segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

A folia tem início. NECULAI








A FOLIA TEM INÍCIO - VAMPIRO NECULAI

Por Adriano Siqueira

E Maria Ferreira Dutra




No início, Neculai estava preocupado. A família inteira iria desfilar.

O Bloco do Neculai era um empreendimento novo. Muitas empresas ajudaram em cada detalhe e isso ajudou muito nas montagens dos carros alegóricos e as roupas.

Todos estavam muito felizes e foi isso que manteve o Neculai a seguir em frente com o projeto.

Porém uma comitiva queria impedí-lo de desfilar. E quem conhece o Neculai sabe bem que ele manipula qualquer um que estiver no caminho.
Neculai investigou o Gilson Molica. ele era um magnata do carnaval. Sempre explorava cada bloco. Tudo era uma grande maquina de fazer dinheiro e Gilson estava acima da lei.

Uma ligação poderia resolver.

Neculai liga para o Gilson mas quem atende é o filho dele, Edson Molica, que tinha apenas 8 anos.

Ele diz que alguns homens estavam gritando com o seu pai dentro do quarto.

Neculai estava preocupado com a segurança da criança. Ele pediu se poderia jogar o celular ppor debaixo da porta e depois se esconder.

O garoto fez o que o Neculai pediu e ele saiu do celular e pode ver os dois homens batendo no Gilson que estava amarrado na cadeira.

Neculai agiu com rapidez. Pegou o primeiro homem e quebrou suas duas pernas e agarrou o outro pelo pescoço e atirou pela janela. Gilson morava em um apartamento no décimo andar. Logo em seguida ele retornou ao homem que estava com as pernas quebradas e quis tirar uma selfie para mostrar aoa seus fãs como se trata um criminoso que espanca vitimas amarradas.

Logo depois de tirar a foto ele morde o pescoço dele e ele morre.

Neculai desamarra o Gilson e olha bem para ele todo machucado. Neculai só diz que o seu filho estava ben e que espera nunca ter problemas com o seu bloco de carnaval.

O gerson agradece e o Neculai sorri começa a dançar o carnaval e desaparece no celular.




Por Adriano Siqueira

E Maria Ferreira Dutra

Em ritmo de carnaval




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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Radikaus



RADIKAUS

O guitarrista Arcos Lupi comentava com o seu amigo Bruxark a possibilidade de colocar uma vocalista na banda.
Colocaram um anúncio no jornal e logo encontraram uma linda vocalista.
Quando fizeram os preparativos para ela cantar, a moça ruiva tirou uma arma e antes de atirar apareceu uma mulher no palco e tirou a arma da vocalista e logo em seguida sugou o seu sangue.
Os dois ficaram impressionados com aquela vampira.
A vampira se apresentou com o nome de Faredja e disse que estava perseguindo essa caçadora. E ela queria matar o lobisomem que era o guitarrista e o bruxo.
Eles agradeceram e disseram que era uma banda nova e perguntaram se ela sabia cantar.
Faredja pegou o microfone e começou a cantar a música Separate Ways.
A banda estava formada. Eles batizaram o nome "Radikaus"
Depois que o Bruxark foi para casa, Faredja e Arcos conversaram. Ele perguntou se ela já conhecia um lobisomem e ela o beijou dizendo que amava as criaturas da noite.
Por Adriano Siqueira e Maria Ferreira Dutra
@mariafsdutra

Musica - https://youtu.be/yhDWqppzSSs

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Um passo para o amor



Era baile de formatura ,eu estava ali em uma mesa quando você me convidou a dançar.

A timidez tomava conta de mim. Você me pegou pelas mãos e me levou ao centro da dança que ainda era um pouco tímida.

Ao passo que você me conduzia fui me soltando e todos aplaudiam e pararam para nos admirar. No final da dança, pedem um beijo e eu digo que não, você me olha nos olhos e me diz sorrindo que sim. Eu peguei um taça de champanhe que o garçom servia. Te ofereço com um sorriso e com o mesmo, você me respondeu.

A platéia continuava nos ovacionado e gritando beija, beija e nos beijamos. Foi o dia mais feliz da  minha vida.

  Declaração de Douglas para Pedro.
Texto Maria Ferreira Dutra.
Arte Adriano Siqueira

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Lembrança de um encontro. Maria Ferreira Dutra




LEMBRANÇA DE UM ENCONTRO
WALTHER E REINALDO
Por Mara Ferreira Dutra
Arte Adriano Siqueira

E nesse dia eu não estava muito bem. Seu sorriso e olhares  me incomodavam.
Troquei de mesa para não te ver, e mesmo assim você insistiu em me olhar, troquei de ambiente indo para o andar de cima, você trocou de ambiente também. Subiu com uma garrafa de vinho lá tâche e me perguntou se  poderia  se sentar à mesa comigo.
Te olhei nos olhos seriamente mostrando a minha resposta insatisfatória. Você me agradeceu dizendo que aceitava o meu silêncio como uma resposta positiva. Você abre o  vinho e me serve  perguntando o meu nome.
Me apresento como Reinaldo, você me diz que é um nome bonito eu o agradeço. Ao tocar  as minhas mãos você me pede um beijo e me pergunta se sempre me apresento com o nome de Reinaldo;  eu  o digo que sim, mas que prefiro ser chamada de Renata. Você se levanta e coloca a cadeira do meu lado, me dá um beijo me perguntando se eu queria ficar com ele. Tentei fugir, mas você me conquistou.
Hoje somos casados e formamos uma família  feliz. Obrigada por insisti nessa noite.

Lembrança de um encontro  Reinaldo e Walther .

Por Maria Ferreira Dutra
Arte Adriano Siqueira


Amor eterno - Maria Ferreira Dutra


AMOR ETERNO
Por Maria Ferreira Dutra
Arte Adriano Siqueira


Deitada em minha cama sinto o cheiro de terra molhada, chovia e eu trancada em casa resolvi olhar pela janela, um frio gostoso me bateu no rosto, o barulho dos carros passando na poça d'água se fizeram músicas em meus ouvidos....  eu olhava encantada aquela chuva, o vento  assobiava bem lentamente. Meus olhos olhavam por todas direções e foi quando fitei nela e  vi que ela estava em apuros;  Cheia de bolsas nas mãos e sem ter como segurar as coisas direito  o vento leva a sua única proteção: seu guarda-chuva na cor lilás. Desci as pressas para ajudá-la e não a encontrei.

Teria ela pego um taxi enquanto eu descia as escadas?! 

Não sei o motivo que me levou a querer ajudar aquela moça que eu nem conhecia. Tive que voltar sem poder ajudá-la. Foi quando ouvi uma voz feminina chamando "moça, as minhas bolsa rasgaram por conta da chuva e por isso parei aqui na marquise  do seu prédio, você por acaso teria uma bolsa para me arrumar?

Eu reconheci aquele rosto que o guarda chuva lilás escondia, fui me aproximando e cheguei bem perto.  Ela, assustada me perguntou se eu havia entendido o que ela havia falado.  Eu disse que sim, mas que estava apreciando a sua  beleza pois ela me lembrava alguém que eu havia conhecido anos atrás. Era mesmo quem eu estava pensando. Pedi que ela aguardasse no lobby do meu bloco, subi e  desci com umas bolsas e um pacote, o qual eu a entreguei.  Ela  franze  a testa como quem não entende nada e abre  o pacote, vendo que era um álbum  de fotografia folhea-o e logo na primeira página, da um grito de quem não estava acreditando e me pergunta se sou eu naquela foto. Sorrindo, eu digo que sim  e  ela comenta:

- Flávia! A quanto tempo não nos vemos? Você ficou fora por muitos anos!" Como eu senti a sua falta!  Nossa como mudamos! Nessa foto tínhamos uns doze anos e nessa  idade eu já sabia que você gostava de.... "  O Telefone da Tereza toca, era o Heitor. Tereza fica sem graça mas comenta que era seu esposo ligando. Flávia, coloca a mão na cabeça e diz, que entende a escolha dela, que naquela época elas eram quase crianças. Flávia a pergunta se eles têm filhos. Tereza mostra uma foto de família em seu celular. Flávia reconhece Heitor,  seu também amigo de classe. Tereza dá um beijo na testa da Flávia e se despedem trocando telefones. Flávia nunca havia se casado pois havia jurado amor eterno a Tereza. Três meses se passaram e elas não trocaram uma palavra.  Em um sábado a noite, Flávia deixava o  seu plantão quando chegou uma família que acabará de se acidentar. Ao olhar para a maca reconhece Tereza, desesperada ela volta para assistir a família. Heitor havia falecido no local e Henrique de 3 anos havia quebrado o baço e tinha um corte profundo na cabeça, Tereza perdeu as duas pernas pois ficaram imprensadas nas ferragens do carro. 

Na manhã do dia seguinte Tereza acorda e sem entender direito o que aconteceu e informada sobre o  falecimento do seu esposo. Em prantos é acalmada pela mulher que estava deitada numa outra cama ao  lado . Era a Tereza que também teria  acabado de passar por uma cirurgia de retirada do rim. A médica chefe Ivone e a Psicóloga Márcia a avisa que a Tereza  havia sido a sua doadora de rim.

Sem poder se levantar da cama Tereza apenas faz um coração com as mãos para ela e a agradece chorando demais. Tereza pergunta pelo seu filho, e ao saber que ele estava bem abraça uma das enfermeiras que estava assistindo.  Flávia vira para Tereza e diz "Eu vou cuidar de você e do nosso filho, seremos uma família  feliz"


Por: Maria Ferreira Dutra