terça-feira, 12 de maio de 2020

O casamento do Sidoire com Livemar




O casamento de Sidoire com Livemar

Com os ilustres Sidoire e Chygadcarius Oilds que são criação da Maria Ferreira Dutra e que também contribuiu com a revisão.
Texto Adriano Siqueira


─ Não podemos permitir que esse casamento aconteça!

Chygadcarius joga o convite na mesa do vampiro Mordov.  Ele olha o convite e começa a rir. 

─ Sidoire e a sereia Livemar vão se casar. Isso é hilário. 

─ Não ria Mordov. Eu não vou permitir que esse casamento aconteça. Eu não admito que um ser das águas junte aliança com o Sidoire que veio do mundo do nunca que é em sei onde e que existe desde sei lá quando. 

─ Tome mais um vinho. uma bebedeira é do que você precisa. 

─ Eu não quero mais beber. Essa é a terceira garrafa de vinho que tomo. 

─ Bem Chaygad a sereia parece muito feliz com esse casamento. Será meio impossível de impedir a não ser que tenha um maremoto no Rio amazonas e cubra a tribo de indios onde vão casar, isso fica na cidade de Humaitá. 

─ Você me deu uma grande ideia Mordov.  

─ Eu?

─ Sim! Vamos cobrir a cidade com muita água. Me dá a poção. 

─ Mas de que diabos está falando Chygad. Eu não tenho nenhuma poção. 

─ Mas a Bruxa Fefe tem e você é namorado dela Mordov. Liga logo para ela, o casamento é amanhã. Eu vou dormir pois esses vinhos me deram sono.

No dia seguinte, Mordov consegue a poção do maremoto e entrega para o Chygadcarius. Ele agradece e vai para a cidade de Humaitá no amazonas. Quando ele chega na cidade ele faz o que foi instruído coloca gotas da poção no rio proximo a cidade. Ainda era meio-dia. Os preparativos ainda estavam em produção. O totém do Sidoire estava bem do lado do altar onde acontrceria o casamento. 

Sidoire estava almoçando junto com o Raio o cavalo alado, na tenda do restaurante da tribo.

 ─ Não coloca pimenta na sua comida Raio. Isso vai deixar você parecendo um Dragão quando soltar fogo pela boca. 

─ Se você comer pimenta Sidoire, vai soltar fogo por outro lugar e os índios aqui reparam tudo que o Deus deles faz. Imagina aquele totem com uma chama bem no rabo. Hahaha

─ Eu não vi graça nenhuma Raio. Vou ver se caiu debaixo da mesa. Risadas? Sorriisos? Graça? É Raio. Não conseguir rir. 

─ Sidoire meu velho amigo empeludado felpudo. A Livemar pode espirar muito com todo esse pelo.

─ Saiba Raio que a Livemar adora meus pelinhos feupunhos. Ela acha que pareço um bichinho de pelúcia. Pensei até em fazer meus bichinhos de pelúcia para vender. 

─ Hahaha! Como pode isso. Sidoire ninguem ia comprar um bichinho de pelúcia com a sua cara. Você ia assustar a criançada. HAhaha. Talvez como boneco vodoo fizesse mais sucesso. 

─ Meu caro Raio. Você esta com inveja pois quando o Neculai fez o seu boneco as crianças chamaram de Poney queimado. 

─ Mentira! Você tá com dor de cotovelo. Meus bonecos venderam todos. 

─ Sim venderam pois o Neculai fez o boneco da Veilleuse pra dar uma colorida no brinquedo. Hahaha.



─ Mas essa foi a minha ideia Sidoire. Eu falei pro Neculai fazer o Boneco da Veilleuse e vender junto.

─ Raio. Neculai ia doar os bonecos. Mas a Veilleuse salvou o produto. Disso não tenho dúvidas. E o Neculai está na dúvida se ele vai fazer o meu totem ou o meu boneco.

Enquanto os dois conversam o rio começa a fazer ondas violentas e  crescem com uma velocidade impressionante. A tribo dos índios ficam em pânico. Todos começam a correr.

─ Sidoire! O que está acontecendo?

─ Esse fenomeno é bem incomum. Maremotos aqui será impossível.

─ Mas existe Sidoire! Em poucos minutos a tribo toda ficará submersa.

─ Meu casamento vai por água abaixo.  E os convidados chegam em uma hora. Quando Livemar chegar ela nunca mais vai querer olhar para mim.

Chygadcarius aparece e diz:
─ Parece que seu barco afundou Sidoire. Livemar vai ver que você é um imprestável. Não sabe nem fazer um casamento.

Sidoire abaixa a cabeça e se sente um derrotado. Raio olha e fica com pena do amigo. Ele olha para o Chygadcarius e comenta.

─ Cale a boca Chitacarius! Você está dando um tipo o pé, quer dizer, na barbatana, prejudicando a gente. Neculai é nosso amigo.

─ Meu nome é Chygadicarius Oids seu pangaré falante. Vocês já estão alagados bem no fundo do poço.

─ Olha Chiva é o seguinte. O Sidoire aqui está com um casamento marcado.

─ Eu sei! Eu joguei um balde de água nos sonhos do Sidoire. Hahaha A sereia será minha. Vamos montar nosso próprio Atlantis.

Sidoire fica irritado com a situação. Ele pensa em atacar o Chyga mesmo sabendo que irá perder. Porém uma mão bem macia toca a sua pele. Ele vê a Livemar bem ao seu lado. Ela tenta acalmá-lo.

─ Um dos motivos que estamos juntos Sidoire é que agora você não está mais sozinho e eu estarei te observando e deixarei você me observar, pois o amor não é só palavras, é também sentimento é olhar e observar.

─ Você é uma sereia que faz serenata além de cantar e me encantar.

No céu surgem três helicopteros que jogam uma solução na água e o rio se acalma. Chygadcarius fica enraivecido. Raio comenta.

─ Seus planos planaram e foram pela planice Chicaradcarius.

Livemar adverte o Chygadcarius.

─ Eu vi o que estava fazendo e chamei o Neculai. Ele sabia que só poderia ser uma poção da Bruxa Fefe. Ele produziu uma solução e jogou no rio. Saiba que eu amo o Sidoire pelo coração que ele tem e para mim, ele é o homem da minha vida. Então pode colocar essa barbatana na boca e saida agora dessa tribo.

Chygadcarius faz uma careta e vai embora. Sidoire tenta ir em sua busca, mas Livemar o acalma.

─ Onde você pensa que vai? Vou ficar sem meu noivo?

Livemar abraça o Sidoire e eles se reunem para o casamento.

As seis horas. Todos estavam reunidos para o casamento dessas duas Criaturas Fantasticas.

Neculai foi o padrinho do Sidoire junto com a China Girl e a Karina e a Laiza foram o casal que apadrinhou a sereia Livemar.
Quando eles colocaram a aliança que a Rubi, filha do Sidoire, trouxe, eles se beijaram.

Tudo foi uma grande festa. A Veilleuse cantou muitos sucessos para dançar e o Dj Raio comandou as músicas.

E eles vão viver felizes para sempre.

Por Adriano Siqueira e os personagens De Maria Ferreira Dutra como o Sidoire e Chygadcarius Oids e que também fez a revisão. 







segunda-feira, 11 de maio de 2020

A Poção do Amor Eterno



A POÇÃO DO AMOR ETERNO




Essa história foi magistralmente idealizada por Maria Ferreira Dutra e foi escrita e Desenhada por Adriano Siqueira



Adalberto era um empresario meticuloso e muito ambicioso. Ele queria muito poder e seus olhos sempre eram direconados em seus concorrentes. 
O mais perigoso era o Sérgio. Um concorrente muito astuto e com uma equipe cheia de ideias.
Adalberto tentou várias vezes comprar essa equipe. Ele não conseguiu mesmo oferecendo um salário maior. Sérgio cuidava muito bem da equipa e conhecia o valor de cada um. 
Adalberto desistiu de querer comprar a equipe do Sérgio e investigou minunciosamente o lado pessoal dele nas redes sociais. Descobriu que ele tinha dois filhos, um menino e uma menina. A menina tinha 22 anos e Adalberto tinha 55. 
Ele pensou em um plano para colocar essa menina em seu poder e assim deixar o seu concorrente tão ocupado com esse problema que o faria se distanciar do crescimento de sua empresa deixando o Aldalberto mais livre. 
Adalberto procurou uma senhora que mexia com a mais profunda magia negra exstente. Uma senhora que viajou o mumdo todo e conhecia todo o tipo de magia e encantos para produzir uma poção do amor.                                  Eliza era conhecida como uma vidente poderosa, seus feitos mostravam muitas relações impossíveis se concretizarem. Era uma personalidade muito comentada nas redes sociais e seus vídeos  atraiam muitos clientes. 
Adalberto precisava de alguém assim. Seu plano de conquistar uma menina de 22 anos iria demorar muito. E a filha do seu concorrente não iria se impressionar com dinheiro. Tinha que ser algo mágico e essa magia tinha que vir da Eliza. Ela saberia do que Adalberto iria precisar. 
O encontro foi marcado no escritorio da Eliza. Ela o convidou para sentar e contar a sua história. 
Depois que o Adalberto se abriu para a Eliza. Ela comentou que não seria algo fácil. Ela sempre teve muitos problemas com isso. Os humanos em geral não querem um amor que seja sufocante. Ninguém gosta de se sentir vigiado o tempo todo e a desconfiança sempre leva a discussões sem sentido que viram uma bola de neve que destrói qualquer relação. Ja dizia o Frejá: "Pra quê perder tempo desperdiçando emoções. Grilar com pequenas provocações." 
Eliza queria deixar claro que esse tipo de poção era algo muito problemático e já é dificil um ser humano conviver com alguém por muito tempo. Aturar seus defeitos e manias. Ter que juntar os pontos positivos e negativos e tentar ter um equilíbrio. Mas é possivel quando juntam forças para acabar com algo que prejudica os dois. Mas isso deve existir sempre, Só assim o amor tem sentido pra continuar. A batalha diaria é as vezes necessária  mesmo. 
Adalberto entendeu o que Eliza disse e mesmo assim insistiu para ele ter essa poção. 
Eliza disse que a poção não era uma garrafinha mágica  que faz ela tomar ou jogar no corpo. Ela teria que fazer um encantamento único e forte de uma forma que a menina não teria mais vontade de conquistar ou ficar com alguém até que você apareça. Isso iria encomodá-la muito. A deixaria muito obscecada a procurar algo que ela não sabe o que é até te achar. E assim, quando descobrir que você existe, ela vai querer viver com você. 
Adalberto queria isso mesmo. E disse que pagaria o que fosse preciso. 
Eliza não queria só o dinheiro. Ela queria o filho gerado nessa relação. 
Adalberto disse que isso era loucura. Que não iria aceitar esses termos.

Eliza disse que esse era o trato e que eles não deveriam procurar mais a criança. Ela seria bem tratada e teria uma vida de principe, mas jamais voltaria aos braço do casal. Ela teria que ser entregue a Eliza quando fizesse 7 anos. 

Isso deixou Adalberto muito perturbado. Ele não tinha filhos. Isso tudo estava indo longe demais, mas ele queria muito eliminar a concorrência.

Queria destruir a vida do Sérgio. Adalberto sentia muita euforia ao sentir que estava perto de derrotar seu concorrente. 
Ele topou e aceitou os termos da Eliza. E ela disse para que ele a encontrasse de qualquer forma.
Uma olhada só seria o suficiente para o feitiço funcionar. 

Adalberto foi para casa e verificou que o Sérgio tinha uma festa pra ir e a filha estaria presente. Ele recebeu um convite para ir nessa festa que seria no dia seguinte. Sérgio adorava provocar a concorrêrncia os convidando para as suas festas, ele queria mostrar que era poderoso. 

Quando chegou o dia seguinte ele se arrumou e foi até a festa. Lá ele conversou com todos referente a sua área que era sobre construtora, montar novos prédios em vários bairros com muita tecnologia. Um setor muito concorrido. 

A filha do Sérgio que se chamava Larissa foi até o palco falar da empresa e da família, falou do namorado e do relacionamento com os pais e anunciou o noivado com o namorado. 

Adalberto estava preocupado, achava que os planos não tinham funcionado. E ficou descepcionado com o dinheiro que gastou com essa brincadeira. 

Pegou uma bebida e o Sérgio veio falar com ele. 

Adalberto deu os parabéns pelo noivado da sua filha e ela a chamou.

Larissa foi até o seu pai e quando viu o Adalberto ficou interessada em saber mais sobre ele e começou a anotar tudo sobre ele e pediu para tirar uma selfie juntos. 

Sérgio estranhou o repentino modo como a Larissa se comportava em relação ao Adalberto. 

Larissa não queria mais sair de perto dele e chegou a dizer que queria levar Aldalberto para onde ele morava. 

Ele ficou muito feliz por tudo dar certo e deixou a Larissa na festa para não ter problemas.

Larissa pesquisou tudo sobre o Adalberto, as discuções da família crescia a casa dia. O noivo desistiu de casar. A obscessão sobre seu novo amado a deixava 24h ocupada. Ela sonhava com ele, se alimentava pesquisando todas as fotos e isso ainda não era suficiente. Queria sentir a sua pele, seu toque, queria dormir com ele, abraçar, deitar no seu colo, pegar na sua mão e sentir seu toque quente. Ter a sua presença. Isso era amar em sua plenitude.  Larissa queria largar da família para ficar com ele e mandou uma mensagem para o Adalberto querendo ver ele o mais rápido possivel. 

Adalberto largou tudo o que fazia e ficou impressionado com ela. Era uma garota muito inteligente e dedicada. Ele pensava no encanto da Eliza. Aquela magia macabra que regenciava essa orquestra de paixão insana. 
Adalberto sorria sabendo como o Sérgio sofria com tudo isso. Ele pegou uma bebida e foi até a janela. 
Ele verificou o seu celular e viu várias imagens da Larrisa. Ele adorava isso. Sentia que cada vez mais ela o queria. Em todas as fotos ela dizia que queria estar com ele. E a última mensagem era se podia ir até ele. 

Adalberto respondeu que queria ficar junto dela. Larissa pegou um carro, mas antes de entrar encontrou o seu ex-namorado. Ele estava possesso. Brigou, gritou, achou injusto o que ela fazia. Ela disse que ele seria feliz com outro e agora o coração dela pertencia a outro homem. Renê insistiu mas ela o deixou falando sozinho. Ele chorou muito sentado no chão. O pai da Larissa foi conversar com ele para tentar acalma-lo.

Larissa chega no apartamento do Adalberto e eles passam uma noite maravilhosa juntos. Ele abusou dela como ele bem queria. Larissa atendeu todos os desejos dele e foi uma noite muito movimentada. 

De manhã, Adalberto disse que não queria que ela saisse, queria que ela ficasse com ele. 

Larissa gritava de felicidade. Ela ligou para os pais e eles ficaram brigando mas a Larissa disse que ja era crescida e que sabia o que fazia. 

Adalberto foi trabalhar, ele estava  muito feliz. Em uma noite ele teve uma mulher que ele jamais imaginou que teria. Ela foi feliz e atenciosa o tempo todo. Fez tudo que ele pediu. Ela era linda e muito apaixonada. 

Depois das 3 da tarde Adalberto queria voltar para casa e assim ficar com ela. Mandou algumas mensagens e estranhou não ter recebido respostas. Isso o deixou preocupado pensando se o encanto havia  acabado 

Quando Adalberto chegou em casa tudo estava revirado. A Larissa não estava lá e quando ele foi até a porta para sair o ex-namorado da Larissa estava na porta segurando uma arma. 

Sérgio ligou para o Adalberto e disse que ele e a filha iriam sair do pais. Nunca mais iriam se ver. Ela seria levada para uma clínica e lá tomaria remédios para não poder fugir, até saber o que Adalberto fez com ela. 
Na mira da arma que o Renê segurava ele se sentiu sem saída. Disse que ela foi vítima  de uma poção do amor e que só ele tinha o antídoto e se não fizessem o que ele quisesse a Larissa iria se matar na primeira oportunidade pois foi isso que ele disse para ela fazer caso os separassem.
Renê pegou o celular do Adalberto e falou com o Sérgio. Ele olhava para o Adalberto apontando a arma e escutou as ordens que o Sérgio dava. 
Renê perguntou o que ele queria em troca do antídlto. Adalberto estava apreensivo. Era um bléfe. Ela não tinha antídoto nenhum. Aquela magia era eterna. Ele precisava de tempo e tinha que pensar rápido. Renê era o ex da Larissa. A forma como ela deve ter deixado ele com a influência da magia, deve ter sido muito cruel. Adalberto estava ciente que Renê atiraria nele várias vezes.

Adalberto pede para que Sérgio doe a metade da empresa para ele. 
Renê e Sérgio entendem a mensagem e concordam. 

Adallberto diz que o antidoto ficaria pronto em um ano. Isso garante a vida da Larissa bem como a manutenção e o crescimento da empresa dele. 

Renê viaja para cuidar da Larissa e com o tempo descobrem que ela estava grávida . 

A gravidez  da Larissa deixou Adalberto em pânico e disse para o Sérgio que se a sua filha e o neto não ficasse com ele, morreriam. O antídoto de nada adiantaria nesse caso. 

Renê e Sérgio sabiam que agora eram duas vidas em perigo e resolveram tirar ela do hospital. 

Larissa ficou apenas 15 dias no hospital e estava muito enfraquecida, mas o seu amor pelo Adalberto permanecia muito forte e eles foram morar juntos sempre na vigia de Sérgjo e Renê.
Renê entrou em uma escola de magos para entender sobre a magia e seus métodos. A professora era a própria Eliza. 
Levou 5 anos para que o Renê se formasse na ensinamentos da magia. Ele agora estava preparado para produzir um antídoto e assim salvar a sua noiva. Ele ficou trancado nesse colégio por cinco anos. Não teve nenhum contato com a civilização. Renê foi procurar o Sérgio. Descobriu que ele estava morando em um asilo. Ele estava falido e louco. 
Renê foi conversar com ele. Disse que agora ele poderia curar a Larissa e que ele iria ficar bem.

Sérgio disse que a Larissa morreu e ja fazia 3 anos. Ela não resistiu ao virus que pegou e faceleu. 

Renê ficou em choque. Tudo que ele aprendeu foi em vão. Sérgio fez o último pedido para o Rene. Que ele salvasse o seu neto. Adam, filho da Larissa. Ele agora tinha cinco anos. Mas sonhava todas as noites com o menino preso no inferno. Algo estava errado. Ele achava que Adalberto fez um pacto em troca do menino.
Renê jurou que iria ajudar a qualquer custo. 
Ele deixou o Sérgio descansar e foi em busca do Adalberto.

Adalberto estava morando no mesmo lugar. Ele não sabia que Renê estava em busca do filho dele. 
Ele fez uma pesquisa e descobriu onde o filho estava e estudava. Ele tinha que tirar o filho de Adalberto

Quando Adalberto e Eliza chegaram em casa,  ele viu na sala o Renê. 

Renê ficou chocado quando viu a sua professora xom Adalberto. 

Ela disse que era a única pessoa que prodia fazer aquele antídoto. Depois que a Larissa morreu Eliza teve um relacionamento com Adalberto. E agora ela protege o menino que irá embora com ela quando fizer sete anos.

Renê tentou combatê-la com vários feitiços. Ela superou todos com muita eficiência. E com um gesto ela aprisionou o Renê em uma cadeira. 
Renê invocou o ritual do espelho. Eles olharam para o espelho e a Larissa apareceu. 
Adalberto se aproximou e a Larissa sorriu e o puxou para dentro do espelho. Adalberto grita muito e logo é cuspido para fora do espelho. Ele estava todo ensanguentado e não resistiu aos cortes. 



Eliza queria fugir. Ela sabia que esse não fazia parte dos rituais que ela ensinou. 

Renê confessa que ele usou muitos livros que ela proibiu de ler e ele fez um pacto de poder. 

Eliza sabia que ela tinha que sair de lá. Ele saiu da prisão que ela fez com facilidade e ele saiu da cadeira.

Renê disse que ela era responsável por causar tragédias em várias famílias e que hoje ela pagaria por isso. 

Ele jogou um encanto na Eliza que a jogou na parede. Com os braços e pernas abertas braços aparecem na parede puxando ela para dentro e ela gritava e sentia os seus ossos quebrando até que a parede se fechou. 

Ele foi até uma mesinha e pegou uma garrafa e esperou o menino chegar. Renê teria muito que explicar e ensinar para esse menino que crescerá protegido pela magia. 



História elaborada e revisada por Maria Ferreira Dutra
Escrita e desenhada por Adriano Siqueira

terça-feira, 5 de maio de 2020

O Olho que tudo Vê



                    O olho que tudo vê
Arte e texto 
Maria Ferreira Dutra
e com participação de
Adriano Siqueira

Sandro  saiu com sua família, do Rio de Janeiro,  com destino a Campos dos Goytacazes, onde foi visitar Seu Emanuel, tio da Nádia.  Que por conta dos seus noventa e cinco anos e algumas doenças,  se encontrava muito debilitado. A família tinha receio que ele falecesse sem ver a sobrinha que ele tanto admirava.

Sandro comentou com a Katarina sobre a vida de estudos e trabalho, e o quanto era importante fazer uma poupança enquanto ainda eram jovens, para terem um dinheiro a mais além da aposentadoria pois, a velhice chegaria e era uma épocá em que se gastava muito com remédios, hospitais, exames, entre outras coisas.

Sandro percebeu que estava com pouca gasolina, mas como estavam atrasados, resolveram colocar em Niterói, que era a  próxima cidade. 

Ao subirem a ponte, foram pegos de surpresa por uma forte tempestade.

A tempestade afetou todos os equipamentos. O céu estava furioso e  eletrizante com muitas luzes coloridas. O barulho dos trovões, pareciam  metais sendo arrastados.

A ponte foi fechada, ninguém podia subir ou descer dela. 

A força do vento era tão forte que a ponte balançava aterrorizando todos que estavam ali. 

Muitos deixaram a ponte a pé para se abrigarem nas casas mais próximas. 
Ninguém conseguia olhar para cima, as luzes eram muito fortes e o vento estava forçando as pessoas a correrem. 



No letreiro luminoso foi colocado um aviso para nâo sairem do carro, mas a tempestade deixou tudo em pane e a mensagem não conseguiu ser passada.

O pânico tomou conta da situação e as pessoas tentaram fazer o que acharam melhor para a sua seguraça. O estrondoso barulho da tempestade parecia estar trazendo algo muito  grande  como um trator ou coisa assim. Se uma coisa dessa caisse na terra faria um estrago imenso.

Um bebê chorou muito por estar assustado com tudo aquilo e a família  saiu do carro na tentativa de correr com a criança.  Ao descerem do veículo o  carro  foi atingido por um ráio. Alguns conseguiram ver essa família sendo sugada para cima, outros acharam que eram apenas reflexos da luz dos raios.
Alguns diziam que eles haviam virado  cinzas ao serem atingidos e a água da chuva carregou a poeira fazendo  sumirem por completo. 

Duas horas de tempestade tudo estava um caos, carros revirados, navios e barcos afundados, pessoas chorando...  um desespero. Mesmo a ponte tendo sido liberada quarenta minutos após a tempestade, não foi tranquilo descer a ponte. Sandro percebeu que seu celular estava  com pouco sinal e tentou ligar para Celina para avisar que chegaria tarde em Campos. Fez a discagem e pensou ter ouvido a Celina falar, mas percebeu que não era ela, era um som, ruídos seria outra língua sinais codificados!? Não deu para entender. Sandro deixou para ligar uma outra hora. ligou o carro e conseguiu passar pelo pedágio que estava com acesso  livre.



Quando estava chegando no final da ponte a ignição elétrica entrou em  curto e deu uma pane no veículo, Sandro ficou enfurecido, xingou de tudo que era nome.

Para a sorte da família o homem que veio no carro atrás, se ofereceu para ajudá-los e como ele era mecânico  automotivo conseguiu resolver o problema elétrico do carro deles e nem cobrou nada por esse serviço. Sandro agradeceu pela a ajuda, tirou um cartão do bolso e deu para ele e disse para o mecânico fazer uma visita em seu restaurante no bairro de Ipanema, acrescentou que seria uma cortesia. Os dois se despediram  e  Sandro seguiu viagem.



O carro deu o alerta de pouca gasolina.
Mais uma vez Sandro se irritou e dessa vez, Nádia falou muito no ouvido dele, pois ela sempre pediu para ele colocar gasolina um dia antes deles viajarem.

Chegaram no bairro Fonseca e encontraram o primeiro posto na Alameda São Boa Aventura,  o coração ficou aliviado. Quando deu sinal com a seta para entrar viu que não tinha ninguém no posto para os atenderem, as bombas de gasolina foram avariadaa pela tempestade.

Algumas pessoas comentaram que aquela cena de calamidade mais parecia uma história de filme de terror. Muitos perderam as suas casas e se abrigaram na igreja São Lorenço no mesmo bairro.

Muito preocupado com a pouca gasolina e o caos da cidade, Sandro desligou o carro e esperou por mais umas 2 horas o nível da água baixar pois a rua estava toda alagada. Acabaram dormindo no carro e por volta das 11:00 h conseguiram seguir viajem passaram por mais dois postos mas não havia ninguém para atender.
Quando chegaram em Tribobó, encontraram um posto.



Bianca, a filha do casal, pulou da cadeirinha toda empolgada mostrou para o pai que um homem estava sentado na cadeira e avisou ao pai para que fosse até ele.  Sandro sorriu para a filha, colocou a mão na perna da esposa e comunicou sorridente "Nossa filha tem apenas dois aninhos, mais é muito esperta!. Não se preocupe amor, fique tranquila que não vamos ficar a pé! Desta vez tem alguém para nos atender".  Deu um beijo em sua testa e aguardou o frentista.

Três minutos esperou ele levantar e nada. Nádia virou para o marido e disse que não sabia como uma pessoa conseguia dormir diante de tal catástrofe. Sandro deu uma buzinadinha para chamar a atenção e nada do raio do frentista levantar,  chamando-o de miserável e apostou que ele estava bêbado, Sandro saiu do carro e foi até ele, tocou em seu ombro e ele não se mexeu. Chamou e levantou o seu boné e se assustou com o que viu dando um grito de pânico.

O frentista estava sem os dois olhos e  moscas varejeiras sairam de tudo que era buraco, larvas cairam das suas entranhas. Vomitando e sem ar Sandro correu para o carro, entrou e tentou dar a partida, mas o carro mostrou que a gasolina havia acabado.

Nádia viu o desespero do marido e perguntou preocupada o que aconteceu, o marido esbaforido não conseguia contar. Sem gasolina ele desceu do carro, pegou a bomba e encheu o tanque sozinho.

Na hora que foi ligar o carro para seguir viagem a filha disse que precisava ir no banheiro.

O pai pediu para a mãe colocar a criança para fazer cocô ali mesmo, mas a Bianca não aceitou, dizia que tinha vergonha e que queria ir ao banheiro.

Sandro disse que tudo bem, que iria  levar as duas no banheiro da cafeteria do posto.

Quando chegou na porta da cafeteria Bianca cumprimentou o moço, com um: "Oi  moço, o senhor deve estar muito cansado, não acordou por nada. Seu pai pediu para ela não falar com estranhos.

Nádia perguntou o que aconteceu com o frentista e o marido entre os dentes,  respondeu que ele estava morto.  Nádia arregalou os olhos e colocou as mão na boca.

Quando eles entram na cafeteria se deparam com uma cena horrível. Todos estavam mortos e sem os olhos, a caixa, as garçonetes, os clientes, todos estavam sem os olhos.

Sandro fechou os olhos da filha para ela não ver a chacina. Bianca perguntou ao pai o motivo pelo qual aquelas pessoas estavam dormindo e Sandro, para tirar a atenção da criança, disse que eram trabalhadores descansando e que estava tudo bem e que logo eles acordariam. Eles sairam correndo do local e a filha reclamou com os pais por näo a terem levado ao banheiro.

Sandro disse para ela que aquele banheiro estava muito sujo que levaria a outro local. Bianca sorriu e disse "Papai, não tem problema, era um alerta falso,  na verdade era só vontade de soltar um peidinho, mas já me  aliviei.

Todos entram no carro e a menina olhou em direção a cafeteria,  mostrou aos pais uma  pessoa observando da janela. Ele olhou e pediu para a filha fechar os olhos e não encarar desconhecidos.

Sussurrando Nádia perguntou para o marido o que seria aquilo. Sandro disse nào saber mas, uma coisa ele tinha certeza! Não eram humanos.

Apavorados, Sandro ligou o carro e saiu cantando pneu. 
Mais a frente se depararam com muitos carros batidos e árvores caídas. Eles não conseguiriam passar.

Nádia deu a idéia de pegarem um carro abandonado, Sandro concordou e ao descerem dos seus carros encontraram pessoas mortas e sem os olhos. Sandro ficou intrigado e xingou. "Que diabos está acontecendo. Parece que as autoridades  não nos comunicaram sobre possíveis invasões! Tudo bem que desde o tempo do Ronca já haviamos falado sobre alienígenas,  mas eu sempre achei que isso fosse coisa de ficção de escritores, coisas de cinema. Se eu não estou sonhando isso é real".

Nadia deu um beliscão em Sandro. Ele deu um grito e a chamou de louca e ela respondeu: "Fiz isso para mostrar que não é um sonho, estamos enfrentando algum tipo de alien. O que será que eles vieram fazer aqui?  Perguntou Nadia ao marido.

"Não tenho resposta Nadia. Espero ficar vivo para descobrir.  Sandro pediu para a filha não tirar o pano do rosto e ela reclamou, pois não conseguia ver nada.  Sandro disse que ia tirar a venda dos seus olhos assim que eles entrarem no carro. Eles conseguem um bom carro mais a frente. Ao retirarem as vítimas do carro, perceberam que se tratava da familia Toranto, seus vizinhos.

Pela quantidade de coisas no carro, eles iriam passar o feriado na Região dos Lagos, pois eles tinham uma casa em Saquerema.

Nádia fez o sinal da cruz na testa do casal e com a ajuda do marido os retirou do carro e com muita pena pegaram o bebê da cadeirinha e quando iam colocá-lo no chão, ele deu uma choradinha. O casal ficou feliz pela criança estar viva e com os olhos intactos.

Sandro perguntou para Nadia o que eles iam fazer com o bebê e ela com toda certeza respondeu que teriam de levar a criança com eles ou ela morreria ali sozinha.
Todos entraram no carro e Nadia tirou a proteção do rosto da filha.

Muito surpresa Bianca perguntou o que Nathan estava fazendo ali com eles.  Sua mãe respondeu que a família Toranto precisou deixar o bebê com eles. Bianca perguntou como foi que a família a entregou, pois ela não viu ninguém passar por eles. A mãe disse que explicaria mais tarde.

Nova tempestade surgiu no céu rosado alaranjado, rouxiado, o tempo mudou e ficou bem escuro e pesado,  eram raios para todos os lados.



O celular tocou, eles se assustaram. Sandro pediu para a Nádia atender, ela disse que não iria adiantar pois não funcionaria direito a ligação. Sandro insistiu para ela atender, era uma chamada de vídeo.

- Oi Nádia! Que bom que vocè atendeu. Estou aqui no porão escondida. Vou falar rápido para a transmissão não sumir. Não venham para cá. Campos está em desgraça. Alguma coisa veio do céu e está atacando toda a cidade.
Criaturas entraram aqui e atacaram a cidade. Eu estava limpando o quarto da bagunca aquele que fica do lado de fora. Quando eu ia saindo vi uma especie de nave sugando as pessoas, e vi movimentos dentro da minha casa.  Fiquei observando aqui do quartinho e vi muitas criaturas rondando, depois entraram numa especie de nave e sumiram. Entrei em casa para ver seu tio Emanuel e tive um ataque, arrancaram os olhos dele. Não venham para cá,  ele já morreu , fiquem bem eu vou ficar escondida aqui no porão até tudo passar.

Ruídos são escutados e a transmissão ficou embaçada até que uma imagem estranha apareceu atrás da Celina e só se conseguiu ouvir um grito. Pareceu que a câmera caiu no chão e filmou algumas coisas. Deu para ver que um alien estava ali.

Desesperados e sem saber o que fazer para onde correr a quem pedir ajuda  a família ficou ali presa.

O bebê começou a chorar, talvez fosse fome ou estaria sujo uma preocupação para o casal, como alimentar a criança? Nádia mexeu na bolsa do bebê e achou uma mamadeira. Colocou um pouco de leite e o alimentou, isso o manteve mais calmo.



Bianca viu uma grande casa na beira da estrada e perguntou a mãe se ela sabia quem morava naquele lugar. A mãe deu as suas explicações.
-  Essa construção já foi uma fazenda uma  das  mais importantes do Brasil.  Duarte Ramires de Leão e a sua família viveu até o século de XVIII, tornando a propriedade em uma das maiores produtoras de cana-de-açúcar da região.
Sua construção seria anterior ao ano de 1620 em Emestilo Barroco e conta com 38 cômodos, incluindo quatro no subsolo, onde ficavam as senzalas que abrigavam os escravos.
Também pertencente ao conjunto se encontrava a Capela de Monserrate que...

Nadia é interrompida por Bianca.

- Nadia, Você esta doida!? Um caos danado e você dando explicações de história para uma criança de dois anos como estivesse dando aula para a sua turma do sexto ano.

- Deixa eu terminar as minhas explicações.  O que tem para se fazer nesse mundo destruído? Nada além de correr dessas criaturas.

- Então vou terminar as minhas explicações.  Como eu estava dizendo, essa capela passou a se chamar Capela de Santana, erguida originalmente para o batizado do filho de Duarte Ramires de Leão, no ano de 1618.
Diante de toda a sua importância histórica, cultural e arquitetônica (sendo um dos únicos imóveis no Brasil  com arquitetura setecentista preservada localizada em área urbana.
A Fazenda Colubandê foi tombada em 1939. Sua sede tem um valor expressivo e é um marco da arquitetura rural brasileira em virtude da sua beleza e mais, da sua importância sócio-cultural.

-  Sandro, não tem como voltarmos para casa, que tal ficarmos nessa fazenda? Temos comida bebidas. Quando tudo isso passar vamos  ver se encontramos mais alimentos?

- Sim, boa idéia, minhas menininhas são umas gênias.
Ao chegarem no casarão encontraram muita gente escondida lá, muitos os expulsaram de seus esconderijos por eles estarem com um bebê.

Uma delas diz para a família abandonar o neném se eles quisessem ficar vivos, pois bebês choram e chamam muito a atenção.

Nádia perguntou para a dona se ela não tinha coração e desejou que a criatura a achasse e a devorasse.

No quarto número 38 uma mãe acabou dando a luz ali sem nada para o recém chegado, Nádia ofereceu uma fralda para a criança e uma peça de roupa  que ela tem na bolsa.
A família agradeceu a ajuda e pediu que eles ficassem naquele quarto com eles. Nádia agradeceu e perguntou se ela podia amamentar o Nathan para ela.  Norma perguntou se ela não tinha mais leite para alimentar o bebê,  Nádia diz que nunca teve pois não era filho dela e que os pais dele não existiam mais. Norma entendeu e alimentou a criança.  Todos pareciam seguros ali.

Fecharam todas as portas e janelas. Os poucos móveis que ainda se encontravam no  hoje Batalhão Floresta foram colocados nas portas para reforçar a segurança.

A noite caiu  as pessoas saíram dos seus esconderijos e se encontraram no salão, queriam encontrar uma forma de acabar com aquelas criaturas, só unidos talvez  eles conseguiriam.  Mas como? Sem armamento seria impossível.  Bianca nào entendia o que aquelas pessoas estavam fazendo ali e disse que queria ir para casa dela.

A mãe conversou com ela dizendo que existiam criaturas horríveis lá fora matando pessoas e que ela não queria que ninguém se machucava e mais, por isso todos estavam ali se protegendo.

Falavam todos muito baixo para não chamar a atenção. A tempestade parecia ter voltado, escutavam o barulho da trovoada e podiam ver a claridade dos raios pelas frestas das janela. As crianças choraram de medo  e as mães tentaram acalmá-las.

Bianca era a única criança tranquila e tentou acalmar as outras crianças dizendo que as coisas que estavam acontecendo lá fora não são tão ruins como parecem para eles ficarem tranquilos.

Bianca virou para a mãe e disse que o seu caderno de desenho estava acabando e que eles teriam que conseguir mais papeis para ela continuar escrevendo e desenhando a historia. O pai diz que providenciaria.

Barulhos foram escutados e perceberam que as portas e janelas estavam sendo forçadas, aquele barulho estrondoso de metal batendo atordoavam a todos.

Sandro olhou para o teto e pela  abertura que se formou, pela tempestade, conseguiu ver uma espécie de pernas gigantes passando por cima do casarão, não comenta nada com ninguém. Mas diz para todos se protegerem como puderem e comenta com  Nádia sobre o que viu.
-  Nadia, eu não comentei com o pessoal, mas a coisa está aqui, está nos rondando. Eu vi uma sombra muito grande no céu escuro, muitas luzes coloridas. Não olhem para o teto não quero vocês em pânico. Vamos proteger as nossas crianças e quem mais conseguimos.

Raios são lançado no casarão descampado uma grande área possibilitando que Sandro visse nitidamente uma nave enorme em formato de olho envolvida por uma cinta em volta e muitas pessoas dentro gritando.  Sandro vê um ser descendo da nave e pede para Nádia se esconder com as criancas, mas Bianca se recusa a se esconder, a mãe tenta a levar a força quando o ser chega no salão os dando boa tarde.

Assustados por a criatura saber falar o seu idioma, Nadia perguntou como ela aprendeu a nossa lingua.  O ser agora já conhecido a toca em seu rosto e quando ia se explicar é interrompido pela Bianca dizendo:

-  Fui eu quem a ensinou mamãe, eu quem criei isso tudo. A história agora acabou, vocês nào tiveram tempo de comprar mais papel para eu continuar a escrever essa história. Então vai terminar assim: eu estou dando a mão para a minha mãe que veio do outro mundo me buscar. Eu queria muito isso sabe! Desculpa papai!  Desculpa mãe! Eu preciso ir . Em meu sonho criaturas do outro mundo nasciam sem os olhos, mas, com o tempo, perceberam que havia a nescecidade de enxergar e com isso precisavam de uma pessoa aqui na terra para seguir com eles e eu fui a escolhida. Para vcs eu apenas tenho dois anos de idade, mas para eles eu já tenho 13. Visitei esse mundo diversas vezes enquanto vocês dormiam. Lá já se  passaram  11  anos  e aqui para vocês apenas. Continuando o que eu falava. Sem papel nào tem história então no final eu subo para a nave com a minha nova mãe, meu pai pula para segurar as pernas da Olhandina, minha mãe. Nós  o levamos para a grande nave.

E chegando lá Sandro vê um monte se seres diferentes fazendo experiencias, pegavam os olhos dados humanos e colocavam nas  criaturas o resto que sobravam dos humanos eram aproveitados para fazerem combustível para as máquinas. Sandro ficou horrorizado com tudo.

Meu pai vai tentar me levar de volta para casa mas eu não irei e o mandarei de volta sozinho, e quando ele voltar para a Terra, ele encontrarás a Terra destruída e eu morando lá com a minha nova família que no futuro serão  vocês  mesmo.

Meu pai esquecerá tudo que passou aqui na terra e no outro mundo. Mas sempre ficará  intrigado com uma foto encontrada em seu bolso. Nessa foto estará: eu, ele, minha mãe e o Natham, meu novo irmão.


Texto e arte
Maria Ferreira Dutra
Com participação de
Adriano Siqueira


sábado, 2 de maio de 2020

A Lenda do Mesmo

Arte: Adriano Siqueira




A LENDA DO MESMO
Por Lord Dragon

Era o fim do expediente. Papéis assinados, planilhas resolvidas, pendências para até o final da semana, contas a pagar. O funcionário estava fazendo horas extras a fim de
pagar as faltas cometidas durante o mês, e agora preparava-se para ir embora e colocar os pés na cama.
Abriu o seu armário e pegou suas coisas pra tomar o elevador. Na placa, como de costume o seguinte aviso: “Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar”. Pressionou o botão para descer. Aguardou a vinda do elevador, enquanto isso ajustou o seu crachá. Estranhou o fato de demorar tanto, pois, haviam poucos que trabalhavam naquele momento.
Chegou o elevador e as portas se abriram. Um espelho e uma placa logo ao lado o intrigaram.
“Nesse momento o mesmo se encontra”. Gargalhou diante da frase hilária, depois apertou o botão do térreo. Os números iam decrescente, até que o elevador parou e no lugar do oitavo andar, surgiu um “E”. Imaginou se tratar de um erro, deu uma pancada no
mostrador e o número oito surgiu novamente. Tentando se distrair enquanto o elevador estava travado foi até a placa e notou uma diferença na mensagem.
“O mesmo está parado”. Considerou se tratar de uma placa com tecnologia
especial, que mudaria os dizeres para não apavorar os passageiros que ficassem trancafiados.
Curioso, observou a placa de tempos em tempos, uma nova notícia surgiu: “O mesmo está aqui”. Tais frases eram estranhas e sempre referenciavam “o mesmo”.
Obviamente se tratava do elevador, a maneira de escrever era incorreta, por conta disso, surgia a famosa placa que já virou até meme. De fato, o elevador parado dava nos nervos, a piada começou a perder a graça, usou seu celular e discou alguns números.
Sinal estava alto, mesmo dentro do elevador, considerou oportuno. A bateria se encontrava em 88%, uma sorte maior. Ligou para diversas pessoas, e não obteve sucesso em nenhuma das ligações. Quando estava pra desistir, alguém resolveu ligar pra
ele. Número era 88888888, inusitado, mas, deixou pra lá a estranheza, aceitaria ajuda de qualquer um. — Alô? - ninguém respondeu. Insistiu várias vezes, poderia ser falha de sinal por
conta do elevador. Enfim, ouviu alguém. — O mesmo está aqui. - uma voz na secretária eletrônica. Certeza de que se tratava de um trote.
Desligou e tentou dar mais algumas pancadas no mostrador e nos botões, como se fosse adiantar em algo. Gritou e se desesperou. Precisava sair dali de qualquer jeito.
Voltou-se à placa que dizia: “Atenda o celular.”
Tão logo surgiu a mensagem, apareceu no visor do celular o mesmo número de
antes. Trêmulo atendeu-o.
— Siga atentamente as instruções e sairá vivo.
— Quem está falando? - em vez de uma resposta, a ligação foi encerrada.
Seguiu de volta à placa que parecia o único meio para se ver livre dessa
chateação. “Responda as charadas do telefone.” Novamente, o número que agora o enervava. — Olha aqui. - gritava com o estranho - Cansei da brincadeira. Pode parar com isso e me tirar daqui.

— Só acabará quando terminar. Aqui está a charada: Sempre estive aqui e jamais estive aqui, quem sou eu?
— Sei lá… O mesmo? — Segunda pergunta. Como se pode matar um homem mais rapidamente, com
espetos, fogo, água ou veneno?
— Que pergunta é essa?
— Resposta errada. Tenha um bom dia. -desligou.
O elevador despencou do nada, numa velocidade em que os números diminuíam rápido e inevitável ao destino. Porém, em vez de sentir o baque e a morte eminente, o elevador inesperadamente passou do zero e estava contando em negativo, quando parou.
E uma nova mensagem ao lado do espelho.
“Você tem duas escolhas : Viver ou Morrer”. Aquelas mensagens sinistras
continuavam. Devia ser um trote ridículo de alguém do trabalho. O celular tocou outra vez. — O elevador abrirá agora, vá para o corredor adiante. - o funcionário fez como
mandado.
Diante dele haviam cinco portas, duas de cada lado e uma logo adiante.
— Existem quatro portas. Escolha entre elas.
— Deve haver um engano, eu vejo cinco portas. — Não há a quinta porta. Faça como informado. - o sujeito não parecia muito humorado, o empregado resolveu ir na dele e escolheu a primeira porta do lado direito. A
maçaneta abriu sem tocar nela. Seguiu por um corredor em penumbra. Ligou o interruptor e caminhou adiante. No final encontrou uma lata de atum, isqueiro, uma caixa de agulhas,
uma garrafa d'água e veneno pra ratos. — Pegue apenas um objeto. Ele será útil adiante. - fez conforme exigido. Se era
apenas uma brincadeira, era sem graça. Tomou de um isqueiro e aguardou novas instruções. — Aquilo que escolheu é e não é. Servirá pra te salvar e pra te punir. Certeza de que prosseguirá com esse objeto?
— Já estou cansado. Esse trote foi longe demais. — O mesmo está aqui. Ele portará o mesmo instrumento escolhido. - pareceu se referir ao "mesmo" como uma pessoa.
— Como reconhecerei “o mesmo”?
— Ele virá como sua imagem. Portando o objeto que usará para matá-lo.
— Só quero ir embora. — Ele também. Siga as instruções e sobreviverá. Caso contrário… Sem mais interrupções, volte para o elevador e siga em frente.
— Na quinta porta?
— Não existe quinta porta.
De volta ao corredor o elevador estava à frente. Estranho que antes se encontrava
na posição diferente.
— Quem é você? — Eu não sou. Aquele que é, está vindo. - sem delongas, tratou de sair dali com o isqueiro em mãos. No elevador tentou ir para o térreo. Verificou a mensagem ao lado do
espelho. "O tempo está acabando". — Nesse momento use o isqueiro e espere o elevador subir. - o empregado sentia-
se num universo à parte, mas, decidiu viver e sairia dali pra nunca mais pisar em elevadores.


— Vá rápido para a quinta porta que encontrou antes. — Pensei que não existisse. - nada respondeu. No visor, o tempo da ligação não corria. Era bizarro demais. - Com quem estou falando? — Mesmo. - a voz soou cadavérica e o celular esquentou de uma forma nunca vista antes, queimando sua mão, sendo largado no chão e derretendo logo em seguida.
Apertou violentamente o botão do térreo e rezou para que voltasse ao mesmo corredor. Pra sua sorte retornou aonde existiam as quatro portas, e para seu espanto, a
quinta sumiu, não existia mais. Foi aí que notou algo terrível. Seja lá quem for, quem ligou pra ele deve ter sido o tal do “mesmo”. Vai saber se a quinta porta seria na verdade a saída desse inferno. Ouviu rangeres de correntes e quando olhou para o elevador, já bem
à distância encontrou uma réplica perfeita de si mesmo.
Paralisado diante da aparição que vinha andando calmamente e em suas mãos o isqueiro que estava nas mãos do empregado. Sua intenção assassina era bem visível.
Tentando fugir do clone ou seja lá o que for, correu para onde deveria ter a quinta porta e nada encontrou. Dirigiu-se para a segunda porta do lado direito e correu até não poder mais em um longo e estreito corredor que acendeu de imediato uma imagem vinda do
isqueiro do clone logo adiante.
— Por que? - disse chorando. — Mesmo. - apenas respondeu dessa forma, usou o isqueiro e dirigiu as chamas para o próprio corpo. De repente o funcionário sentiu-se pegando fogo à medida que o mesmo se incendiava. A sensação era horrível, procurou escapar retornando por onde veio e ao abrir a porta deparou-se com ele mesmo fugindo do monstro clone. Cada vez mais confuso, encontrou a quinta porta. Tentou escapar enquanto as chamas ainda não haviam se alastrado em si. Atrás da porta vinha uma luz fantasmagórica. Sem hesitação
saltou para a luz e…
De volta ao elevador, suas roupas chamuscadas, diante de si quando viu se tratar de um espelho. E na placa “O mesmo está aqui”. Desesperado, socou o espelho, os cacos tingiam o piso de vidro, as mãos ficaram ensanguentadas e em seguida passou a bater em si, como se lutasse com uma espécie de fantasma. Esmurrou-se até a
inconsciência. Ao acordar, imaginou tratar-se de um mero pesadelo. O espelho inteiro, na placa havia apenas a mesma mensagem a respeito de verificar se o mesmo encontrava-se parado no lugar, algo comum. O elevador agora saía do oitavo andar e prosseguia até o térreo. As portas se abrem e um cenário pitoresco se desvela. Um corredor cheio de
elevadores. De cada um deles aparece uma cópia sua e todos dizem apenas uma coisa que foi capaz de gelar seu corpo em instantes, seu coração parar de imediato e tombar ao chão: “Mesmo”.

Por : Lord Dragon
Criado em 13/10/2019

A Defesa dos Livros

─ Vamos Arnaldo. Eles estão chegando!

A Vila estava preparada para o ataque. Todos estavam com seus livros e se posicionavam na janela. 

Muitos esperavam ansiosos para saberem qual o tipo de criatura que viria. 

A nuvem escura relampejava as criaturas apareciam com os barulhos do trovão. 

Eram muitos tipos de criaturas aterrorizantes. Cada uma delas estavam com muita sede e vontade de lutar. 

Mais de 400 criaturas atacavam aos poucos. 

elas passaram na rua onde as casas estavam com as janelas abertas. 

Coforme o batalhão de criaturas invadia as ruas, todos mostravam os seus livros. 

As criaturas eram sugadas para dentro de cada livro que falava sobre elas. 

Muitas criaturas foram criadas por escritores nacionais e a vila tinha uma imensa biblioteca e a cada ano nesse dia, todas as criaturas apareciam para devastar a Terra. 

Conforme elas passeavam nas ruas eram sugadas pelos livros. 

Era uma luta perigosa pois a cada ano, novas criaturas apareciam nos livros e a noite havia apenas começado. 

Ao conseguirem derrotar a maioriia das criaturas, restou apenas uma. Ela era um grande pássaro com fogo azul e cuspia bolas de fogo destruindo muitas casas. 

Ninguém tinha esse livro. 

A criatura estava destruindo tudo. 

Foi quando uma senhora apareceu no meio da rua. Ela mostrou o livro e a criatura desapareceu. 

Ela entregou o livro para o lider da vila e disse para guardar em sua biblioteca ela disse que o livro foi lançado hoje. E logo em seguida desapareceu.

O lider olhou o livro e levou até a biblioteca. 

Este conto é homenagem para o Dia da Literatura Nacional. 01 de maio.

História motivada, elogiada e revisada pela artista cultural e escritora Maria Ferreira Dutra 
Escrito por Adriano Siqueira
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Origem do Dia da Literatura Brasileira

O Dia da Literatura Brasileira é uma homenagem ao aniversário de um dos mais importantes autores do Romantismo Brasileiro, José de Alencar.