quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fantástica Jornada Noite Adentro: “Noite de vampiros”


Neste dia 09 de novembro de 2012
na Biblioteca Viriato Correa
Rua Sena Madureira, 298
Vila Mariana - 04021-050
São Paulo, SP








Esquete
O escritor Adriano Siqueira apresenta esquete sobre um caçador de vampiros aposentado que destruiu todos os vampiros da terra. 

Mesa-redonda

Com as escritoras Giulia Moon e Martha Argel e Vivi Amaral, pesquisadora e organizadora do Cinefantasy.
Dia 9 de novembro (sex), às 22h.
Após a meia-noite, começam as sessões de cinema na Sala Luiz Sérgio Person. Paralelamente, tem início o jogo de RPG Live-Action no andar térreo da Biblioteca. 

RPG Live-Action
Com o grupo Confraria das Idéias. 
Para jogar é preciso se inscrever com antecedência pelo bibliotecavilamariana@hotmail.com
A partir da meia-noite

Filmes:

A dança dos vampiros
(EUA, 1967, 110 min, legendado, DVD)
Dir: Roman Polanski. Elenco: Roman Polanski, Alfie Bass, Sharon Tate.
Abronsius é um professor universitário especialista em vampiros que decide ir até a Transilvânia acompanhado de seu fiel discípulo, Alfred, que é bem medroso. Abronsius tem como objetivo aprender sobre vampiros e combatê-los, se possível, mas os fatos tomam um rumo inesperado. Para maiores de 12 anos.
Dia 9 de novembro (sex), 11h59

A Hora do espanto

(Fright Night, EUA, 1985, 106 min, legendado, DVD)    
Dir: Tom Holland. Elenco: Chris Sarandon, William Ragsdale, Amanda Bearse.
Para Charley nada poderia ser melhor que um velho filme de terror bem tarde da noite. Assim, quando novos moradores ocupam a casa vizinha, a experiência de Charley não deixa nenhuma dúvida de que o comportamento estranho dos novos vizinhos é explicado pelo fato de eles serem vampiros. Para maiores de 14 anos.
Dia 10 de novembro (sáb), 2h - Sala Luiz Sérgio Person

Filme surpresa

Dia 10 de novembro (sáb), 4h - Sala Luiz Sérgio Person
Às seis horas, o evento termina com um café-da-manhã.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Uma Fanfic sobre Minerva - personagem da história "Uma Vampira na Cidade"



Victório Anthony - http://www.facebook.com/victorio.anthony fez uma continuação fanfic para o que aconteceu com a Minerva depois do final da história "Uma vampira na Cidade" que escrito por Morticia Naghtshade e Adriano Siqueira - confiram -
http://victorioanthony.blogspot.com.br/2012/11/devils-drink-31-marcada.html?showComment=1352212988333#c9052636393195025714

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Capítulo Final - por Stefany Albuquerque


Uma Vampira na Cidade - Capítulo Final - por Stefany Albuquerque



Seu sangue ruim, de gosto amargo encheu-me de sede.
— Quero mais.
Minerva me olha assustada.
— Como ousa...
Antes que ela termine de falar eu interrompo.
— Chega dessa baboseira, já estou cansada de ser boazinha. Eu quero ver sangue escorrendo por entre os meus dedos.
Dri fica atento nos olhando.
— Não se preocupe querido é melhor que fique ai, e bem caladinho. Agora vou fazer o que eu deveria ter feito há muito tempo.
Corro em direção a Minerva, ela começa a rosnar para mim.
— Rosnar não vai fazer você escapar de mim.
A agarro pelo braço e a derrubo no chão, rapidamente ela passa suas garras em minha perna, fazendo um enorme corte.
— Ai!! Sua vaca! Rasgou minha meia calça nova, vai pagar por isso.
Alguns homens aparecem e Henrique também.
— Vejo que estão ocupadas.
— Solte o Dri e se virem com o resto Minerva é minha.
Henrique luta com alguns homens os levando até o corredor. Ele volta e começa a arrebentar as cordas que prendem Dri.
— Como sempre eu tenho que te salvar.
— cala a boca, já fiz muito por você também.
Os dois saem em direção o corredor enquanto eu e Minerva nos pegamos no chão.
— Vamos acabar com isso logo.
Minerva me empurra com força fazendo com que eu bata a cabeça na parede. Ela se levanta e ergue suas mãos, um vento forte começa a tomar conta do lugar. A porta se fecha e as janelas também.
— Sente o vento cortante, vou acabar com você de uma vez por todas.
— Não, se eu acabar antes com você.
O vento fica mais forte, ela gesticula suas mãos em minha direção, o vento troca de rumo vindo em minha direção. Não podia me mecher, o vento chegava a fazer cortes em meu rosto e em meu corpo.
Ela começa a rir e adverte:
— É inútil lutar com uma deusa como eu, você é apenas uma vampira qualquer. Uma mestiça de sangue sujo.
O vento começa a mudar de curso novamente. Ela me olha assustada.
— O que está acontecendo?
Ela mira novamente para mim, mas o vento tomou seu próprio curso, ele girava em círculos em volta de nos. Levanto devagar com a cabeça baixa.
— Você me subestima demais Minerva. Só precisava ouvir de você tais ofensas para declarar a sua sentença de morte. Não imaginou o poder que tenho em minhas.
Ela começa a andar para trás até encostar-se à porta, ela tenta abri-la mais está trancada e o vento a impede de tocar na maçaneta.
— Deixe-me sair Morticia! Sou a mãe de minha espécie! Não pode me matar!
— Não ligo.


Seguro rapidamente suas mãos as colando na parede. Ela fica se debatendo, mas quanto mais ela se meche mais o vento a machuca.
— Pare Morticia posso dar a você o que você...espere... O que há com seus olhos? Estão vermelhos. Você...
Antes que ela termine.
— Sim eu estou furiosa, e como você disse o Demônio que á dentro de mim esta aflorando. E quer ter um a conversinha com você.
Começo a irradiar calor, minhas mãos começam a ficar quente. Ela começa a gritar, logo ouço batidas na porta.
— Morticia o que está acontecendo ai?
— Não se metam em meus assuntos.
— Querida não pode matá-la.
— Posso! está me subestimando?
Começo a queimar mais os braços de Minerva ela cai de joelhos no chão. Largo suas mãos e agarro seu pescoço.
— Escute bem sua vaca, não tenho piedade nenhuma com você, merece morrer, mas tenho um trato e esse trato requer você viva. Mas ninguém mencionou... inteira.
A agarro pelos cabelos e jogo no chão novamente, ela cai com o rosto no chão. Antes que ela se levante. Dou vários pontapés em seu estomago.
— Morticia! Pare! Vai matá-la.
Ergo minhas mãos e canalizo o vento.
— Nunca mais vai esquecer desse sangue ruim.
O vento se direciona a Minerva. Fazendo vários cortes em seu rosto e em seu corpo todo. Ela desmaia.
A porta se abre e Dri e Henrique ficam a me olhar.
— Morticia o que houve com você?... Seus olhos.
— Dri eu...
Caio no chão inconsciente.



— Ela ainda está desacordada?
— Sim Henrique e acho que foi pelo esforço que ela teve em acabar com o seu “amorzinho”
— Não é hora para ironias. Estamos bem e é isso o que importa.
— Mas será que ela está bem, faz mais de 12 horas que ela não acorda.
— Minerva também, falando nisso meus homens chegaram. Eles vão levá-la para um laboratório para ver se conseguem um herdeiro. Depois disso Minerva vai ser presa e entregue ao chefe do clã dessa cidade.
— E o que acontece depois?
— Não sei. É decisão deles. É meu amigo parece que você vai continuar virgem.
Henrique sorri.
— Não sou virgem. E você não tem nada a ver com isso.
— Não, mais eu tenho.
— Morticia!
— Não tem nem como descansar aqui, vocês passam o tempo todo discutindo.
— Você está bem Morticia?
— Acho que sim Henrique.
— O que te fez desmaiar?
— Dri a sua voz fez com que eu parasse. Isso me fez desmaiar.
— Bom, eu só fiz o que devia fazer.
Henrique se manifesta.
— Morticia temos que conversar a sós.
— Dri pode ser sair por alguns minutos?
— Não, sei não, acho melhor eu ficar.
— Saia logo seu virgem.
Dri e Henrique ficam se encarando por um tempo.
— Dri depois nos conversamos, deixe-me com Henrique.
— Só vou porque ele pediu.
Dri sai do quarto e fecha a porta.
— O que foi Henrique.
— Meu trabalho acaba aqui, meu clã arrumou confusão com alguns clã de vampiros e tenho que ir.
— Achei que você morava aqui.
— Não, aqui é apenas um lugar memorável.
— Como assim?
— Você se lembra do verão que passamos aqui?
— Verão? Humm. Sei... Quando tivemos de lutar contra bruxas. Foi um verão maravilhoso.
— Essas são as lembranças que guardo de você meu amor.
— Amor?
— Sim, amor.
Desconverso.
— E Minerva? Ela morreu?
— Não, mas você a deixou bem ferida, meus homens a levaram para um laboratório. Como havíamos planejado.
— Então, acabou.
— Sim.
— Bem... Acho que agora posso descansar em paz.
— É... Você ainda tem o chip. Use-o para se proteger. Mas não confio no Dri, ainda acho que sou melhor que ele.
— Talvez, mas quem disse que o que eu quero é o melhor?
— No fundo eu sei que você me ama. Temos muito mais que uma simples historia, temos uma vida.
— É o que você espera que eu diga? Que não o amo? Eu o amo sim. Mas meu coração já não pertence mais a você querido.
— Agora Dri é o seu amor?
— Dri, assim como você, não tem apenas uma simples historia comigo, não foi ele que veio até mim e sim eu que fui até ele. Ele faz parte de minha vida há um bom tempo, eu o desejo. Quantas vezes já não nos encontramos? Eu, você e ele? Dri é o meu escolhido.
— Sabe que ele é livre para seguir suas escolhas, ele pode te deixar.
— Se isso acontecer, vou ter você.
— Será? Tenho minhas duvidas.
— Por um momento, enquanto você se fazia de servo da Minerva, achei mesmo que havia me abandonado e desistido de mim. Mas depois que você me deu a faca, as coisas mudaram. E vi que jamais você iria me abandonar. Sei que já está cansado de correr atrás de mim, de esperar uma resposta que não vai ter. Mas veja bem, não é melhor assim? Você me tem em seus melhores momentos. Eu sempre vou ser sua Henrique, mas não posso entregar tudo de mim a você. Meu coração pertence ao Dri.
Ele derrama lagrimas.
— Nunca havia me dito tais coisas, Morticia. Por um lado eu até concordo com você, mas um dia ainda vou ter seu coração de volta para mim. E isso é uma promessa.
Ele me beija tão forte que arrepia minha pele, suas mãos selvagens passeiam pelo meu corpo e me  aperta ao seu.
— Não vá muito longe querida. Quero estar lá quando precisar de mim.
— E vai estar.
Ele me beija novamente e sai em direção a porta.



Dri aparece, me olhando com o canto dos olhos.
— O que foi?
— O que foi? Até parece que não sabe.
— Vai começar o ciúmes, ele foi embora Dri.
— Será? Por que eu estive pensando, ele sempre está onde nos estamos.
— Pura coincidência.
— Não acho. Você não tem jeito. Sempre quer mais.
Levanto e deixo o lençol cair, meu corpo fica completamente nu. Vou em sua direção.
— É... Eu sempre quero mais. Vamos tirar essa virgindade de novo?
Sorrio.
— Morticia... Não tem graça.
— E quem disse que é para ter? Eu não quero graça eu quero ver você sem graça.
— Eu ainda estou bravo com você...
Passo minhas mãos em seu peito descendo aos poucos até chegar em sua barriga. Ele me segura em seus braços.
— Ah... Quer saber... Esquece.
Ele me beija e aos poucos me leva para cama, deita sobre meu corpo. Então ele diz:
— Esquece,... Porque agora eu quero você.


Fim




Agradecemos a leitura desta saga e esperamos que tenham apreciado. 
Está história foi produzida da seguinte forma. A Stefany escrevia uma parte e eu lia para ela e assim foi sendo produzido. Nos lemos e comentamos juntos todos os capítulos. Foi uma forma de ficar atento as passagens da história. Abraços e obrigado para todos vocês. 
Adriano Siqueira e Stefany Albuquerque


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 13 - Adriano Siqueira

Uma Vampira na Cidade - Parte 13 - Adriano Siqueira




Estou subindo as escadas com cuidado, pois podem ter muitas armadilhas. 
Com a minha sorte habitual, agora Minerva está com uma aliada. Uma bruxa que tem muitos poderes. E eu ainda não posso acreditar que o Dri tem a alma pura por não ter feito relações sexuais quando era humano. Parece contos de fadas. Um príncipe encantado que Minerva quer, de todo o jeito possível, para gerar uma nova geração de criaturas noturnas. 
Pelos barulhos que estou ouvindo lá embaixo no salão, Henrique estava fazendo uma verdadeira festa para chamar a atenção dos seguranças enquanto estou aqui... nas escadas que...

De repente, do chão, sai uma metralhadora ligado a uma geringonça mecânica que atira sem parar. Eu pulo e me agarro no teto. A metralhadora não consegue mirar por eu estar em cima. Quem construiu a metralhadora não pensou em criaturas noturnas que andam no teto e nas paredes. Pulo na arma e arranco todas as peças dele para não ferir mais ninguém. 
Continuo meu caminho. Ouço vozes. A bruxa e a loba já devem estar fazendo os preparativos. 
A porta estava aberta e Dri estava consciente e amarrado em um altar. A bruxa movimentava uma faca que flutuava através de feitiçaria e ficava passando por cima do Dri. Brincava com seus movimentos espetando-o as vezes,... enquanto isso e a Loba Minerva estava sem roupas esperando o momento para entrar em ação com o Dri. 

Me escondo por trás da porta para tentar interferir de alguma forma com este ritual e também formulo um plano para pegar uma de cada vez.  
Tento entrar em contato com o Dri mas ele estava atento apenas com a faca espetando algumas partes do seu corpo. 
Conto com a sorte e com o Dri para distrair as vacas enquanto eu me preparo. Até que ele se pronuncia.

— Espera ai um pouquinho! Pode parar tudo! Esse negócio de Lord Virgem já deu no saco. Eu já conheci muitas vampiras e bruxas. Está certo que loba é uma novidade no mercado, mas eu até posso me esforçar. Porém... Tenho um problema....
A Loba enfurecida pergunta gritando:
— Problema? não vejo nenhum problema!
— Minerva... Leva na boa... mas você não me dá barato.
— Eu? eu o que?
— Não rola entende? não sinto uma química. 
Minerva olha para Sharazi e pergunta:
 — Então bruxa? Você tem afrodisíacos? Mandrágora?  Viagra para Vampiros?
— Não se preocupe Minerva... com minha magia ele estará no ponto para você.
Dri revida: 
— Ah tá bom que eu vou ficar excitado por essa loba... é bem mais fácil eu ficar excitado por aquela porta...
Quando o Dri aponta a porta ele me vê e eu peço para ele ficar em silêncio. Ele desconversa rapidamente.
— Talvez... Não estou dizendo que pode dar certo... Se a Minerva colocar uma roupa de uma secretária bem sexy... bom ai talvez...
Sharazi joga um feitiço em Minerva e mostra toda a forma de uma mulher encantadora e excitante. Dri comenta prontamente:
— Oi Prazer. Pode me chamar de Dri... sem mais delongas... venha me conhecer melhor...

Ele olha pra mim com um sorriso e eu fico ameaçando ele prometendo dar um murro na sua cara assim que tudo terminar e ele engole seco e tira o sorriso da cara.
Olho para o corredor para ver se o Henrique aparece, mas não tem sinal dele. Então olho para o Dri e peço para atrair a bruxa até a porta. E ele entra em ação.
— Olha Bruxa... Não deve nunca ter visto uma loba com um vampiro né? ainda mais nossa hora tão... quente. Então eu peço para procurar urgente um lugar seguro sabe... bem perto daquela porta por exemplo. Assim você sai apenas com sua vassoura descabelada, mas pelo menos sai inteira.
— Eu iria descordar de você Lord Virgem... mas tem razão... ainda desconhecemos as forças que vamos chamar nesta noite. Uma vez que eu invocar o ritual, não terão como parar até que vocês concluam a tarefa.

Dri sorri e logo diz:
Essa eu tiro de letra e ainda vai dar tempo de assistir em vídeo dos melhores momentos desta festinha e espero que gravem tudo em DVD, pois será sucesso na Sex Shop. Yea!

A Bruxa pega o livro de encantamentos e vai até a a porta e fica de costas para mim. Quando ela começa a falar o encantamento e começa gesticular seus braços... eu a agarro e mordo sem piedade o seu pescoço.








continua...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Uma Vampira na Cidade - Parte 12 - por Adriano Siqueira


Uma Vampira na Cidade - Parte 12 - por Adriano Siqueira



Para completar o dia Minerva fugiu. Henrique e o Dri estão feridos, mas inteiros. Eu ainda tenho que desvendar o mistério do homem virgem que a Minerva quer encontrar para reinar com ela.
Henrique disse que iria pedir ajuda de uma bruxa. Isso sim completa o meu dia de estresse.
—  Henrique! O que sabe sobre a bruxa? e como podemos usá-la para localizar Minerva.
—  Morticia a bruxa que chamei é muito antiga. Ela conhece todos as criaturas sobrenaturais e pode nos ajudar a encontrar a Minerva e ainda nos ajudar a derrotá-la.
—  Não confio muito em bruxas. - Dizia Dri.
—  Mas você foi ajudado por uma faz muito tempo. Nem todas são más Dri. Henrique faça o seguinte. Leve-nos a bruxa para falarmos com ela.
 —  Tudo bem mas mantenha este vampiro apaixonado longe de mim.
—  Henrique! Tente segurar no pescoço da Morticia novamente e eu empalo sua cabeça e coloco na minha sala.
—  Vou dizer uma coisa para vocês dois... Dri e Henrique... Não transformem o meu dia pior do que já está, ou eu juro que eu serei muito, muito cruel.
Dri e Henrique engolem seco e desconversam por algum tempo. até que o Henrique me diz:
—  Vou levá-los até a bruxa.



Quando chegamos em uma casa noturna eu pergunto.
—  Tem certeza que ela está aqui Henrique?
—  Sim! A bruxa é proprietária de muitas Casas Noturnas da cidade.
—  Pelo menos ela tem estilo. - Dizia o Dri olhando para as estátuas de cavalos soltando fogo pelas narinas.
Vejo o Henrique dizer uma senha para o segurança da Casa Noturna e ele nos deixa entrar. O local estava cheio. Subimos um andar e tinha uma enorme sala. Na mesa uma mulher toda de preto e ela tinha olhos azuis. Os seguranças fecham a porta e Henrique nos apresenta.
—  Sharazi estes são Lord Dri e Lady Morticia.
—  Eu sei bem quem eles são Henrique... Como também sei o que querem... Meu preço é alto para isso. Não arrumaria encrenca com Minerva sem antes saber se estou em vantagem.
Eu vejo algo estranho naquela bruxa. O ela não está sendo absolutamente sincera ou está escondendo muita coisa... Se eu pudesse chegar mais perto, poderia ter uma ideia do que ela realmente é... mas a mesa está protegida com alguma defesa que não consigo penetrar. Ela me olha e sorri...
—  Conheço seus poderes Morticia. No momento não é oportuno que descubra quem sou... Mas minha amiga vai gostar de saber que estão aqui.



Vejo Sharazi abrir uma porta e Minerva estava lá. Eu tento reagir mas Uma parede de fogo é erguida em nossa frente e também na porta de saída. Ficamos presos entre elas. Dri comenta.
—  Henrique, você tem realmente tem amigos adoráveis.
—  Cala boca vampiro. Eu não sabia que estavam juntas. Por que não cria um plano B enquanto a gente distrai as duas?
—  Eu prefiro reagir do que criar planos, sua bola de pelo.
—  Essa bruxa não parece com as que conheço... ela não disse nenhum encantamento para criar estas paredes de fogo. Deve ser bem poderosa, mas logo eu darei um jeito nela.
Olho para Sharazi e digo:
—  E o que você vai ganhar ajudando Minerva?
—  Vou me vingar é claro. Este vampiro que vocês trouxeram é o Lord Dri. O amante da minha Irmã.
Dri fica nervoso e responde:
—  Então foi você que entregou a própria irmã para ser queimada? Só por eu não querer nada com você, resolveu destruir o nosso castelo. Lady Shy morreu mas eu vou agora me vingar mandando você para o inferno.
—  Não seja tão metido Lord Dri. Não foi por ter me recusado que eu entreguei vocês... foi para reinar aquele lugar que já estava cheio de problemas. Quando minha irmã foi queimada e você sumiu. Eu assumi o reinado e dominamos muitas terras. Mas estou aqui hoje especialmente para entregá-lo de bandeja para Minerva.
Eu fico furiosa e entro na conversa.
—  Como assim Sharazi? Como o Dri seria útil para os seus planos.
—  É algo que você não sabia não é Mortícia. Seu Lord era um caçador antes de ser mordido...
—  Mas isso eu já sabia.
Henrique começa a rir e o Dri coloca sua mão no rosto e abaixa. Eu pergunto:
—  Por que está rindo Henrique?
—  Não sacou Morticia... O grande Lord Dri era virgem antes de se transformar em vampiro. Os caçadores daquela época faziam votos de celibato para não cair na tentação dos seres noturnos...
Eu Ri... Olhei para o Dri e perguntei.
—  É verdade meu querido Lord virgem?
—  Então  Ah... bom agora sim tenho dois motivos para acabar com essa bruxa.
—  A lei é que uma criatura noturna com alma virgem seja escolhido para o acasalamento com a rainha... mas é claro ele, depois, não será mais útil.
Henrique ri, olha para a morticia e comenta.
—  O Lord Virgem está bem cotado com as moças.
Eu riu mas a situação precisa ser resolvida logo porém o Dri pronuncia.
—  Liberte-os e serei de vocês.
A bruxa diz com frieza.
—  Matamos os dois e depois você grande e eterno virgem Lord Dri.
—  Que título heim Lord Virgem! Belo slogan para as suas futuras histórias que serão lidas pela criançada. ha ha ha.
—  Hoje não é meu dia.
Eu disse sorrindo.
—  Querido Dri. Até que eu achei romântico.
—  Calem-se!! - Sharazi balança os braços e desliga a parede de foto do Dri e o leva para o terceiro andar junto com Minerva e diz.
— Leve o Lord Dri para os meus aposentos no terceiro andar e eu cuidarei para que ele seja a criatura que escolhi para ter um herdeiro. Se ele se comportar eu posso perdoar seus amigos e os libertar.
—  Não se atreva a colocar as mãos nele.




Minerva e Sharazi sobem as escadas e deixam os prisioneiros a sós.
Existem extintores de incêndio na sala. Se eu pudesse acioná-los com minha mente talvez eu pudesse reverter a situação. Mentalizo muito até que finalmente os extintores começam a ligar e as mangueiras se agitam de forma eficiente até que todos ficarem livres.
—  Foram para o terceiro andar. O ritual deve começar. Logo.
— Não é algo que se pode dizer trágico, já que o Dri vai curtir a sua virgindade humana.
— Ele é o meu Dri. Não vou deixar aquela vaca peluda tocar nele. Vamos fazer uma festa nesta casa noturna para tirar a atenção dos seguranças enquanto eu as enfrento.

Continua...