domingo, 23 de setembro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 01 - Stefany Albuquerque

Esta história está sendo produzida em parceria com Stefany Albuquerque e Adriano Siqueira
É uma história com os personagens Lord Dri e Morticia Naghtshade



Uma Vampira na Cidade - Parte 01
Parte 01 Por Stefany Albuquerque -



— Podíamos ter esperado não acha Morticia?
Começo a rir e respondo.
— Não meu querido isso está muito devagar, tínhamos que extravasar agora está bem mais excitante.
— Não acho. Agora temos problemas demais.
Olho para trás e vejo três lobisomens.
— Aonde pensam que vão? - Diz um deles.
— Em nenhum lugar meninos, mas não se esqueçam que não serei boazinha.
Avanço em um deles e eles avançam em seguida. Dri Luta com os outros dois.
— Podia ter pensado em um plano né Morticia.
— Isso não é hora de discutir não acha?
Ele sorri e luta com mais velocidade quando de repente...
— Dri abaixa.
Ele rapidamente se abaixa e lanço um punhal, que acerta a cabeça do lobisomem.
— Rápida e certeira.
Retiro outro punhal e sorrio. Arremesso em sua direção raspando em seu ombro e atingindo o peito do outro.
— Você me acertou!
— Não! Apenas pegou de raspão.
— Era para acertar em mim então?
— Pare de falar bobagem. Eu matei o lobisomem e você está achando ruim por que pegou de raspão em você. Devia me agradecer.
— Não seja por isso.
Ele retira rapidamente o punhal do peito do lobisomem e arremessa em minha direção, me abaixo, mas mesmo assim, raspa em meu braço.
— Então é isso.
— Me desculpe querida eu só queria acertar o lobisomem.
Ele sorri.
— Vamos antes que chegue mais alguém.
Ele se aproxima e segura meu braço.
— Falta isso.
Ele lambe a ferida em meu braço e ela se fecha rapidamente.
— Gostou?
— Sim.
— Então vamos Dri.
Ele sorri novamente.
— Cadê seu carro?
— Bom ele estava aqui até você arremessa-lo contra os outros lobisomens.
— Vamos com o meu.
Olho para os lados e vejo o carro todo amassado em cima de uns lobisomens.
— Bom... Se este é o seu carro acho que estamos quites.
— É! E vamos de quê agora?
— Tem uma moto bem ali.
Uma Harley Davidson 2006, cor preta.
— Humm! Uma ótima escolha. Eu dirijo.
Ele pega em minha cintura e me dá um forte beijo, logo depois me vira para o outro lado.
— Não querida. eu dirijo.
— Você não vale nada.
— Eu sei e você também.
Subo na traseira da moto.
— Tem em mente aonde vamos Morticia?
— Para o meu hotel.
— Ok.


Chegando ao hotel.
A nossas roupas estavam completamente cheias de sangue de lobisomem.
— Dri não sei você, mas acho que estas roupas estão chamando muito a atenção.
— Sim e o que você tem em mente?
— Veja aquele casal no beco.
— Ok! Já entendi o recado.
Chegamos perto do casal e Dri fixa o seu olhar na moça.
— Olá querida adorei suas roupas.
Começo a rir.
— “Adorei suas roupas” fala sério.
Olho para ela e para o rapaz.
— Quero suas roupas agora.
Ele me olhou assustado, logo o rapaz começou a tirar as roupas e a moça também.
— Precisava fazer isso? - Perguntou Lord Dri
— Não temos tempo para você ficar “paquerando”.
__ Está com ciúmes.
__ Não! Estou com presa.
Depois que vestimos a roupa, Dri olhou para eles e mandou saírem dali sem que ninguém percebesse.
Entramos no hotel. Dentro do elevador Dri começa a me despir.
— O que foi?
Ele sorri.
— Até que esse tomara-que-caia ficou muito bem em você.
— Obrigada, mas...
Chego mais perto dele e rasgo sua camisa com as minhas unhas.
— Mas não gostei da sua camisa.
Ele me empurra no canto da parede e me beija, suas mãos passeiam em meu corpo. As portas do elevador abrem e um casal se depara com nossos toques.
— Dri! Acho que temos companhia.
Dri olha para o casal com uma cara fechada.
— Está com fome Morticia?
— Sim! Estou faminta.
Dri larga uma de minhas pernas e vai até eles. Fixa seu olhar no casal fazendo com que entrem no elevador.
— Escolha minha querida.
— a mulher.
Ele sorri. Mordo o pescoço da mulher e ela começa a gritar. Rapidamente eu tapo a boca dela com a mão. Antes de drenar seu sangue por inteiro, a colo encostada ao canto do elevador e aperto o botão para trava-lo entre um andar e outro. Dri para de sugar o rapaz.
— O que foi Morticia?
— Nada querido continue.
Olho nos olhos da moça.
— Qual o seu nome querida?
Com dificuldade ela responde.
— Denise.
— Denise seu corpo está neutro agora, quero que fique calma e responda as minhas perguntas sem hesitar.
— Tudo bem.
Dri fica me olhando enquanto termina de drenar o rapaz.
— O que você mais ama em sua vida?
— meu noivo Edu.
— Este que esta nos braços do meu Lord?
— Sim, não o mate, por favor.
— Eu não minha querida, mas olhe... Ele já está seco ao seu lado.
Ela começou a chorar.
— Sente essa dor consumindo seu peito? Mal consegue respirar. Esta dor vai te consumir até não aguentar mais.
— Me ajuda, eu não quero essa dor.
— Eu realmente posso te ajudar, mas vai depender de você.
— Como assim?
— Olhe para ele. Está seco... sem sangue... Não irá voltar. Você pode se juntar a ele ou sentir essa dor até ela te consumir.
— Não! Eu não quero morrer desse jeito.
— Faça sua escolha.
Ela estica sua mão e segura a mão do rapaz e aperta.
— Quero ficar com ele.
— Boa escolha.
Rapidamente mordo seu pescoço e dreno seu sangue por inteiro. Logo em seguida limpo o sangue dos meus lábios e olho para o Dri e digo:
— Vamos Dri meu apartamento é no próximo andar.

Continua.... 








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