheguem perto de mim! 
— Parabéns Luiz. Pegou a arma. Ela está carregada e você agora tem os seus dois "amigos" na mira. Adoro os humanos! São tão confiáveis. Ha Ha Ha  
— Se eu atirar neles você vai me polpar Neculai? Este é o trato? 
— Claro! Assim que atirar no seu próprio pé Ha Ha Ha!
— É uma piada não é?
— Não. Não é Luiz. 
— Desgraçado! 
— Acho bom fazer isso rápido ou seus "amigos" podem tentar reagir, pois na gaveta da mesa azul que está perto deles tem mais duas armas carregadas. 
— Não se mexam ou eu atiro.
— Vai ter que atirar no seu pê primeiro antes de atirar na gente Luiz. 
— Parem de fazer isso! Ele está manipulando a gente vocês não estão vendo isso?
— Agora você vem com essa conversa de manipulação né? Antes você queria atirar na gente. Agora que estamos armados você tenta confundir a gente. 
— Meninos! Quanta discussão. Vocês só podem atirar nos seus amigos se atirarem primeiro no próprio pé entenderam? 
— Eu não quero! Não quero! 
— Mas o quê. Jorge! Atras de você! É ele...
— Ele Qu... Argh Narrgh. Argh...
— Hum o Sangue dele está delicioso. 
— Atira nele Sergio! 
Bang Bang Bang Bang! Click! 
— Acertou Sergio?
— Não Luiz. Era o Neculai?
— Era ele mesmo Sergio! Apareceu do nada e Sugou o sangue do Jorge. 
— Agora a minha arma está sem balas. Mas! Espera! O que você está fazendo Luiz?
— Sinto muito Sergio. O Jorge está morto e eu não quero ser o próximo e você está sem balas.
— No pé ! Você em que atirar no seu pé primeiro lembra?
— Ah. Que droga! Droga! Eu não quero! Não consigo! Vai doer muito!
— Ha Ha Ha! Estou sentindo cheiro do desespero de vocês. Ha Ha Ha. Logo tudo vai acabar.
— Vem aqui Neculai! Eu vou atirar em você! 
— Luiz. Se eu for aí você não terá tempo nem de respirar. Agora atire logo no seu pé e depois no Sergio e vamos acabar com isso por eu tenho uma festa para ir ainda hoje. Ha Ha Ha. 
— Não dê ouvidos para ele Luiz! Você viu o que ele fez com o Jorge. Isso não estava nos planos. Neculai é um trapaceiro. Se atirar em mim ele pegará você também!
— O que eu faço? O que eu faço? Não quero morrer! Neculai! Eu me entrego eu não quero morrer! 
— Para aterrorizar a dona da loja vocês são muito machos. Vocês são valentes, fortes e ousados. Agora vejo um bando de galinhas lutando implorando pela vida. É sempre assim. Vocês não merecem o mundo que vivem. Agora... Olhe para traz Luiz. Surpresa! Ha Ha Ha 
— Não! Afaste-se! Eu vou atirar em você Neculai! Bang Bang Bang Bang Arghhhh
— Isso! Ha Ha Ha Seu desespero tem um ótimo gosto misturado com o seu sangue. Está uma perfeição. Ha Ha Ha. Eu preciso tirar uma Selfie com você para mostrar para os meus fãs. Sorria. Ha Ha Ha. Acho que estou meio doido. Estou falando com um morto. Ha Ha Ha. Agora Luiz. Sério vai! Sorria. Click. Pronto. Está vendo não doeu. Agora é a sua vez Sergio.
— V-você é louco Neculai! Não se aproxime! Eu quero sair. Me deixe sair. 
— Acho que não. Eu ainda estou com fome. Ha Ha Ha 
— Não Narrgh...      
... 

— Alô Carlinhos! Picharam a porta da loja de novo. A vizinhança me quer mesmo fora deste local. 
— Lígia. Não ligue para eles. São machistas. Eles não gostam de ver uma loja de livros fazendo tanto sucesso. Você deve estar incomodando muita gente. Significa que sua loja está fazendo sucesso. 
— Essa não!
— O que foi Lígia? 
— Dentro da loja. Jogaram lixo dentro de toda a minha loja. O cheiro está insuportável.
— Roubaram alguma coisa? Chama a policia. Isso já foi longe demais. Não é possível eles fazerem isso só por você ser uma mulher! 
— Aparentemente todos os livros estão aqui, mas o lixo estragou tudo. As estantes estão todas sujas. Pegaram todo o lixo da região e jogaram dentro da minha loja. Eu não sei o que fazer. 
— Alguma pista que possa indicar quem foram eles?
— Até agora não... Acho que... Tem uma goteira aqui. Estou sentindo muitos pingos. Está escuro. Vou acender. A luz. Meu Deus! 
— O que foi Ligia? 
— Corpos! Meus Deus. Tem três corpos presos no teto.


Por Adriano Siqueira 


sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Elizabeth Bathory nasceu dia 7 de agosto de 1560



A verdadeira história da CONDESSA VAMPIRO


Texto Fonte: Revista Aventuras Macabras = Nº 6 – Bloch Editores - 1977
Coleção Adriano Siqueira


Nem sempre os personagens de histórias de vampiros são simples lendas populares ou fruto da imaginação dos escritores. Há realmente alguns casos verídicos e documentados, como este da Condessa Sangüinária, que era conhecido também por Bram Stocker, o criador de Drácula.


Elizabeth Bathory, descendente de uma rica família tradicional da Transilvânia, nasceu na Hungria em 1560. Desde criança, Elizabeth já estava prometida ao Conde Ferencz Nadasdy, com quem se casou no dia 8 de maio de 1575. Os recém casados passaram a morar no Castelo Csejthe, na região de Nyitra.

Logo depois do casamento, Elizabeth começou a se sentir muito só, pois o conde se ausentava por longos períodos, participando de batalhas. Ferencz era considerado um grande soldado e conhecido como O Herói Negro da Hungria.
Para compensar a ausência do marido a condessa passou a se interessar por ciências ocultas e a ter aventuras com vários homens. Contase que foi também nessa época, que ela comeou a torturar algumas criadas do castelo, com a ajuda do mordomo Johannes Ujvary, do driado Thorko e das feiticeiras Dorottya Szentes e Darvula.
Em 1600, o conde morreu e, aí, teria o inicio do domínio de terror que Elizabeth exerceu durante 11 anos.
A condessa era uma mulher extremamente vaidosa e tinha pavor de envelhecer. Certa vez, uma das criadas que a penteava puxou sem querer seus cabelos. Furiosa a patroa esbofeteou-a com tanta brutalidade, que a feriu.
O sangue da criada espirrou na mão de Elizabeth e ela achou que a pele, naquele lugar, adquiria um novo frescor. Impressionada com aquilo, chamou Johannes e Thorko, que mataram a criada e recolheram seu sangue numa tina, onde a condessa se banhou.

Durante os 10 anos seguintes, novas moças foram sacrificadas para garantir à condessa seus banhos de sangue. No entanto, uma dessas vítimas conseguiu escapar ainda com vida e informou ás autoridades os horrores que aconteciam no castelo.
Ao tomar conhecimento disso, o Rei Matias, da Hungria, ordenou que o governador da província invadisse o Castelo Csejthe, na noite de 30 de dezembro de 1610. A guarda, que tomou o castelo, ficou horrorizada com o que viu. Encontraram no calabouço algumas moças ainda vivas, mas com os corpos cheios de perfurações. No porão, exumaram cadáveres de mais de 50 moças, sacrificadas para as orgias sangrentas da condessa.
Por ordem do rei, Elizabeth foi presa em seu castelo. Durante o julgamento, a condessa se recusou a comparecer diante do tribunal e a fazer qualquer declaração. O mordomo Ujvary contou em seu depoimento que ele atraía as moças ao castelo com promessas de emprego. As vítimas eram amarradas e seus corpos retalhados com tesouras. Essas torturas eram feitas por Dorottya, pela criada Ilona e pela própria Elizabeth.
Todos os acusados no inquérito, com exceção da condessa, foram decapitados ou queimados vivos e Elizabeth foi confinada para sempre numa cela, construída em seu próprio castelo. A cela era um dos quartos que teve suas janelas e portas totalmente vedadas, sendo deixado apenas um pequeno orifício por onde passava a comida.
Quatro anos depois de ter sido emparedada, a Condessa Elizabeth Bathory foi encontrada morta, no chão de sua cela. Terminada assim o domínio de terror e crueldade exercido pela Condessa-Vampiro.




ADENDO...

segue alguns filmes abaixo sobre a história da Elizabeth Bathory







Uma action figure sobre a Elizabeth Bathory




Uma história em quadrinhos muito famosa da Elizabeth Bathory



Procurando pela net achei também uma organização bem curiosa sobre a moça. Tem jornal e até fotos do castelo. :-)
http://bathory.org/



 ---------------------------------------------------------------------

Abraços
Adriano Siqueira

Erzsébet Báthory, "A Condessa Sangrenta"

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Duas histórias do Vampiro Neculai sobre Pais e Filhos

Olá pessoal,

Como está chegando o dia dos pais, indico aqui duas histórias sobre Pais e Filhos que o vampiro Neculai participou.


Eu prevejo muito Sangue e Desespero
O Vampiro Neculai faz uma armadilha para uma mulher gananciosa que engana as pessoas dizendo ser uma Vidente. Nesta história, Neculai também conhece um garoto chamado Evandro que vai ajudar muito o vampiro com os seus poderes de prever o futuro.  
http://contosdevampiroseterror.blogspot.com.br/2015/03/eu-prevejo-muito-sangue-e-desespero.html




Os Filhos do Desespero
É uma das histórias mais lidas do Neculai. Nela, o vampiro atormenta um homem que abandona a amante por tê-la engravidado. Ele então, elabora uma armadilha muito engenhosa para conquistar o seu sangue e desespero
http://contosdevampiroseterror.blogspot.com.br/2015/01/os-filhos-do-desespero-o-vampiro.html


Delírio, Poesia e Morte - A Solidão de Álvares de Azevedo - Luciana Fátima

Lançamento Livro - Delírio, Poesia e Morte - A Solidão de Álvares de Azevedo
Autora - Luciana Fátima


Veja o vídeo com alguns momentos sobre este lançamento. 


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Banner deste blog

Banner deste blog
Contos de Vampiros e Terror

  ©CONTOS DE VAMPIROS - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo