Arte de Maria Ferreira Dutra
A FLOR DO MARACUJÁ
por Maria Ferreira Dutra
Conheci ele ainda muito pequeno, todos os dias eu dava os cuidados necessários. Era eu quem sempre o dava o primeiro banho do dia e as vezes a tarde também. Ele me agradecia muito.
Eu sempre conversava com ele, sobre a beleza da vida, das flores, tocava-o com carinho, sempre dizendo que um dia eu me casaria com ele.
A medida que ele crescia, mais beleza ele tinha e seu amadurecimento todos percebiam. Não tinha um que passasse por ele que não o elogiasse. E ao me verem, diziam para para que eu continuasse cuidando bem dele, pois bons frutos ele iria me dar. E eu sorridente dizia para todos , que era com ele que eu queria me casar.
Anos se passaram e a minha promessa consegui concretizar... ele ali já maduro começou a desabrochar.
Meu lindo pé de maracujá.
E hoje é com ele que estou vestida, da cabeça aos pés toda produzida, meu lindo pé de maracujá é com você que eu sigo para o altar.
Yolanda Maria, você aceita se casar com Otávio Pedrosa?... podem trazer as alianças.
Otávio elogia a linda coroa de flor de maracujá da sua noiva e seu buquê de flor de maracujá.
Hoje Yolanda conta a sua história para seus netos, sentada debaixo do pé de maracujá que a acompanha até hoje.
Por Maria Ferreira Dutra
Primeira Arte: Maria Ferreira Dutra as demais artes são do : Adriano Siqueira
#arte #conto #flor #planta #flordomaracujá #amor
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
FOI O DESTINO - MARIA FERREIRA DUTRA
Foi o destino 🚘🚙
Por Maria Ferreira Dutra
Arte Adriano Siqueira
Eu estava em minha mesa na sala, escrevendo um conto.
Em meio a um silêncio total, eu ouço um estrondo.
No primeiro instante deixo passar, mas a curiosidade tomou conta de mim.
E foi assim que eu me levantei da mesa e olhei pela porta de vidro da sala e estavam lá, dois carros batidos como imaginei. Foi quando um homem saiu de seu carro parecia muito bravo, mas uma doce mulher desceu do carro, parecia muito calma e com as mãos para cima na altura do peito, me parecia conversar de boa com ele.
Ele que parecia bravo, foi se desarmado e se aproximando dela.
Com cautela eles conversam e ela olhou dentro do carro dele, parecia conversar com alguém.
Voltando a falar, os dois tiram o carro da rua, colocando-o no acostamento e por pelo menos uma hora ficaram por ali dialogando até as autoridades chegarem no local.
Daqui, eu os via passando o telefone um para o outro, certamente para o culpado pagar os prejuízos.
Era uma moça que não chegava aos trinta anos e ele me parecia ter uns cinquenta e poucos. O tempo passou e um dia, eu voltando para a minha casa, vejo um casal brincando com um menino de uns 3 anos, achei que estava ficando louca, mas me pareciam muito com aqueles dois que eu via da minha sala olhando pela varanda a uns meses atrás .
Não me aguentei e perguntei:
- Vocês se conheceram ás dez do dia dezesseis de fevereiro de dois mil e vinte, numa batida não foi?
Os dois me olharam assustados e me perguntam se eu era a polícial que anotou os carros.
Eu disse que não. Que apenas era a escritora observadora desse caso. Os parabenizei pelo bebê que estava para chegar e o lindo menino me segurou no braço e disse, que agora eles eram uma família, que seu pai iria o dar um irmãozinho ou irmãzinha.
Por Maria Ferreira Dutra
Nem toda batida tem um triste final #final feliz #leitores #amor #acidentes #destino #contos #leitores #leitura
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
O Caçador e a Karina Desade
O CAÇADOR E A KARINA DESADE
Luciano Vince tinha 26 anos e era um rapaz muito agitador. Vivia nas baladas e no carnaval não seria diferente. Ele treinava muita dança e era apaixonado pela karina a vampira ele sabia que um dia conquistaria o seu coração e com sorte, ela poderia transformá-lo em vampiro.
Ele sabia que a família do Neculai iria desfilar em seu próprio bloco.
Luciano queria invadir a avenida e entregar flores para ela. E tirar uma foto para mostrar em suas redes sociais.
Era tanto o amor que o Luciano tinha pela Karina que ele investigava os caçadores e se infiltrava entre eles para saber se alguém tinha planos para exterminá-la. E ele achou uma conversa suspeita em um chat de caçadores.
Tinha uma foto dela e desafiando os caçadores a exterminá-la.
Luciano leu tudo sobre isso. Muitos comentários diziam para eles se afastarem pois era a protegida do Neculai.
Alguns aceitaram. Apenas três. Mas eles eram bem perigosos, mas eles queriam dinheiro. Muitos coletaram uma boa quantia. Quase um milhão de reais e tinham que ser rapidos por logo seria o carnaval. E o Neculai não iria perdoar esse caçador.
Com muita eficiência Luciano também concordou com a aposta e se increveu para ajudar a exterminar a karina.
O plano era bem simples. Pegá-la no estacionamento do seu apartamento e, ali mesmo, acabar com a vampira.
Quando os caçadores chegaram em uma Van, desceram para o estacionamento que era no subsolo.
Eles se separaram e ficaram de tocaia para esperar a Karina e sua namorada Laiza.
Esperaram atentos olhando para o elevador.
A porta abriu e os caçadores se prepararam para o ataque. Luciano tinha que agir rápido antes dos caçadores atacarem.
Ele pegou uma bomba de pane elétrica. Ela não faz barulho, mas joga uma onda de choque eletrostático que danifica as armas dos caçadores, celulares e equipamentos eletrícos dos carros.
Luciano ativou a bomba para disparar em 20 segundos e jogou para debaixo do carro onde estava e colocou protetores de ouvido.
Um dos caçadores percebeu e apontou para o Luciano e o chamou de traidor.
Um dos caçadores o agarraram enquanto o outro batia nele. Porém Luciano escapou facilmente, pois era bem treinado na dança e se esquivou de muitos golpes. Porém ele sabia que os caçadores eram mais fortes.
A bomba foi ativada e toda a parte elétrica entrou em pane. Os carros também começaram a tocar as buzinas. Isso foi o suficiente para o Luciano combater mais facilmente os caçadores desnorteados e ele conseguiu abater dois deles.
Luciano ficou preocupado com a Karina e a Laiza. O elevador estava vazio.
Essa distração foi o suficiente para que um dos caçadores pegasse uma arma e apontasse em sua direção.
Foi nesse momento que a Karina pegou o pescoço do caçador e o mordeu.
Ela olhou para o Luciano e perguntou o que estava acontecendo.
Luciano disse que era um fã e que só queria protegê-la desse ataque.
Ela o beijou e sorriu. Disse ao Luciano que agora ela tem um anjo para protegê-la.
Depois de amarrar os três caçadores e colocá-los na Van, karina e Luciano trocaram contatos e despediram.
Luciano sabia que a Karina era apaixonada pela Laiza, mas agora eles eram amigos para sempre.
Por Adriano Siqueira e
Maria Ferreira Dutra
A Sereia e o Sidoire
A Sereia e o Sidoire
Por Adriano Siqueira e
Maria Ferreira Dutra
Sidoire estava em sua classe, ele dava aulas sobre o seu mundo e também mostrava em fotos algumas criaturas do seu mundo. O raio, a montanha da tartaruga e outras curiosidades que deixam os alunos muito impressionados.
Todos gostaram mais da borboleta que tem energia própria e podia dar energia para um prédio inteiro.
Quando Sidoire ia falar do cavalo alado chamado Raio, bateram na porta, ele abriu e tinha uma cadeirante. Era uma mulher que parecia ter uns 30 anos. Usava uma manta xadrezada que cobria as suas pernas, ela disse que seu nome era Livemar e precisava falar sobre um assunto em particular.
Como a sua aula estava perto do final, Sidoire dispensou a classe e pediu para a cadeirante entrar.
Ela disse para o Sidoire que estava sabendo do desfile de carnaval que a família Neculai iria participar. Ela precisava avisar do perigo que eles estariam. Chygadcarius o vampiro meio peixe, iria atacar e destruir toda a família.
Sidoire disse que essa criatura estava presa no laboratório da Neculai Corps e que ela não tinha o que se preocupar.
Livemar mostra no celular uma máquina que multiplica a densidade e as moléculas da água e isso poderia alagar qualquer lugar.
Sidoire ligou para o Neculai e avisou sobre o perigo e nessa mesma ligação ele é avisado que realmente o Chygadcarius havia desaparecido. Neculai pergunta para o Sidoire sobre como ele descobriu esse plano.
Sidoire olha para a Livemar e ela ergue a manta que escondia suas pernas. Ela mostra o seu grande rabo de peixe.
Sidoire avisa o Neculai que as sereias existem e são muito bonitas.
Livemar sorri. Neculai pede para que a leve para o seu escritório.
Sidoire a leva para o campo da escola e assobia.
O cavalo alado chamado Raio aparece e Sidoire a coloca no cavalo.
Eles voam juntos para o escritório do Neculai. Porém são interceptados pelo chygadcarius. Ele estava com asas de morcego e tentou matar a sereia com um grande arpão.
O cavalo voava rápido fugindo dos ataques. Sidoire pediu para levar a sereia para o mar.
Sidoire entrou na frente do Chygadcarius e jogou o seu corpo na frente dele . Fazendo o vampiro rodopiar no ar.
Raio chegou no mar e a sereia pulou. Ela chamou muitas amigas. Elas estava armadas e a espera do vampiro.
Sidoire voava até o mar e quando chegou ele voou bem baixo. O vampiro estava cego de odio, ele queria destruir toda a família Neculai, inundando o carnaval.
O vampiro voo baixo e foi laçado pelas sereias caindo no mar e sendo detido e amarrado por elas.
Livemar levou até o Sidoire arma que espande moléculas da água que estava com o vampiro.
Ela abraça o Sidoire e diz que ele era a criatura mais linda que ejaelá havia conhecido e que um dia eles poça poçam sair juntos.
Sidoire sorri e diz que seria um prazer.
Texto Adriano Siqueira e Maria Ferreira Dutra.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
A sabotagem do vampiro Mordov
Mordov sabia que família do Neculai estaria no carnaval. A Bruxa Fefe tinha lhe dado as informações necessária para ele ir até o deposito onde estavam os carros alegóricos que a família iria usar. O plano era sabotar o carro da Drag queen Veilleuse. Ele queria destruir a única vampira que herdaria tudo o que ele tinha por ter o seu sangue real.
Mordov sabotaria o carro e ninguém suspeitaria.
Quando chegou no depósito ele ficou invisível para os guardas da segurança e ele matou sem piedade muitos com a sua espada. Ele entrou e verificou todos os carros e quando chegou no carro da Drag Veilleuse, Mordov escutou um barulho e se escondeu dentro do rosto grande da Veilleuse feito de papel marchê.
Ele ouviu a conversa. Era a Mayara e o Fernando verificando os carros. Eles estavam se perguntando onde estavam os guardas.
Mayara estava de frente para Mordov e o Fernando estava de costas. Ela não viu o Mordov escondido. Eles se abraçaram e se beijaram. Mordov podia jogar a sua espada e perfurar os dois.
Ele saiu do esconderijo, mas tropeçou nos panos coloridos colocados no carro e o vampiro caiu de uma distância de cinco metros.
Mayara empurrou o Fernando para o lado e usou o seu arco e fecha para acertar o braço do Mordov antes dele jogar a espada.
Mordov fugiu ferido e disse que iria voltar e se vingar de toda a família.
Mayara e Fernando se abraçaram e depois ligou para o seu pai Neculai, ele ficou furioso com o ocorrido por Mordov ter imunidade diplomática a lei não podia fazer nada. Mas Neculai nunca desiste. Ele vai caçar o Mordov.
Por Adriano Siqueira e
Maria Ferreira Dutra
@mariafsdutra
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