quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 7 - por Adriano Siqueira


Uma Vampira na Cidade - Parte 7 - por Adriano Siqueira

Está história está sendo produzida em capítulos por Adriano Siqueira e Stefany Albuquerque



Depois que saí correndo da casa do Henrique, fui tentar saber sobre o que aconteceu com o Dri. Henrique prometeu ajudar e me informar qualquer novidade. Com todos procurando sobre o chip seria perigoso para o Dri. Poderiam captura-lo pensando que ele possa estar com o chip. O radio que roubamos no leilão pode ajudar a encontra-lo pois tem GPS. Mas a localização não é muito precisa... talvez... a fabrica abandonada da região seja o único local para encontrá-lo. Dessa vez preciso de um veículo diferente.
Olho para os lados e vejo um casal conversando na calçada e um rapaz de moto passa correndo e pega a bolsa dela que grita:
— Socorro! Ladrão!
Corro em sua direção e fico pulando de carro em carro no trânsito até que ele diminui a velocidade por causa do farol.
— Está é minha chance.
Pulo sobre ele que cai da moto e tenta correr mas eu o alcanço com facilidade e o seguro na parede. Com a minha força e sorrindo olho para ele e deixo sobre meu poder.
— Então você gosta de adquirir as coisas dos outros?
Eu beijo a sua boca e rasgo a sua camisa. Cravo as minhas unhas em suas costas enquanto ele me responde...
— Sim. Eu faço isso todo o dia.
— Bom meu querido. Olhe bem para os meus olhos e veja o que você conseguiu...
O ladrão olha para a bolsa e vê muitos insetos passando pelo seu braço e entrando em suas roupas. Eu o seguro e ele fica em pânico.
— Me ajude! eles estão entrando no meu corpo...
Mas não era isso que queria... obtê-los. Agora os tem por todo o seu corpo. Eles vão fazer parte da sua vida agora... Se beijar alguém os insetos vão sair e atacar todas as pessoas que você abraçar. Você também não vai conseguir comer nada pois eles vão querer se alimentar primeiro e sairão da sua boca para a sua comida. Quando beber algo vai acontecer a mesma coisa. E quando você for no banheiro eles irão sair pela sua bunda e voltarão rapidamente.
— Me ajude! Por favor! Não eu não quero... tire eles de mim. Tire por favor.
— Você pode escolher... Ou vive assim ou se entrega para meu beijo mortal.
— Me beija... Me morda... Me mate... mas deixe eles longe de mim!
Eu o abraço e dou a minha mordida fatal... Enquanto eu sugo seu sangue olho para o casal que ficam assustados e pegam a bolsa da sua mão e ficam dizendo baixinho.
— Ela é um monstro... Um demônio.
— Venha querida vamos embora antes que ela nos devore também.
Eu escuto tudo... Um monstro... Talvez seja melhor que isso... Olho para eles e riu de seus medos e os provoco rindo.
— Vão embora ou serão os próximos...
Assim que eles partiram eu peguei a moto do rapaz e corri para a fábrica abandonada.



Quando chego na fábrica escuto barulhos de espancamento e gemidos de dor seguidos de tosse.
Subo e olho pela janela. Vejo o Dri amarrado em uma cadeira. Uma mulher vermelha careca e com chifres usa o seu rabo enorme para apertar com força o seu pescoço enquanto. Uma mulher ruiva vestida de preto usa encantamentos para espetar estacadas de madeira no peito do Dri. Por alguns segundos eu ouço a conversa deles.
— Ou você diz onde está o chip ou vou transforma-lo em um queijo suíço com minhas estacas pontiagudas! - Diz a bruxa ruiva.
— Eu posso enforcá-lo em segundos com o meu rabo e ainda arrancar sua cabeça seu vampiro idiota.
— Cof Cof! Calma garotas tem espaço para todas. Peguem a sua senha e esperem na fila como toda boa menina faz...
Se continuarem torturando o Dri assim, logo ele vai desmaiar. Preciso agir agora mesmo.
Arrebento a janela e pulo em frente ao Dri que responde de imediato.
— Se veio gravar um vídeo para colocar na internet, a minha melhor posição é do lado direito.
Olho para elas e analiso a situação... Demônia e Bruxa. Fraquezas... temperatura gelada para demônia e boca fechada para a Bruxa não proferir encantamentos. Duas dificuldades. Preciso distrair a atenção delas.
— Não posso virar as costas para você que já aparecem duas bitchs no seu pé?
— Ah sim! Eu precisava me entreter enquanto você estava ocupadíssima com o lobinho mau. Alias, deve ter sido bem emocionante, já que ficou um bom tempo por lá.
As mulheres entram na conversa. A bruxa fala primeiro.
— Espera ai! Não sei quem é você sua vampiriguete, mas eu vou transformá-la em uma estátua de gelo.
— Ah é mesmo? E qual é o encantamento pra isso nesta sua agenda mequetrefe?
Dri interrompe dizendo:
— Conversa maçante... o Henrique deve ter queimado suas ideias.
— Dri isso não é justo. Eu não queria nada com ele.
— Bem.. mas não foi isso exatamente que aconteceu né? Bem me quer ou mal me quer? Na dúvida fica com a flor inteira... Sei.
— Dri eu...
A bruxa comenta:
— Dá para calar a boca vocês dois.
A bruxa pega o seu livro e mostra a página. O Dri responde:
— Dá licença mas ta havendo uma discussão de casal aqui... deixa recado após o Bip...
— Parem com isso!!! É esse encantamento aqui. Está vendo. Estava duvidando de mim?
— Eu não estou duvidando de você Maga Patalógika. Você é que está se metendo em nossa briga e não deveria fazer isso. Agora me dá este livro aqui que vou transformá-lo em gelo assim ele pode me ouvir.
— Não! Eu ainda tenho que interrogá-lo!
Eu pego o livro dela chego perto do Dri e ele engole seco.
— Espera ai vai Morticia... falei isso porque não gosto de ver aquela bola de pelo enrolado com você.
Eu olho com ódio para o Dri mas logo em seguida olho para a bruxa e digo o encantamento... Ela fica surpresa e antes de dizer algo, se transforma em uma estátua de gelo. A demônia fica gritando.
— Gelo!! Malditos... Não posso ver gelo... o frio me espanta e dá calafrios.
— É essa a intenção...
Seguro a estátua de gelo e jogo na direção da demônia. A estátua cai em cima dela. Ela grita muito e prageja.
— Maldita. vou acabar com sua raça!
— Não antes de dizer uma coisinhas... Para que queriam o chip?
— Os dados que estão nele podem fazer qualquer um de nós ser o líder desta cidade. Existem várias criaturas que querem este chip para saber onde todos se escondem e atacá-los sem compaixão. Poderemos destruir todos ou apenas comandá-los. É um poder infinito.
— Olhe para meus olhos demônia. O gelo já paralisou e "queimou" seus braços e pernas. Logo vai parar seu coração. Ficara em um museu congelada para sempre e as crianças vão cuspir em você. Será vista como o próprio diabo. Será levada para as igrejas como um símbolo de destruição. Será ridicularizada por toda a sua vida.
— Não... não pode fazer isso...
— Eu posso salvá-la se quiser...
— Como? Eu faço qualquer coisa.
— Então deixe-me ajudá-la.
Pego com as duas mãos o seu rosto. Olho para ela com uma cara de compaixão e sem que ela perceba eu viro a sua cabeça quebrando o seu pescoço.
olho para o Dri... Ele ainda estava surpreso com minha selvageria. Mas ele precisava descansar para recuperar as energias. Me aproximo... Desamarro seus braços e pernas. Ele mal podia andar mas tenta falar...
— Morticia... Eu... fico feliz que está aqui.
— Mas eu amo você. Jamais deixaria você assim. Além disso Juntando as duas não chegam nem perto do que sou. Agora não fale... deve descansar... Vamos voltar.
Ele começa a tocar em meu corpo e seus olhos começam a brilhar...
— Eu preciso de você agora.

Ele rasga minhas roupas e eu riu muito... Ele me beija e me encosta na parede. Segura meus braços. Rasga toda a roupa com facilidade enquanto morde meus lábios. Esse era o Dri que eu conhecia. Beija e morde meus seios. E eu me esfrego em seu corpo. Somos tomados por muita luxuria e desejo. Nossos corações agora são apenas um e tudo que existe não interessa naquele momento. Eu e o Dri estávamos em puro êxtase. Mordeu meu pulso e começou a tomar meu sangue. Seus olhos brilhavam e a sua sede era devastadora. Seguro seus cabelos e aperto com mais força. Ele me olha com a boca cheia de sangue e me dá um beijo bem ardente. Enquanto ele me penetra com força e as nossas energias começam a passar por nossos corpos. Somos cobertos pela energia que nos deixa apenas gemendo e gritando de prazer. Começamos a levitar e paramos no teto. Nossos corpos não tem mais gravidade. Passamos por todas as paredes e tetos daquela fabrica e finalmente depois de muitos orgasmos ficamos em silêncio, abraçados e olhando um para o outro. Deitei-me em seu peito e fiquei ali pensando como é bom tê-lo de volta e por estar perto de mim.

Continua...

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