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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

A mãe do vampiro Neculai




A mãe do vampiro Neculai
Texto: Maria Dutra
Edição: Adriano Siqueira 


Dona Helena, mãe do Neculai, tirou umas férias em setembro para  visitar os seus  netos, chegou cheia de novidades. Neculai e China Girl adoraram a visita, porém ficaram muito preocupados , pois Dna. Helena adorava contar historinhas de terror para as crianças e na última visita aos netos, não foi muito fácil controlá-la.
— Olá China Girl, Olá Neculai! Que saudade de você meu filho! China Girl tem cuidado bem de você né? Aposto que ela não sabe fazer aquele maravilhoso bolo de chocolate com calda de morango que eu sempre fiz para você! E olha que eu passei bem direitinho a  receita.
E dona helena contínuo à falar:
 Olá meus netinhos lindos do coração! Nossa! Como o Victorio  cresceu, desde a última vez que eu o vi. Está mesmo muito lindo! E a Mayara! Meu Deus! Está uma moça. Bem, como eles já estão bem mais crescidinhos eu posso voltar a falar das minhas histórias favoritas e nem Neculai, nem a China Girl irão  ficar chateados comigo!
A Dona helena estava muito empolgada com a visita e foi até as crianças e disse:
— Crianças! , crianças! Olha só o que a vovó trouxe de presente para vocês!.... uns livros de histórias de magias e encanto para a Mayara que adora as plantas e os animais desse e de outros mundos. Assim minha netinha querida você vai aprender muito mais sobre esse seu mundo e os outros também.
Mayara agradeceu o presente é deu um beijo em sua avó. Dona Helena foi até o Victorio e disse:

— Para o Victorio comprei esse lindo suéter. Viu meu netinho achei a sua cara.
Victorio sorrir e comentou:
Sim Vovó! É a minha cara! Quando eu tinha sete  anos de idade agora eu tenho dez!
Victorino riu e a Dona Helena sorrir e acrescentou.
— O tempo passa muito depressa! Só fiquei um ano sem vir aqui e vocês  cresceram muito rápido! Na minha época não era assim, as crianças cresciam mais devagar!
— Neculai, China Girl! O que vocês estão dando para essas crianças  que elas estão quase me passando não param de crescer?
Dona Helena ri e completa:
Venha crianças! Os pais de vocês estão aqui na cozinha.
Dona Helena comenta com a China Girl:
— China Girl! As minhas malas estão na sala, onde posso colocá-las? Não vai me colocar naquele quarto que você me colocou da outra vez! É muito distante do banheiro e da cozinha, você sabe que acordo de madrugada para fazer xixi e atacar a geladeira.
China Girl dá um sorriso e a Dona Helena diz para os seus netos:
Venham crianças  vou ver o que a  mãe de vocês preparou para o nosso café!
Mayara e Victorio entram na cozinha. Victorio aparece vestido com o suéter e de tão pequeno ficava acima do umbigo e manga sete oitavo. Neculai pergunta que roupa era aquela e antes mesmo que Victorio respondesse, Dona Helena comenta que foi ela quem havia dado, mas que não era para ele se preocupar que ensinaria a China Girl a costumizar o suéter e o Victorio logo iria conseguir usá-lo. E se caso ela não aprendesse a customizar as roupas, que o guardasse para o próximos  herdeiro. E comemora dizendo
— Não é mesmo China Girl!? Eu adoro crianças e vocês que tem boa condições poderiam ter uns dez!

E a Dona Helena continua a comentar sobre a sua ideia:
— Olha que Maravilha seria essa casa cheia de crianças! Eu iria curtir bastante e me mudaria para bem próximo de vocês para ajudar.
Ela olha para o seu neto e comenta:
— Victorio. Não se preocupe. Tome esse dinheiro. Compre um carro para você.
Victorio ficou impressionado com a ideia da sua avó e questiona.
— Carro vovó? Mas eu só tenho 10 anos!
— Sim e com 12 já vai estar  namorando, eu com 12 já namorava!
China Girl cutuca Neculai e ele  responde de imediato a sua mãe:
— Os tempos mudaram e as crianças tem muito o que estudarem antes de pensar em namoro.
Neculai sorri aliviado e ele olha para China Girl e ela sinda nao parece satisfeita e ele complementa:
— Guarde seu dinheiro e quando ele fizer 18 anos vc o presenteia com o carro.
A mãe do Neculai responde:
— Engraçado! Quando você tinha 13 anos eu te presenteie com um carro lembra?  E você saia com suas namoradas.
Neculai sorri educadamente e olha para a China Girl que fica esperando ele responder. Ele respira fundo, sorri para a sua mãe e responde:
— Lembro sim mamãe, mas eu tive que esperar cinco anos para começar a sair com o meu carro.
Neculai viu que a China Girl deu um sorriso e ele fica aliviado e a sua mãe continua a falar:
— Ah filho. Deixa pra lá, vamos ver o que temos de lanche hoje. Que surpresa mais agradável! China Girl  fez o bolo preferido do Neculai! Temos bolo, suco, salada de frutas, pãozinho, biscoitinhos, queijo, manteiga!.. China Girl, e o leite das crianças? Não estou vendo aqui na mesa!
Mayara vem até a mesa e diz:
— Estou levando vovó!
— Muito bem minha netinha linda, eu sempre tive leite na mesa para o seu pai.

China Girl e Neculai se entre olham sorrindo e Neculai responde:
— Ela sempre foi assim,
E os dois começam a sorrir, mas China Girl para rapidamente deixando o Neculai limpando a garganta e ficando sério ajeitando a sua cadeira.
Todos tomam café e Dona Helena faz uma observação.
— Neculai, tenho que parabenizar a China Girl, o bolo está maravilhoso e o bom é que foi eu que a ensinei. Bolo de chocolate com calda de morango, nunca pensei que ela fosse fazer  tão bem quanto eu.
China Girl olha para o Neculai e logo em seguida para a sua sogra e agradece.
— Obrigada Dona Helena! Se tiver mais algumas receitas, vou querer aprender sim.
Dona Helena sorridente responde.
— Sim! Tem várias. Está chegando a festa de outubro. Eu tenho muitas receitinhas para ensinar a você, o Victorio e a Mayara. Afinal vocês já levaram as crianças para participarem da festa de outubro?

Neculai responde que nunca levaram e China Girl e que sempre achou perigoso para os filhos. Dona Helena responde que isso é bobagem, pois sempre saía na festa de outubro com as crianças e eles sempre se divertiam.
Todos tomaram o café. Mayara e Victorio ajudaram a limpar a mesa. Dona Helena se ofereceu para lavar a louça e sorriu dizendo:
— Eu ainda sei fazer isso, apesar dos muitos empregados que eu tenho, ainda estou firme e forte.

China Girl seca as louças e as guarda, enquanto Neculai joga o lixo.
Dona Helena pergunta novamente  em que quarto ela vai ficar e China Girl diz para não se preocupar. Os empregados já haviam levado as malas para o mesmo quarto onde ela já havia ficado da última vez.
Dona  Helena não gostou muito, pois durante a noite ela gostava de  visitar os quarto dos netos que ficava um pouco distante do dela.

A família passou um dia maravilhoso. Passearam durante o dia e almoçaram pelas ruas. Dona Helena se propôs a dirigir, dispensou o motorista dizendo que aquele dia, ela mesma levaria os netos para passear. E no carro estava uma animação , cantavam:

Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, põe
Deixa ficar
Guerreiros com guerreiros... ,       
A canoa virou
Pois deixaram ela virar
Foi por causa de Mayara
Que não soube remar
Se eu fosse um peixinho...., 
O Cravo brigou com a rosa Debaixo de uma sacada
O cravo ficou ferido
E a rosa despedaçada...,          Terezinha de Jesus deu uma queda
Foi ao chão
Acudiram três cavalheiros
Todos de chapéu na mão. 
O primeiro foi seu pai
O segundo seu irmão
O terceiro foi aquele
Que a Mayara  deu a mão.

— Viu Mayara, vovó está doida para ver  seu cavalheiro , seu principal  encantado!
Neculai coloca a mão no rosto e  resmunga.
— Mamãe, a Mayara tem muito que estudar, não tem que pensar em príncipe nenhum. Ainda não!

E ela responde com tranquilidade.
— É mesmo!  Eu sempre me esqueço que hoje em dia as meninas são criadas para estudarem e se formarem, na minha época estudavam para serem bem prendada em casa.

Todos riram da Dona Helena continuava a cantar.
— Essa música é para o meu neto Victorio:   
Marcha soldado
Cabeça de papel
Quem não marchar direito
Vai preso pro quartel
O quartel pego fogo
Policia deu sinal
Acode, acode, acode a bandeira nacional.

De repente um carro pára na frente da Dona Helena fala algumas palavras feias  # **~~#  China Girl a repreende informando que tinha crianças no carro.
Dona Helena olha para trás e responde que, por um instante, ela havia esquecido disso.

Imediatamente ela desce do carro, vai até o carro da frente gesticula com o motorista, bronqueia para ele e no mesmo instante, o motorista do carro pede desculpas dizendo.
— Desculpe vovozinha, o caminhão é muito alto, eu não vi quando o sinal fechou e tive que fazer essa parada brusca.

Ela então o responde.
— Vovózinha uma ova! Eu estou melhor do que você! Vi o sinal fechando. Você quase causou um acidente! Tem uma família naquele carro! Tem duas crianças. Quase causa uma catástrofe.

Antes de voltar para o carro. Dina Helena faz um sinal desrespeitoso e dá um chute no carro.
Toda a família no carro, riem da atitude dela, que entra no carro e sai enfurecida.

Voltando para a casa, Mayara e Victorio vão fazer o dever de casa  enquanto Neculai vai resolver assuntos dos seus escritórios e China Girl vai organizar algumas pendências e Dona Helena resolveu então, ligar para o marido para dizer que está tudo bem com ela e que a viagem foi tranquila.  Ao desligar o telefone ela faz 30 min  de academia.
Horas se passaram e todos fizeram a última refeição da noite,  China Girl lembra os filhos de escovarem os dentes e tomarem banho antes de  dormirem.  Já com as criança no quarto, Chinar Girl também se prepara para deitar. Chama o marido para descansar, mas antes dá uma passadinha no quarto da sogra que parecia dormir feito um anjo e pensa:
— Pronto! agora posso descansar, todos estão dormindo.
Ela pega no sono com o Neculai.       
Quarenta minutos depois a Dona Helena estava separando uns livros que trouxe consigo:
— Halloween A bruxa cartuxa. Esse não!  É muito fraquinho. A árvore  de Halloween. Também não! Já li algumas vezes. A surpresa de Halloween. Esse também não. Sim. Esses sim.

Algum tempo passou, e às 24:19hs.  China Gilr sente sede e vai até a cozinha, mas escuta vozes bem baixinhas pelo corredor. Ela vai até o quarto de Dona Helena e vê que ela estava toda coberta.
Vai para o quarto das crianças e pimba! Quem estava lá!? Sim Dona Helena contando histórias de Halloween para os pequenos como já havia feito das outras vezes e Neculai e China Girl a chamou atenção.
China Girl resolve ficar atrás da porta escutando a historia.

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— Está bem aqui senhores! O único espelho que realmente pode mostrar um vampiro! Está baratinho, baratinho.

— É um embuste! Esta armação está vazia!
— Oh, não! Não senhor! Este espelho é especial, é claro! O senhor não o vê, mas ele está aí. Só os vampiros é que irão aparecer. Nada mais.
O rei pegou o espelho e chacoalhou um pouco, mudando de direção, e disse:
— Tem razão, forasteiro. Estou mesmo vendo um vampiro e é você!
— Como assim, vossa alteza?
— Meus súditos podem comprovar! – O rei levanta as mãos para os seus súditos e diz: – Todos estão vendo o vampiro?
— Vossa Alteza! Piedade! Clemência!
— Você sabe o que fazemos com os vampiros aqui? Nós o amarramos nas portas do castelo e abrimos, quando o próximo forasteiro aparece! Assim ele já estará avisado de que o rei tem bom humor.
— Minha nossa, majestade! Eu suplico! Realmente, o espelho deve ter caído no caminho. Tenho certeza que está lá fora!
— Levem-no!
O forasteiro é amarrado nas portas do castelo. Seus braços e pernas esticados em cada lado das duas portas da entrada. Anoiteceu e finalmente um novo visitante aparece fazendo os guardas abrirem o portão destroçando o corpo do viajante.
Os guardas ficam impressionados com a cena.
Ele estava com uma capa enorme que cobria quase toda a entrada do castelo.
Em seus braços, um espelho, onde seu reflexo aparecia como fogo.
Quando apresentado ao rei, o forasteiro diz:
— Achei este espelho pelo caminho! Obrigado por me convidar a entrar!
Ele dá uma gargalhada, olha para todos e seus caninos salientes aparecem. Ele fala com uma voz tão alta e forte que é ouvida por todo o reino.
—Humanos! Eu sinto o cheiro do sangue de vocês! E eu estou com muita fome!

  ‐----‐- fim -------- 

Neculai também  acorda e vê  China Girl  na porta das crianças, vai até lá põe a mão nos ombros dela e pergunta o que estava acontecendo. Ela então responde que a mãe dele, de novo, como da última vez que esteve lá de férias  contava novamente histórias de terror para as crianças.
Os dois abrem a porta e flagram a Dona Helena na cama com as crianças.

Eles se assustam, principalmente a Dona Helena. China Girl pergunta para a sogra, se a senhora estava  aqui quem estava lá na sua cama?
Neculai  olha para a mãe é diz " a senhora não tem jeito mesmo mãe! Colocar travesseiros na cama e cobrir para fingir que é a senhora!" Hahaha  "eu não acredito".  Mas tudo bem, vamos cada um para a sua cama que amanhã  é outro dia.
As crianças pedem para dormirem no quarto dos pais, pois ficaram com um pouco de medo e Dona Helena então, se vira para nora e para o  Filho e diz "Vocês tem que contar mais histórias de terror para eles, em breve terāo qu levá-los para festa de Halloween.  Boa noite China Girl, boa noite Neculai."

— China Girl dá um beijo de boa noite na sogra  e diz para ela.
— A senhora não vai mudar nunca! Essa é a minha sogra! Te amo.


Texto Maria Dutra e editado por Adriano Siqueira





sábado, 14 de setembro de 2019

Neculai faz o Brasil entrar em guerra




Após ver tudo sobre o trabalho de escola que a professora pediu. Victorio reuniu tudo é colocou em sua mochila.

O seu motorista já o aguardava na saída da escola e ele entrou no carro no banco de trás e após colocar o cinto de segurança, o motorista o leva para o escritório do seu pai conforme fora solicitado pela sua mãe, a China Girl, pois ela estaria viajando para a China para uma reunião de país e filhos.

Ao chegar no prédio. O Victorio desse do carro e é acompanhado por dois seguranças para levá-lo até o escritório enquanto informavam pelo rádio todo procedimento de segurança.

Quando Victorio chegou no escritório do seu pai e o cumprimentou. Ele estava com a sua secretaria Deise que separava as papeladas mais urgentes para despachar.

Victorio sentou na poltrona e a Deise saiu rapidamente da sala passando a mão no cabelo e Victorio e sorrindo.

Ele se levantou e sentou na cadeira ao lado do seu pai. Neculai pergunta se o filho estava com fome pois já era quase hora do almoço, mas Victorio disse ter comido um lanche que a China Girl fez pra ele antes de ir pra China cuidar dos irmãos.

Victorio parecia preocupado e o seu pai percebeu e parou de mexer no celula para saber o que estava acontecendo.

O garoto foi direto. Disse que a professora queria um trabalho sobre a guerra e as causas de um país sempre discordar com outros.

Seu pai sorriu e disse que foram pequenas coisas que levaram os países a se enfrentar e que isso sempre vai existir. As pequenas coisas são como palitos de fósforos que se acendem e, aos poucos se transformam em um grande incêndio incontrolável e quando percebem já se perdeu muito e demora muito para um país se reconstruir novamente.

Victorino pergunta se existiria uma forma de impedir esses fósforos de acenderem e o seu pai diz que sempre existirá uma maneira de impedir um incêndio, mas isso não depende de equipamentos contra esses "incêndios" e nem de cuidados com "objetos de fáceis combustão". Essa forma de impedir essas novas guerras vem através dos estudos e do conhecimento. Só assim todos se preparam para impedir que um fósforo acenda.

Victorio agradece e faz uma última pergunta para o seu pai. Se ele é a favor das guerras.

Seu pai sorri. Ele se levanta da sua cadeira e olha a cidade da janela e começa a dizer que todos os países, grande parte deles que passaram por momentos de guerra, se reergueram e são grandes potências pois os outros países aliados ajudam este pais a se reerguer.

Neculai olha para o seu filho e sorri.

Quero que me acompanhe. Vou mostrar para você como uma guerra surge e assim pode ver de perto e entender melhor.

Victorio a princípio fica receoso de aceitar este convite, mas o sorriso do seu pai era tão empolgante que era difícil de recusar e ele aceita o convite.

Em menos de uma hora, Neculai e seu filho aparecem no Mato Grosso e lá eles encontram um chefe de equipe que estava com muitos homens armados.

Ao afirmar com eficiência que tudo está preparado só a espera de suas ordens, Neculai informa que o dia será hoje. Naquele momento mesmo é que deve agir com rapidez.

O chefe da equipe do Neculai realmente tinha tudo sobre controle. Era algo planejado e já fazia três anos. Estava tudo sobre controle e todos esperavam as ordens para iniciar.

O nome da estratégia era Resgatar o Brasil. E neste plano todos sabiam que o Mato Grosso não era mais do Brasil desde a década de 70 e que ele foi tomado para pagar dívidas externas.

Neculai queria o Mato Grosso de volta e com isso ele seria o causador de uma guerra com cinco países de uma vez.

Com a ordem de iniciar o plano. Todos os homens e seus armamentos começaram a se locomover.

O alvo eram empresas destes países que tinham suas fábricas e moradias em mato grosso e eram muito bem escondidas da população.

Ao todo eram mais de 300 fábricas escondidas e mais de 100 mil funcionários.

Em menos de uma hora todos estavam reféns da ditadura do Neculai. E ele sabia que tinha que ser rápido.

Após os seus homens tirarem todos das fábricas, eles explodiram tudo. Não existindo mais nada no local.

 Com toda essa destruição. Os países exigiram uma explicação imediata e só o que o Neculai dizia é que ele estava pegando o que era nosso e que no Mato Grosso só teria empresas nacionais.

Com essa notícia, os países atingidos por este terrorismo se juntaram para retalhar este império ditatorial do Neculai.

Victorio estava começando a se assustar e começou a pensar na possibilidade do seu pai ter enlouquecido. Mas Neculai água de uma forma tão disciplinada que não parecia ser algo louco mas sim muito bem elaborado.

Os países estavam agindo com rapidez para invadir o Brasil e resgatar os seus funcionários que estavam presos nas mãos do Neculai.

Porém era exatamente isso que o Neculai queria destes países. E estrategicamente colocou todos esses funcionários em um navio e mandou eles para o mar aberto. Assim poderiam ser facilmente resgatados. E Neculai pediu para que tudo fosse filmado e passado em todas as TVs do mundo. As mensagens que o departamento de marketing do Neculai mandou produzir apareciam por todo o lugar. Mendagens como "estamos apenas pegsndo o que é nosso" trouxeram grande favoritismo de vários países e junto com informes dizendo que estes países que se achavam vítimas tinham fábricas escondidas dentro do Mato Grosso e que eles estavam roubando matéria prima por muitos anos.

Toda esta estratégia fez com que vários países apoiassem o Brasil e o plano do Neculai.

Os outros países que se sentiram ameaçados começaram a dizer que não tinham conhecimento dessas fábricas e que fariam uma investigação para descobrir o que realmente aconteceu. E assim os países foram se acalmando e o começo de uma guerra foi evitado.

Neculai vai até o seu filho é conversa com ele.

Diz que essas empresas roubaram muito dinheiro do país e como burocraticamente seria impossível de tirar, ele elaborou este plano que parecia ser de um ditador megalomaníaco, mas que resultou positivamente para o país e não teve mortes.

Victorio sorriu e juntos voltaram para casa.


Por Adriano Siqueira.


quarta-feira, 11 de setembro de 2019

O mistério da borboleta com asas brilhantes





O Mistério da Borboleta com as Asas Brilhantes
História da família do Neculai com China Girl e sua filha Mayara

Por Adriano Siqueira e Maria Dutra



"Mãe! Por que as borboletas vivem tão pouco?"

Mayara estudava sobre as borboletas através do seu monitor virtual. Enquanto a sua mãe China Girl preparava o almoço.
A mãe comentava sobre a natureza em geral e dizia que existiam muitos tipos de borboletas pelo mundo. Algumas realmente só tinham dois dias de vida. Porém haviam espécies que podiam viver um ano inteiro.
Mayara apreciava muito as borboletas e desejava muito fotografá-las. Ela foi até a janela e chamou o Raio. Sei cavalo alado.
Sua mãe não a repreendeu. Mas disse para voltar antes do almoço.
Mayara viu o seu cavalo Raio flutuando na janela. Ela subiu no cavalo e voou para uma floresta onde tivesse muitas borboletas para estudar.

A campainha tocou, a China Girl foi atender. Sidoire estava na porta e feliz. Ele era um ser que tinha rosto humano com corpo de lobo com asas de morcego. Trouxe flores e conversaram sobre como Sidoire está se adaptando neste novo muito enquanto ela colocava leite na mesa para ele tomar. Disse que a filha dele já sabe falar veja conhece toda a vizinhança. Mayara era ótima amiga da sua filha que se chamava Rubi. China Girl deixou Sidoire a vontade eles conversavam bastante. A adaptação na terra era algo que ele aprendeu muito graças ao conhecimento dela. Rubi foi muito cuidada pela Mayara e elas de divertem muito.
Relacionamentos assim agradam muito. Sidoire sempre tinha bom humor e ele era um ser que vivia na biblioteca e nos museus. A prefeitura dava uma assistência financeira pra ele e em troca ele fazia palestras sobre o mundo de onde veio e as melhorias para esta sociedade. China Girl vivia orgulhosa dele pois contava boas histórias para os seus filhos e era também bom amigo. E ela ria dele quando tentava se coçar com a pata de trás e a asa batia no rosto dele. Ele mesmo ria e agradecia pelas asas não terem penas pois isso o faria espirar.
Sidoire perguntou como estava o Neculai. E ela sorriu um sorriso que só se vê em pessoas apaixonadas. Era um marido muito gentil que a ajudava em tudo para que ficassem mais tempo juntos. Algo que ela queria. E o Neculai melhorou muito quanto a família cresceu. Ser pai o ajudou a ver o quanto ele é importante e o significado de amar. Ser presente, carinhoso e atencioso. Agora mesmo ele está na escola conversando com os professores na China. E ela estaria lá de noite para estarem juntos com os filhos e o Neculai.
Sidoire se ofereceu para cuidar da Mayara enquanto ela estivesse na china. E assim traria a Rubi pra elas se divertirem. China Girl agradeceu muito e aceitou a proposta. Ela ficaria dois dias fora.

Do outro lado da cidade Mayara estava com o cavalo alado olhando a floresta naquela tarde. Ela achou muitas espécies de borboletas diferentes.
Pousou e foi até uma parede repleta de borboletas. E foi tirando as fotos. Até que em uma parte mais escura havia luzes coloridas. Isso a intrigou. Só se aproximar viu uma borboleta enorme. Tinha mais de 25cm e suas asas brilhavam cores maravilhosas. Mayara estudou toda a beleza daquela borboleta. Pediu para o cavalo alado pegar uma gaiola.
Quando Mayara chegou em casa a sua mãe ficou impressionada com o brilho das asas da borboleta e de repente a luz da casa acabou. Mayara verificou em seu monitor virtual e descobriu que a borboleta estava sugando a eletricidade. E as flores que estavam na casa começaram a renascer terem mais vida. As luzes estavam melhorando às plantas.
China Girl passa essas informações para o Neculai. E ele tem a ideia de levar para o amazonas e lugares no Brasil para melhorar a flora. E pede para a Mayara levar a borboleta para o seu instituto.
Porém Mayara avisa que, pelos estudos que fez ela não sobreviveria por muito tempo. E que hoje mesmo poderia morrer. E com rapidez ela pega borboleta e voa com o seu cavalo para o amazonas.
Chegando lá, as árvores começam a crescer o dobro do tamanho e todas as plantas tem um crescimento dobrado. Ela passeia com o cavalo voando por toda a mata Atlântida. E muito é recuperado. Toda a parte seca e os troncos secos no chão começa a florescer.
Mas, aos poucos, o brilho da borboleta vai se pagando e Mayara pousa com o cavalo ela abre a gaiola. Ela vê a borboleta fraca. Seu tempo de vida estava esgotando.
Mayara pega o seu celular e liga para o seu pai.
Ele pede para encostar as asas no celular e ela faz isso.
A energia enviada do celular faz a borboleta reacender por mais alguns segundos. As asas começam a fragmentar e nesta separação muitas borboletas começam a se formar. Elas eram pequenas, mas tinham as asas brilhantes e isso foi se expandindo até o corpo da borboleta se transformar em muitas.
Era um espetáculo único que só a Mayara estava presenciando. Ela Assistiu todas as borboletas circularem ela. Em um grande círculo de luz e logo em seguida se espalharam pela mata.
Ela falou com seu pai e o Neculai disse que essas novas borboletas não teriam a mesma força, mas eles durariam muitos anos e suas asas sempre iriam brilhar.

Por Adriano Siqueira e Maria Dutra


terça-feira, 10 de setembro de 2019

A investigação do vampiro Neculai


A investigação do Vampiro Neculai


Meu nome é Mary Fer, sou advogada criminalista.
Meu trabalho aqui é; reunir provas para incriminar o Sr. Vampiro; Neculai Desade.

Muitos acreditam que ele tenha mais de duzentos assassinatos em toda a sua história de terror.
Embora o Sr. Neculai Desade, tenha sido inocentado por alguns crimes que acredita-se, ter sido cometido por ele, o tribunal não conseguiu reunir provas suficiente para que ele fosse julgado e condenado. É o caso do assassinato da família da Lúcia Benides no dia 31 de dezembro de 2014. Assassinato cruel na noite de Ano Novo. Portanto o caso foi dado como encerrado. Sendo assim, eu não tenho mais nada a dizer sobre o caso número ( 00004 MINUTOS DE DESESPERO DE UM FIM DE ANO)

Consegui áudios e vídeos antigos através de um amigo parceiro, onde aparecia o Sr. Neculai Desade cometendo várias atrocidades, material  que as autoridades  não conseguiram antes. As imagens gravadas pela provedora mostra em janeiro de 2015 Neculai Desade assassinando um jovem, com requinte de crueldade. Essa vítima era: Afonso Linoares.

Fui conhecer um pouco sobre a família dos Linoares:

A família Linoares era uma família muito religiosa todos os domingos frequentavam a igreja do bairro com os seus três filhos quando ainda eram pequenos.
Ricardo Linoares o filho mais velho trabalha em uma loja de autopeças, a Luiza Linoares a caçula, está fazendo curso de computação e o Afonso que era o irmão do meio, nunca se interessou por estudo, fingia ir para a escola, mas na verdade, vivia com os garotos na rua e sempre voltava fora do horário escolar para casa.
Chegava em casa com dinheiro tênis e celulares de marca, os pais o perguntavam de onde ele tirava aquelas coisas e ele sempre falava que alguém o deu.

Seus pais começaram a desconfiar do seu comportamento e Dona Ivanilde Linoares começou a chamar a atenção, do filho pois achava que ele estava envolvido com algo ilícito. De desconfiança passou a ver a realidade e certo dia  a polícia apareceu na casa dos Lionares e levou Afonso para a delegacia Por motivo de roubo.

Os pais muito humildes precisaram pedir dinheiro emprestado para conseguir tirar Afonso da cadeia. Seu Luiz Linoares pegou esse dinheiro com o chefe onde trabalhava como motorista de trator e ficou quase um ano sem salário para tirar o filho da cadeia. Isso dificultou muito o sustento da família e tiveram que pedir ajuda da igreja onde frequentavam e assim conseguiram suporte para sobreviverem. Foi uma época muito dolorosa, mas os Linoares tinham fé  de que o Afonso iria melhorar.

Mesmo vendo a família sofrer, Afonso continuou aprontando e só foi piorando,  estava mais agressivo, xingava e quebrava as coisas em casa. Deixava a irmã com medo dele.

Os vizinhos diziam que o Afonso era perigoso e que a mãe e a família deveriam tomar cuidado, pois ele não estava só cometendo roubos, ele também poderia estar envolvido em assassinatos e poderia estar envolvido no caso do rapaz que apareceu morto no campo de futebol, sem a cabeça. Os rumores diziam ter sido coisa do Afonso e sua facção.
Com medo do próprio filho, Dona Ivanilde mandou a filha morar com a sua irmã Francisca e o irmão mais velho foi morar provisoriamente com um amigo de trabalho.

 Numa noite de sábado, Afonso chegou em casa com sua namorada Roberta, e disse que teria ido para dormir com a namorada em casa e que talvez mais dois amigos poderiam aparecer para dormir lá também. Seu Luiz, nada satisfeito, o confrontou e Afonso sacou uma arma dizendo que quem mandava naquela espelunca era ele. Dona Linoares entrou em desespero e chorou muito dizendo que o pai tinha se sacrificado para tirá-lo da cadeia e não era justo o que ele estava fazendo. Afonso guardou a arma, pegou algumas coisas, colocou-as na mochila e saiu.

Seus pais não tiveram notícias dele por uma semana.
Então eles começaram a fazer buscas na casa de amigos, tios que moravam mais distantes, procuraram em necrotérios e hospitais, até que encontraram  seu corpo.

Muitos vizinhos acharam que ele merecia aquela morte horrenda.
Eu perguntei sobre o que aconteceu com o celular dele e outros objetos pessoais, mas Dona Ivanilde disse que a polícia não achou nenhum celular com o filho.

No entanto no dia do enterro, Mário um amigo do Afonso entregou o celular pra Dona Ivanilde.
Ao chegar em casa Dona Ivanilde ligou o celular do filho e assistiu vários vídeos dele cometendo assassinatos, rindo das perversidades que cometia com as suas vítimas. Estava tudo gravado pelo próprio Afonso.

Dona Ivanilde assistiu o vídeo e viu o assassinando pelo seu filho, e eu imaginava Dona Ivanilde querendo justiça pelo filho... eu pensei e perguntei; qual o motivo dela não levar esse caso pra polícia.  Ela  me disse chorando, " que quem matou o Afonso foi um anjo enviado por Deus para punir o meu filho".
Eu anotei tudo que ela falou e tentava me concentrar.
Eu tinha que ter calma, mesmo com tanta informação, não poderia perder nenhum detalhe.

Minha calma era contar de trás para frente, desde o número cinquenta, isso me ajudava a manter o foco.
Pedi calmamente o celular do Afonso, para a mãe dele, perguntei se eu poderia ficar com o aparelho e ela autorizou dizendo: "Pode levar, e colocar na mídia todos os assassinatos cometidos pelo meu filho, eu quero que o caso dele fique como um alerta, para que outros jovens não sigam o mesmo caminho e fim do Afonso." Eu a agradeci e sai de lá com os olhos e o coração apertado tamanha tristeza de ver uma mãe perder seu filho dessa forma.

Quando cheguei em casa liguei o celular e procurei tudo que eu podia, tinham muitas conversas planejando vários assaltos e homicídios, sua história criminal era extensa, seu primeiro crime, pelo que me consta aqui, foi aos 14 anos. Como alguém pode ter isso registrado como uma vitória!?

Num desses vídeos, aparecia Afonso matando um  rapaz friamente. Esse rapaz era o David, ele foi morto brutalmente só pelo fato de não ter dinheiro suficiente para entregar para Afonso e sua gangue.

Fui ficando muito impressionada com os assassinatos do Afonso e fui  Procurando assistir, mais e mais vídeos.



Entre tantos vídeos teve um que me chamou bastante a atenção, era uma briga e o Afonso apanhava muito, mas muito mesmo e no áudio tinha risadas, e apesar das cenas de extrema violência e requintes de sadismo e crueldade eu procurava assistir aos vídeos e ouvir aos áudios com muita atenção. Seu assassino o batia muito e falava, essa é por isso, aquilo e aquilo outro. E ainda o refrescava a memória fazendo  perguntas: lembra do David que você matou friamente só pelo fato dele estar sem dinheiro para sustentar os seus roubos? CREK, Aaai minha perna! Está com dorzinha queridinho!? O David também sentiu dor! Mas não se preocupa, já, já vai passar! CREK, Aaai meu braço! Ha!Ah!Ah! David também deve ter se queixado muito de dor! Lembra da karina? A Karina é essa moça que você acabará de assaltar para pegar o celular. BÓIM! Aaai minha cabeça! Gostou da pancada na cabeça!? acredito que a karina também não tenha gostado nada da pancada levada na cabeça por você ao assaltá-la. Foi uma pena a Karina não ter te denunciado a policia né!? Você poderia ter se livrado dessa agora, estaria preso, bem guardadinho, fora das minhas garras.

E foi nestes exatos 4:32 min que na filmagem o assassino de Afonso se deixa ser filmado, então aparece o rosto sorridente do maior assassino e megalomaníaco que a história já conheceu. Sim ele mesmo; o Neculai Desade. O Neculai foi fazer um acerto de contas com o Afonso Linoares.

Eu estava dominada pela euforia, mas por alguns segundos eu parei de rir e fiquei séria e assustada. Pois o celular começou a tocar.
Rapidamente, desliguei-o e guardei-o no meu bolso, em seguida sai de casa.
Fiquei com medo, aquela prova era algo que agora se tornou um grande alvo e eu fui muito burra por ter ligado o celular e deixado online.
Seria o Neculai? Os amigos da rede social do Afonso? Ou talvez chamada da provedora? Como eu saberia? Não aparecia o nome de quem estava ligando, portanto esse número não estava cadastrado no celular do Afonso.
Eu só pensava em ficar longe de casa, eu  precisava de um local seguro. Neculai conhece muita gente, qualquer um poderia me delatar. Meu coração estava muito acelerado, meu medo não me deixava ter concentração.
Neste momento eu brequei o carro, pensei nas palavras da mãe dele... "um anjo, anjo faz coisas boas, anjo tem o papel de ajudar". Como por exemplo, ajudar a família. É claro! Como eu fui burra.
Dirigir até a casa da família do Afonso.
Na minha cabeça, tudo estava elaborado para eu contar a defesa do Neculai Desade mas, diante de tantas atrocidades cometidas pelo Afonso, pude perceber que, Neculai era um vampiro justiceiro. Não matava por matar. Agora vou desligar o meu gravador e, pensando bem, não vou lutar com todas as forças para que ele seja condenado. E que vença a melhor defesa.

Dona Ivanilde Linoares, mãe do jovem Afonso Linoares, gravou um vídeo para a internet, dizendo que não desejava esse fim para o filho, e que criou os 3 filhos com muito sacrifício, mas que na medida do possível os dava de tudo, não eram coisas de marca , mas nós que somos mais humildes podemos ter nossas coisas de origem mais inferior, mas viver com dignidade, honrando nosso caráter! "Ninguém precisa roubar ou matar para possuir as coisas, isso se chama senvergonhice".


História de Adriano Siqueira



Minhas considerações sobre a história:

sobre a história "Eu, o Ladrão e o desespero" que está neste blog, escrita em 2015.
     

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

A lenda do Sidoire

A lenda do Sidoire



Arte Maria Dutra


Existem muitas criaturas que vivem na terra e ainda não foram descobertas pelo homem uma delas é o Sidoire, criatura com rosto de homem, corpo de lobo e asas de morcego. Uma criatura que sai do seu esconderijo na mata e caminha livremente nas horas noturnas.
A sua inteligência é supreendente. Ela passeia pela mata e recolhe uma quantidade de flores. Como o João de barro, ele faz um ninho com essas flores para produzir mais tarde, o seu ritual noturno. 
E a misteriosa criatura entra no seu ninho cercado de flores para assistir a noite e com ela veio também quem ele mais esperava. Ela. Toda sorridente e atenciosa. A lua esplêndida pergunta a Criatura como foi o seu dia. E com um sorriso no seu rosto ele recebe o presente tão esperado . O sangue saindo da flor que estava bem à sua frente. Era o seu mais divino presente que a lua poderia lhe oferecer. Ele a olhava sorridente colocava a sua língua entre as pétalas para sentir cada gota oferecida. A lua se sentia iluminada, cheia de energia. Seu brilho mostrava toda a floresta. Isso atraia a atenção de todos que moravam na redondeza. Que forma dívina de assistir o amor de duas formas tão distantes e carregadas de desejos.
E quando a lua estava exausta. Ela sorri e com muito carinho ela vai passeando sorridente e satisfeita pelo mundo.
A criatura fica sentada e observa com alegria, a partida de sua amada.
Eles se encontrarão novamente. Seus sentimentos são fortes e cheio de sensações que só sentem quando pensam um no outro.
Essa magia não se explica. Poucas coisas neste mundo são aceitas pela humanidade. Este ser, seria tratado como um monstro terrível e seria caçado pela eternidade. Por isso ela é uma lenda para muitos.

Por Adriano Siqueira e Maria Dutra

Maria Dutra, além de ser a co autora da história e também ilustrar o Sidoire também fez uma escultura sobre essa criatura fantastica.











quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Vampiro Neculai ajuda a cidade de São Paulo





Vampiro Neculai ajuda a cidade de São Paulo


Quatro carros do sistema de segurança da Neculai Corps estavam em perseguição de um Marverick preto na Avenida Rebouças em São Paulo. Quando o carro derrapa e pára soltando um monte de fumaça. Imediatamente o chefe da segurança avisa o vampiro Neculai.

— Alô! Senhor Neculai estamos cercando o carro. Estávamos em perseguição e de repente ele parou no meio da Avenida Rebouças. A porta do carro abriu e o motorista esta inconsciente.
— Não toquem no carro e nem no motorista. Isolem o local até a minha equipe especial chegar.
Neculai estava em um apartamento na Vila Olímpia junto com a sua esposa China Girl. Ele sorri e comenta.
— Toda a vez que viajo para São Paulo acontece algo que tira o meu sono.
China Girl levanta da cama e abraça o Neculai. Ela dá um beijo ele e pergunta.
— Já que estamos aqui devemos dar uma olhada. Eles falaram de um carro?
— Sim é um Maverick preto. Se for o carro que estou pensando, ele saiu da jaula. Ou alguém tentou roubá-lo.
— O que esse carro tem de especial?
— Ele é um carro vampiro. Usa sangue dos motoristas ao invés da gasolina. Na década de 80 esse carro passava por muitos motoristas para ver quem conseguia maior quilometragem com os tubos do carro drenando seu sangue dos braços e pernas, O piloto tinha que sair antes que o sangue fosse drenado completamente. Muitos morreram nessa brincadeira.
China Girl comenta.
— Que jeito horrível de morrer.
Neculai continua.
— Esse carro entrou para a lista dos carros assombrados. E existem muitos em todo o Brasil. Tem um deposito. No subsolo que fica debaixo do estádio do Pacaembu. Isso é segredo.
— Como será que ele foi tirado de lá querido?
— Isso é um mistério minha amada. Mas sei de alguém que colocou a maioria destes carros lá. Vou ligar para ele.

No centro velho de São Paulo em um prédio abandonado. Luney tentava conectar à internet com muitos moradores reunidos.
— Eu conheço dessas engenhocas. Sei fazer um bom roteador funcionar. Logo todo mundo vai ter internet.
O celular toca e ele atente.
— Aqui é o Luney, falando do meu escritório e pronto para atender as emergências.
— Ha Ha Há! A piada do ano. Você recusou o escritório que te ofereci.
— Neculai! Seu vampiro louco. Eu sou orgulhoso. Não aceito suas esmolas.
— Vi que tem um problema no roteador. Encoste o seu celular nele. Vou fazer isso funcionar.
Luney faz o que o Neculai pede e a internet começa a funcionar para todos. E eles comemoram de alegria.
— Deu certo Neculai.
— Tenho más notícias Luney. O carro vampiro foi capturado hoje na Avenida Rebouças.
— O que? Tem certeza. O local em que estava era um segredo de estado.
— Era. E penso na segurança dos outros carros lá. Seria melhor você dar uma olhada.
China Girl se pronuncia.
— Eu quero dar uma olhada neste local. Carros assombrados eu nunca vi.
Neculai olha impressionado. Mas depois sorri e diz.
— Se eu disser não, você pode me jogar pela janela. Ha Ha Ha.
China Girl responde com um abraço e um beijo.
— Eu sei que está querendo proteger nosso bebê! Não se preocupe. Sabe que isso não vai me impedir de ajudar os outros.
Neculai sorri e adverte.
— Está bem mas tome cuidado.
— Eu gosto de carros.
— Eu estava me referindo as cantadas velhas do Luney. Ha Ha Há!
Neculai pega o celular e pergunta.
— Você está na linha Luney.
— Claro que estou. E eu ouvi bem você falando de mim seu vampiro pelado.
— Ha Ha Ha. Certo e cuide bem da China Girl.
Neculai desliga e olha para os lados e diz:
— O que eu vou fazer?
China girl beija o Neculai e responde.
— Vai lá no computador. Assim você acha mais detalhes para a gente.
Antes do Neculai se pronunciar. China Girl abre a janela e aciona as asas de morcegos elétricas, e manda um beijo.
— Beijo Querido. Fui!
Neculai vai até a janela e olha para a China Girl voando e sorri.
— Quem não se impressionaria com tanta beleza.

China Girl pousa em frente ao estádio do Pacaembu. Luney a estava esperando e tudo alegre comenta.
— Que visual legal. Lembrou muito o fime Tron. Só faltou a música do Jorney.
— Luney. Você é engraçado.
— Sim! Sou. Nesta minha profissão precisamos de um fôlego. E eu adoro essa vida. Mas também gosto de mar. Eu tenho um barco e dentro tem um crocodilo que chamo de Elvis.
— Espera. Isso é da antiga série de TV chamada Miami Vice.
— Antiga? Eu assisti na semana passada.
— Bem Luney. O que acha da gente entrar? Quero ver os carros.
— Ótima ideia. A entrada é...
— Pelo raio-x instalado no meu visor. Estamos em cima da entrada.
— Então se afaste um pouco. Eu preciso dizer as palavras magicas para abrir. Tenho que me concentrar. Elas são muito difíceis de pronunciar.
Eles se afastam e o Luney ergue os braços e diz:
— Klaatu Barada N...
China Girl completa
— Nikto.
A porta do chão começa a abrir. Luney fica impressionado com a China Girl por saber as palavras e pergunta empolgado.
— Você conhece as palavras. Assistiu ao filme O Dia em que a Terra parou. Eu sou um fã de ficção cientifica.
China Girl olha para o Luney e ri e responde.
— Essas palavras também são do filme Evil Dead 3. Gosto mais de terror e...
— Já sei já sei... Vampiros. Neculai e patota toda do mau.
— Neculai não é do mau.
Luney se aproxima e comenta.
— É verdade que você está grávida dele?
— Sim. E pretendemos ter mais.
— Então fique atrás de mim. Eu vou te proteger com as minhas mãos...
Antes que o Luney termine de falar, as luzes dos faróis de dois carros acendem. China Girl ergue os escudos e joga o Luney para o lado. Mas ela fica de frente para o outro carro e coloca as mãos para detê-lo, porem o carro passa através dela.
Sem entender ela olha para o luney que se levanta e tira a poeira da roupa e explica.
— Aquele era o carro espelho.  È na verdade um carro só que tem um reflexo igual ao outro. Causa um monte de acidente nas ruas por causa disso.
— Eu vi que ele não tem motorista.
Luney sorri.
— Olá! É um carro assombrado.
— Como vamos detê-lo? Pode causa algum acidente.
— Tem dois jeitos. Levar esse carro para uma rua bem estreita e arrancar os pneus. Ou...
— Ou vai exorcizar?
— Quase isso. Na verdade deve colocar um enorme espelho no caminho dele para o reflexo quebrar e assim o carro pára.
— Tudo bem eu vou fazer isso. Enquanto isso Luney. Veja se os outros carros estão todos ai.
— Sim Tudo bem! Ligue para o Neculai.
— Eu ligarei sim. Vou atrás do carro.
Do alto. China Girl entra em contato com o Neculai.
— Oi Querido. Eu preciso de um lugar que tenha um grande espelho.
— Um espelho? Ha Ha Ha! Mas você está linda. Não precisa disso.
— Querido! Um espelho gigante. Se concentra. É para pegar um carro.
— Faça esse carro entrar na Avenida Faria Lima. Tem um prédio lá com espelhos do lado de fora.
— Vou usar a espada de raios. Para desviar o caminho dele. Deu certo. O carro está agora passando neste prédio feito de vidro e espelho.
— Me mantenha informado meu amor.
— Bem. O reflexo do carro entrou no espelho do prédio e está se desfazendo.
— Eu queria estar aí para ver isso.
— Eu gravei em vídeo querido. Depois vemos juntos. Parece tudo normal agora. Pode mandar sua equipe para recolher o carro?
— Nem precisa falar duas vezes.
— Antes de voltar vou me encontrar com o Luney.
China Girl volta para o esconderijo, mas não encontra o Luney na porta. Os ruídos dos motores eram bem altos. Ela acha estranho. E chama por ele e ele grita.
— Estou aqui preso.
China Girl corre para socorrê-lo e encontra o Luney dentro de uma Kombi e vê uma freira arrancando algo das costas dele. E ele grita.
China Girl fica sem saber o que fazer. A freira não parecia ser humana, pele transparente e seu rosto desformado. Ela olha para a China Girl e diz.
— Você será a próxima. Haha. Você e seu bebê! Haha!
China Girl liga o celular e diz para o Neculai.
— Querido Tem uma moça querendo falar com você.
China girl joga o celular dentro do carro. Neculai aparece por trás da freira e a pega pelo pescoço, com isso Luney consegue se livrar. Ele vai até a freira e segura a cruz que estava investida para baixo e coloca do lado certo bem na sua testa.
Enquanto Neculai segurava ela queimava. Luney e Neculai saem para fora do carro e ele começa a incendiar. China Girl pela os extintores e ela e o Luney conseguem apagar o incêndio.
Luney questiona.
— Onde está o Neculai.
De repente um ronco de motor chama a atenção de um Dogde Dart preto. Neculai estava dentro do carro. Luney adverte.
— Não! Neculai! O Viuva Negra Não!
— Mas eu amo esse carro. Há Ha Há!
Neculai pisca para a China Girl e abre a porta para ela entrar.
— Venha amor. Vamos experimentar essa maravilha.
Chine Girl desliga as asas e os escudos e entra no carro e o Neculai coloca o cinto nela enquanto o Luney reclama.
— Neculai. Esse carro foi encontrado numa caverna de morcegos.
— Eu sei! Ha Ha Ha! O resto eu conto para a China Girl.
— Contar o que querido?
— Já vai saber meu amor.
Enquanto Luney fica gritando com o Neculai o carro sai da caverna e segue a rua enquanto fala.
— Depois que acharam este carro. Descobriram que os morcegos, as almas deles estavam aqui.
O carro começa a trepidar enquanto China Girl pergunta.
— Então aqui é um cemitério de almas dos morcegos.
— Mais que isso. Segure-se.
O carro começa a balançar e morcegos aparecem em uma nuvem escura. Logo em seguida o carro começa a voar.
— Que tal darmos uma volta na lua querida?
— Vamos aonde você quiser querido. Mas não esqueça do bebê.

Luney estava recolhendo as peças da bagunça que tinha acontecido e ele é agarrado pelas costas. Um rapaz armado falava.
— Fui eu que soltei os carros. Eles são vivos. Não merecem ficar neste local trancado e escuro. Eu vi você dizendo o nome mágico e entrei facilmente. Agora vou matar você e ligar todos os carros.
Luney vai empurrando o rapaz para a Kombi e continua conversando.
— Você é louco! Esses carros já mataram um monte de gente.
— Não! Eles são...
— A mão da freira aparece de dentro da Kombi e puxa o rapaz para dentro. Ele começa a gritar. A freira arranca pedaços da alma através das suas costas. Luney conheceu bem esta dor. O rapaz pede ajuda, mas o Luney só vai até a porta e apaga a luz.

Por Adriano Siqueira


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A cruzada do Vampiro Neculai - com a participação do Cavaleiro Valente




A Cruzada do Vampiro Neculai
Uma história com Neculai - China Girl e o Cavaleiro Valente


No museu do MASP, que fica na cidade de São Paulo na Avenida Paulista estava aberto de noite exclusivamente para receber os artefatos e relíquias da Inglaterra sobre a os cavaleiros da era medieval. Quadros armaduras espadas, e móveis entravam no museu para organizar uma grande exposição que seria exposta por um mês no local. Os empregados que eram os responsáveis, estavam descarregando as antiguidades do caminhão para organizar no salão.
— Alô! Sr Neculai. Tudo está indo muito bem. Nossa equipe de segurança está em alerta. Estamos tomando todo o cuidado possível.
— Me avisem quando China Girl chegar. Ela trará uma lista das antiguidades para conferir.
Quando o chefe de segurança desliga. Dois carros escuros param em volta do caminhão. Quinze homens armados saem do carro. E um deles o interroga.
— Estamos procurando o jarro do Valencius.
— E-eu não faço ideia do que é este jarro. Estamos com muitas antiguidades aqui.
— Você um tolo. Procurem por este jarro.
Em pouco tempo alguns homens encontram o jarro e levam para o carro. O chefe de segurança liga novamente para o Neculai.
— Alô! Dois carros escuros levaram um Jarro. Não tínhamos como detê-los. Eram muitos homens armados.
— Levaram o Jarro do Valencius? Só isso?
— Sim! Eles sabiam bem o que procurar.
— Quando a China Girl chegar peça para me ligar. E envie os videos que estão na câmera do caminhão e não avisem a polícia por enquanto já que ninguém saiu ferido.
China Girl chega ao local voando com asas de morcego elétricas e entrega o relatório sobre as antiguidades. Ela recebe o recado para ligar para o Neculai.
— Querida. Uma peça muito valiosa foi roubada. O Vaso do Valêncius. Estou analisando o vídeo. Os carros são da Compania Xers e eles tem uma empresa ai perto. Vou passar as coordenadas.
— Estarei lá.
A companhia era um laboratório instalado na Avenida Brigadeiro Faria Lima. China Girl encontrou facilmente e foi até o terraço do prédio. Usou o celular para mapear o local. Todos estavam no quinto andar.  
— Eles estão fazendo algum tipo de ritual. Vou acionar o campo de invisibilidade e entrar.
China Girl vê uma sala onde havia uns dez homens. Estavam seguindo a lista de um ritual.  Enquanto um deles fala segurando uma a jarra.
Hoje vamos realizar o nosso maior feito. Vamos dominar nossos concorrentes. Com a ajuda desta jarra vamos assumir o controle de todo o poder.
Eles terminam o ritual e uma fumaça começa a aparecer do jarro. Um homem, um cavaleiro começa a aparecer. Um dos homens fala com o cavaleiro
— É você o Valêncius?
— Meu nome é Cavaleiro Valente. Quem são vocês. Bruxos?
Ele levanta a espada e fica em posição de combate.
— Não se assuste cavaleiro. O mal que deve derrotar é muito maior do que qualquer coisa existente na terra.
— Eu nasci para combater o mal. Diga gnomo em forma de gente. Onde está este mal.
— O mal está ali escondido nas sombras.
O homem aponta para a China Girl e seu escudo invisível é desligado.
China Girl tenta se defender, mas o celular perde a energia e ela fica completamente indefesa. Alguns homens a levam para outra sala onde existe uma mesa preparada para o sacrifício. Ela questiona.
— O que vocês querem comigo?
Um homem que segurava a jarra comenta.
— Você carrega o mal. Você mordeu a nossa isca e conseguimos alguém que pode exterminar este mal. O nome dele é Cavaleiro Valente.
O Cavaleiro entra na sala e olha para todos. Tira o seu elmo mostrando o seu rosto. Ele sorri e diz:
— Era uma festa? Porque não me avisaram logo? Onde estão os salgadinhos?
Os homens não deixam o cavaleiro sair e falam com ele.
— Chamamos você para uma missão. Deve matar essa mulher?
— Ela? Matar? Ela parece tão inocente. Eu caço bruxas, vampiros e Dragões também. Mas ela é humana. E é uma bonita humana. Por que não tiram ela dessa mesa gelada aí e colocam uma música para a gente dançar?
Um dos homens fala cm o seu chefe;
— O Sr tem certeza que esse é o cavaleiro salvador? Ele parece muito estranho.
— É ele mesmo. Aquela espada que está nas mãos dele é A goldor. Uma espada que se transforma em todas as armas imagináveis. Só ele pode matar o mal.
O cavaleiro Valente interrompe.
— Senhor. Eu preciso ir naqueles lugares onde se solta o jato quente, pode me informar onde é?
— Cavaleiro. Você tem que prestar atenção na sua missão.
— Primeiro Pipi.
— Você é um cavaleiro. Deve combater o mal.
— Pipi.
— Todo bem! Mas que diabos. Levem logo ele para o banheiro. Maldição! Eu vou falar com a moça.
O homem se aproxima da China Girl sorrindo.
— Logo vamos acabar com o mal que está carregando. E tudo estará terminado.
— O único mal que estou vendo é você.
O homem manda ela ficar em silêncio.
— Vou contar um segredo. Somos uma grande ordem universal. Nós temos a missão de proteger o mundo. Este cavaleiro aí não pode estar aqui. Ele foi amaldiçoado por uma Bruxa para que ele vague por muitos mundos e só saia deles como a sua morte.. Nós, fomos criados para matá-lo. E nossa irmandade existe para este fim. Mas já que vamos fazer isso de qualquer forma. Achei melhor que ele faça um serviço para nós. Exterminar o mal que existe em você.
O homem coloca a mão no ventre da China Girl, sorri e complementa.
— E você deve saber o que estou falando.
China Girl agora entende o que está acontecendo e se pronuncia.
— Tente fazer alguma coisa comigo e o Neculai vai destruir todos vocês.
O homem sorri novamente.
— Eu estou contando com isso. Por isso chamei esse cavaleiro. Nem o Neculai pode com ele.
O cavaleiro Valente volta a sala e comenta.
— Essa armadura é sempre muito difícil de tirar. Mas consegui. Onde estávamos? Ah sim. Estávamos libertando a moça para ela dançar comigo.
O homem impede o cavaleiro de se aproximar da China Girl e comenta.
— Não! Você está aqui para liquidar o filho do demônio que está dentro dela.
O cavaleiro valente responde.
— O único demônio que vejo aqui é você, cara de sapo e se não libertar essa linda mulher eu vou partir você em dois.
O homem chama a segurança armada. Eles entram e apontam as suas armas para o cavaleiro.
— Agora Cavaleiro cumpra a sua missão. Liberte o mundo desse mal. Mate logo essa mulher.
Um rapaz entra correndo para a sala e adverte.
— Senhor. As nossas energias de proteção do prédio estão no limite. Logo os inibidores de celular serão desligados.
O homem irritado grita.
— Estamos perto de conquistar o mundo e você não consegue estender essa proteção por mais alguns segundos.
Ele pega uma arma do segurança e atira no rapaz. O cavaleiro valente fica impressionado e coloca apota da espada no pescoço dele.
— Diga o seu nome Homem do Mal. Eu gosto de saber os nomes de quem mando para o inferno.
— Darkwood. Lord Darkwood.
— Eu vou mata-lo agora mesmo.
Antes que o cavaleiro faça algo o celular do Lord Darkwood toca. O Cavaleiro Valente observa e comenta.
Esse aparelho que está tocando. Eu conheço isso. Eu já estive nesse mundo antes.
Lord Dark Atente.
— Alô!
— Se você faz algo com a China Girl. Vou arrancar todos os seus órgãos e jogar para os pombos e ratos desta cidade.
— N-neculai.
O Cavaleiro Valente escuta o nome e pronuncia.
— Neculai! O vampiro que sai da caixinha mágica! Ele está vivo? Onde ele está. Eu vou mata-lo!
O Neculai escuta a voz do cavaleiro Valente e ele aparece por trás de um dos guardas e o arrasta escondido. Ele deixa o guarda desacordado e coloca as suas roupas. E aparece na sala.
— Estou aqui Valente.
— Neculai! Seu vampiro maldito. Da última vez que nos encontramos você queria a minha espada.
— Ha Ha Ha! Que boa memória você tem Cavaleiro. Tem razão. Eu ainda quero a sua espada. Você não tem conhecimento suficiente para usá-la com eficiência.
— Pois venha pegar vampiro da caixinha.
China Girl grita.
— Alguém pode me soltar dessa mesa?
Neculai e cavaleiro soltam a China Girl. Ela rapidamente toma a espada do cavaleiro. Neculai sorri e pede para que ela dê a espada. E ela pergunta para o cavaleiro.
— Qual é o motivo do Neculai querer esta espada Cavaleiro?
— Ela tem o poder de se transformar em qualquer arma que a pessoa conhece.
China Girl olha para o Neculai e pergunta.
— Querido. Isso não é seu e já temos problemas demais. Lembra que temos mais a fazer agora e que nossa família precisa de atenção?
Neculai se aproxima e diz para China Girl.
— Sim. Você tem razão. Não é esse o momento de termos mais poder. Mas sim cuidar de nossos afazeres.
Cavaleiro Valente observa e conclui.
— Então você tomou juízo Neculai? Nem imaginei que isso iria acontecer um dia.
— Não conte com a sorte Cavaleiro. Eu irei retornar aos meus negócios assim que...  Assim que.
China Girl sorri e completa.
— Assim que nosso bebê nascer.
O cavaleiro valente fica todo feliz.
— Um bebê. Mas que casal mais lindo. Bebês são todos lindos.
Neculai avisa a China Girl.
— Para onde foram os homens?
— Parece que eles abandonaram o local por algum motivo.
China Girl entrega a espada para o cavaleiro e ele agradece. Corre para o andar de baixo e encontra todos os homens junto com o Lord Darkwood. Ele estava usando o jarro para poder abrir um portal. Todos estavam prontos para pular, mas antes que isso acontecesse. Ele pula para a fenda e os raios lançados pelo portal atingem todos os homens da sala. Matando-os em seguida.
China Girl e Neculai passam pelos homens mortos e China Girl comenta.
— A ambição de poder pode causar muitas destruições. O Cavaleiro Valente era um bom homem. Espero que esta maldição um dia acabe.
Neculai complementa.
— Somos todos carregados de muito mistério. E eu tenho certeza, minha querida, que o mundo sempre terá um bom lugar para todos os heróis.


Por Adriano Siqueira



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