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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Conheça mais os personagens da história "Fator Montese"



Olá pessoal,
O Fator Montese é uma história que reúne muitos personagens meus em uma única aventura.
Segue abaixo um resumo sobre cada personagem que está participando desta história e também os capítulos produzidos.






Segue abaixo os capítulos produzidos da história Fator Montese.


Abraços e obrigado sempre pela leitura e apoio.
Adriano Siqueira

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Fator Montese Parte 12



Fator Montese
Parte 12

Luney e o Cavaleiro Valente estavam (agora é para valer) a procura de um outro caminhão que carregava um programa com a outra metade do código para completar o Ritual Montese. Por causa do caso em que eles estavam o carro foi perdido e a Alicia Zoom foi buscá-los. O Cavaleiro Valente ainda estava pensando no caso anterior.

— Luney, Se eu tivesse um cachorrinho faria de tudo para ele viver.
— Você não tinha um cavalo?
— Sim! Ele era o valente da história. Gostava do meu cavalo. Sinto falta dele.
— Um dia você volta para o seu reino e recupera tudo que perdeu.
— O tempo. O tempo é tudo que a gente acaba perdendo Luney. Se eu voltasse para meu reino. Eu não seria mais o mesmo. Passei por tantas aventuras. Eu cresci muito.
— Talvez você poderia ser até um rei.
— Edgar. O rei. Eu ainda vou encontrá-lo. Ele vai pagar por tudo que fez. Por tudo que ele tirou de mim.
— Espera Valente. O celular está tocando.
— Deve ser o Neculai. o Vampirulito.
— Eu ouvi isso Valente... Ha Ha Ha. Seu humor me faz bem. Ha Ha Ha. Estou passando as coordenadas do caminhão para o GPS assim vocês podem localizar mais rápido. Tomem cuidado. quando acharem o caminhão desativem o sistema que impede o sinal do celular. Deixem um celular dentro do caminhão e eu cuido do resto.
Luney responde com rapidez.
— Tudo bem para mim.
— Por que desligou? Eu não...
Luney faz um sinal de silêncio para o Cavaleiro Valente e alerta que a Alicia confia no Neculai e ela pode contar tudo que eles falam.
— Alicia! Temos que pegar a arma do Valente. Ele amarrou os seguranças com ela e deixou lá.
— O celular tocando novamente.
— Ha Ha Ha. Adivinha quem pegou a arma do Valente? Ha Ha Ha; Alias é uma ótima arma. Nas mãos certas seria uma grande forma de ganhar uma guerra.
— Neculai. Eu não tenho como ganhar de um exército sem ela.
— Não se preocupe Valente. Eu estou na minha moto e estou perto do caminhão. Eu entrego para você quando desligar o sistema que me impede de entrar nele.
— Você é esperto Neculai.
— Sempre Valente. Faz parte do Sangue e Desespero. Ha Ha Ha.
— Parece que vamos ter que cumprir esta missão Luney.
— Mas... Onde será que está o Lord Dri?
Neculai estava na moto seguindo o caminhão. Assim que o Valente e o Luney conseguissem completar a missão Neculai conseguiria completar o programa digital do Ritual Montese. Neculai maginava como seria poderoso e assim ele poderia mandar um exército para qualquer lugar do mundo apenas uma ligação. Ele protegeria o seu país. Ee transformaria o seu país no primeiro mundo. Muitos se curvariam diante o Brasil. De repente ele é arrancado da moto e seu corpo bate várias vezes no chão. Neculai olha para a estrada e vê o Lord Dri na sua frente. Neculai pede calma enquanto tentava se levantar. O Lord continuava parado e quieto.
— Ha Ha Ha. O vampiro tradicional. Para quê tanta violência? Estavamos quase terminando.
Neculai pega a arma do cavaleiro valente. Com a força do pensamento a espada começa a se transformar em muitas armas diferentes. Lord Dri adverte.
— Nenhuma arma vai te salvar Neculai. Não dessa vez.
— Por quê Lord? Eu sou um bom vampiro. Você tem o seu mundo. Sempre foi o maior de todos. É o tradicional. Tem todos os poderes dos antigos vampiros.
— Pare de me bajular Neculai! Confessa que você matou Angelo Donnati!
— Eu não o matei. Estava ocupado fazendo download de uma parte digital do Ritual Montese. Eu não tinha como salvá-lo quando ele foi atacado e caiu do caminhão.
— Mentira! Sua ganância fez isso. sua ganância vai levar todos nós para o inferno.
— Minha ganância vai salvar este país! Eu não sou um vampiro que fica de braços cruzados vendo os humanos morrerem. Eu os protejo Lord Dri. Eles me querem.
— Você manipula os humanos Neculai. Você faz os seus jogos sórdidos para conquistar o seu maldito Desespero!
— Alguém tem que divertir no meio deste caos não é? Veja só você Lord. Todo este seu poder e ninguém quer a sua ajuda. É ingênuo demais. Muitos preferem não precisar de você. Esta velho. Ultrapassado. Eu! Eu sou o vampiro que este mundo precisa! Eu sou o messias, o arauto, o...
— O Assassino! O Ditador! E eu vou acabar com você Hoje e Agora Neculai.
Lord Dri se transforma em um lobo e corre na direção do Neculai que levanta a espada e espera para atacar o lobo.
O carro onde estava o Luney, Cavaleiro Valente e a Alicia Zoom, passam entre eles e o Cavaleiro Valente toma a espada do Neculai e continua a seguir em frente com apenas um grito do Valente.
— Obrigado por guardar minha espada.
Alicia tenta ajudar o Neculai mas o Luney adverte.
— Melhor seguir com nossa missão. Neculai sabe se cuidar.
Desarmado. Neculai é atacado pelo lobo. Ele tenta desviar das mordidas mas o lobo morde com muita força o seu ombro. Neculai chuta o lobo várias vezes até que o lobo solta por alguns segundos. Lord Dri se transforma em um urso e ataca com suas garras. Neculai é jogado em uma distância de dez metros. O Urso morde uma das pernas do Neculai e começa a arrastá-lo no asfalto por uns cem metros e depois o solta.
— Foi assim que o Angelo morreu Neculai. Arrastado no asfalto? Como se sente?
Neculai sorri e tenta se levantar. Ele pega o celular e desaparece.
— Não! Maldito!
Lord Dri se transforma em morcego e usa a sua visão especial tentando localizar alguma pista sobre o Neculai e ele acaba achando um pequeno rastro luminoso. Lord Dri voa o mais rápido possível até chegar em um posto de gasolina onde uma mulher que estava no carro tinha um celular que estava tocando. Lord Dri toma o celular das mãos da mulher e atende.
Neculai aparece atrás do Lord e prende o seu pescoço com o braço. O Lord se transforma em névoa. As pessoas começam a correr do posto de gasolina. Neculai pega um extintor de CO2 do carro e liga apontando para a névoa transformando-a em estado sólido. Neculai arranca a mangueira de onde sai a gasolina fazendo com que ela se espalhe pelo chão. Ele Liga o carro e vai até uma distância segura. Ele arranca a porta do carro e joga no posto de gasolina. O impacto da pancada da porta no chão causa uma faísca fazendo com que o posto de gasolina explodir completamente.
Neculai sorri e comemora.
— Adeus Lord Dri. A era dos vampiros tradicionais finalmente acabou. Ha Ha Ha. O mundo agora pertence ao Neculai Ha Ha Ha. Vou tirar uma selfie junto com o incêndio para mostrar para os meus fãs.




Continua...

por Adriano Siqueira




segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Fator Montese - Parte 11



Fator Montese
Parte 11

Luney e o Cavaleiro Valente estavam a procura de um outro caminhão que carregava um programa com a outra metade do código para completar o Ritual Montese.

— Sei que parece loucura Valente, mas vamos supor que o Neculai consiga recuperar todo este Ritual em forma digital. Acha que ele usaria para o bem?
  
— Luney! Só de olhar para este vampiro, sem ele dizer nada já tenho vontade de enfiar a minha espada no peito dele. Sabe bem que não gosto dos vampiros. São traiçoeiros e eles só querem o nosso sangue. Se eu encontrar este caminhão, pode ter certeza que destruirei este ritual por completo. Já vi como está sendo usado de forma terrorista. Nas mãos do Neculai seria um desastre.

— Você aprecia um bom desafio mesmo né Valente. Uma vez me desafiaram a subir em um prédio na Avenida Paulista na década de 80 eu fui lá e provei para todos que eu podia. Até um conjunto que tocava rock na época me viu em cima do Top Cine e eles tocaram lá. Tem até o vídeo deles na internet. Eu que dei a ideia.
— Acho que você fala muito Luney.
— Falando em desafio. Bom eu tenho um para você.
— Estamos no meio de uma missão.
— É rapidinho.
— Não.
— Te dou uma camiseta nova sem ter a cara do "Neculai para presidente".
— Hum. Qualquer camiseta é melhor que esta. Tudo bem então. Qual é o desafio.
— Vamos roubar um carro.
— O que? A insanidade do Neculai é contagiosa? Que loucura é essa homem?
— Vai ser rapidinho Valente. O carro está aqui perto. Ele está em um exposição que vai abrir amanhã cedo. Temos que tirar o carro de lá. Ele é assombrado. Muita gente pode morrer por causa dele. As crianças gostam de entrar nos carros antigos. Você não iria querer que algo acontecesse com elas não é?
— Luney não seja manipulador como o Neculai. Se o carro é tão perigoso por que acha que deixariam em uma exposição para o público?
— Eles não sabem disso. Eu sei. O carro é do começo dos anos 80. O dono do carro odiava o cachorro que o seu filho tinha. Um dia ele levou o cachorro no carro para passear. Nunca mais viram o cachorro e ele disse para o filho que ele pulou a janela e nunca mais voltou. O garoto cresceu, o pai dele morreu de velhice e ele vendeu o carro do pai. Só que...
— Continue Luney. A história está interessante.
— O comprador do carro morreu dias depois dentro do carro. Ele tinha marcas de mordidas de cachorro por todo o corpo. Nunca acharam o cachorro.
— Um cachorro fantasma?
— É. O carro foi vendido novamente para um colecionador de carros antigos. Um assaltante tentou roubar o carro e morreu do mesmo jeito.
— Esse merecia.
— O colecionador ficou com medo de usar o carro. Ele usa um guincho para levar o carro nas exposições.
— Então ele sabe.
— Ele suspeita. Mas não quer vender.
— Então é só explicar para o pessoal e assim podemos levar o carro.
— Não seja ingênuo Valente. A exposição abre amanhã. Acha que vão emprestar o carro para um passeio?
— Eu posso tentar. Pro que parou?
— Preciso de um acessórios.
— Sim mas você está roubando um jornaleiro?
— Quieto Valente. Me ajuda com a porta.
— Tudo bem.

O cavaleiro Valente transforma a sua espada em um é de cabra e consegue abrir a porta do jornaleiro.
— Está feito. O que está fazendo?
— Estou pegando os jornais e revistas e enrolando eles nos meus braços e pernas. Não quero ser ferido por aquele cachorro. Achei uma camiseta para você. Está como brinde de uma revista.
— A camisa vai só até o umbigo.
— Você disse que qualquer camiseta era melhor do que a do Neculai.
— É desconfortante.
— Vamos logo Valente. Agora não é hora para pensar em moda.
— Essa missão não é exatamente para um cavaleiro como eu.
— Aventuras Valente! É isso que importa.
— Troco por um sanduíche.
— Eu sinto a adrenalina no corpo. Lembra aquelas séries antigas da TV como a Supermáquina ou o as aventuras do Speed Bugg ou Carangos e Motocas ou Mamãe calhambeque.
— Que língua você está falando Luney?
— Pronto Valente. Já chegamos no local. Distraia os seguranças e assim posso pegar o carro. Ah. Não esqueça de esconder sua espada.
Valente se concentra e transforma a espada em um machado.
— Um machado? Brilhante! Ficou muito discreto agora Valente.
O cavaleiro Valente se aproxima da porta principal enquanto o Luney escala uma parede de quinze metros para entrar pelo telhado.  O cavaleiro começa a falar com o segurança.
— Olá meu amigo. Vim ver a exposição de carros.
— Só abre amanhã. Afaste-se por favor! Deixe este machado no chão!
— Calma! Eu sei que só abre amanhã, mas eu queria que soubesse que tem um cara aí dentro que quer roubar um carro e eu queria vê-lo pois sei que amanhã o carro já não vai estar aí.
— Do que está falando?
O segurança avisa outros seguranças para irem até a entrada.
— Senhor espere um momento estou chamando mais pessoas para contar a sua história. Se afaste do machado por favor.
— Mas e verdade o cara vai roubar o carro. Eu só quero vê-lo. Estou curioso.
Os outros seguranças chegam e começam a fazer perguntas. Valente coloca o pé no cabo do machado e a parte da frente do machado voa preso a uma corrente em direção aos seguranças. Valente pega a arma e balança várias vezes até que a corrente prendendo todos os três seguranças.
— Pronto! Fácil! Mas o quê...
Valente tem segundos para se abaixar. O carro passa por cima dele e Breca logo em seguida. Valente consegue subir em cima do carro e escuta o Luney gritando.
— O cachorro está aqui. Ele tentou me morder. Valente tente achar algo no porta malas.
— Achar o que?
— Sei lá... Uma coleira. Ossos do cachorro. qualquer coisa dele.
— Diminui a velocidade.
— Se eu fizer isso o cachorro vai acabar comigo!
— Estou indo! Para de reclamar. Para onde vai levar o carro.
— Para a casa do dono do cachorro.
— Achei ossos no Porta malas. Tem uma espingarda também e estava bem escondida embaixo do forro.
— É isso. O dono do carro matou o cachorro aqui dentro.
— O que vai fazer?
— Argh. Segura.
— Controla essa carro! Eu quase caí!
— As revistas no meu braço estão sendo destruídas pelas mordidas. Não estou conseguindo controlar o carro. Se segura!
— Que noite!
O carro entra com tudo no quintal do dono do cachorro. Ele abre a porta assustado.
— Quem são vocês? Oque estão fazendo com o carro que era do meu pai?
— É uma longa história homem. Seu cachorro ainda está aqui.
— Quando Luney abre a porta o cachorro se torna visível e corre em direção ao seu dono e começa a lambê-lo.
— Dogi! Dogi você está vivo? Que saudade rapaz.
Luney explica para o dono tudo que sabe.
— Ele não está mais vivo. Encontramos os ossos dele no porta-malas junto com esta espingarda . Desde então ele tem assombrado os donos deste carro.
— É a arma do meu pai. Não acredito que ele fez isso. Eu disse que eu amava meu cachorro acima dele. Meu pai queria que eu fosse tão frio quanto ele. Achava que sendo frio eu sofreria menos e seria mais rigido com as pessoas. Ele sabia que meu ponto fraco era o meu cachorro. Levou o Dogi para passear no carro e nunca mais eu o vi. Meu pai nunca me contou a verdade. Espalhei muitos cartazes pela cidade procurando meu cachorro. Chorei por vários dias. Foi por causa disso que hoje sou dono de um canil. E agora Dogi está aqui. Vamos ficar juntos para sempre.
— Você tem que enterrar os ossos do seu cachorro no seu quintal. Assim ele poderá ir em paz.
O rapaz estava chorando, mas ele aceita o pedido do Luney.
— Dogi! Farei tudo para você continuar seu caminho feliz. Me desculpe pelo meu pai. Me desculpe por não tê-lo protegido como deveria. Eu era só uma criança.
O cachorro balança o rabo e late algumas vezes e vai até uma parte do quintal que fica bem perto a janela do quarto do seu dono e começa a cavar um buraco. Ele late novamente antes de desaparecer deixando o rapaz sorrindo com muitas lágrimas.
— Acho que ele até escolheu o lugar para ficar não é? Obrigado por achar meu cachorro. Vou fazer o que pediu.
Valente interrompe.
— Temos que ir Luney.
— Novamente estamos sem carro Valente. Você está bem?
— E-eu... Estou bem. Que o cachorro tenha a paz que merece.
Um carro buzina e eles olham. Era a Alicia Zoom. Ela sorri e convida.
— Carona rapazes? Achei vocês pelo GPS. Que camiseta é essa Valente? Está com o umbigo para fora.
— Foi o Luney que me deu. Ele não entende nada de moda.




Por: Adriano Siqueira

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Fator Montese - Parte 8 - Vampiras



Fator Montese
Parte 8

Quando alguém chama uma pessoa para conversar, geralmente é sobre algo sério que deve ser resolvido o mais rápido possível. E o assunto se torna mais sério ainda quando se trata de duas vampiras. a vampira Lumina chamou a vampira Karina para um diálogo. Lumina dá o primeiro passo.
— Karina.... Sei que sua transformação aconteceu de forma diferente dos outros vampiros. Ainda mais por ser mordida pelo Neculai.
— Eu estou me sentindo mãe. Sei que ajudou na transformação. Se não fosse você eu teria morrido. Sua ajuda e sua dedicação naquele momento, me transformou no que sou hoje e sou muito grata por isso.
— Sei que o Neculai ajudou você a entender os seus novos poderes Karina, mas ele esqueceu que antes de tudo você é uma mulher que precisa de uma instrução para compreender a natureza dos vampiros.
— Eu sei disso. Neculai é bom para mim. Meu noivo. Minha vida. Devo muito a ele. Me ensinou tudo que eu precisava...
— Nem tudo Karina. Seus sentidos foram ampliados. Suas vontades, modificadas por suas novas necessidades, suas metas alteradas por uma vida que é mais morte e mais obscura. Seus caminhos não serão mais como as mulheres da sua idade. Seus poderes de manipulação adquiridos por causa do Neculai devem ser usados com precaução. Existem muitos caçadores e eles conhecem uma vampira e sabem bem como destruí-los. Você é um perigo para muitos. Certamente será caçada pela eternidade.
— Eu me sinto bem mãe. Você e o Neculai mostram um caminho que eu aprecio. Os vampiros são seres que deveriam ser considerados superiores aos humanos.
— Não somos superiores. Não somos seres vivos. Somos uma espécie que pode colocar a humanidade em extinção. Devemos tomar cuidado pois somos considerados predadores perigosos.
— E-eu não sou perigosa mãe. Eu só ajudo o Neculai.
— Karina. Todos que ajudam o Neculai são inimigos de muita gente. Seremos caçados, devemos ser cuidadosos.
— Quero você sempre por perto mãe. Nunca me deixe sozinha.
— Farei de tudo para que você seja uma vampira poderosa Karina. Estarei do seu lado quando precisar.
As Duas vampiras se abraçam. Karina fecha os olhos e de repente olha para a porta e alerta:
— V-você está sentindo eles mãe?
— Sim querida... Todos eles. Estão perto das janelas e portas. Estão armados e querem nos matar.
— Posso falar com eles?
— Fique com os quatro que estão na porta Karina e eu fico com os dois que estão na janela.
— Tudo bem mãe.
Karina abre a porta do quarto e olha para os quatro homens armados que estavam prontos para atirar e começa a dialogar desesperadamente:
— Esperem! Por Favor! Antes de atirarem posso Tirar uma foto?
— Sério isso?
— Sim! Assim vocês podem mostrar que realmente me pegaram. O que acham?
— Para mim tudo bem. Fica até melhor do que levar sua cabeça.
— Que legal. Sabia que vocês iriam gostar. Quem tem uma câmera?
— Eu tenho um celular aqui. Espera juntem todo mundo. Vamos ver se dá para tirar uma Selfie. Aperta mais. Não fiquem tímidos.
— Eles vão gostar da foto.
— Vamos mesmo tira logo!
— Esperem! Esperem!
— O que foi vampira?
— Está apertado. Não vai dar para sair todo mundo. Um vai ter que sair para a foto ficar melhor.
— Tudo bem eu saio.
— Ah. Você é uma graça. Obrigada. Podem atirar nele pessoal.
Bang Bang Bang!
— Perfeito agora vai. Todo mundo sorrindo.
— Vou dar o meu melhor sorriso.
— Espera... Você está me espetando. O que tem aí?
— Ah. é minha faca que esta na calça. Desculpe.
— Me feriu. Estou sangrando.
— Me desculpe mesmo vou guardar a faca em outro lugar.
— Enfia a sua faca no peito do seu amigo que está do seu lado. Ele não vai se importar. Ele é corajoso e gosta de se exibir.
— Pode enfiar a faca bem aqui no meu peito. Não tenho medo. Vai logo.
— Você é um amor. Obrigada.
— Enfia logo a faca bem aq.... Uh..
— Isso. Bom trabalho. Agora é só nós três a foto vai fica legal. se bem que, Dois seria melhor. Daria a impressão que somos namorados.
— Eu tiro a foto com ela.
— Não! Eu vou mostrar pra todo mundo que namoro com ela.
— Meninos. Parem de brigar. Olha eu vou dar um beijo em você... e em você. Agora pegam as suas armas assim. Coloca o cano no peito um do outro assim. Agora quando eu disser já. Eu tiro a foto e vocês atiram.
— Ok! Estamos prontos. Pode tirar a foto.
— Tudo bem. Sorriam. e.... Já.
Bang Bang!
— Ficou perfeito! Vocês são poderosos mesmo. Já morreram? Ah. Bom. não se preocupem. Vocês vão ficar famosos.

Karina entra no quarto e encontra a Lumina no chão toda ensanguentada e com várias estacas enfiada no seu peito e três homens mortos. Karina fica sem reação. Seu sorriso começa a desaparecer da sua face e ela começa a ficar assustada e grita:
— Mãe! Mãe. O que fizeram.
— E-eles atiraram antes que eu pudesse abrir a janela. consegui destruí-los.
— Eu vou tirar as estacas mãe. Você vai ficar boa. Vamos poder passear. fazer compras...
— Não... Escute Karina. Você precisa... sobreviv...
— Mãe? Mãeeee?



Por Adriano Siqueira

domingo, 4 de outubro de 2015

Fator Montese - Parte 6 - Vampiros e Cavaleiros



Fator Montese
Parte 6


A visão estava embaçada. Algumas luzes apareciam rapidamente. Aos poucos, os ruídos aumentavam. O Cavaleiro sentiu o cheiro das árvores. Por algum momento ele achava que tinha finalmente voltado ao seu castelo. Ele queria se vingar do Edgar. Imaginava jogar o seu corpo do topo do castelo. As luzes. Homens lutando. O Cavaleiro levanta a sua espada para se defender enquanto se recupera. Tudo ainda era um mistério. Um dos homens o segura por trás. Ele pede para matá-lo. O cavaleiro sente a presença de muitos homens se aproximando. Com apenas um pensamento sua espada se transforma em uma lança de duas pontas. Perfurando os homens que estavam por perto. Alguns gritam e começam a atirar. O Cavaleiro vê um vulto passar por ele e absorver o impacto das balas. Eram armas de fogo. Ele não estava no seu tempo. Ele não estava em seu castelo. O Cavaleiro se irrita por estar em um mundo tão violento. Grita por ser amaldiçoado. Grita por não estar em seu castelo. Um vulto se aproxima. Seus olhos eram vermelhos. Ele pede calma, mas o cavaleiro transforma a sua lança em uma corrente e enrola no pescoço dele. 
— Onde estou? Que lugar é esse?
— Agora você está seguro. Não vamos atacá-lo. Podemos ajudá-lo. Tenha calma cavaleiro.
O Cavaleiro agora estava com os seus sentidos normais e podia ver que aconteceu. Muitos soldados no chão mortos. Havia ali, um homem de olhos vermelhos e mais duas mulheres. Ele solta o homem e ordena.
— Responda minha Minha pergunta homem dos olhos vermelhos. Aonde estou? 
— Você está no Palácio do Governo na cidade de são paulo. Alguns homens armados apareceram por causa de um aparelho e você apareceu com eles. Isso os confundiu e começaram a atirar. Eu matei alguns e você matou quase todos com sua arma impressionante. Mas relaxe cavaleiro. Eu sou amigo. Eu sou Neculai. 
— Eu sou o Cavaleiro Valente. Então eu não voltei para o meu reino. 
— Fique tranquilo Valente. Fique ao meu lado. Certamente eu poderei ajudá-lo. Você tem uma arma interessante. Não parece ser deste mundo. 
— Ela funciona muito bem. Por isso, fique distante dela. Entendeu. 
— Tudo bem! Ha Ha Ha. Somos Amigos. Quero apenas ajudá-lo. 
— Afaste-se. Você é um Vampiro. Não somos amigos. 
— Os vampiros mudaram um pouco. Não sou aquelas criaturas que só pensam em se alimentar. 
— Vampiros são vampiros. Invejam a humanidade e usam a sua eternidade para escravizá-la e dominá-la. 
— Neculai não é assim. 
— Quem é você?
— Meu nome é Alicia Zoom. Eu sou amiga dele. Tenho acompanhado tudo que ele esta fazendo. Ele será presidente deste país um dia. Tenho certeza, 
— Homens deixando-se dominar ao ponto de eleger um ser que se alimenta de sangue? Que mundo louco é esse que estou?    
— M-mas...
— Não diga mais nada! Neculai! Você já provou que seu poder em manipular este mundo é forte. Me dê agora um motivo para não acabar com sua existência. 
— Eu o invejo cavaleiro. Você veio com armadura enquanto eu apareço sem roupas. A sua maldição não foi tão terrível assim. Ha Ha Ha. Mas vamos aos detalhes. Eu venho através deste aparelho que chamo de celular. 
— Eu já visitei está época. Sei bem o que isso é. Então eu apareci por causa deste aparelho junto com estes soldados?
— Sim! De alguma forma você foi trazido junto com os saldados. Se eu conseguir recuperar o Ritual Montese. Talvez eu possa descobrir como você veio e com o meu conhecimento posso ajudá-lo a voltar para o seu reino. 
— Como disse? Então você pode me levar de volta para o meu mundo? Então você pode me ajudar?
— É claro Valente. Um homem mau pegou este ritual e quer destruir o mundo e nós como heróis devemos impedir que isso aconteça. Temos de derrotar o homem mau. 
Valente pega a espada e coloca a ponta no pescoço do Neculai e o ameaça.
— Tente falar comigo como se eu fosse uma criança novamente e eu corto a sua cabeça. Você sabe que a minha arma pode destruí-lo. 
— Foi só uma piada. Ha Ha Ha! Cadê o seu humor Valente? 
— Chega Neculai! Eu o acompanharei, mas se eu perceber que está tentando me manipular...
— Calma Valente. Ha Ha Ha. Você está tenso. Vamos relaxar. Vou levá-lo para casa. Alicia Zoom! leve o nosso cavaleiro para a minha casa. Vou mandar uma mensagem para os nossos amigos e todos podemos nos encontrar. 

Neste momento o Lord Dri chega ao local. 

— Todos os soldados mortos. Vocês fizeram um bom trabalho. Quem é este cavaleiro?
— Este é o Cavaleiro Valente ele veio por engano, junto com os soldados, pelo celular.
— Isso deve ter deixado você bem frustrado não é Neculai? Ele aparece de armadura e você pelado.
— Você também é um vampiro? 
— Me chame de Danny Ray. 
— Não mereço um mundo cheio de vampiros e soldados loucos. E o pior é que conforme a maldição, só posso sair daqui morto. 
Lord Dri sorri e responde:
— Eu posso resolver isso rapidinho.
Neculai levanta as mãos e fala calmamente: 
— Senhores. Vamos para casa. Temos muito o que conversar. 



Continua...



Adriano Siqueira

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Fator Montese - Vampiros - Parte 5


Fator Montese
Parte 5

Luney leva Angelo Donnati e o Lord Dri para o local onde Angelo disse que conhecia o homem que estava com o Ritual Montese. Luney pergunta:
— Angelo. Conforme informou, já devemos estar perto da casa do suspeito.
— Esse cara está com o ritual faz um bom tempo. só agora ele conseguiu achar alguns cientístas para fazê-lo funcionar. O problema é que, conforme meus contatos. Ele pode atacar ainda hoje. Mas não sabemos onde. Tem alguma pista Lord Dri?
— Neculai disse que teria como saber através do Evandro. Um garoto de 11 anos que ele cuida e tem o dom de prever o futuro. Ele também disse que iria ligar para o Luney.
— Eu não atendo não. Sei lá do que ele é capaz.
— O Angelo atende então.
— Não fica dando ordem de quem vai atender esse cara Lord.
— Mas precisamos saber onde será o ataque... Tá bom! Eu atendo o desgraçado.
— Chegamos. Parece que não tem ninguém em casa, mas a porta está aberta... Tenham cuidado.

De repente o Lord Dri é puxado para dentro. Uma luta se inicia até que o caçador Angelo acende e luz e vê quem estava atacando o Lord.
— Lumina? Mas que diabos você está fazendo aqui.
— Eu estou caçado o garoto que tem o ritual.
— Você conhece ela Angelo?
— Sim Lord. A Lumina é uma vampira bem conhecida. Já trabalhamos juntos.
— O garoto não está aqui e o celular está tocando. É o Neculai.

Lumina interrompe irritada e pergunta.
— Vocês estão trabalhando para o Neculai?
— Não é bem assim. Ele só está ajudando.
— Ele só ajuda por interesse.
— Sei disso Lumina.
— Alô!
— Lord Dri. É o Neculai. Diga para Lumina que mando um abraço.
Lumina responde gritando:
— Vai se catar Neculai!
— Ha Ha Ha também estou com saudades Lumina. No entanto só liguei para dizer que o primeiro exercito com dez pessoas vão aparecer no Shopping Eldorado. Outro exercito estará no Palácio do Governo. Eu irei para o palácio junto com a vampira Karina e a Alicia Zoom.
— Quem disse que é você quem deve direcionar o grupo?
— Não precisa ficar assim Lord Dri. É que estamos mais perto do palácio do que vocês. Vamos ser rápidos. Quero o cabeça destes ataques.
— Desligou. Que droga. Onde fica este Shopping Eldorado, Luney?
— Eu sei. Eu me diverti muito la quando era adolescente. Entrem no carro eu levarei vocês.
— Tudo bem só não vai contar suas aventuras por lá.
— Mas o shopping era demais. Lembro que vi muitos shows bacanas no estacionamento do Shopping. Legião Urbana, RPM, Raul Seixas, Nossa. eram muitos shows legais. Lembro do Show Days Saloon que era uma danceteria dentro do shopping. Era a época do Country Music também e era muito legal.
— Você fala demais Luney.
— Eu adoro lá Lord. Lumina você acha que falo demais?
— Sim! Muito!
— Estes vampiros não tem muita conversa. Mas continuando. Eu apreciava a propaganda que anunciava este novo shopping. Uma novidade em São Paulo. Lembro da música da propaganda que era do Rick wakeman o nome da música era The Journey Overture, Era uma maravilha! Aquele shopping tem o teto todo de vidro. Era uma maravilha na época.
— Para Luney. Já deu!
— Espera Lord. Se o Teto é de vidro pode ser mais fácil da gente entrar lá.
— Sim. Tem razão Lumina. Então eu e a Lumina vamos por cima e vocês entram por baixo. assim vamos ver quem acha este exército primeiro.
— Chegamos. Mas está muito quieto por aqui.
— Eu acho Angelo, que alguém nos desviou do caminho.
— Neculai. o maldito queria ir para o palácio do governo sozinho Lord Dri.
— Vamos para lá então. Certamente ele soube de algo e queria a gente fora do caminho. Leva a gente para lá Luney!
— Tudo bem. Então continuando. além do Rick Wakeman eu também gostava do Jean Michael Jarre, Vangelis... Espera! Não entrem no carro. Recebi uma mensagem do Neculai.
— Que diz a mensagem Luney?
— Diz: "Cuidado com o Tanque".
— Como assim? Que tanque? Angelo o que foi? Por que está ai abaixado com a mão na cabeça?

O estrondo faz o chão tremer e alguns vidro do shopping se quebrarem. Luney é o primeiro a gritar.
— Mas... Meu carro! Não Não! Explodiram meu carro.
— O tanque agora está mirando na gente.
Angelo pergunta rapidamente para o Luney.
— Cadê a arma que dispara o pulso eletromagnético Luney?
— Estava no carro.
Lord Dri se transforma em uma nuvem de fumaça e entra no tanque antes dele disparar. Alguns ruídos são ouvidos até que o tanque para de funcionar. Lord abre a porta de cima e saí impressionado com o que viu.
— O humano que estava dirigindo o tanque morreu. Teve um ataque cardíaco. Parece que eles não vivem muito tempo.
— Então os cientistas não resolveram nada. estes soldados duram pouco tempo. São para missões suicidas.
— É isso mesmo Angelo. O que deixa as coisas mais perigosas pois eles não tem nada a perder.
— Sem carro, não temos como ir até o Palácio do Governo ajudar o Neculai. Mas você pode voar Lord Dri. Nos vemos por lá então.



Continua...


Adriano Siqueira



terça-feira, 29 de setembro de 2015

Fator Montese - Parte 4 - vampiros


Fator Montese
Parte 4

— Olá Senhores. Eu sou o Neculai. Vejo que não tiveram problemas para chegar. Alguns problemas, inclusive, já foram resolvidos pela Karina. Deise Day já voltará. Ela está com alguns presentes para selarmos este encontro. Enquanto isso vamos nos conhecer melhor. Afinal, o prazer melhora quando sabemos onde apertar. Ha Ha Ha.
— Acredito que será seguido todo o protocolo que estudou sobre grandes encontros diplomáticos não é Neculai.
— Lord Dri. Deve saber bem como gosto de amizades. A sua seria certamente muito bem-vinda. Sua história é carregada de muita experiência e conhecimento. Eu o saúdo.
— Vim para este encontro pois fui convidado pela Lucrétia, que por sinal tem interesse no seu ritual e quer você bem distante deste universo.
— Ah. A Lucrétia. A relações públicas do inferno. Me diga Lord. Ela ainda aprecia torturas? Deve ter sido um pouco desconfortante o seu encontro com ela. Depois me conte o segredo do seu charme para que ela tenha te procurado. ha Ha Ha.
— Ela odeia você Neculai. Sabe bem que ela o deixa vivo por causa da sua popularidade.
— Sim! Mas sempre existe um fator que nos deixa vivos. Por isso posso incomodar todo mundo.
— Confesso que matá-lo seria um prazer.
— Não seja tão radical Lord Dri. Conheço seu passado. Quando você chegou neste cidade viu um mar de oportunidades, mas perdeu o seu poder e desistiu da fama quando descobriu que fazer tudo sozinho só estava criando monstros que ansiavam por sua queda.
— Eu fiz o que era preciso.
— Só esqueceu que este mundo gira com parceria Lord Dri. Esqueceu que todos precisam mostrar o seu potencial. Eu não cometo erros assim. Todos tem um espaço importante no que faço. Eu não sou poderoso e imortal sem ter o apoio de muitos. Considero eles uma família.
— Sua família foi construída com destruição e morte Neculai. Os que me conheceram, continuam falando sobre minhas histórias e meus feitos. É assim que se torna realmente eterno. É assim que se torna uma lenda.
— Sua amizade comigo pode trazer mais confiança para os mais exigentes. Não vou negar que preciso do seu apoio. Ha Ha Ha Se você estiver do meu lado Lord, poderá continuar onde parou. E todos irão aplaudí-lo. Uma verdadeira união do tradicional com o inovador.
— Seu caminho é cheio de sangue...
— ...E desespero. Meus métodos são eficientes e chamam a atenção. Enquanto você ignorava seus inimigos, eu buscava aliados em todos os caminhos e isso me fez ser o que sou.
— Um Megalomaníaco?
— Ha Ha Ha. Não Lord. Sou um megafone desta nação. Sou a voz daquela pessoa que fica lá atrás tentando falar mas a sua voz é baixa e ninguém dá atenção. Eu vim para acabar com os acomodados que só assistem o mundo desabar. Eu só empurro eles para o abismo que eles mesmo criaram. Ha Ha Ha. Deixo eles mais em contato com sua própria arte. Ha Ha Ha.
— Você é tão "democrático".
— Com o tempo aprenderá a me aceitar melhor. Ah. A Deise Day chegou. Ela trouxe alguns presentes. Enquanto isso eu vou dizer um pouco sobre o Ritual Montese. Aposto que vocês estão bem curiosos em saber mais sobre ele.
— Agora sim o assunto que eu queria ouvir.
— Isso mesmo Luney. Você vai apreciar. Posso ver o celular que você achou? Isso pode ajudar a localizar de onde o sinal veio.
— Eu pensei que estava envolvido nisso mas pelo seu diálogo acho que você quer nos ajudar. Mas me diga. o ritual nunca ficou com você?
— Depois que eu usei o ritual eu fiquei perdido por um bom tempo tentando aprender mais sobre meus poderes Com isso certamente alguém achou o ritual e tentou estudá-lo. Neste video que mostro para vocês existem muitas tentativas de tentar levar um exercito inteiro para algum lugar do mundo. Muitos foram mortos nestas experiências. Soldados se mesclavam com roupas e armas e morriam em seguida. Outros ficaram loucos e atiravam nos próprios soldados. Como nada estava dando certo acabaram por abandonar o projeto. Entende-se. Passaram para mãos de pessoas que só pensavam no dinheiro desta arma. começaram a usar em pessoas inocentes. Até que alguém achou o ponto certo e começou a usar carros para atropelar as pessoas. Isso já é um perigo. Significa que ele está perto demais para começar a usar um exército. Por isso todo mundo está atrás dele. Por várias razões. Por isso vocês vão me ajudar.
— Já entreguei os presentes como pediu Neculai.
— Obrigado querida Deise.
— Pelo menos não vamos sair de mãos vazias.
— Isso mesmo Luney. Como podem ver são celulares. Cada qual com certos detalhes que podem ajudá-los muito. O seu Luney. Se colocar o seu celular no carro. Verá um GPS mais elaborado aparecendo no parabrisa do seu carro e com dados sobre o carro fantasma que está procurando. Ele detecta também os prováreis carros suspeitos quando o seu carro se aproxima de um. automaticamente o identificador do celular procura por todas notícias relacionadas sobre ele e também como deter uma determinada assombração baseada nos livros antigos sobre fantasmas.
— Que fantástico. Precisava mesmo de um celular assim.
— Sabia que iria gostar.
— Eu não sou muito fã de celular Neculai. Tecnologias só nos enganam e nos manipulam.
— Lord Dri. Sei que vai apreciar. este celular em especial. Sei que veio para este século através de um ráio. O que você não sabia é que este ráio não foi criado pela natureza. Foi a sua amada da época que antes de morrer o enviou com segurança para outro local e por isso você veio para cá.
— Como ficou sabendo disso?
— Pesquisas e uma conversa com alguns amigos do céu e do inferno. A questão é que este celular simula esta passagem. Claro. ão é o mesmo raio que o levará para vários séculos, mas ele pode levá-lo a um determinado ponto. Sua estrutura pode aguentar eta viagem de um ponto ao outro. Mas não poderá levar ninguém com você. A distância é pequena. cem quilômetros mas deve ajudar bastante já que não dirige.
— É bem melhor que ônibus.
— Esta caixa é para um convidado que está aqui já faz um tempo nos vigiando. Pode descer daí Angelo Donnati. Deve estar frio aí em cima neste teto úmido.

O caçador de vampiros Angelo Donnati desce do teto usando uma corda.
— Vocês vampiros são espertos mas se eu quisesse matá-los eu já o teria feito.
— Angelo. Sei que é um caçador respeitado e se esconde bem mas para um vampiro você faz muito barulho.
— Estou interessado nesta reunião. Concordo com o Lord Dri sobre você ser eliminado para sempre Neculai. Seus presentes não vão me comprar.
— Aproveite o seu presente sem compras, só uma lembrança que poderá ser bastante útil para sua vida de caçador.
— O que tem no meu celular. Ah Sim! Um detector de ditadores... Pi Pi Pi... Achei você Neculai.
— Ha Ha Ha; Adoro seu bom humor  Angelo. Não é tão complexo assim. Mas tem todos os dados sobre todos os vampiros existentes e que também incluem força, alimentação, locais onde podem morar e se esconder e também, é claro, as suas fraquezas. Tem também todas as músicas sobre vampiros. Para se divertir. Ha Ha Ha
— Por quê me daria tanta informação? Acha que eu deixaria de perseguir você?
— Um caçador informado é sempre um bom caçador.
— Você merece uma estaca no coração Neculai e o Lord Dri também. É só entrarem no meu caminho.
— Podemos deixar isso para outro encontro Angelo?
— Saibam que, enquanto vocês ficam batendo papo eu já localizei os detalhes sobre este Ritual Montese. O rapaz é um gênio. Ele mora aqui perto. Só que ele está sendo protegido. Vai ser difícil de chegar perto. Por isso preciso de vocês. Eu tenho um plano.


Continua...


Adriano Siqueira 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Fator Montese - Parte 3 - Vampiros



Fator Montese 
Parte 3

Lord Dri, Luney e Alicia Zoom, seguem em direção ao restaurante noturno na Avenida Paulista, O Clube Homs foi adaptado especialmente para estes convidados especiais conforme solicitação do vampiro Neculai, mas não eram só os funcionários do clube que esperavam sua chegada. Do lado de fora, em alguns prédios vizinhos, cinco atiradores estavam prontos para disparar no momento da chegada deles. A ordem era para assassinar os convidados. Um dos atiradores porém, recebe uma visita inesperada.

— Oi! Não se assuste.
— Quem é você? Ah.. Só uma garota. Olha eu estou trabalhando Não pode ficar aqui.
— Uau! Você é um atirador? Posso ver você em ação?
— Eu não estou sendo pago para fazer apresentações. É melhor ir embora. Se fosse outro atirador já teria te matado. Se contar algo sobre isso para alguém, você será minha próxima vítima.
— Por favor. Não vou contar. Deixa eu ver. Queria ser atiradora um dia. Sei que posso ser eficiente.
— Quantos anos tem? Qual o seu nome?
— Tenho 24 anos. Meu nome é Karina e o seu?
— Me chame de Rick Shot, Karina. Eu aprendi a atirar quando tinha apenas 18 anos. Eu adoro armas de todos os tipos e me especializei em todas.
— Tenho certeza que você deve ser um dos melhores. Eu adorei a sua pose de atirador. Lembra aqueles filmes de ação. Você deve ser muito rico com todo este seu talento e é um homem lindo. Seria um modelo perfeito para fazer aqueles comerciais de ação.
— Eu só faço exercícios e cuido do meu corpo. Atirar é apenas uma parte do processo. Você precisa saber escapar e lutar para não ser pego. Este emprego é bem exigente.
— Ah. Eu imagino. Você era tudo que eu queria conhecer nesta noite. Adoraria mesmo ver você em ação. Hum. Olha! Ali naquele prédio, tem um atirador.
— Estou vendo ele. Tem mais três em outros prédios.
— Sim! Dá para ver. Ah. Eu não acho que você acerte algum deles.
— Por que não Karina? Acha que não sou tão bom?
— Você deve ser ótimo, mas está escuro e eles estão bem escondidos. Acho que você não acertaria. Deixa para lá. Não quero ver você frustado.
— Eu posso acertar qualquer alvo. Treinei minha vida para isso. Não existe desafio que eu ão consiga cumprir.
— Mas... os quatro? Ah. Eu acho impossível. Sei que você é esforçado mas se errar eles podem ferí-lo. Isso eu não iria querer que acontecesse com você. Um homem tão lindo assim ser ferido por errar... Não! Eu jamais me perdoaria se você fosse ferido. Deixa. É perigoso demais.
— Garota você não sabe mesmo do que sou capaz. Vou mostrar para você. Estou vendo os quatro atiradores. São alvos fáceis para mim. Só preciso ser rápido para eles não perceberem.
— Isso é tão excitante. Posso te abraçar para ver bem de perto.
— Tudo bem mas não fique perto da arma. Pode machucar você.
— Você e tão adorável. Deixe-me dar um beijo de boa sorte.
— Adorei o beijo.
— Tem mais de onde saiu este. É só acertar os quatro.
— Você é muito linda Karina.
— Assim você me deixa faminta. Mostra! Mostra o que faria por mim meu querido atirador.
— Não vai demorar nada.
Bang! Bang! Bang! Bang!
— Uau! Os quatro... de uma só vez! Você e ótimo. Perfeito! Lindo!
— Eu disse que sou o melhor.
— Eu posso beijar o seu pescoço.
— Pode fazer tudo que quiser Karina.
— Então eu vou morder... Estou faminta.
— Fique a vontade.
— Obrigada. Prometo que serei tão rápida quanto você.
— Venha querida. Venh... Espere... Argh! Argh! N~...

A vampira Karina suga todo o sangue do atirador e satisfaz a sua sede. Ela passa as suas mãos cheias de sangue no rosto do atirador. Encosta a sua cabeça no peito do Rick Shot e fica abraçada a ele, sorrindo e dizendo bem baixinho.

— Tenha uma boa noite meu querido atirador. Neculai vai ficar orgulhoso de mim.

Enquanto isso Lord Dri, Luney e Alicia Zoom chegam no Clube Homs. Luney é o primeiro a comentar.
— Será que o vampiro Neculai vai estar neste encontro?
— Neculai sempre nos surpreende. Ele sempre aparece para todos que precisam.
— Alicia... Neculai tem um jeito rápido de aparecer. É um poder que muitos gostariam de ter.
— Senti uma ponta de inveja aí Lord.
— Sou um vampiro tradicional. Entrar pela janela em dorma de névoa ainda é excitante.
— Novos Tempos. Mas os vampiros sempre tem seu jeito especial de conquistar.
— É Alicia e depois se alimentam. Não é Lord?
— Está é a mesa. Parace que somos os primeiros a chegar.
— Fugiu do assunto. Viu Alicia?
— Pois é. Estes misteriosos vampiros.

Enquanto os convidados conversam. Deise Day chega ao local.

— Meu nome é Deise Day. Eu sou a Relações Públicas do Neculai. Tudo bem com vocês?
— Achei que ele viria.
— Ele virá Lord Dri. Tem uma pessoa que quer conhecê-lo também. Ah. Ela já está aqui.
— Olá Deise.
— Karina. Estes são os nossos convidados. Luney. Alicia e o Lord Dri.
— Você é o Lord Dri. Uau. Você é uma lenda. Neculai conhece toda a sua história. Um guerreiro. Um inovador.
— Um aposentado... Estou aqui apenas como um observador. Neculai tem atraído a atenção de muita gente. Tem conquistado fãs e também assassinos. Me impressiona termos chegado aqui em segurança.
— Ah sim. Existiam algum atiradores querendo acabar com a festa mas dei um jeito neles.
— Você matou atiradores? Estamos sendo caçados?
— Sim Luney. Parece que alguém não queria que vocês se encontrassem com o Neculai.
— Isso sim é uma noite cheia de surpresas.
— Me diz Lord Dri. Você se trasforma em morcego e lobo? Eu sempre quiz ver de perto um vampiro assim.
— Karina. Eu sou um vampiro que tem todos os poderes vampíricos do passado.
— Deve ser emocionante. Espero conhecê-lo por completo. Quero saber tudo sobre você. Dizem até que você morreu.
— Sim é verdade... várias vezes... Espere...
— O que foi Lord.
— A cozinha deste local...
— Parece que algumas pessoas querem entrar sem convite.
— Fiquem aqui. Eu cuido disso.

Logo que o Lord Dri entra na cozinha. Uma mulher e dois homens armados com martelos e estacas estão prontos para a ação. A mulher o provoca.

—  Como você é um vampiro tradicional achei que deveria morrer do modo antigo. Vou adorar enfiar esta estaca em seu coração.
— Caçadores na cozinha. Certo! Certo. Vamos começar a competição. lembrem-se. vocês tem cinco minutos para fazer um ótimo croquete de vampiro. O vencedor vai ganhar uma viagem para o inferno com todas as despesas pagas.
— Matem este vampiro.

Lord Dri se transforma em uma forte neblina deixando todos cegos.

— Não consigo ver o maldito.
— Eu estou bem aqui.

Lord ataca o caçador arrancando suas armas e morde o seu pescoço. E logo em seguida anuncia.

— Um dos competidores foi retirado do programa por deixar o vampiro fugir e foi morto em seguida. só tem dos competidores perdidos até o momento.

Um dos caçadores procura o Lord e de repente a sua mão é atacada por um grande lobo. Deixando a estaca cair. O lobo morde o seu pescoço. O vampiro anuncia.

— Temos um novo candidato desclassificado. Parece que a tarefa não se realiará. Agora temos só mais uma candidata viva.

A caçadora fica de prontidão esperando o Lord atacar.
— Venha vampiro. Vou mostrar que eu posso destruí-lo.

A neblina começa a se juntar e de dentro dela sai o Lord Dri. Ele a segura pelos braços.
— Você pode largar suas armas e se render.
— Eu jamais vou me render. Um vampiro como você nunca deveria existir.
— Quem te mandou aqui? Por que quer me matar?
— Você nunca vai saber. Saiba apenas que você sabe demais e deve morrer.
— Se é assim... Anunciamos que a unica candidata restante... vai para o inferno.

Lord Dri. Toma todo o sangue da caçadora. Depois ele vai para o salão. Todos ficam olhando para ele. Finalmente ele quebra o silêncio.
— Parece que alguém não me quer por aqui por saber demais.

Karina bate palmas.
— Eu adorei vê-lo em ação.

As palmas são seguidas por mais alguém que aparece de surpresa e se pronuncia.
— Parabéns Lord Dri. Foi uma luta emocionante.

Todos olham para ele.
— Eu sou Neculai. Finalmente nos encontramos.



Continua...
  



Adriano Siqueira





segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O primeiro passo - histórias de vampiros



O primeiro passo - história de vampiros
Um Crossover dos personagens Angelo Donatti / Alami / Andário

O primeiro 
   Vamos Alami. O avião já vai pousar.
Andário, o vampiro, falava com a sua mulher, a fada Alami, na porta do banheiro do avião. Ela  passou mal durante toda a viagem. Chegou a pensar que ela estava perdendo o gosto de voar.
Ele esperou por alguns minutos até que finalmente a porta abriu. Para os humanos, Alami tem aproximadamente 22 anos, mas na verdade ela tem muito mais do que isso. Ela é morena, 1,59 de altura, seus cabelos são escuros e encaracolados. Seus olhos são castanhos claros e usava uma blusa escura por cima de uma camiseta com folhas estampadas e uma saia que ia até o joelho. No seus pulsos ela tinha várias pulseiras de miçangas que ela mesmo fazia na cidade Bataguassu, em Mato Grosso do Sul, onde eles estavam antes de pegar o avião.
   Andário! Eu não gosto de avião. Esta pressão toda me fez passar mal por um bom tempo. Preciso liberar minhas asas, ouvir um blues e tomar uma vodca.
   Nossa amor. Você está mesmo de mal humor.
Alami sorri e abraça Andário ela olha nos seus olhos e diz.
Seu amigo poderia ter ido para Bataguassu né? Como é mesmo o nome dele?
   Angelo Donatti, ele é caçador de vampiros.
   Um caçador? Andário! Se ele caça vampiros então você está facilitando muito as coisas indo ao seu encontro. Você é Delivery? Atende caçadores a domicílio?
   Calma Alami, Não é bem assim. Ele caça vampiros que olham os humanos como gado e matam sem respeitar as leis dos humanos. Isso é crime e assassinato. Como não existe uma polícia para prender estes vampiros... Então existem caçadores como ele que exterminam estes vampiros.
   Como você o conheceu? Você nunca veio para São Paulo.
Andário senta junto com Alami no Avião e enquanto eles prendem o cinto para pousar, explica com um sorriso.
   A internet não é só para ver vídeos de Blues Alami. Além disso, agora ele paga a nossa internet e também os computadores e muitos jogos de videogames que ele manda todo o mês.
Alami olha para a janela e vê a cidade de São Paulo, segura a mão do Andário e sorri e completa.
   Espero que ele nos dê muitas lembranças.
   Lembranças boas espero eu querida Alami.
   Vamos apostar uma corrida voando entre os prédios?
   Alami?
Andário ri e responde.
   Estamos aqui para fazer um favor.
Alami olha para Andário. Foram os cinco anos mais felizes que ela teve ao lado dele. Ela também sabia que só faltava mais quatro anos para tudo acabar. As fadas só vivem 9 anos depois que crescem. Elas ficam do tamanho dos humanos, Seus poderes diminuem. Mas Andário não parecia se preocupar muito. Ele procurava apenas dar o melhor para ela. Andário era um ser solitário. Não era bem um vampiro como os outros lendários. Nasceu em uma aldeia. Seu nascimento foi como um humano normal, mas era muito anêmico e o feitceiro o leou para um lugar cheio de morcegos e o deixou lá por um dia. Era uma magia antiga. Os morcegos cuidariam dele e realmente ficou melhor. Porém, quando o feiticeiro foi buscá-lo sua boca estava cheio de sangue e nasceram asas de morcegos em suas costas. O feiticeiro sabia que ele agora era uma criatura dos morcegos e que se alimentava apenas de sangue. Andário ajudou a tribo até que na era moderna foi morar em Bataguassu e foi nas florestas por ali que conheceu a fada Alami.
Andário é filho de índio e ele não é muito alto, tem 1.60 de altura. Moreno e de cabelos curtos e lisos. Tem dez quilos a mais e adora a internet. Foi lá que ele conheceu muitos amigos que ajudam tanto ele como a Alami, afinal, não é todo mundo que conhece um vampiro e uma fada para conversar. Embora eles gostem de ser bem discretos pois sabem que muitos poderiam caçá-los.
Quando chegaram no aeroporto de congonhas já era noite. Viram um homem segurando uma placa com os nomes deles. Alami ficou impressionada com a beleza do rapaz. Alto corpo atletico, aparentando uns 30 anos, pele muito clara. Cabelo preto grande, bem liso e tinha um cavanhaque bem cortado. Seus olhos eram muito escuros e usava um terno azul com uma camisa branca mas sem gravata. O primeiro comentário que ela fez foi...
   Roupas demais.
   Desculpe?
   Desculpo só desta vez.
   Alami!?
   Foi inevitável Andário, Está calor aqui.
Alami fica se abanando com as duas mãos e sorri para o rapaz, mas logo Andário toma conta da conversa.
   Não está não Alami. Este senhor deve nos levar até o Angelo Donatti. É isso?
   Isso mesmo! Devo levá-los até o Angelo. Podem me seguir até o carro por favor.
   Nem precisava pedir.
Alami sorria muito e recebeu uma pequena cotovelada do Andário que disse bem seco.
   Vamos amor?
   Andário você está com ciumes deste homem bem vestido com o cavalhaque bem feito e aqueles olhos...
   Sim! Sim né. Já basta. Vamos logo que estamos atrasados.
O carro era um Geiger Ford F650 um carro bem impressionante pelo seu tamanho. Era uma caminhonete de seis rodas com quatro portas. Assim que Alami e o Andário entram no carro as portas e janelas se fecham e o rapaz sorri e foge do local. Os dois se olham e tentam abrir as portas de todas as maneiras enquanto Andário comenta.
   E você estava gostando dele? Aposto que tem uma bomba debaixo do carro.
   O desgraçado nos enganou. Sabia que ele era perfeito demais. Vou arrastar ele pelo asfalto.
   Se a gente sair inteiro dessa você quer dizer.
   Não dá para chegar na parte da frente! Tem um vidro bem grosso. Que Droga!
   Seu “gato” vai matar a gente!
   Seus comentários não ajuda nada!
   Irritada, Alami golpeia com os pés a porta várias vezes.
   Parece que o carro é a prova de fadas!
   Então veja se é a prova de vampiros.
Andário rasga a camisa e as asas aparecem. Ele as usa para golpear o vidro do seu lado, várias vezes, até que o estilhaça.
—Vamos Alami!
   Não vou rasgar a minha blusa e nem minha camisa!
Alami cruza os braços e fica olhando para a outra janela do carro emburrada.
   Não fica com birra agora! Essa porcaria vai explodir.
   Você não sabe se tem mesmo uma bomba.
De repente um homem com idade aproximada de 40 anos aparece do lado da janela da Alami e responde.
   Tem sim! Está debaixo do carro e o pelo relogio faltam apenas 30 segundos.
   Que é você?
Pergunta Andário olhando para a emburrada da Alami.
   Angelo Donatti
   Recepciona todo mundo no aeroporto assim?
Pergunta Alami.
   Eu não! Não sabia que eram seguidos.
   Olha o problema é que a bomba não pode explodir. Não aqui no aeroporto. Tem muita gente.
   O que? Este carro é pesado para tirá-lo daqui voando. Pode esquecer. Só faltam quinze segundos.
   Vocês homens são moles demais.
   Alami rasga a roupa ficando só de sutiã. Ela sai do carro, joga a roupa rasgada para o Andário e se pronuncia enquanto levanta o carro.
   Vai me dar roupas novas viu Andário. Vou até ali e já volto.
Andário e Angelo avisam a muitidão para se esconderem e com apenas 7 segundos que restavam, Alami consegue levar o carro para 200 pés de altura, solta o carro e se afasta voando o mais rápido que pode. Com a explosão, as ondas quebram alguns vidros das portas e janelas do aeroporto.
Angelo pede para Andário voar e ver se tem feridos. Depois de verificar tudo eles foram para a sua casa.
Na sala do Angelo estavam Alami, Andário e o Lord Devon.
— Eu gostaria de apresentar para vocês o Lord Devon. Ele é um vampiro. Foi mordido recentemente.
Andário fica intrigado com o vampiro e questiona.
— Ele parece mais um nerd que gosta de sangue. Não falta mais nada mesmo. Mas me diz uma coisa Angelo. O que você quer da gente? Por que você queria a gente aqui?
— Preciso que vocês levem o Lord Devon com vocês. Para morar em Bataguassu. Treiná-lo para que ele fique tão bom quanto o Caio.
   Nem pensar. O Andário já dá muito trabalho.
Respondeu Alami que estava olhando o aparelho de som do Angelo. Ligou e começou a dançar pela sala. Angelo e Andário continuaram conversando.
   Bom Angelo. Não somos treinadores de vampiros e nem somos um albergue para eles. Além disso... Os moradores da região poderiam fazer muitas perguntas. Não acho uma boa ideia. Sei que você está procurando alguém para substituir o Caio que morreu recentemente. Você me disse por e-mail. Caio era um anjo que tinha um corpo humano, só que a alma do humano foi arrancada e o anjo foi destruido.
   A Alma dele foi arrancada por ele ter fugido das leis dos anjos para me salvar.
   Mas, olha, sinceramente um vampiro como ajudante de um caçador de vampiros não ia ficar bem para a sua fama.
— Um vampiro ao meu lado ajudaria muito a prever os passos dos vampiros além de que eu preciso que ele se infiltre em alguns lugares onde os vampiros estão. Confio no Lord Devon. Mas ele precisa de treinamento e de como poder lutar com a fome do sangue. Andário. A sua aldeia fez um composto que substitui o sangue que os vampiros precisam.
— Não é bem sangue. São plantas com atributos que enganam a fome dos vampiros. Mesmo assim é necessário o sangue de alguém.
Sim! Eu sei. É misturado com o sangue da Fada.
— Não diretamente dela. Depois de retirado do seu corpo, o sangue que fica junto com as plantas por algum tempo. Pois o sangue puro dela é um veneno para os vampiros.
   Angelo leva o andário mais distante de Alami e comenta.
   Ela está morrendo.
   Ainda falta mais alguns anos. Tenho procurado uma forma de evitar isso.
   A lei das fadas é assim Acho que não tem como.
   Sempre tem um jeito.
   Caio dizia o mesmo e agora está morto.
   Ela não é o Caio!
Andário soca a porta que quebra em seguida. Todos olham para ele. Alami olha sério para Andário. Abre a janela e olha para as estrelas. Antes de sair ela diz.
   Vou ver se está noite lá fora.
Angelo segura o braço do Andário. Impedindo que ele saia atras dela. Olha para o Angelo e diz.
   Ela sabe que estou falando da morte dela.
   Vocês se amam. Queria eu ter um amor assim. Mesmo que durasse apenas alguns segundos eu me lembraria para sempre.
   Andário coloca a mão no ombro do Angelo e diz.
   Você tem seu caminho e eu tenho o meu. Sabe que sem ela eu não viveria. Além do seu amor. Ela me alimenta.
   Mas se o sangue da fada acabar? Você tomaria sangue humano ou de vampiro?
   Posso descobrir agora Angelo. Se não parar de falar sobre o assunto.
   Pelo jeito a conversa sobre Alami o deixou nervoso. O que posso dizer é que se vocês treinarem o Lord Devon Todas as despesas serão pagas por mim. Você não vai ter que se preocupar com isso. Só quero um parceiro que saiba bem como é ser um vampiro. Pense nisso. Fiquem aqui está noite. O avião de vocês só sai amanhã de noite. Tenho uma surpresa para vocês no avião. Traga Alami. Vamos todos deitar. Falta poucas horas para amanhecer.
   Sim. Foi mesmo um dia difícil. Sabe Angelo. Eu imaginava a sua casa bem mais sinistra por ser um caçador. Imaginava algo como algumas cabeças de vampiros penduradas, livros antigos, Rituais de proteção, etc. Mas parece tão normal. Tem até passarinhos engaiolados no seu quintal.
   É que você não conhece ainda a minha batcaverna.
Angelo pega um controle remoto e aponta para a estante de livros.
   Eu amo livros sabia? Eu não seria nada sem eles.
A estante começa a se mexer até que aparece uma porta. Angelo olha para o Andário e pergunta.
   Quer dar uma expiada.
    Melhor eu não arriscar. Vai que você me quer como cobaia.
Andário sobe as escadas e quando chega no quarto a Alami estava na cama com os olhos fechados.
Ele olha para ela. Acaricia seus cabelos e diz algumas palavras.
   Tudo que puder fazer por você Alami. Eu farei mesmo que custe a minha vida.
Alami abre os olhos, sorri e responde.
   Já que vai fazer tudo. Eu quero uma massagem.
   Golpe baixo fingir que está dormindo Alami.
   Falando em golpe baixo.
   Alami coloca as mãos por baixo dos lençois e passa nas calças do Andário.
   Preciso muito disso.
   Andário vê que ela estava nua.
   Alami prometa não gritar tão alto, não estamos em casa.
   Olha quem fala.
Ela beija os lábios do vampiro e ele toca no seu rosto e desce as mãos até os seus seios.
A fada fica impaciente e começa a rasgar a calça do vampiro.
Ela o agarra violentamente. E os dois começam a flutuar pelo quarto. Encostando no teto e na parede. Seus gestos eróticos ultrapassam a imaginaçao dos humanos. Alami empurra Andário em direção a janela que quebra em pedaços. Eles ficam flutuando no quintal. Praticam muitas posições misturadas com tapas e arranhadas. Andário grita muito alto. Até que Alami começa a gritar junto e logo em seguida eles ficam em silêncio. Andário pela a Alami no colo e a leva para dentro do quarto novamente e a coloca na cama. Assim que ele deita ela coloca aa mão em seu peito e eles finalmente dormem.

    





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