Livro Luar de Sangue da autora Dione M. S. Rosa

Livro Luar de Sangue da autora Dione M. S. Rosa
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Capítulo Final - por Stefany Albuquerque


Uma Vampira na Cidade - Capítulo Final - por Stefany Albuquerque



Seu sangue ruim, de gosto amargo encheu-me de sede.
— Quero mais.
Minerva me olha assustada.
— Como ousa...
Antes que ela termine de falar eu interrompo.
— Chega dessa baboseira, já estou cansada de ser boazinha. Eu quero ver sangue escorrendo por entre os meus dedos.
Dri fica atento nos olhando.
— Não se preocupe querido é melhor que fique ai, e bem caladinho. Agora vou fazer o que eu deveria ter feito há muito tempo.
Corro em direção a Minerva, ela começa a rosnar para mim.
— Rosnar não vai fazer você escapar de mim.
A agarro pelo braço e a derrubo no chão, rapidamente ela passa suas garras em minha perna, fazendo um enorme corte.
— Ai!! Sua vaca! Rasgou minha meia calça nova, vai pagar por isso.
Alguns homens aparecem e Henrique também.
— Vejo que estão ocupadas.
— Solte o Dri e se virem com o resto Minerva é minha.
Henrique luta com alguns homens os levando até o corredor. Ele volta e começa a arrebentar as cordas que prendem Dri.
— Como sempre eu tenho que te salvar.
— cala a boca, já fiz muito por você também.
Os dois saem em direção o corredor enquanto eu e Minerva nos pegamos no chão.
— Vamos acabar com isso logo.
Minerva me empurra com força fazendo com que eu bata a cabeça na parede. Ela se levanta e ergue suas mãos, um vento forte começa a tomar conta do lugar. A porta se fecha e as janelas também.
— Sente o vento cortante, vou acabar com você de uma vez por todas.
— Não, se eu acabar antes com você.
O vento fica mais forte, ela gesticula suas mãos em minha direção, o vento troca de rumo vindo em minha direção. Não podia me mecher, o vento chegava a fazer cortes em meu rosto e em meu corpo.
Ela começa a rir e adverte:
— É inútil lutar com uma deusa como eu, você é apenas uma vampira qualquer. Uma mestiça de sangue sujo.
O vento começa a mudar de curso novamente. Ela me olha assustada.
— O que está acontecendo?
Ela mira novamente para mim, mas o vento tomou seu próprio curso, ele girava em círculos em volta de nos. Levanto devagar com a cabeça baixa.
— Você me subestima demais Minerva. Só precisava ouvir de você tais ofensas para declarar a sua sentença de morte. Não imaginou o poder que tenho em minhas.
Ela começa a andar para trás até encostar-se à porta, ela tenta abri-la mais está trancada e o vento a impede de tocar na maçaneta.
— Deixe-me sair Morticia! Sou a mãe de minha espécie! Não pode me matar!
— Não ligo.


Seguro rapidamente suas mãos as colando na parede. Ela fica se debatendo, mas quanto mais ela se meche mais o vento a machuca.
— Pare Morticia posso dar a você o que você...espere... O que há com seus olhos? Estão vermelhos. Você...
Antes que ela termine.
— Sim eu estou furiosa, e como você disse o Demônio que á dentro de mim esta aflorando. E quer ter um a conversinha com você.
Começo a irradiar calor, minhas mãos começam a ficar quente. Ela começa a gritar, logo ouço batidas na porta.
— Morticia o que está acontecendo ai?
— Não se metam em meus assuntos.
— Querida não pode matá-la.
— Posso! está me subestimando?
Começo a queimar mais os braços de Minerva ela cai de joelhos no chão. Largo suas mãos e agarro seu pescoço.
— Escute bem sua vaca, não tenho piedade nenhuma com você, merece morrer, mas tenho um trato e esse trato requer você viva. Mas ninguém mencionou... inteira.
A agarro pelos cabelos e jogo no chão novamente, ela cai com o rosto no chão. Antes que ela se levante. Dou vários pontapés em seu estomago.
— Morticia! Pare! Vai matá-la.
Ergo minhas mãos e canalizo o vento.
— Nunca mais vai esquecer desse sangue ruim.
O vento se direciona a Minerva. Fazendo vários cortes em seu rosto e em seu corpo todo. Ela desmaia.
A porta se abre e Dri e Henrique ficam a me olhar.
— Morticia o que houve com você?... Seus olhos.
— Dri eu...
Caio no chão inconsciente.



— Ela ainda está desacordada?
— Sim Henrique e acho que foi pelo esforço que ela teve em acabar com o seu “amorzinho”
— Não é hora para ironias. Estamos bem e é isso o que importa.
— Mas será que ela está bem, faz mais de 12 horas que ela não acorda.
— Minerva também, falando nisso meus homens chegaram. Eles vão levá-la para um laboratório para ver se conseguem um herdeiro. Depois disso Minerva vai ser presa e entregue ao chefe do clã dessa cidade.
— E o que acontece depois?
— Não sei. É decisão deles. É meu amigo parece que você vai continuar virgem.
Henrique sorri.
— Não sou virgem. E você não tem nada a ver com isso.
— Não, mais eu tenho.
— Morticia!
— Não tem nem como descansar aqui, vocês passam o tempo todo discutindo.
— Você está bem Morticia?
— Acho que sim Henrique.
— O que te fez desmaiar?
— Dri a sua voz fez com que eu parasse. Isso me fez desmaiar.
— Bom, eu só fiz o que devia fazer.
Henrique se manifesta.
— Morticia temos que conversar a sós.
— Dri pode ser sair por alguns minutos?
— Não, sei não, acho melhor eu ficar.
— Saia logo seu virgem.
Dri e Henrique ficam se encarando por um tempo.
— Dri depois nos conversamos, deixe-me com Henrique.
— Só vou porque ele pediu.
Dri sai do quarto e fecha a porta.
— O que foi Henrique.
— Meu trabalho acaba aqui, meu clã arrumou confusão com alguns clã de vampiros e tenho que ir.
— Achei que você morava aqui.
— Não, aqui é apenas um lugar memorável.
— Como assim?
— Você se lembra do verão que passamos aqui?
— Verão? Humm. Sei... Quando tivemos de lutar contra bruxas. Foi um verão maravilhoso.
— Essas são as lembranças que guardo de você meu amor.
— Amor?
— Sim, amor.
Desconverso.
— E Minerva? Ela morreu?
— Não, mas você a deixou bem ferida, meus homens a levaram para um laboratório. Como havíamos planejado.
— Então, acabou.
— Sim.
— Bem... Acho que agora posso descansar em paz.
— É... Você ainda tem o chip. Use-o para se proteger. Mas não confio no Dri, ainda acho que sou melhor que ele.
— Talvez, mas quem disse que o que eu quero é o melhor?
— No fundo eu sei que você me ama. Temos muito mais que uma simples historia, temos uma vida.
— É o que você espera que eu diga? Que não o amo? Eu o amo sim. Mas meu coração já não pertence mais a você querido.
— Agora Dri é o seu amor?
— Dri, assim como você, não tem apenas uma simples historia comigo, não foi ele que veio até mim e sim eu que fui até ele. Ele faz parte de minha vida há um bom tempo, eu o desejo. Quantas vezes já não nos encontramos? Eu, você e ele? Dri é o meu escolhido.
— Sabe que ele é livre para seguir suas escolhas, ele pode te deixar.
— Se isso acontecer, vou ter você.
— Será? Tenho minhas duvidas.
— Por um momento, enquanto você se fazia de servo da Minerva, achei mesmo que havia me abandonado e desistido de mim. Mas depois que você me deu a faca, as coisas mudaram. E vi que jamais você iria me abandonar. Sei que já está cansado de correr atrás de mim, de esperar uma resposta que não vai ter. Mas veja bem, não é melhor assim? Você me tem em seus melhores momentos. Eu sempre vou ser sua Henrique, mas não posso entregar tudo de mim a você. Meu coração pertence ao Dri.
Ele derrama lagrimas.
— Nunca havia me dito tais coisas, Morticia. Por um lado eu até concordo com você, mas um dia ainda vou ter seu coração de volta para mim. E isso é uma promessa.
Ele me beija tão forte que arrepia minha pele, suas mãos selvagens passeiam pelo meu corpo e me  aperta ao seu.
— Não vá muito longe querida. Quero estar lá quando precisar de mim.
— E vai estar.
Ele me beija novamente e sai em direção a porta.



Dri aparece, me olhando com o canto dos olhos.
— O que foi?
— O que foi? Até parece que não sabe.
— Vai começar o ciúmes, ele foi embora Dri.
— Será? Por que eu estive pensando, ele sempre está onde nos estamos.
— Pura coincidência.
— Não acho. Você não tem jeito. Sempre quer mais.
Levanto e deixo o lençol cair, meu corpo fica completamente nu. Vou em sua direção.
— É... Eu sempre quero mais. Vamos tirar essa virgindade de novo?
Sorrio.
— Morticia... Não tem graça.
— E quem disse que é para ter? Eu não quero graça eu quero ver você sem graça.
— Eu ainda estou bravo com você...
Passo minhas mãos em seu peito descendo aos poucos até chegar em sua barriga. Ele me segura em seus braços.
— Ah... Quer saber... Esquece.
Ele me beija e aos poucos me leva para cama, deita sobre meu corpo. Então ele diz:
— Esquece,... Porque agora eu quero você.


Fim




Agradecemos a leitura desta saga e esperamos que tenham apreciado. 
Está história foi produzida da seguinte forma. A Stefany escrevia uma parte e eu lia para ela e assim foi sendo produzido. Nos lemos e comentamos juntos todos os capítulos. Foi uma forma de ficar atento as passagens da história. Abraços e obrigado para todos vocês. 
Adriano Siqueira e Stefany Albuquerque


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 13 - Adriano Siqueira

Uma Vampira na Cidade - Parte 13 - Adriano Siqueira




Estou subindo as escadas com cuidado, pois podem ter muitas armadilhas. 
Com a minha sorte habitual, agora Minerva está com uma aliada. Uma bruxa que tem muitos poderes. E eu ainda não posso acreditar que o Dri tem a alma pura por não ter feito relações sexuais quando era humano. Parece contos de fadas. Um príncipe encantado que Minerva quer, de todo o jeito possível, para gerar uma nova geração de criaturas noturnas. 
Pelos barulhos que estou ouvindo lá embaixo no salão, Henrique estava fazendo uma verdadeira festa para chamar a atenção dos seguranças enquanto estou aqui... nas escadas que...

De repente, do chão, sai uma metralhadora ligado a uma geringonça mecânica que atira sem parar. Eu pulo e me agarro no teto. A metralhadora não consegue mirar por eu estar em cima. Quem construiu a metralhadora não pensou em criaturas noturnas que andam no teto e nas paredes. Pulo na arma e arranco todas as peças dele para não ferir mais ninguém. 
Continuo meu caminho. Ouço vozes. A bruxa e a loba já devem estar fazendo os preparativos. 
A porta estava aberta e Dri estava consciente e amarrado em um altar. A bruxa movimentava uma faca que flutuava através de feitiçaria e ficava passando por cima do Dri. Brincava com seus movimentos espetando-o as vezes,... enquanto isso e a Loba Minerva estava sem roupas esperando o momento para entrar em ação com o Dri. 

Me escondo por trás da porta para tentar interferir de alguma forma com este ritual e também formulo um plano para pegar uma de cada vez.  
Tento entrar em contato com o Dri mas ele estava atento apenas com a faca espetando algumas partes do seu corpo. 
Conto com a sorte e com o Dri para distrair as vacas enquanto eu me preparo. Até que ele se pronuncia.

— Espera ai um pouquinho! Pode parar tudo! Esse negócio de Lord Virgem já deu no saco. Eu já conheci muitas vampiras e bruxas. Está certo que loba é uma novidade no mercado, mas eu até posso me esforçar. Porém... Tenho um problema....
A Loba enfurecida pergunta gritando:
— Problema? não vejo nenhum problema!
— Minerva... Leva na boa... mas você não me dá barato.
— Eu? eu o que?
— Não rola entende? não sinto uma química. 
Minerva olha para Sharazi e pergunta:
 — Então bruxa? Você tem afrodisíacos? Mandrágora?  Viagra para Vampiros?
— Não se preocupe Minerva... com minha magia ele estará no ponto para você.
Dri revida: 
— Ah tá bom que eu vou ficar excitado por essa loba... é bem mais fácil eu ficar excitado por aquela porta...
Quando o Dri aponta a porta ele me vê e eu peço para ele ficar em silêncio. Ele desconversa rapidamente.
— Talvez... Não estou dizendo que pode dar certo... Se a Minerva colocar uma roupa de uma secretária bem sexy... bom ai talvez...
Sharazi joga um feitiço em Minerva e mostra toda a forma de uma mulher encantadora e excitante. Dri comenta prontamente:
— Oi Prazer. Pode me chamar de Dri... sem mais delongas... venha me conhecer melhor...

Ele olha pra mim com um sorriso e eu fico ameaçando ele prometendo dar um murro na sua cara assim que tudo terminar e ele engole seco e tira o sorriso da cara.
Olho para o corredor para ver se o Henrique aparece, mas não tem sinal dele. Então olho para o Dri e peço para atrair a bruxa até a porta. E ele entra em ação.
— Olha Bruxa... Não deve nunca ter visto uma loba com um vampiro né? ainda mais nossa hora tão... quente. Então eu peço para procurar urgente um lugar seguro sabe... bem perto daquela porta por exemplo. Assim você sai apenas com sua vassoura descabelada, mas pelo menos sai inteira.
— Eu iria descordar de você Lord Virgem... mas tem razão... ainda desconhecemos as forças que vamos chamar nesta noite. Uma vez que eu invocar o ritual, não terão como parar até que vocês concluam a tarefa.

Dri sorri e logo diz:
Essa eu tiro de letra e ainda vai dar tempo de assistir em vídeo dos melhores momentos desta festinha e espero que gravem tudo em DVD, pois será sucesso na Sex Shop. Yea!

A Bruxa pega o livro de encantamentos e vai até a a porta e fica de costas para mim. Quando ela começa a falar o encantamento e começa gesticular seus braços... eu a agarro e mordo sem piedade o seu pescoço.








continua...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 12 - por Adriano Siqueira


Uma Vampira na Cidade - Parte 12 - por Adriano Siqueira



Para completar o dia Minerva fugiu. Henrique e o Dri estão feridos, mas inteiros. Eu ainda tenho que desvendar o mistério do homem virgem que a Minerva quer encontrar para reinar com ela.
Henrique disse que iria pedir ajuda de uma bruxa. Isso sim completa o meu dia de estresse.
—  Henrique! O que sabe sobre a bruxa? e como podemos usá-la para localizar Minerva.
—  Morticia a bruxa que chamei é muito antiga. Ela conhece todos as criaturas sobrenaturais e pode nos ajudar a encontrar a Minerva e ainda nos ajudar a derrotá-la.
—  Não confio muito em bruxas. - Dizia Dri.
—  Mas você foi ajudado por uma faz muito tempo. Nem todas são más Dri. Henrique faça o seguinte. Leve-nos a bruxa para falarmos com ela.
 —  Tudo bem mas mantenha este vampiro apaixonado longe de mim.
—  Henrique! Tente segurar no pescoço da Morticia novamente e eu empalo sua cabeça e coloco na minha sala.
—  Vou dizer uma coisa para vocês dois... Dri e Henrique... Não transformem o meu dia pior do que já está, ou eu juro que eu serei muito, muito cruel.
Dri e Henrique engolem seco e desconversam por algum tempo. até que o Henrique me diz:
—  Vou levá-los até a bruxa.



Quando chegamos em uma casa noturna eu pergunto.
—  Tem certeza que ela está aqui Henrique?
—  Sim! A bruxa é proprietária de muitas Casas Noturnas da cidade.
—  Pelo menos ela tem estilo. - Dizia o Dri olhando para as estátuas de cavalos soltando fogo pelas narinas.
Vejo o Henrique dizer uma senha para o segurança da Casa Noturna e ele nos deixa entrar. O local estava cheio. Subimos um andar e tinha uma enorme sala. Na mesa uma mulher toda de preto e ela tinha olhos azuis. Os seguranças fecham a porta e Henrique nos apresenta.
—  Sharazi estes são Lord Dri e Lady Morticia.
—  Eu sei bem quem eles são Henrique... Como também sei o que querem... Meu preço é alto para isso. Não arrumaria encrenca com Minerva sem antes saber se estou em vantagem.
Eu vejo algo estranho naquela bruxa. O ela não está sendo absolutamente sincera ou está escondendo muita coisa... Se eu pudesse chegar mais perto, poderia ter uma ideia do que ela realmente é... mas a mesa está protegida com alguma defesa que não consigo penetrar. Ela me olha e sorri...
—  Conheço seus poderes Morticia. No momento não é oportuno que descubra quem sou... Mas minha amiga vai gostar de saber que estão aqui.



Vejo Sharazi abrir uma porta e Minerva estava lá. Eu tento reagir mas Uma parede de fogo é erguida em nossa frente e também na porta de saída. Ficamos presos entre elas. Dri comenta.
—  Henrique, você tem realmente tem amigos adoráveis.
—  Cala boca vampiro. Eu não sabia que estavam juntas. Por que não cria um plano B enquanto a gente distrai as duas?
—  Eu prefiro reagir do que criar planos, sua bola de pelo.
—  Essa bruxa não parece com as que conheço... ela não disse nenhum encantamento para criar estas paredes de fogo. Deve ser bem poderosa, mas logo eu darei um jeito nela.
Olho para Sharazi e digo:
—  E o que você vai ganhar ajudando Minerva?
—  Vou me vingar é claro. Este vampiro que vocês trouxeram é o Lord Dri. O amante da minha Irmã.
Dri fica nervoso e responde:
—  Então foi você que entregou a própria irmã para ser queimada? Só por eu não querer nada com você, resolveu destruir o nosso castelo. Lady Shy morreu mas eu vou agora me vingar mandando você para o inferno.
—  Não seja tão metido Lord Dri. Não foi por ter me recusado que eu entreguei vocês... foi para reinar aquele lugar que já estava cheio de problemas. Quando minha irmã foi queimada e você sumiu. Eu assumi o reinado e dominamos muitas terras. Mas estou aqui hoje especialmente para entregá-lo de bandeja para Minerva.
Eu fico furiosa e entro na conversa.
—  Como assim Sharazi? Como o Dri seria útil para os seus planos.
—  É algo que você não sabia não é Mortícia. Seu Lord era um caçador antes de ser mordido...
—  Mas isso eu já sabia.
Henrique começa a rir e o Dri coloca sua mão no rosto e abaixa. Eu pergunto:
—  Por que está rindo Henrique?
—  Não sacou Morticia... O grande Lord Dri era virgem antes de se transformar em vampiro. Os caçadores daquela época faziam votos de celibato para não cair na tentação dos seres noturnos...
Eu Ri... Olhei para o Dri e perguntei.
—  É verdade meu querido Lord virgem?
—  Então  Ah... bom agora sim tenho dois motivos para acabar com essa bruxa.
—  A lei é que uma criatura noturna com alma virgem seja escolhido para o acasalamento com a rainha... mas é claro ele, depois, não será mais útil.
Henrique ri, olha para a morticia e comenta.
—  O Lord Virgem está bem cotado com as moças.
Eu riu mas a situação precisa ser resolvida logo porém o Dri pronuncia.
—  Liberte-os e serei de vocês.
A bruxa diz com frieza.
—  Matamos os dois e depois você grande e eterno virgem Lord Dri.
—  Que título heim Lord Virgem! Belo slogan para as suas futuras histórias que serão lidas pela criançada. ha ha ha.
—  Hoje não é meu dia.
Eu disse sorrindo.
—  Querido Dri. Até que eu achei romântico.
—  Calem-se!! - Sharazi balança os braços e desliga a parede de foto do Dri e o leva para o terceiro andar junto com Minerva e diz.
— Leve o Lord Dri para os meus aposentos no terceiro andar e eu cuidarei para que ele seja a criatura que escolhi para ter um herdeiro. Se ele se comportar eu posso perdoar seus amigos e os libertar.
—  Não se atreva a colocar as mãos nele.




Minerva e Sharazi sobem as escadas e deixam os prisioneiros a sós.
Existem extintores de incêndio na sala. Se eu pudesse acioná-los com minha mente talvez eu pudesse reverter a situação. Mentalizo muito até que finalmente os extintores começam a ligar e as mangueiras se agitam de forma eficiente até que todos ficarem livres.
—  Foram para o terceiro andar. O ritual deve começar. Logo.
— Não é algo que se pode dizer trágico, já que o Dri vai curtir a sua virgindade humana.
— Ele é o meu Dri. Não vou deixar aquela vaca peluda tocar nele. Vamos fazer uma festa nesta casa noturna para tirar a atenção dos seguranças enquanto eu as enfrento.

Continua...

Uma prequel sobre a história "Uma Vampira na Cidade" sobre Minerva.



Olá pessoal,

Uma nova prequel da História "Uma Vampira na Cidade" foi criada pelo autor.
Victório Anthony Ele fala sobre a personagem "Minerva" vale a pena uma conferida.

Acesse o link abaixo para ler a história -
http://victorioanthony.blogspot.com.br/2012/10/devils-drink-28-cacada.html

Uma Vampira na Cidade é uma história feita em capítulos e está sendo escrita por Stefany Albuquerque
Morticia Naghtshade ) Adriano Siqueira





terça-feira, 16 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 11 - por Adriano Siqueira

Uma Vampira na Cidade - Parte 11 - por Adriano Siqueira



Não importa o quanto a natureza pode mostrar suas belezas e perigos. Sempre ela vai surgir para deixarmos alertas de quem realmente manda no mundo é ela. A natureza pode mudar o mundo em pouco tempo e tudo que a gente conhece hoje já não existirá amanhã. Por isso quando vejo meus amigos e Minerva tentando ser a dona deste mundo... vejo que... mesmo que ela consiga. A natureza vai destruí-la. Como já aconteceu antes. O poder faz com que as realezas fiquem cegas e quando chega a destruição eles lamentam por só pensarem no poder. Tudo isso passa por minha mente enquanto me recupero da dor do aperto no pescoço que o Henrique me deu.

Ele agora anda para o encontro da Minerva e beija a sua mão.
Estou de joelhos. Me recuperando. Tento distrair a atenção deles para me fortalecer.




— Nunca vai vencer Minerva. Não importa com quem estará. Você sempre será uma fracassada.
— Ha há há! Você está de joelhos Morticia e ainda tem a petulância e a audacia de dizer que não vou vencer? Olhe quem está ao meu lado. Henrique... seu amigo... talvez amante. E olhe ali amarrado e indefeso... O “poderoso” Lord Dri. Pense bem nas suas próximas palavras que irá dizer, pois podem ser as últimas.
— Então por que não sai deste troninho de debutante e luta comigo? Por que não mostra ao mundo o seu poder lutando comigo? Todos aqui estão cansados de ouvir você dizer que é “última bolacha do pacote”. E quer saber? Para mim você é uma vaca petulante com síndrome de Cinderela. Esperando seu Príncipe Encantado que nunca virá. Uma vadia piriguete que só quer aparecer com uma coroa na cabeça. Vem aqui enfrentar uma mulher de verdade. Uma mulher que sabe muito bem colocar as vadias como você no lugar.
— Como ousa se dirigir a mim com estas palavras sujas sua imunda! Se prepara que vou arracar todos os fios do seu cabelo e lustrar a sua cabeça com a minha bota.
— Então vem! Vem que quero chutar a sua bunda siliconada tão forte que vai subir por seus peitos!

Minerva estava enfurecida. Se levantou com suas garras a frente. Se eu queria uma encrenca eu acabei de conseguir. Henrique não se moveu. Apenas sorriu e cruzou os braços. O Dri estava inconsciente. Alguem precisava acordá-lo e acho que sei como fazer isso.

Minerva agarrou meu pescoço e eu soquei várias vezes a sua barriga, depois segurei minhas duas mãos e levantei para cima me livrando das suas mãos. Finalmente pulei e dei várias piruetas no ar até chegar no Dri.
Dei um tapa nele e ele abriu os olhos. Ficou olhando para os lados tentando entender o que estava acontecendo e eu gritei.

— Me ajuda Dri!

Ele rolou para os lados tentando se livrar das cordas que o amarravam. Henrique estava correndo para impedir que ele se soltasse, mas era tarde. Dri agarrou o Henrique e o jogou para longe. Eles começaram a brigar com muita vontade.

Minerva me agarrou por trás e colocou seu braço no meu pescoço. Segurei seu braço e abaixei indo para trás e empurrei seu corpo para frente. Ela caiu e coloquei minhas duas pernas em seu pescoço. Henrique joga uma faca de prata em minhas mãos e corre para evitar que o Dri perceba e estrague o plano mas o Dri começa a socar o Henrique com fúria enquanto eu tento enfiar a fala de prata no peito da Minerva. Ela me segura e grita.

— Me mate... mas o Lord Dri mata o Henrique antes. Dois amigos... o que vai fazer? Vai me matar e dar tempo para que o Henrique morra? Veja como o Lord está furioso com ele.

Ela tem razão. Dri está insano. Ele vai matar o Henrique em pouco tempo.

Largo a Minerva e vejo o Dri prestes a dar o golpe fatal no Henrique.

Eu o empurro para a parede e bato a sua cabeça várias vezes... Ele começa a sangrar.

— Henrique é inocente Dri. Era só um plano para matar a Minerva.
— Não!! Eu vi ele te bater. Ninguém toca em você sem pagar.

Ele estava louco... eu preciso usar meu poder nele.

— Olhe pra mim Dri. Olhe bem fundo nos meus olhos.

Vejo ele olhar pra mim... começo a ver o seu passado e a contar para ele.

— Você era um bravo caçador... iria matar os vampiros da sua região. Foi até o castelo e tentou pegar o mais poderoso Matheus. Mas ele era esperto e você foi pego de surpresa ... Ele prendeu você e como maldição o transformou em um vampiro. Matheus fugiu do castelo mas disse para todos da aldeia que você era o vampiro que matava todos por lá. Você fugiu. Foi para um outro reino. Fraco... foi salvo por uma Bruxa. Shyenne. Ela deu abrigo no seu castelo e viveram por lá algum tempo... até a irmã dela chegar no castelo e tentar seduzi-lo, mas você a negou e como vingança ela entregou vocês para os humanos que raptaram a Shyenne e a enforcaram... Eram muitos... você sofreu... correu para ter forças para se vingar mas naquela noite tudo estava escuro e chovia muito. Os raios apareceram e você foi transportado para o século 21 tomando o lugar de um humano... Desde então você passou a usar o nome de Lorde Danny Ray I, mas assinava como Lord D.R.I. Tentou comprar um castelo e teve que sofrer por uma semana enfrentando várias vampiras. Mais tarde uma deusa veio ao mundo para transformar você em Rei, mas você recusou. Foi ai que eu o conheci. E hoje você assim... meu... sempre meu....
 
— Seu...

Parece que ele voltou ao normal. Eu o largo e ele cai no chão... olha para baixo e diz.

— Eu não consigo mais segui em frente. Acho que vou precisar sempre de você por perto.
— Sempre que quiser. Agora vamos ver como está o Henrique.

Minerva havia sumido. Mas Henrique estava lá. Consciente e inteiro.

 
Continua.

Uma prequel sobre o universo "Uma Vampira na Cidade"

O sucesso da história "uma Vampira na Cidade" trouxe novos escritores para falar da personagem Mortíicia e Uma "prequel" do universo foi feita pelo autor Victório Anthony sobre a personagem Morticia Naghtshade - vale a pena a leitura.

Confira a Prequel no link abaixo
http://victorioanthony.blogspot.com.br/2012/10/devils-drink-27-ha-muito-tempo.html




quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - parte 10 - Stefany Albuquerque

Este capítulo foi escrito por Stefany Albuquerque - facebook da autora: http://www.facebook.com/morticia.naghtshade



Parando com o helicóptero em um terraço, descemos até o primeiro andar de um prédio abandonado para resumir nosso plano. Havia uma janela com cortinas um pouco rasgadas e nenhum móvel.
— Não creio que isso vá dar certo, mas também não custa tentar. Laboratório, departamento? Quem seria capaz de fazer isso?
Henrique responde:
— Bom, não exatamente um cientista, mas podemos contar com alguma bruxa.
— Bruxa? Ta falando serio porque não é de seu feitio querer ajuda desse tipo.
— Estamos preste a entrar em uma guerra e você recusa ajuda.
— não estou recusando nada Henrique... Ah... Quer saber! Não temos alternativas.
Dri vai até a janela e avista dois homens armados.
— Pessoal! Acho que temos companhia de novo.
Henrique e eu vamos até a janela também.
— São apenas dois homens. Não acho que seja muita coisa. Deixe comigo meninos eu acabo com eles num piscar de olhos.
— Não! Deixe comigo, acho que estão aqui para nos dar um recado. Minerva não é tola de mandar apenas dois homens para nos enfrentar. Se escondam!
Olho para Henrique com raiva e pergunto:
— E você sugere aonde ô sabichão?
Ele olha para os lados e responde:
— A janela tem uma beirada boa, podem se esconder ali.
Dri comenta:
— É isso que dá confiar no “homem macaco”.
Henrique começa a rosnar para Dri.
— Ai... Que ódio de vocês. Vamos logo Dri.
Dri e eu pulamos para a beirada da janela, Dri para o lado direito e eu para o lado esquerdo. Henrique fecha rapidamente as cortinas da janela.
— Quietos!
— Fácil falar quando não é você que está aqui em meu lugar.
Ele sorri.


Como vou deixar que esses dois me ajudem quando nada do que eles fazem dá certo? Não deveria ter colocado nenhum deles neste jogo.
Olho para um prédio que está a nossa frente, há uma academia só para mulheres. Elas começam a olhar para Dri que está sem camisa e com o cinto e o zíper aberto da calça. Então olho para ele e falo baixinho.
— Dri! Olha para sua calça.
— Que?
Aponto para a sua calça. Ele olha e tenta se equilibrar para fechar e não cair. As mulheres começam a rir. Ele olha para elas, mas se descuida da calça, deixando-a cair. Elas ficam a olhar e sorrir para ele.
Olho com fúria para ele. Então ouço Henrique dizer que não há nada na janela além de pombos. Com certeza a risada das mulheres chamou a atenção dos homens de Minerva.
Olho para elas e concentro meu olhar. Mentalmente faço com que cada uma volte para seus aparelhos de ginástica, e converso com Dri mentalmente também.
— Seu Puto! Fez isso de propósito. Ai que ódio que eu estou de você.
— A culpa não é minha, tive que sair com pressa, nem deu tempo de fechar o cinto.



Ele ergue as calças rapidamente.
A janela se abre. Então Henrique aparece.
— Venham logo.


Ele estica sua mão para me ajudar a descer. Dri desce sem muita dificuldade. Então olho para ele sorrindo ironicamente.
— Obrigada Henrique querido.
Beijo seu rosto com sensualidade.
Dri fica a me olhar com uma cara de quem comeu e não gostou.
— Então agora ele é “querido”?
— Dri! As meninas da academia querem te ver novamente sem calças.
Ele me olha enfurecido.
Henrique comenta:
— Vamos deixar essa briguinha de casal para outra hora. Os capangas de Minerva como havia presumido, vieram apenas para dar um aviso. Eles querem fazer um acordo.
— Que tipo de acordo, se ela quer me matar.
— Minerva promete não te matar, mas quer que você entregue o verdadeiro chip para ela.
Dri pergunta:
— Como ela ficou sabendo sobre o chip?
— Eu não sei, mas sei que ela sabe sobre ele agora. ela quer a cabeça do conselho em suas mãos, principalmente a de quem a ordenou para matar você.
Olho intrigada para Henrique.
— Não entendo o porquê dela querer isso agora.
— Minerva não quer morrer. Tem o sangue puro e não é qualquer homem ou lobo que pode engravida-la. Tem que ser alguém puro, que jamais tenha tido uma relação sexual com um ser amaldiçoado.
— Isso quer dizer que nem você...
Henrique me interrompe.
— Sim, nem eu posso ter essa honra.
— Honra? Nunca me disse que queria um filho.
— Você também não.


Dri nos interrompe.
— Do que vocês estão falando? Você é uma vampira e você um lobisomem, o que vocês acham que vai sair dessa união?
Respondemos juntos.
— Um “vampiromem”.
Todos rimos e Henrique comenta.
— Vamos parar de gracinha. O assunto é serio.
— É eu sou mulher não posso ter um filho com ela.
Henrique diz:
— Temos que nos unir a ela.
— Não, não e não! Tá maluco? é a minha cabeça que está em jogo. Não posso lutar contra o conselho.
— E por que não? Essa é a única chance que você tem para saber o que eles tanto querem com você.
— Minerva é traiçoeira, não vou deixar que vocês virem reféns dela por minha causa.
Dri se manifesta.
— Acho que as coisas estão indo longe de mais. Minerva é a rainha dos lobisomens por que ela ira querer a nossa ajuda se ela pode atacar sem piedade e ainda vencer a batalha?
__ Morticia tem certeza que á cérebro na cabeça desse vampiro? Porque ele...
Ante que Henrique termine Dri dá um murro na cara dele. Henrique olha enfurecido com o lábio sangrando, entro na frente dos dois.


— Eu vou sozinha conversar com Minerva. Não quero nenhum de vocês comigo, e eu disse nenhum!
Saio rapidamente em direção à janela e pulo, chegando ao chão com perfeição.
As pessoas ficam me olhando assustadas. Olho para uma vitrine e vejo meus olhos vermelhos e meus caninos salientes.
— É... acho que estou pronta para você Minerva.
Saio rapidamente. Indo em direção a um táxi, entro e o taxista me olha assustado.
— que foi nunca viu um demônio pegando um táxi?
Ele balança a cabeça em forma de discordância.
— Ai... Humanos.
Fixo meu olhar nele.
— Vai fazer o que eu mandar, pois hoje eu estou sem paciência. Então apenas faça sem me dirigir uma palavra se quer, só quando eu quiser a sua opinião. Certo?
— Sim senhora.
Olho para o celular e localizo Minerva nele.
— Me leve a fabrica abandonada de roupas.
Até que ela sabe se esconder bem.


Ao chegar ao local, sinto o cheiro de lobisomens por toda parte. Ordeno que o taxista saia sem sequer volte ao local.
Três lobos se aproximam.
— Tem coragem de aparecer aqui sozinha, Lady.
— Sim! Não sou de fugir com o rabo entre as pernas como vocês.
Eles avançam em minha direção. Pego um deles pelo braço e arremesso em direção aos outros dois. Sinto que outros estão vindo por traz de mim, dou um salto mortal por cima de um caindo em cima de outro, arranho seu pescoço fazendo com que ele sangre, outros dois vem em minha direção e me seguram. Eles são fortes.
— Me soltem ou vão chegar queimados no inferno.
Eles me seguram mais forte um outro se aproxima e me dá um soco no estomago. Grito de dor.
Diz um deles.
— Acho que você é quem vai para o inferno.
Levanto a cabeça e olho para ele sorrindo.
— Eu sou o inferno! Bem-vindo!
Começo queimar as mãos dos lobisomens que estão me segurando eles me soltam gritando de dor.
— Dói não é? mas não se preocupe. Eu ainda não terminei.
Seguro os dois pelo pescoço.
— Já perderam a cabeça alguma vez? Acho que não... Querem sentir a sensação?
Eles mal conseguem respirar.
— O que? Não ouvi. Não sabem dizer deixa que eu respondo para você.
Suas cabeças começam a queimar e por seguida seu copo, reduzindo-os em cinzas.
Todos os outros ficam a me olhar e se distanciar de mim.
— Parem todos ai ou será pior.
Eles param e fixo meu olhar neles.
— Já conheceram o inferno alguma vez? Acho que não, sente esse fogo consumindo vocês por inteiro? Ele vai acabar com cada um de vocês aos poucos. Posso dar a você a chance de escolher se querem morrer queimados ou se querem sentir essa força por todo o seu corpo. Eles começam a uivar de dor.
— Acho que não entendi.



Um deles se manifesta.
— Termine logo com isso.
— Será o ultimo então.
Vou até eles e passo minhas mãos no peito de cada um fazendo com que eles queimem até virarem cinzas.
— Acho que só sobrou você.
Chego perto de seu pescoço e mostro meus caninos.
— Sinto cheiro de medo em você.
— Medo é sinal...
Antes que ele termine o interrompo.
— ... de franqueza querido, você não passa de um simples cão, pau mandado da Minerva.
— Ela é a mãe da minha raça e minha mentora.  Devo lealdade a ela, ao contrario de Henrique que se vendeu a sua raça medíocre.
— Devia ter mais cuidado com suas palavras, pois Henrique ao contrario de você, não se rendeu à loucura. Ele sabe que, se Minerva continua-se com o plano de exterminar todos da minha raça, ela estaria cutucando leões com vara curta. E como sempre ela está jogando com você.
— Como assim?
Pego em seu braço trazendo-o com força para trás o imobilizando.
— Vocês todos são peões em um jogo de xadrez. E pelo jeito ela não está sabendo jogar.
Mordo seu pescoço, seu sangue é amargo um pouco atraente para os meus olhos. O deixou quase seco. Beijo seu lábio e ele começa a queimar assim como foi com os outros.

Entro na fabrica, Minerva estava sentada em uma cadeira de vime, com uma coroa em sua cabeça, com os pés descalços e um vestido azul escuro que cobria seu corpo quase por inteiro deixando apenas um decote em seus seios.
O ambiente estava com pouca luz, à única era a que iluminava seu corpo.
— Vejo que se divertiu matando as minhas crianças.
— Se fosse uma boa mãe Minerva, não as deixaria brincar com um demônio.
Ele fica a me olhar.
— Vejo algo diferente em você Morticia, está mudada. Seu cheiro mudou também. Essa parte maléfica que há dentro de você, está tomando conta de você.
— Não existe parte maléfica, eu sou assim e sempre fui.
— Você sabe que Henrique e Dri não poderão te salvar quando se tornar o que você é de verdade.
— Cale sua boca! Não sabe nada sobre mim. Henrique e Dri estão salvos agora. A conversa aqui é de mulher para mulher, mesmo que achando que você não é mulher o suficiente para me enfrentar.
— Não esteja certa de que eles estão a salvo.
As luzes acendem! Atrás dela está o Dri amordaçado e com as mãos amarradas. Ele estava de joelhos tinha alguns lobisomens, mas Henrique não estava ali. Podia sentir seu cheiro, mas eu não o via.
— Solte Dri sua vadia! Lute comigo como uma mulher.
— Gosto de te deixar preocupada querida, sei que está tentado saber por que não sentiu o medo de Lorde Dri, se ele deixa-se que senti-se, iria vir atrás dele antes de ver o que eu fiz com o meu amado.
Ela está falando de Henrique.
— Onde ele está?
Uma porta se abre do lado direito. Henrique aparece sem camisa com uma coroa semelhante à dela.
— ele agora será o meu rei.
— Que você esta fazendo Henrique?
Ele me olha com um olhar tenebroso.
— Estou escolhendo o meu lado. Deveria escolher o seu também.
Henrique está muito diferente. O que essa Bruxa fez com ele.
— Henrique está louco? Por que está agindo assim? Essa Bruxa...
Antes que eu termine, ele vem em minha direção e me segura meu pescoço me derrubando no chão. Mostra suas garras e me olha enfurecido.
— Mais respeito com minha rainha. Deixe de ser insolente, sua raça está prestes a ser reduzida a cinzas e você continua com essa manha toda?
Com dificuldade respondo.
— Olhe em meus olhos Henrique... Não deixe ela te envenenar.
— não era ela que estava me envenenando todos esses anos.
Olho para ele sem entender o porquê dele estar falando aquilo para mim. Henrique sempre foi leal a mim. Jamais me disse coisas tão horríveis quanto essas que ele está me dizendo. Não pode ser o Henrique que conheço. Minerva comenta:
— Henrique, menos força, eu quero matar ela com minhas próprias mãos. Se continuar assim não ira sobrar nada.
— sim, minha rainha.



Continua...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 9 - Adriano Siqueira



Uma Vampira na Cidade - Parte 9 - Adriano Siqueira



— Sabe Dri... quando você disse que iria me levar para um lugar seguro... Eu esperava que fosse um castelo ou uma fortaleza... Mas isso aqui? Uma Kitnet no centro da cidade e ainda no primeiro andar? Olha lá embaixo. Está cheio de gente olhando prá gente. seriamos alvos fáceis.
— Não se preocupe Morticia. O lugar é muito "sem noção" para a Minerva procurar a gente por aqui. Além disso. Com a quantidade de humanos nas ruas não teríamos problemas de nos alimentar.
— Dri... Eu odeio barulho. ainda mais gritaria de humanos. Olha aquele carro lá tocando aquela música barulhenta e um monte de gente dançando em volta. É irritante.
— O pessoal chama isso de música Funk e é costume encontrar estes carros com caixas de som atormentando a vizinhança.
— Não por muito tempo.
Saio do apartamento e vou em direção ao carro que estava tocando aquela música sem sentido. Escuto o Dri gritando para eu voltar, mas não ligo e sigo em frente.
Dou uma boa olhada. Tem oito homens e cinco mulheres dançando em volta do carro.
Não paro nem um minuto. Passo por uma mesa cheia de bebidas. Pego suas garrafas e bato na cabeça e um homem, logo em seguida, arremesso a outra garrafa na caixa de som do carro fazendo um furo enorme no auto-falante  mas antes que o pessoal veja o que está acontecendo eu pego a cabeça de dois homem e bato um contra o outro fazendo-os desmaiar. Chuto o saco do quarto homem e quando ele abaixa de dor, dou uma joelhada nele. O quinto homem agarra meu pescoço por trás enquanto o sexto homem tenta me dar um soco no estomago mas eu subo em cima do que estava me segurando e quebro o pescoço dele.
Faltam apenas 3 homens. Pego o sexto rapaz e jogo ele para dentro do carro. quebrando o vidro. O sétimo e oitavo homem estavam armados com um revolver 38, eles atiram mas meu corpo absorve as balas. Tomo a arma da mão do sétimo homem e atiro na testa do oitavo e depois atiro no saco do sétimo.
Todo mundo que viu a cena começa a aplaudir.
Dri vem correndo com a mão na cabeça.
— Morticia! Assim seremos descobertos e...
Eu faço o sinal de silêncio e ele fica quieto... o suficiente para ouvir os uivos...
— Eles estão vindo Dri...
Dri responde com ironia...
— Não faço ideia de como eles nos descobriram Morticia... Estávamos tão quietinhos né? E agora? como vamos deter uma alcateia inteira? Eu não tenho pneu para ficar jogando na rua para eles seguirem igual cãezinhos.
— Lobos não correm atrás de pneus Dri... Quem faz isso são cachorros.
— O Henrique faz...
— Dri... isso não é hora de fazer insultos para os meus amigos.
— Ah eu sei disso e tem até slogan "Henrique o melhor amigo do homem!! adorei... o que achou?
— Vamos correr! Eles estão perto demais.
— Damas primeiro.
Corremos até um beco... Estávamos sem saída ... E agora Dri? Qual é o plano?
— Que tal um grande e sonoro grito de Socorro com grande ênfase no "Me Ajudem!"
— Dri... se esse for o plano... Estamos mortos.
Eu olho em volta e vejo acima várias janelas com vidros espelhados.
Eu pulo para o alto e arranco algumas janelas colocando no chão junto com a parede...
— Agora abaixe se e fique quieto. 
Os lobos passavam, mas alguns, mais ousados, ficaram parados sentindo o cheio... Dri me comunicou irresponsavelmente.
— Agora Morticia vou ensinar como se pega dois lobisomens sem fazer barulho.
Dri sai do esconderijo e segura um lobisomem pelo pescoço mas o vampiro é lançado na janela que me escondia. Sem pensar... Eu digo com carinho. Enquanto ataco o outro lobisomem
— Muito inteligente Dri. Por que não usou uma sirene? Era bem mais fácil deles saberem onde estávamos.
— É que eu queria ver a sua cara de brava!
Enquanto bato no lobisomem sem perdão eu respondo:
— Você quer me ver brava... mas muito muito brava?
Depois que eu e o Dri liquidamos os dois lobisomens corremos sobre as paredes do prédio e paramos no terraço do último andar. Usei uma das antenas de TV a cabo para fazer algumas modificações. Peguei meu celular e acessei um código.
— Você vai ficar impressionado.
Apertei o botão do celular e todas as antenas começaram a se mexer.
Meu celular mostrava vários pontos da cidade. Eu mostrei para o Dri e expliquei:
São a localização de todas as criaturas desta cidade. E se eu tenho sorte. Esta marca aqui em amarelo é onde está a Minerva.


— Você é um gênio Morticia.
— Dri... quando disser algo... diga algo que eu não saiba.
— Você é um tesão e queria transar com você aqui em cima...
— Agora sim eu gostei.
Dri me agarra e nos deitamos no chão... Ele tira a sua camisa e eu a minha. Estava sem sutiã e ele colocou o seu rosto bem no meio dos meus seios e começou a passar a sua língua em torno deles. Subiu em cima de mim e senti rapidamente algo bem forte passando no meio das minhas pernas... Ele estava mesmo muito excitado. Eu estava seminua e o vento era muito forte. Arranhei várias vezes as suas costas. Ele adorava isso! Mordi seu pulso e o sangue jorrava em minha boca. Arrancou a minha calça e minha calcinha e logo senti sua penetração com violência e com gosto. Eu amo quando ele faz isso e lambe meus seios... Eu continuava a arranha-lo e a mordê-lo. Senti cada impulso que me dava. Eu precisava e procurava com ansiedade meu primeiro orgasmo e com toda a sua forma de me deixar enlouquecida comecei a perder o controle de todo o meu corpo e gritei muito. Segurei com força o seu corpo... Eu queria mais... muito mais e joguei ele no chão. Troquei de posição. Fiquei por cima dele. Queria ver o seu rosto cheio de prazer. Coloquei bem devagar a sua força masculina bem no meio das minhas pernas e me mexi com muita habilidade deixando-o cheio de muito prazer. Dancei com meu quadril várias vezes e de formas bem diferenciadas. Tocou em meus seios. Apertou muito e eu apreciei muito seus toques.
Senti cada vez mais ele dentro de mim... Ate que ele segurou forte meu quadril e gemeu muito.
Deitei ao seu lado e olhei para ele. Sorriu... e disse:
— Precisamos fazer isso mais vezes...
— Depois que liquidarmos a Minerva teremos todo o tempo do mundo.
Vejo alguém se aproximando e quando descobri quem era achei melhor que o Dri não perceba mas antes que eu pense em algo rápido o intruso falou:
— Estou atrapalhando alguma coisa?
O Dri perde a cabeça...
— Henrique seu desgraçado não sabe bater?
— Se tivesse porta...
— Então assobia sua anta peluda!
— Tipo o assobio de lobo... só se for para a Morticia que está uma vampira de presença.
Dri fica possesso.
— Repete e soco a tua fuça, lobão bobão.
— Pega leve que você não é meu tipo.
Eu entro na conversa.
— Quem quer ir prô térreo sem escada ou elevador?
Eles olham para mim e percebo que eu ainda não coloquei a minha roupa. Rapidamente cubro minhas partes íntimas com as mãos e digo gritando:
— Olhem para outro lugar enquanto coloco a roupa! Agora... Henrique cada  a ajuda que pedi?
— Ah... olha só...
Henrique chama por celular e um helicóptero aparece bem em frente ao prédio onde nós estávamos. e digo...
— Uau! Henrique Adorei!
Ele vem até mim. Pega delicadamente em meu braço e me leva para o Helicóptero.
— Só dizer o seu destino querida Morticia e iremos...
Dri aparece e surpreende Henrique.
— A Morticia eu não sei... mas você vai para o inferno.
— Ok vocês dois... vamos atrás da Minerva e assim poderemos surpreende-la também.
Dri me questiona.
— Como fez isso com o celular? Soltar um rastreamento para encontrar as criaturas desta cidade.
— O chip verdadeiro! É claro! O que eu queimei, era o chip do celular. Tive que fazer isso... estávamos sendo vigiados e seriamos mortos em breve.
Dri conclui:
— Então vamos liquidar a Minerva e vamos para casa.
— Não é tão simples assim Dri.
Henrique complementa:
— Ela precisa engravidar!
— O que? como assim?
— Ela tem sangue real. Se a matarmos não existe ninguém mais com este sangue. Por isso ela deve ser capturada e levada para um departamento cientifico que conheço para eles injetarem uma droga preparada para gestar um bebê.

— Que ótima notícia...





continua...

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

UMA VAMPIRA NA CIDADE - PARTE 8 - STEFANY ALBUQUERQUE


UMA VAMPIRA NA CIDADE - PARTE 8 - STEFANY ALBUQUERQUE


— Dri, temos que sair daqui, antes que mais alguém venha atrás de nós.
— Tudo bem Morticia, mas para onde vamos?
Olho para ele ajeitando minha roupa.
— Não disse para você procurar um lugar para ficarmos?
— Olhe a sua volta... Não vê que eu estava ocupado.
— Sim, você estava muito ocupado, tive até que entrar na briga para te salvar. Homens não sabem fazer nada sozinhos.
— Para de ficar se gabando e vamos sair logo daqui.
Terminamos de nos arrumar e saímos do galpão.
— Vamos para a mansão do Henrique.
— Que?
— Ele está do nosso lado Dri.
— Claro que ele está! Até te obrigou a ir até ele e se deitar com ele para obter o chip.
— Quer esquecer isso. Vai jogar na cara até quando?
Ele me olha sorrindo.
— Só estou comentando.
— Vamos ou não?
— Você é quem sabe.
— Então vamos, tem uma moto atrás do galpão.
— Você adora uma moto não é.
Subimos na moto e fomos em direção à mansão de Henrique. Ao chegar os lobisomens de Henrique, armados e em volta da mansão. Estavam em todos os lugares.
Dri me olha com uma cara de surpreso.
— Não sabia que eu teria toda essa recepção.
— Não é para você Dri, tem algo errado.
Aproximamos dos guardas.
— Henrique esta?
— Sim! Ele já estava a sua espera.
Dri me olha nervoso e comenta:
— Como assim, "A sua espera"? Já não teve o bastante?
— Dri fica calmo, talvez o atacaram por causa do chip.
Entramos na mansão. Henrique estava sentado em um sofá grande com os pés em cima de uma mesinha, seu rosto estava todo ferido e seu corpo também, parecia que tinha escapado de uma guerra. Atrás do sofá, haviam dois lobos... Assim que entramos eles começaram a rosnar para nós, vindo em nossa direção. Henrique comanda:
— Saiam! Quero ficar a sós com eles. Vejo que conseguiu salvar Dri, Morticia.
Dri olha com fúria para ele e diz:
— É... Não digo mesmo de você... Fez um ótimo trabalho aqui Morticia.
Vou até Henrique e furo as pontas dos meus dedos.
— É Dri... Mas não fui eu quem fez isso com ele.
Passo meus dedos em seu rosto, aos poucos começa a se regenerar.
— Se não foi você... Quem foi?
Henrique responde:
— Minerva.
Olho para Henrique.
— Quem? Não! Minerva não esta mais nesse mundo há anos, o conselho a exterminou.
— Era o que eu achava também.
Dri pergunta:
— Querem me explicar o que exatamente vocês estão falando?
— Dri, Minerva é a mentora de Henrique, ela me odeia e isso nos torna inimigas, há 50 anos ela comandou um ataque de lobos a um grupo de vampiros. Mandou matar todos. Nunca soubemos o motivo, mas sei que era para eu estar nesse grupo. Saí antes que ela devastasse o bando, eles me enviaram em uma missão na Suíça. O conselho dos vampiros a capturaram e a exterminaram.
Dri pergunta para Henrique:
— Você foi criado por uma mulher?
Dri sorri ironicamente.
— Ô machista... Não se esqueça de que você já foi um caçador medíocre e que foi criado por homem e...
— Tá bom! Já chega! Não precisa terminar, mas voltando ao assunto que “interessa”. se ela foi morta porque esteve aqui?
— Primeiro achei que fosse miragem quando a vi em meu portão, ela olhou para os lobisomens e fez com que cada um deles a deixasse passar. Elas vêm até mim me chamado de “meu lobo”...
Manifesto-me.
— Que? Que historia é essa?
— Não fique com ciúmes querida. Ela já não tem mais nada comigo
Dri olha com raiva para mim.
— E por que se importa com isso Morticia? Ainda gosta dele é?
— Não Dri. Só queria ter certeza de que não ouvi besteira.
Olho para Henrique.
— Como eu estava dizendo... Ele me disse que está mais viva do que nunca e que queria vingança, ela não sabe sobre o chip e nem contei a ela, mas se ele cair em suas  mãos... Ela vai fazer uma guerra e isso inclui a sua morte Morticia.
— Não se pode matar o que já está morto Henrique.
— Não pense que ela se esqueceu de você.
— Não entendo por que ela me quer tanto?
— A missão dela era te matar e não o grupo, ela não te encontrou e por algum motivo do qual ela não me falou acabou por devastar aquele grupo.
Dri pergunta:
— Mas quem mandou Minerva para essa missão?
— Ela não me disse.
— Para que você serve?
Henrique olha com odio para Dri.
— E por que você esta aqui Dri? Sua presença não é bem vinda nesta casa.
— Só estou aqui por causa da Morticia, ele me trouxe para esse lixo onde você vive.
Henrique avança em cima de Dri e os dois começam a trocar socos.
— Crianças parem de brigar.
Os dois falam juntos.
— "Ele começou."
Os dois continuam a trocar socos, chutes e pontapés.
— Chega! Eu estou cansada de vocês dois!
Corro em direção a eles, pego Henrique pelo pescoço e o arremesso contra a parede. Dri me olha assustado, eu o pego pelo pescoço também e o arremesso contra o sofá.
— Agora me escutem, porque só vou falar uma vez, eu estou cansada dessa briguinha. A minha vida está em jogo e não a de vocês. Ao invés de me ajudar, ficam ai brigando como duas crianças. Se essa atitude de vocês continuarem eu não me responsabilizarei pelo os meus atos. Fui clara?
Henrique tenha se justicar:
— Morticia eu não queria...
Eu o interrompo.
— Não queria Henrique mais fez.
Dri questiona:
— O que devemos fazer com relação a tudo isso?
— Bom... O chip está em minhas mãos e sempre esteve. Eu cuido dele por mais de um século. Vou destruí-lo. Mas ainda teremos mais uma busca. Temos que saber quem mandou Minerva e por que ela continua viva.
Henrique complementa:
— Minerva me disse que quando o conselho a capturou, ela conseguiu escapar. Os vampiros que a pegaram disseram ao conselho que a havia exterminado. O conselho acreditou e então divulgou a morte para todos.
— Por um lado foram espertos, mas por outro falharam pois agora ela voltou e o conselho vai querer a cabeça deles e a dela.
— Minerva disse que eles estavam atrás dela porque achavam que tinha algo em suas mãos... Algo muito poderoso.
— O chip. Mas você disse que ela não sabe sobre ele.
— E não sabe mesmo. Ela veio procurar informações mas também queria saber sobre você.
— Nunca fiz nada para ela.
— Fez Morticia. Você me tirou dos braços dela.
Dri deita no sofá colocando as mãos atrás da cabeça.
— Como assim?
— Eu larguei de ser o rei dos lobisomens para me aventurar com você.
— E isso não deu certo, por que não volta para ela? Assim ela me esquece de vez.
— Não a quero e você sabe disso, meu amor já é...
Eu o interrompo.
— Falou o bastante para mim querido, agora devo me preocupar com esses vampiros que estão atrás do chip.
— Não existem só os vampiros, mas os lobisomens também, pois ela pode comandá-los.
— Mais por que agora? Por que ela voltou agora?
— Não sei! Mas sei que foi em uma má hora.
Dri se levanta e vem em minha direção e pronuncia:
— Vou levar Morticia para um lugar seguro e você Henrique, corre atrás de informações.
— Sim, mas e o chip?
— Vamos destruí-lo agora mesmo.
Henrique liga à lareira da sala.
— Vamos acabar com isso de uma vez.
Jogo o chip e ele derrete rapidamente.


Continua...


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