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sexta-feira, 15 de junho de 2018

O Monstro de Frankenstein nasceu neste mês em uma noite de verão

O monstro de Frankenstein
Por Adriano Siqueira

Há 203 anos, nascia a história de terror gótico Frankenstein da escritora Mary Shelley (escrito entre 15 e 17 de junho) naquela noite onde alguns escritores se encontraram (Lord Byron, John William Polidori, o poeta Percy Shelly, sua namorada Mary e a meia-irmã dela, Claire Clairmont.) para escrever sobre os monstros. Este dia é conhecido como Verão Macabro. 

em agosto de 2011, gravei um vídeo no dia que falavam sobre este tema e pode ser visto neste link: ficção científica britânica - Roberto De Sousa Causo / Rogério de Campos https://www.youtube.com/watch?v=iaIcCj3vPXg

Veja também este link para saber mais sobre este dia - http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/verao-macabro-fim-semana-deu-origem-frankenstein-versao-moderna-vampiros-572272.shtml


Conheça os filmes que abordam este nascimento do Monstro de Fankenstein da autora Mary Shelley.








quarta-feira, 2 de novembro de 2016

O Segredo do Desespero




O Segredo do Desespero

Um homem instala no seu celular, um aplicativo criado pelo Vampiro Neculai. Ele conta os segredos de quem estiver por perto.



— O aplicativo dos segredos? Que curioso. Aqui diz que os segredos de outras pessoas são descobertos ao aproximar o celular nelas. Vou baixar o aplicativo para brincar com meus amigos. Pronto. Instalou rápido. Tenho uma reunião com meu chefe e seu cliente agora. Vou experimentar este aplicativo depois.
— Venha Geraldo. A reunião já vai começar. Os nossos futuros clientes já estão esperando na sala.
— Certo Senhor Olavo. Eu já... já... O patrão nem deixou eu terminar a frase. Ele foi direto para a sala. Já devem estar todos lá. Melhor eu entrar na sala agora.
— Olá Geraldo. Este é o Senhor Valter e a sua esposa Teresa. A minha secretaria Julia você á conhece.
— Tudo Bem? Muito prazer. Prometo ser o mais breve possível. Quer começar a falar Chefe?
— Sim. Como sabem, somos uma ótima empresa de segurança. Detectamos pontos fracos nas segurança de você e acredito que podemos deixar a sua empresa muito mais segura do que é atualmente.
— Olavo. A segurança da minha empresa foi organizada pela firma que a minha mulher contratou. Ela sabe todos os detalhes sobre a segurança e eu estou satisfeito com o trabalho deles.
— Sim. Claro. Eu não estou dizendo que é uma empresa ruim mas... mas... Geraldo. Seu celular está apitando?
— E-eu. Desculpe Sr. Olavo. Vou desligar agora mesmo.
" Olavo já fez empréstimo no banco no mesmo valor do serviço de segurança que cobrará do Valter."
— Quem disse isso? Geraldo? Esta voz saiu do seu celular?
— Ah. Bem Senhor Olavo. Eu não sei o que...
"Valter não tem dinheiro para pagar a segurança do Olavo pois gastou com a sua amante."
— Mas o que é isso Geraldo? Eu não te conheço. Como pode dizer isso? É uma brincadeira?
— E-eu não consigo desligar o celular.
"Julia passa informações sigilosas para os concorrentes da empresa do Olavo."
— É mentira! Eu jamais faria isso senhor Olavo.
— O que? Está despedida Julia! Geraldo! Desliga o celular!
— E-eu não consigo desligar essa coisa.
"Teresa não vai querer os serviços da empresa do Olavo poiis tem um caso com o dono da empresa que instalou o sistema de segurança."
— Eu não sei quem são vocês, mas para mim chega!
— Calma Teresa. Tenho certeza que tem uma explicação para toda esta brincadeira. Não é Olavo?
— Não é Geraldo?
— Sim! Quero dizer, Não! Eu instalei um aplicativo da verdade. Era só uma brincadeira mas o celular deve estar com problema. Ele não desliga.
— Eu vou dar um jeito neste celular. Vou jogá-lo pela janela.
— Não Julia! Calma! É novo! Ele,,,
— Ha Ha Ha!
— Quem deu esta risada?
— Veio do celular.
— Alô? Quem está falando?
— Eu sou Neculai.
— É você o autor desta brincadeira? Olha aqui. Estamos em uma séria reunião aqui. Não sei o que você fez com o meu celular, mas quero que desligue agora mesmo.
— Eu estou com fome.
— O que?
— Ele deve ser algum psicopata. Desliga o celular.
— Não consigo.
— Tire a bateria faça alguma coisa.
— Ha Ha Ha
— Meu Deus...
— O que foi?
— Eu tirei a bateria e ele continua ligado.
— Ha Ha Ha. Quem será o primeiro? Estou com fome.
— Vamos sair da sala.
— Está trancada.
— A luz apagou!
— Ahhhh!
— Quem gritou?
— Não sei! Calma!
— A luz voltou! Olhem! Julia está no chão.
— Ela está morta!
— Ha Ha Ha. Ainda estou com fome.
— Socorro! Alguém tira a gente daqui!
— A luz apagou novamente. Fiquem juntos.
— Naaarghh!
— A Luz voltou e agora Valter e a Teresa estão mortos.
— Você e o culpado Geraldo. Você e esse maldito celular.
— E-eu não tenho culpa senhor Olavo. Não sei o que fazer.
— Ha Ha Ha. Geraldo. Você não queria brincar com os seus amigos? A verdade dói não é? Machuca. A verdade é cruel.
— Pare com isso Neculai.
— Só existe uma verdade. Vocês não sairão vivos daqui.
— Socorro! Quero sair daqui!
— Calma senhor Olavo. Não fique longe. Devemos ficar...
— A luz apagou novamente. Onde você está Geraldo? Geraldo?
— Ha Ha Ha. Ele está pendurado no teto.
— O-o que é você? Porque está fazendo isso?
— Quero a sua empresa de segurança. Com novos funcionários. Sua tecnologia é o que preciso.
— T-tudo bem eu vou trabalhar para você Neculai. Faço qualquer coisa.
— Tenho certeza que sim. Sua tecnologia pode detectar movimentos até de fantasmas. E por isso fiquei interessado em adquirir seus serviços. Digamos que eu quero proteger alguns rituais secretos.
— Tudo que quiser Sr. Neculai.
— Agora vou reaparecer para tirar uma Selfie com os seus antigos funcionários e clientes. Sua empresa agora está em acensão. Novos bons clientes o aguardam. Agora todos! Sorriam! Quero uma boa foto para os meus fãs.
Click,
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Por Adriano Siqueira
















sábado, 22 de outubro de 2016

Johnny Bloody, o Vampiro Rockabilly



Johnny Bloody, o Vampiro Rockabilly
Um vocalista falido é convidado por uma mulher misteriosa para 
fazer um show na cidade de Curitiba


A casa Noturna estava lotada. Muitos curiosos estavam por toda a rua querendo saber se era mesmo verdade. Que Johnny Bloody havia voltado. cinquenta anos depois. O cantos de Rock and Roll dos anos cinquenta havia adptado todas as músicas para o estilo Rockabilly e isso atraiu muitos fãs e conhecerem o seu novo trabalho. Agora, o nome da banda era "Johnny Bloody and The Kathakumbs".
Dentro da casa de show. Johnny tocava a sua última música da noite até que uma fã conseguiu ultrapassar a segurança, entrou no palco e agarrou o Johnny beijando-o na boca. 
Johnny corresponde ao beijo e faz um gesto com as mãos que fez com que a banda parasse de tocar.
Ele a abraça e disse para a banda tocar uma música romântica para eles.
Johnny começou a cantar e ficou olhando para os olhos da sua fã que começou a chorar. Ele passou o dedo carinhosamente no seu rosto limpando as suas lágrimas enquanto cantava e a abraçou. Ela dizia baixinho:
         
─ Quero ser sua para sempre. Me transforme. Deixe-me ser sua. 

Johnny Bloody sorria. Dançava com ela no compasso da música. Quando a música estava para terminar, suas mãos se levantam e as luzes se apagam. Muitos gritos e aplausos se confundem, mas antes que a plateia entre em pânico as luzes acendem novamente e no palco estavam toda a banda abraçada dando adeus para a platéia, mas sem nenhum sinal da garota que estava dançando com eles. Havia apenas um lenço colocado no ombro de Johnny Bloody com uma mancha de sangue.  


Dois dias antes


Johnny Blavilaqua estava em frente ao aeroporto de Congonhas na cidade de São Paulo. Seu voo era às vinte horas. Ele usava um terno azul e segurava a sua pequena mala com a mão direita. Não olhava para cima, olhava a poça d´água na rua e via o aeroporto no reflexo da água com as suas luzes que se misturavam nas pequenas vibrações da rua. Tentava lembrar quando foi a última vez que viajou de avião. Fazia muito tempo. Johnny tinha agora trinta anos. Estava sem casa e sem lugar para ficar. Seus shows não existiam mais. Seus amigos o abandonaram, sua mulher o abandonou. Tudo por causa da falta de dinheiro. Ele não tinha família. Quando faltavam alguns dias para ele ser despejado do local onde morava, chegou uma carta. Dentro havia um passaporte para a cidade de Curitiba e uma mensagem dizendo que ele iria ganhar muito para fazer um show de apenas uma noite. 
Em Curitiba ele teria seu próprio conjunto e só teria um dia para ensaiar. A principio, achou que era brincadeira dos amigos, mas como tinha um número de celular na carta, ele ligou e tudo foi confirmado. Não pensou duas vezes. Arrumou a sua mala e foi correndo para o aeroporto.
Olhava atentamente para tudo que acontecia no aeroporto. Estava procurando câmeras e pessoas que, de alguma forma, poderia estar passando por um trote de algum programa de televisão. Não encontrou nada de estranho. Seu voo já estava no horário. Entrou no avião. Era um jato pequeno. Estranhamente estava sozinho naquele voo. Isso fez com que perguntasse para a comissária que estava na porta do avião, se iria viajar sozinho. Ela disse que não. Que iria mais uma pessoa. A Pilota e o copiloto.
Johnny Ficou um pouco preocupado. Fazia tempo que viajava de avião, mas sem passageiros era a primeira vez.
A comissária saiu do avião e fechou a porta. A viagem para a cidade de Curitiba era muito rápida. pouco menos de uma hora e ele estaria lá.
O avião decolou tranquilamente, um pouco de turbulência apenas, o que é comum até chegar na rota de voo. As cadeiras do avião eram poucas. Havia apenas cinco cadeiras. Johnny colocou seus pés na cadeira que estava na sua frente.  
Nos primeiros dez minutos nada de estranho aconteceu. Até que a porta dos pilotos abriu. Johnny tirou rapidamente os pés da cadeira e arrumou seu terno. Ele olhou para a porta e viu uma mulher de aproximadamente trinta anos. O seu visual era bem parecido com a atriz Sean Young no filme Blade Runner.
Ela sentou na cadeira e olhou para Johnny. Ele estava pensativo. Imaginava as câmeras aparecendo e dizendo que tudo era um trote e que ele caiu em alguma piadinha indicada por amigos. No entanto nada disso aconteceu. Ela não sorriu. Apenas chegou perto dele e perguntou bem baixinho:

─ Pronto para deixar a sua vida passada para sempre?

Essa pergunta encheu a cabeça do Johnny de ideias loucas. Seria ela, uma assassina paga? Esse era o fim dele? Mas ele não era tão importante assim para pagarem uma passagem em um avião de luxo. Algo estava errado. Muito errado. Antes que ele desse a resposta ela continuou a falar.
─ Meu nome é Kate Bathorya. Sou uma antiga agente do cantor Johnny Bloody.
Surpreso Johnny começou a perguntar.
─ Johnny Bloody era um cantor da década de cinquenta. Você não parece ter idade para ter sido agente dele. 
─ Digamos que a idade não é problema para mim Johnny. 
Kate pega uma pasta que estava em uma outra cadeira e coloca no colo do Johnny. Ele examina a pasta e vê muitos recortes do antigo cantor de rock and roll dos anos cinquenta. Não tinha só fotos dos jornais mas também fotos da sua vida pessoal. Ele olha detalhadamente as fotos e questiona:
─ Tem muitas fotos dele aqui. Uma verdadeira raridade. Não existem fotos do enterro dele?
─ Ele não morreu. Apenas não quis mais esta vida. Se afastou do palco e é aí que você entra. 
─ C-como assim?
─ Você será o novo Johnny Bloody.
─ O que? Mas eu tenho uma carreira.
Kate bate com a mão na pasta que Johnny segurada. As fotos voam por toda a parte interna do avião. 
Ela olha para ele furiosa. 
─ Eu escolhi você. Analisei a sua vida até o seu último fio de cabelo. Você não é nada! Nunca conseguiu a fama que queria. Pois bem Sr. Johnny. Eu estou aqui para lhe dar fama e sucesso como nunca teve. 
─ Mas não sou eu! Eu não quero ter a fama de outra pessoa! 
─ Cale-se! Você não será outra pessoa. Será o único Johnny Bloody. Amanhã começa o seu ensaio. O estilo rockabilly foi adaptado em suas músicas. Será um sucesso. Serei sua agente. Tenho contatos que vai deixá-lo rico. Muito rico.
─ Isso é loucura. Vou falar com o copiloto. Não vou para uma cidade para ser um clone de alguém.
Johnny se levanta e vai até a cabine do piloto e se surpreende com uma cena macabra. O copiloto estava morto. Seu pescoço foi mordido e havia sangue por toda a cabine. Ele volta de costas e esbarra na Kate. Ela estava sorrindo.
─ O avião está sem combustível. Logo irá cair. 
E-eu... O que você fez? Isso é loucura. Vamos morrer.
─ Não Johnny. Só você vai morrer. Eu sairei daqui sem nenhum arranhão. 
─ O paraquedas? Onde está? 
─ Acho que esqueci de colocar no avião Johnny.
─ O que é que vou fazer? 
─ Morrer somente. Mas talvez...
─ Talvez o que?
─ Acho que acabou o combustível.
─ Não! Abra a porta! Vou Saltar.
─ Pode saltar. Não faz diferença.
Johnny abre a porta e a pressão entra com muita força no avião. Ele segura a porta com toda a força. A Kate fica no meio do corredor do avião sorrindo. 
─ Boa viagem Johnny.
Ele pula e fica desesperado. Seu coração estava muito acelerado. Sabia que não iria durar muito tempo. Sua vista estava embaçada. Estava tentando respirar. As luzes da cidade de Curitiba dançavam no céu. Ele ainda ouve a voz da Kate.
─ Segure minha mão Johnny. 
Era impossível. Ele devia estar delirando. Mesmo assim ele sentiu as mãos da Kate segurando as suas. Ela o abraça e diz.
─ Quer a fama ou a morte?
─ F-fama. Maldita.
Kate morde o pescoço do Johnny e tudo começa a ficar em plena escuridão. Johnny consegue escutar antes de perder os sentidos.

─ Bem-vindo a fama Johnny Bloody.

  

Indico esta música para ouvir junto com a história
Daddy'O Blitzkrieg Bop
https://www.youtube.com/watch?v=VqlkvsMF2xY



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

As hqs de terror e vampiros da década de 70 e 80

As histórias em quadrinhos das décadas de 70 e 80 eram muito direcionadas ao terror.
Muitos títulos eram lançados e muitas histórias de terror e vampiros deixavam muitos adolescentes curiosos com o tema.
Segue abaixo alguns títulos que existiam nas bancas de jornais daquela época.

Mais imagens de Histórias em quadrinhos de terror e vampiros nos links
https://www.facebook.com/adriano.siqueira/media_set?set=a.10153701978773977.1073741883.608643976&type=3

https://www.facebook.com/adriano.siqueira/media_set?set=a.10153704545073977.1073741884.608643976&type=3





























Histórias em quadrinhos da coleção de Adriano Siqueira




quarta-feira, 5 de outubro de 2016

70 histórias do vampiro Neculai



Olá pessoal,

O vampiro Neculai nasceu em 2014 e desde então tem conquistado muitos fãs. Suas histórias são produzidas em forma de conversas por celular. Ele aterroriza as suas vítimas pois aprecia sangue e o desespero delas.
As 70 histórias estão neste blog em ordem cronológica e convido vocês a conhecerem mais sobre o personagem através deste link abaixo.

http://contosdevampiroseterror.blogspot.com.br/2015/01/as-historias-do-vampiro-neculai-em.html

abraços e não atenda o celular. :-)



Diário de um Exorcista






Trailer 1
https://youtu.be/VfNlI1eJRS0

Trailer 2 
https://youtu.be/SQvT3dFRrqc

Sinopse: 
Quando uma tragédia inexplicável abala sua família, o jovem Lucas Vidal desperta para a desafiadora missão de enfrentar o inimigo maior do homem e de Deus: o próprio Diabo. A história (baseada em fatos reais) do padre Lucas Vidal - um dos maiores exorcistas da América Latina - é contada em aterrorizantes detalhes. Conheça batalha dos padres exorcistas contra esses terríveis seres profanos que crescem em número e poder a cada dia. O mal foi liberto e não se sabe mais quem é humano e quem é demônio. Como poderão, os padres exorcistas, enfrentarem o inconcebível poder das trevas?

“Diário de um Exorcista – Zero” foi baseado no primeiro livro nacional sobre exorcismos reais lançado em 2013, "Diário de um Exorcista" (Generale), dos autores Luciano Milici e Renato Siqueira.

Originalmente o filme foi idealizado por Renato Siqueira, que desenvolveu o argumento e me chamou para realizar junto com ele os preparativos da produção. Renato e eu (Beto Perocini) havíamos colaborado alguns alguns trabalhos anteriores, após analisarmos algumas locações e conversarmos sobre o concento de direção e clima que queríamos para o filme iniciamos a pré-produção, nessa época contamos com a colaboração de Luciano Milici que teve participação fundamental no desenvolvimento da obra literária bem como expansão do universo da historia, muita pesquisas e entrevistas foram realizadas para se chegar na composição final do enredo. Após escolhermos os atores, iniciamos a produção, nessa época o produtor Wagner Dalboni da Deus Ex Machina Cine Group tomou conhecimento sobre a produção e juntou-se a nós nessa empreitada. 

- Instagram: /diariodeumexorcista
- Twitter: /diarioexorcista

Para fãs de terror e suspense, nasce uma produção nacional com um tema muito polêmico: o exorcismo. 

“Diário de um Exorcista – Zero” será lançado exclusivamente em Vídeo on Demand e DVD, e dará origem à trilogia que será lançada nos cinemas a partir do próximo ano: 

‘Diário de um Exorcista I – Gênese do Mal’
‘Diário de um Exorcista II – Possuídos’
‘Diário de um Exorcista III – Apocalipse’

A trilogia apresentará personagens, arcos, efeitos e muito mais terror, além de surpresas que não estão no livro e nem no Diário de um Exorcista – Zero.

ELENCO:

Renato Siqueira, Fábio Tomasini, Luiz Marigo, Lisa Negri, Ruben Espinoza, Cibelle Martin, Edson Rocha, Olívia Camargo, Manoel Lima, Chris Fernandes, Silvana Farina, Celso Batista, Waldemar Dias, Adriano Arbol, Vynni Takahashi, Priscilla Avelar, Silmara Túrmina, Silvana Farina, Tales Jaloretto, Diego Andrade, Fábio Cadôr, Hélio Aguirra Laureano, Katiane Reeves, Paulo Contato, Vininha de Moraes, Glauber Silva, Elisabeth de Jesus, Anabiara Dias, Luciano Milici, Marcela Pignatari. 

FICHA TÉCNICA:
Distribuição: Europa Filmes.
Uma história de Renato Siqueira e Luciano Milici. 
Roteiro: Luciano Milici e Renato Siqueira.
Direção Geral: Renato Siqueira. 
Produção: JR Studios / Perocini Filmes / Deus Ex Machina.
Duração do filme: 1h42min.
Produção Executiva: Renato Siqueira e Beto Perocini. 
Produção associada: Wagner Dalboni e Edu Hentschel.
Edição: Renato Siqueira.
Assistente de direção: Ruben Espinoza.
Direção de Fotografia: Beto Perocini.
Assistente de produção: Leonardo Granado e Paulo Contato.
Som direto: Wagner Dalboni.
Operador de Câmera: Beto Perocini, Wagner Dalboni, Renato Siqueira, Cleber Amorim e Marcelo Scano.
Trilha Sonora: Rick Vieira.
Efeitos Visuais: Renato Siqueira.
Maquiagem de Efeito: Ivandro Gore Godoy.
Direção de Arte: Tatiana Zolezi Pelussi Siqueira.
Imagens e Ilustrações: Dan Váina, Fabio Vido, Michael Jonathan e Cláudio André.
Webmaster: Mário Valney.

Produções audiovisuais:
Consultoria e Realização para CINEMA, TV,
VÍDEO, DISPOSITIVOS MÓVEIS e INTERNET.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Nova entrevista e matéria sobre Adriano Siqueira no Jornal Bem Paraná



Olá pessoal,
O jornal Bem Paraná fez uma ´matéria sobre a minha coleção e falamos sobre a literatura em geral e as histórias em quadrinhos.

Confiram a matéria neste link:
http://www.bemparana.com.br/noticia/467915/curitiba-abriga-um-cacador-e-colecionador-de-vampiros

Abraços
Adriano Siqueira

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

A Vampira de Vermelho - Conto de Horror e Vampiros





- A Vampira de Vermelho -

Autor Adriano Siqueira


Local: Mata Atlântica.
Reinaldo e seu amigo Fabio trabalham como ecofisiologistas. Este trabalho esta diretamente ligado à pesquisa para compreender os fenômenos da natureza. Neste caso, as arvores da Mata Atlântica... Mais especificamente a Jatobá. Em 2000 eles formaram juntos com o EUA uma fundação para proteger e estudar as arvores. Eles estavam ali para verificar uma denuncia... Estavam preocupados. Estas arvores são ecologicamente essenciais. Elas ajudam nas suas funções ecológicas na fase final de formação da floresta.
Quando eles chegam ao local ficam completamente paralisados. Finalmente Reinaldo retira o celular do bolso e diz:
— Está confirmado! Mais de cinquenta arvores sumiram!
Fabio, ainda atônito fala com Reinaldo.


  Se a denuncia for completamente verdadeira essas arvores não foram derrubadas para fazer moveis material de esporte... Mas sim...

Reinaldo interrope...


  Isso mesmo Fabio... Foram usadas para produção em longa escala de estacas para matar vampiros!


  Mas isso é lenda!


  Olhe a sua volta... Lenda ou não as arvores sumiram!



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Local: São Paulo
Roberto mora com a filha Katrin de 18 anos. Enquanto ela desmontava a arvore de natal ele estava assistindo ao noticiário das oito. A repórter dizia claramente sobre as arvores desaparecidas.
  E conforme o nosso contato, as arvores sumiram faz mais de um mês! Elas tinham mais de 100 anos e foram transformadas em simples estacas de madeira para, acreditem se quiser... Matar vampiros!
Katrin olhou para seu pai e disse:
  Vampiros? Pai... Que tipo de gente derrubariam árvores para fazer isso?
  Esse mundo é insano Katrin.
Roberto sai da sala e vai até o seu quarto. Pega o baú que estava em cima do guarda—roupa e dentro dele... Uma estaca de madeira ainda com sangue... Ele escuta a janela da sala se quebrar. Ele se assusta e deixa a estaca cair e logo em seguida ouve o grito de sua filha. Ele pega a estaca e corre, mas já era tarde...
Ela foi levada...
Levou duas noites para que Roberto desmaiasse devido a exaustão e procurar a sua filha. Na terceira noite um vulto aparece em frente à janela quebrada.
Roberto estava segurando a estaca com as duas mãos. Um vento frio atravessava a janela e e poucos segundos sua estaca desaparece e ele é lançado para a parede da sala como se fosse atropelado por um caminhão... Roberto estava quase inconsciente quando o agressor o carregou e o amarrou em uma cadeira.
Ele quebrou algumas costelas e sua cabeça sangrava.
  Acorde rapaz... Dizia aquele ser que mal aparecia no escuro... Uma manta preta cobria o seu corpo forte e media quase dois metros de altura. Sua voz multiplicava pelos cantos da sala. — A noite ainda não acabou...
  Q-quem é você!
  Alguém que perdeu alguém por causa disso...
Ele coloca no colo do Roberto a estaca...
  Como foi mesmo que fez... Ah... Sim! Você e mais quatro amigos viram um anuncio de como ganhar dinheiro fácil. Ganharam as estacas com uma lista de endereços. Nem perguntaram... Entraram de dia no apartamento dela abriram caixão, matelaram a estaca profundamente até atravessar o caixão... Enfiaram espinhos por todo o corpo. Logo em seguida cortaram a sua cabeça e colocaram nos seus pés. Ainda não suficiente... Jogaram gasolina por todo o corpo levaram para a varanda e tocaram fogo.
Roberto estava perdendo os sentidos quando ele segurou seu cabelo e levantou a sua cabeça. – Preste atenção.
Ele retira uma câmera do bolso e mostra através do visor de cristal liquido quatro homens com estacas enfiadas em suas bocas e logo em seguida eles são queimados.
Roberto estava desesperado... Eram seus amigos. Mortos por aquele vampiro que estava na sua frente...
  Minha filha... Por favor, ela não tem culpa.
  Cale-se! Como pode pedir piedade depois do que fez? Nem ao menos se peguntou sobre essas estacas... Quantas dessas estão por ai? De onde vieram? Quantas da minha gente foram destruídas? Não importa! Ela era especial para mim.
O Vampiro foi até a janela e olhou para a lua.
  Todo o natal a gente se encontrava para falar sobre o que aconteceu no ano. Era sagrado. Dá para acreditar? Vampiros se encontrando no natal... Mas eu gostava pois ela aparecia sempre de vermelho. Era a nossa noite especial e eu aproveitava pois sabia que só a veria no natal... assim ela queria. Assim eu gostava. Mas ela não apareceu neste natal e quando eu a procurei achei seu corpo queimado... Vocês mataram uma vampira que jamais tocou em um humano. Ela sempre dava um jeito de conseguir seu alimento e pagava por ele. Tínhamos uma empresa onde existem pessoas que doam o alimento para nos em troca de dinheiro e compramos. Assim fizemos por muito tempo até você acabar com tudo. Minha sede não era mais saciada por aquele sangue comprado... Eu queria diretamente da fonte... Posso dizer que me deixou mais forte e me devolveu o prazer da conquista pelo alimento e por esse motivo eu agradeço por me devolver esta vontade de devorar cada gota diretamente da carne.
  Mate-me! Leve tudo... Apenas traga a minha filha...
O vampiro dá um sorisso.
  Oh... Mas eu não posso fazer isso... Matar você tiraria o meu prazer de vê—lo sofrer.
Novamente o vampiro mostra um outro filme.
Roberto arregala os olhos quando vê a sua filha na tela... No chão...Desfalecida... Cheia de sangue... Abrindo lentamente os olhos ela sorri... Seus dentes... Meu Deus...
  Argh! Eu odeio essa mania que os humanos tem de chamar divindades nestas horas! Que importa... Ela está voltando! Oh... Sim!
  Sua filha logo estará aqui! Assim poderei assistir bem de perto ela degustar a sua primeira refeição.
  Pois é... O natal está indo embora, mas os presentes duram para sempre.
  Ela virá de vermelho e sempre nos encontraremos no natal!


  Boas Festas!

Autor Adriano Siqueira

sábado, 12 de dezembro de 2015

Histórias de Ficção e Horror - por Adriano Siqueira


Histórias de Ficção e Horror - por Adriano Siqueira
As histórias de Ficção e Horror traçam um caminho imaginário que nos leva aos mistérios e ao suspense. Nessas histórias o leitor vai encontrar muitos personagens estranhos e com toques macabros cheios de insanidade e loucura. 
Convido vocês a conhecerem as histórias que podem levá-los para vários mundos, onde tudo pode acontecer. 
link para ler as histórias - 
https://www.wattpad.com/story/56296155-hist%C3%B3rias-de-fic%C3%A7%C3%A3o-e-horror
Bem-vindos às Histórias de Ficção e Horror
Escrito por Adriano Siqueira
Capa e ilustração por Anderson Siqueira

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Fator Montese Parte 12



Fator Montese
Parte 12

Luney e o Cavaleiro Valente estavam (agora é para valer) a procura de um outro caminhão que carregava um programa com a outra metade do código para completar o Ritual Montese. Por causa do caso em que eles estavam o carro foi perdido e a Alicia Zoom foi buscá-los. O Cavaleiro Valente ainda estava pensando no caso anterior.

— Luney, Se eu tivesse um cachorrinho faria de tudo para ele viver.
— Você não tinha um cavalo?
— Sim! Ele era o valente da história. Gostava do meu cavalo. Sinto falta dele.
— Um dia você volta para o seu reino e recupera tudo que perdeu.
— O tempo. O tempo é tudo que a gente acaba perdendo Luney. Se eu voltasse para meu reino. Eu não seria mais o mesmo. Passei por tantas aventuras. Eu cresci muito.
— Talvez você poderia ser até um rei.
— Edgar. O rei. Eu ainda vou encontrá-lo. Ele vai pagar por tudo que fez. Por tudo que ele tirou de mim.
— Espera Valente. O celular está tocando.
— Deve ser o Neculai. o Vampirulito.
— Eu ouvi isso Valente... Ha Ha Ha. Seu humor me faz bem. Ha Ha Ha. Estou passando as coordenadas do caminhão para o GPS assim vocês podem localizar mais rápido. Tomem cuidado. quando acharem o caminhão desativem o sistema que impede o sinal do celular. Deixem um celular dentro do caminhão e eu cuido do resto.
Luney responde com rapidez.
— Tudo bem para mim.
— Por que desligou? Eu não...
Luney faz um sinal de silêncio para o Cavaleiro Valente e alerta que a Alicia confia no Neculai e ela pode contar tudo que eles falam.
— Alicia! Temos que pegar a arma do Valente. Ele amarrou os seguranças com ela e deixou lá.
— O celular tocando novamente.
— Ha Ha Ha. Adivinha quem pegou a arma do Valente? Ha Ha Ha; Alias é uma ótima arma. Nas mãos certas seria uma grande forma de ganhar uma guerra.
— Neculai. Eu não tenho como ganhar de um exército sem ela.
— Não se preocupe Valente. Eu estou na minha moto e estou perto do caminhão. Eu entrego para você quando desligar o sistema que me impede de entrar nele.
— Você é esperto Neculai.
— Sempre Valente. Faz parte do Sangue e Desespero. Ha Ha Ha.
— Parece que vamos ter que cumprir esta missão Luney.
— Mas... Onde será que está o Lord Dri?
Neculai estava na moto seguindo o caminhão. Assim que o Valente e o Luney conseguissem completar a missão Neculai conseguiria completar o programa digital do Ritual Montese. Neculai maginava como seria poderoso e assim ele poderia mandar um exército para qualquer lugar do mundo apenas uma ligação. Ele protegeria o seu país. Ee transformaria o seu país no primeiro mundo. Muitos se curvariam diante o Brasil. De repente ele é arrancado da moto e seu corpo bate várias vezes no chão. Neculai olha para a estrada e vê o Lord Dri na sua frente. Neculai pede calma enquanto tentava se levantar. O Lord continuava parado e quieto.
— Ha Ha Ha. O vampiro tradicional. Para quê tanta violência? Estavamos quase terminando.
Neculai pega a arma do cavaleiro valente. Com a força do pensamento a espada começa a se transformar em muitas armas diferentes. Lord Dri adverte.
— Nenhuma arma vai te salvar Neculai. Não dessa vez.
— Por quê Lord? Eu sou um bom vampiro. Você tem o seu mundo. Sempre foi o maior de todos. É o tradicional. Tem todos os poderes dos antigos vampiros.
— Pare de me bajular Neculai! Confessa que você matou Angelo Donnati!
— Eu não o matei. Estava ocupado fazendo download de uma parte digital do Ritual Montese. Eu não tinha como salvá-lo quando ele foi atacado e caiu do caminhão.
— Mentira! Sua ganância fez isso. sua ganância vai levar todos nós para o inferno.
— Minha ganância vai salvar este país! Eu não sou um vampiro que fica de braços cruzados vendo os humanos morrerem. Eu os protejo Lord Dri. Eles me querem.
— Você manipula os humanos Neculai. Você faz os seus jogos sórdidos para conquistar o seu maldito Desespero!
— Alguém tem que divertir no meio deste caos não é? Veja só você Lord. Todo este seu poder e ninguém quer a sua ajuda. É ingênuo demais. Muitos preferem não precisar de você. Esta velho. Ultrapassado. Eu! Eu sou o vampiro que este mundo precisa! Eu sou o messias, o arauto, o...
— O Assassino! O Ditador! E eu vou acabar com você Hoje e Agora Neculai.
Lord Dri se transforma em um lobo e corre na direção do Neculai que levanta a espada e espera para atacar o lobo.
O carro onde estava o Luney, Cavaleiro Valente e a Alicia Zoom, passam entre eles e o Cavaleiro Valente toma a espada do Neculai e continua a seguir em frente com apenas um grito do Valente.
— Obrigado por guardar minha espada.
Alicia tenta ajudar o Neculai mas o Luney adverte.
— Melhor seguir com nossa missão. Neculai sabe se cuidar.
Desarmado. Neculai é atacado pelo lobo. Ele tenta desviar das mordidas mas o lobo morde com muita força o seu ombro. Neculai chuta o lobo várias vezes até que o lobo solta por alguns segundos. Lord Dri se transforma em um urso e ataca com suas garras. Neculai é jogado em uma distância de dez metros. O Urso morde uma das pernas do Neculai e começa a arrastá-lo no asfalto por uns cem metros e depois o solta.
— Foi assim que o Angelo morreu Neculai. Arrastado no asfalto? Como se sente?
Neculai sorri e tenta se levantar. Ele pega o celular e desaparece.
— Não! Maldito!
Lord Dri se transforma em morcego e usa a sua visão especial tentando localizar alguma pista sobre o Neculai e ele acaba achando um pequeno rastro luminoso. Lord Dri voa o mais rápido possível até chegar em um posto de gasolina onde uma mulher que estava no carro tinha um celular que estava tocando. Lord Dri toma o celular das mãos da mulher e atende.
Neculai aparece atrás do Lord e prende o seu pescoço com o braço. O Lord se transforma em névoa. As pessoas começam a correr do posto de gasolina. Neculai pega um extintor de CO2 do carro e liga apontando para a névoa transformando-a em estado sólido. Neculai arranca a mangueira de onde sai a gasolina fazendo com que ela se espalhe pelo chão. Ele Liga o carro e vai até uma distância segura. Ele arranca a porta do carro e joga no posto de gasolina. O impacto da pancada da porta no chão causa uma faísca fazendo com que o posto de gasolina explodir completamente.
Neculai sorri e comemora.
— Adeus Lord Dri. A era dos vampiros tradicionais finalmente acabou. Ha Ha Ha. O mundo agora pertence ao Neculai Ha Ha Ha. Vou tirar uma selfie junto com o incêndio para mostrar para os meus fãs.




Continua...

por Adriano Siqueira




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