terça-feira, 15 de outubro de 2019

China Girl enfrenta a Bruxa Fefe



Doces e travessuras

No escritório do vampiro Neculai, a Deise entrega um buquê de flores para ele. Com essa surpresa, ele pergunta.

─ Rosas? Que interessante. Hoje em dia é raro enviar rosas para um homem. Quem enviou?

─ No cartão...

Me dá Deise. Eu quero ler.

─ Não, a China Girl não vai apreciar. Eu vou jogar fora.

─ Mas Deise, deve ser só uma fã.

─ Fãs não dizem que você será dela, assim que ela aniquilar quem estiver no caminho. Isso para mim é ameaça.

─ Quem mandou?

─ Bruxa Fefe.

─ Que nome estranho! Acho que é um trote. Afinal ameaçar a China Girl tem que ter a vassoura torta. Hahaha.

China girl entra no escritório e comenta.

─ Olá meu amor. Que lindas flores.

─ São para você.

A Deise tenta avisar o Neculai mas ele continua.

─ Eu vi e achei que deveria te dar.

A Deise tenta novamente avisar mas ele ignora.

─ Eu sempre lembro de te dar flores e...

China girl interrompe o Neculai pra falar.

─  E... vem com cartão da Bruxa Fefe.

Deise fala com o Neculai.

─ China Girl viu essas flores na sala de espera antes de eu te entregar Neculai.

─ Sim. Claro! Eu estava brincando.

China Girl olha para o Neculai. E avisa.

─ Não brinque com isso. Ela pode ser perigosa querido. Como eu que estou gentilmente pedindo uma explicação detalhada sobre essa Bruxa Fefe.

─ Ah. Eu não conheço.

China Girl repete.

─ D-e-t-a-l-h-a-d-a!

─ Tudo bem. Certo ok. Deise. Um Martini seco.

Deise pega um Martini e trás até o Neculai. Enquanto ele conta a história.

─ Eu queria pegar um rapaz que tinha colocado dados do meu celular para o mundo. Eu queria dar uma lição nele. Então eu liguei e quem atendeu foi essa Bruxa Fefe. ao invés dela ficar com medo. Ela se apaixonou por mim e disse que iria me buscar um dia. Não importa quem estivesse no caminho.

China Girl comenta.

─ Ela parece lunática. Alguém assim pode fazer qualquer coisa. Deveria ter falado Neculai. Poderíamos ser pegos de surpresa.

─ Já faz um bom tempo. Nem achei que ela estava falando.

─ Se ela mandou flores. Ela está te ameaçando e isso merece uma investigação.

─ Eu posso resolver isso. Fiquem tranquilas.

─ Acho que você deve ficar aqui protegido. Me passa o endereço que você tem dela. Vou averiguar para ter algumas pistas da sua bruxinha.

Neculai completa.

─ Ela é perigosa. Tem muitos poderes. Foi a única vitima que não consegui exterminar ela...

China Girl complementa.
─ Ela não me conhece. Vou fazer ela comer essas ameaças. E vou fazer isso agora mesmo. Ninguém ameaça o meu marido.

China Girl pega o endereço da Bruxa Fefe e voa até o local.

O local parecia uma casa antiga e abandonada. portas e janelas abertas e quebradas. Aparentemente estava mesmo sem ninguém. Mesmo assim China Girl entrou. E verificou tudo com muito cuidado.
Quando ela chegou no quarto haviam muitos corpos sem vida.
Ela ficou muito preocupada. Acionou todos os escudos do seu traje especial e continuou a pesquisar o local com cautela. Até que ela ouve gargalhadas e risos e vinham do sótão da casa.

Ela desceu e quando colocou o pé no primeiro degrau. Todas as portas e janelas fecharam.

China Girl pegou a sua espada elétrica e isso iluminou todo o sótão. Andou em frente ate encontrar um altar feito de pedra.
Uma mulher que tinha uma roupa muito escura e uma capa se virou e ficou de frente com a China Girl.
E ela perguntou.

─ Onde está o Neculai? O meu vampiro.

China Girl levanta a espada e adverte.

─ Eu não quero saber quem você é. Mas se chamar meu marido de "Seu" vampiro, eu vou cortar a sua cabeça.

A Bruxa desafia e olha bem nos olhos da China Girl.

─ Eu domino os poderes da natureza. Eu sou a enviada da lua. Eu tenho...

China Girl completa.

─ Eu tenho pouca paciência para bruxinhas como você. Eu posso te dar uns doces ou travessuras pra você comemorar o Dia das Bruxas e depois para de atormentar o meu marido. Entendeu?

Enfurecida a Bruxa sobe novamente no altar e se transforma em uma criatura horripilante.


O mostro cospe fogo e a China Girl se defende com seu escudo elétrico. Isso causou uma carga elétrica muito forte.
Isso fez com que o monstro fosse derrotado. Ele desmaia e o no seu lugar aparece a Bruxa Fefe.

China Girl liga para o Neculai e pede reforços para capturar a Bruxa.


História de
Adriano Siqueira e Maria Dutra


segunda-feira, 14 de outubro de 2019

O mistério do rapaz que entrava nas árvores



O mistério do rapaz que entrava nas árvores
A aventura máxima de Victorio e Mayara Desade.

─ Veja Mayara! Ele está voltando. Eu sabia. Todas às noites ele vem até este local e fica olhando aquela árvore. E quando ele dá uma volta nela, ele desaparece.

Mayara olha para o seu irmão e sorri.

─ Então você acha que a árvore engole ele Victorio?

─ Sim! De alguma forma. Eu acho que ele tem algum poder. Por isso chamei você. Ele é meu colega de classe. Aparentemente é um cara normal.

Mayara acessa as suas telas virtuais em busca de alguma pista e encontra algo.

─ Existia um índio que tinha o poder de entrar nas árvores. O nome dele era Krainé. Ele usava as árvores como um transporte.

─ Está me dizendo que o meu colega de classe usa as árvores como transporte público? Ou um táxi? Como ele consegue isso Mayara?

─ Não tenho muitos dados mas pelo que sei. Esse Krainé faleceu e o poder dele foi passado para um rapaz que era um descendente. Pode ser esse seu colega.

─ Espera Mayara! Abaixe! Tem um cara roubando a bolsa de uma mulher. Ele está vindo para cá.

Quando o ladrão passa pela árvore. Aparece uma perna que sai de dentro da árvore e o ladrão tropeça e cai todo machucado. A mulher pega a sua bolsa e vai embora. O ladrão tenta se levantar, mas a perna aparece novamente acertando o queixo do rapaz que cai inconsciente.

Victorio grita.

─ Pode sair da árvore. A gente já te viu.

O rapaz sai da árvore e e vai ate a Mayara e o Victorio e pergunta.

─ Vocês estavam me vigiando? O que querem?

Mayara responde.

─ Estamos apenas curiosos. Queremos saber mais sobre você. Também temos poderes. Eu tenho uma mente que simula computadores e telas virtuais de pesquisas e o meu irmão tem força telecinética.

O rapaz responde.

─ Eu sou Fernando. Sou único herdeiro de uma tribo que conhecia os elementos das florestas. Esses poderes que tenho, só a minha tribo tinha. Eu posso realmente passar de árvore em árvore.

Mayara interrompe e fala pro Victorio.
─ É como o nosso pai o Neculai. Que faz isso com o celular. Só que, com ele, é com árvores. Que interessante.

Fernando complementa.

─ Neculai? Eu conheço seu pai. Ele queria me ajudar a não deixarem cortar as árvores, isso tem um risco muito perigoso. Quando viajo dentro da árvore, aparecem um monte de luzes e cada luz é uma árvore. Mas só as que tem mais de trinta anos. Por isso é importante sempre plantar árvores. O seu pai quer que eu ensine os alunos a viajar por elas. Isso ajudaria muito no transporte de cada um.

Mayara fica admirada com a ideia e diz pro Victorio que essa seria uma ótima forma segura de viajar e ter um futuro melhor.

Eles se abraçam e vislumbram um mundo melhor.

Por Adriano Siqueira e Maria Dutra




sábado, 12 de outubro de 2019

Vamos escrever uma historinha?



Olá  criançada!

Meu nome é Madefite, sou uma ferramenta para escrever, desenhar e riscar papel. Meu nome é Madefite pois sou um lápis  feito de madeira e grafite.

Tenho muitos amiguinhos que vocês irão gostar de conhecer: a borracha, o lápis de cor similar a mim, ot apontador e o caderno de escrita ou desenho.



Eu e meus amiguinhos gostaríamos de estar hoje e diariamente com vocês.

Que tal nos levarmos para casa e juntos construirmos uma linda história desenhada ou escrita. Peça para seu responsável nos levar e crie uma linda história nos utilizando, faça um pequeno livrinho  e  presenteie alguém com a sua história escrita ou desenhada.



Eu e meus amiguinhos gostaríamos de ler a sua história.


Envie a sua história para o email Siqueira.adriano@gmail.com com o assunto "histórinha" que colocarei aqui nesta postagem.

Abraços e feliz Dia das Crianças.
Vale qualquer idade pois todo mundo é criança. \o/

Está postagem é uma iniciativa da escritora Maria Dutra e eu (Adriano Siqueira)  fiz os desenhos.


sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A guerra do Victorio Desade - família Desade




A guerra do Victorio Desade

"Das sombras eu saí.
Do mal eu corrompi.
Do bem eu construí."
Victorio Desade




Em seu trono no mundo em que domina, Victorio conversa com os seus animais criados para Servi-lo.

─ Hoje crianças, foi um dia divertido. Meus animaizinhos foram a terra e deram muito trabalho para o povo da terra. Falta pouco para eles se renderem ao meu poder. Ou vou destruir todas os pontos turísticos de lá. Mas antes eu preciso aperfeiçoar meu sinal. Os satélites que estão em volta da terra tem sinais ilimitados para a quantidade de ataque que quero fazer. Transportar minhas crianças em grande quantidade é impossível agora. Apenas três de cada vez. Porém. Meu pai tem um aparelho poderoso. E eu quero pegar emprestado. O bestificador era utilizado para que ele pudesse aparecer até no Alasca. Com essa ampliação direcionada em todos os satélites eu terei controle absoluto da Terra.
Meu pai, usou o  ritual Montese para se transformar no vampiro tecnológico. Eu melhorei este ritual. Melhor dizendo. Meu amigo melhorou. Haha. Acreditem ele me desafiou e tive que eliminá-lo. Mas tudo bem eu não tenho nada mais contra ele. Haha. Enfim. Agora eu posso viajar como o meu pai faz. Mas eu mantenho as roupas do corpo e ele não. Haha. Deve ser constrangedor pra ele.
Mas hoje. Hoje terei a chance de colocar as mãos no bestificador. Afinal eu sou um herdeiro do reino do Neculai Desade e embora ele esteja mais passivo, o filho dele. EU! continuarei o seu legado de destruição e poder de uma forma muito mais rápida do que os planos dele.
Meu pai queria que o mundo o elegesse com um dono supremo da Terra. Ele achava que tudo que bastava, era conquistar o povo aos poucos. Mas isso levaria anos para se concretizar.
Ameaçar e fazer terrorismo tem um resultado muito mais rápido e assim escravizaremos todos.
Meu queridos animais. Hoje vamos iniciar o domínio de Victorio sobre a Terra.

Na escritório do Neculai, China Girl olhava para a janela enquanto Mayara tentava circular o caminho seguro para ir até o mundo do Victorio.

Neculai se aproxima da China Girl  e coloca as mãos no seu ombro. Ela sorri e coloca a sua mão na mão direita e comenta.

─ O que fizemos de errado? Victorio sempre foi um filho que cuidamos com afeto e carinho. O mesmo dado para todos os filhos que temos.



Neculai comenta.
─ Cada personalidade interage de forma diferente em cada um. Não foi culpa sua o que aconteceu e nem minha. Cuidamos de todos de forma igual. Porém cada um tem seu próprio modo de pensar e Victorio era muito interessado em guerras e dominação. Ele adorava estudar tudo sobre isso.
Uma pena ele querem usar esse conhecimento de forma tão arbitrária.
─ Temos que impedi-lo querido. Precisamos acabar com essa ideia absurda dele querer escravizar mundos.

Mayara interrompe.

─ Mãe. Victorio sempre foi assim. Lembra quando ele saía pra floresta que veio do outro mundo? Sidoire viu que ele não ficava no lugar seguro. Ele ia para o fundo da floresta. O lugar que era desconhecido ainda.

China Girl comenta.
─ Será que foi lá que o Victorio achou a entrada para este mundo onde ele está?

Neculai pega o seu terno e responde.
─ Só tem um jeito de saber. Eu vou neste lugar e usarei o celular como sensor de energia. Qualquer novidade eu aviso. Fiquem aqui. Tenho a impressão que nosso filho quer mais alguma coisa.

Neculai beija a China Girl e abraça a sua filha.

Depois que Neculai sai do escritório. Mayara comenta com a mãe.

─ Victorio quer mostrar que é melhor que meu pai. Muitas vezes ele chamou meu pai de fraco. É uma rivalidade forte entre eles. Não tenho nada contra Victorio ser o próximo Neculai.

─ Seu pai tinha orgulho do Victorio. Ele queria mesmo que o legado fosse dele. Mas essa loucura toda vez o Victorio imaginar que ele estava pronto. Mas ele só tem quatorze anos. Ele não pode ter poder sem ter juízo pra controlar este poder. Tenho receio que ele se machuque Mayara.

Mayara abraça a sua mãe e diz:
 ─ Mãe ele está cruel. Matou o amigo dele é transformou o outro em um animal de estimação. Victorio está perverso.

China Girl ouvia o depoimento da sua filha sobre o Victorio às maneiras erradas de ver a Terra como uma grande sujeira. O jeito como a vida era nociva e desgastante. Os governantes apoiando as desigualdades. As vezes eu via o meu pai nele porém, muito mais cruel e sem ouvir os outros.

China Girl complementa.
─ Eu preciso falar com ele antes que o seu pai o encontre.

A porta do escritório abre e o Vitório aparece com um guarda armado. Ele caminha sorridente para a sua mãe e diz:

─ É fácil ter aliados. É só prometer cargos elevados e bom salário. Todos tem o seu preço. Mãe, Mayara. Não quero fazer nada com vocês. Eu só quero o Bestificador.




Mayara é a primeira a falar.

─ Mãe esse aparelho vai triplicar o poder ele. Assim ele pode trazer os seus monstros em qualquer parte do mundo e em grande quantidade. Imaginem monstros saindo do celular em todo o mundo. Seria o fim da terra.

China Girl olha para o Victorio e diz.

─ Qual o motivo disso tudo filho? Dominar o mundo? Ser dono das propriedades dos outros? Roubar da própria família?

─ Mãe. Eu amo minha família. E honro o nome Desade. Mas olha como está este mundo? Esse lugar precisa de uma boa faxina. Você me ensinou que devemos lavar nossos talheres após a refeição. E eu vou fazer isso assim que eu ter o controle absoluto disso tudo. Vou limpar tudo. Deixar organizado. Mas para isso muitas coisas vão mudar. E será o nosso reino da familia Desade. Seremos todos respeitados muito antes dos planos do meu pai.

China girl  tenta dialogar novamente mas ele interrompe.




─ Soldado. Localize o bestificador com este aparelho.

O soldado acha rapidamente o bestificador e eles são transportados pelo celular para o seu mundo.

Mayara sorri para sua mãe e comenta.

─ Deu certo. Ele fez exatamente como precisamos. Estou com a trilha do caminho que ele usou no celular. Essa trilha também passa na floresta onde o papai esta. Isso explica a conexão do ritual Montese com o portal da floresta.

 ─ Temos que ir então filha. Seu pai deve estar a caminho deste mundo e eu não quero que ele se machuque. Victorio está bem mais poderoso que o seu pai.

─ Existe um problema mãe. Os nossos poderes não vão funcionar no mundo do Victorio. Mas o poder dele também não funciona. Nem o do pai. Será difícil de lutar com aqueles monstros que dominam o mundo dele.

─ Como teremos poderes lá?

─ O ritual Montese mãe. No mundo do Victorio ele não vai transformar a gente em um Neculai, mas trará nossos poderes de volta. E eu sei onde está guardado. Eu conheço todo o lugar de lá. Assim que acharmos teremos poderes para deter essa insanidade.


Por Adriano Siqueira e Maria Dutra
Desenhos Adriano Siqueira
A saga contínua.






A grande lição - conto infanto juvenil




A  Grande Lição

Texto: Maria Dutra e Adriano Siqueira

      Marcelo era um menino muito travesso, na escola gostava de pregar peça nas outras crianças e todos os dias aprontava uma travessura.
 Aline sempre era a primeira aluna a chegar na classe, todos os dias. Mas nessa quinta feira, foi a última aluna a chegar e só tinha um lugar na classe para se sentar e o lugar era do lado do Marcelo.
Aline olhou meio desconfiada com receio de se sentar do lado do amigo, mas Marcelo se levantou educadamente e a convidou a se sentar. Ela pensou " como ele está simpático hoje"! Aline aceitou o convite com um lindo sorriso e um obrigado. Ele então se levanta e ajeita a cadeira para ela se sentar. Aline arruma a mochila na carteira e ao se sentar; pimba! Marcelo puxa a cadeira e a Aline cai de bumbum no chão. A classe inteira rir da situação.
 A professora chama a atenção do Marcelo e o manda para a secretaria.
 No dia seguinte Marcelo entra no banheiro onde o amigo Saulo se encontrava, paga uma caixinha de estalinho e joga no banheiro assustando o amigo e todos que estavam ali. Marcelo sente dor na barriga de tanto rir do susto que eles tomaram.
 As vezes escondido dos pais ele leva umas máscaras de mostro  para assustar os amigos e um dia no refeitório no horário do almoço ele pregou uma peça no Henrique, que ao abrir o armário de pratos do refeitório  da de cara com uma máscara assustadora. Quem era?! Ele mesmo o Marcelo, Enrique se assusta e com o grito de medo sai  correndo assustando todos que estavam presente.
 Os pais do Marcelo viviam sendo chamados na escola e Marcelo como punição ficava  uns dois ou três  dias sem poder frequentar a sala de aula, tinha que fazer todo seu dever na secretaria.
A professora de ciência passa um trabalho em grupo e nesse grupo estavam: Saulo, Aline, Reginaldo e Samanta que resolvem chamar o Marcelo para fazer parte também.
 A reunião de estudo foi marcada na casa do Saulo a tarde e depois todos dormiriam lá. Seu Aristides, pai do Saulo é marceneiro e gosta de fazer peças diferenciadas.
 Saulo e seus amigos o pedem algo inusitado; um armário e uma penteadeira bem leve com dois buracos nas laterais e no fundo, dois buracos na porta do armário, uma cadeira com fundo falso e uma cama com movimentos vibratório.
 A noite cai e com ela uma chuva  muito forte com muitos raios e relâmpagos, Saulo diz para o Marcelo que ele teria que dormir sozinho visto que seus amigos sentiam receio das brincadeiras dele; ele como um menino que não tinha medo de nada aceita numa boa.
 Marcelo já se encontrava dormindo até que por volta das 11:30 h todas as luzes se apagam e muitos ruídos terríveis são ouvidos no quarto : booo, rec-rec-rec, os móveis se mexiam, andavam , tinham cabeças , braço e pernas.
 Marcelo acorda assustado, é a primeira vez que ele demostra  medo de alguma coisa. A cama o abraça cheia de mãos, muitas imagens de monstro aparecem nas paredes do quarto.
Marcelo apavorado chamava pelos amigos, mas ninguém apareceu  para ajudá-lo, ele força a porta do quarto na tentativa de sair mas esta estava fechada e ele não conseguia sair de lá. Então Marcelo resolve enfrentar o seu medo e pega um machado que se encontrava no quarto e começa a golpear os móveis, enquanto isso ele é puxado para dentro do armário, em pânico ele luta com aquele monte de braços, panos ele não sabia com que ele estava lutando realmente. Conseguindo sair de dentro do armário ele continua  golpeando os móveis. Tudo isso  acontecia em meio a escuridão. Todos os móveis  se aproximavam dele e ele gritava  e se arrepia de medo.  Marcelo corre para um canto do quarto se senta encolhido grudado a uma parede, um dos amigos acende a luz, todas as crianças saem de dentro do armário, da cama, da cadeira e Marcelo olha para a cara dos amigos assustado. Marcelo percebe que aquilo foi uma lição que ele recebeu dos amigos.
A cara de pânico dele era tão visível que os amigos ficaram com pena e disseram que nunca mais revidaria uma situação dessa maneira, Marcelo responde que estava tudo bem e que ele mereceu o que eles fizeram. Todos se abraçaram e Aline mostrou para o Marcelo que o machado era de brinquedo e por isso nem ele nem ninguém saiu machucado.
O quarto ficou uma bagunça e tudo que estava no quarto e virou lixo, foi levado para o quintal no dia seguinte, e seu Aristides fez uma fogueira com todo aquele entulho e todos ficaram assistindo o fogo queimando. E enquanto isso as crianças conversavam sobre a noite de terror e que haviam se  arrependidos dessa  brincadeira macabra .

Nunca mais Marcelo foi o mesmo menino terrível, todos os dias ele chegava na escola cumprimentava os amigos, professores, diretores entre outros não se viu Marcelo fazendo nenhuma estripulia, passou a tirar notas boas e dois anos depois  recebeu o diploma  de melhor aluno do ano em comportamento, ciência, história e geografia. Foi o melhor presente que  os pais  puderam receber naquela formatura.

Texto: Maria Dutra e Adriano Siqueira.