Livro Luar de Sangue da autora Dione M. S. Rosa

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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Vampiros de Energia - VE

Vampiros de Energia - Vampiros astrais - Vampiros de Almas



VAMPIROS DE ENERGIA (VE)



Os vários poderes do Vampiro Astral incluem viagens astrais, poder da mente sobre a matéria. A força do positivo e negativo interagindo como um só.

Se os V.E.s se adaptassem ao meio de vida dos homens mesclando com a sociedade atual, certamente os homens veriam o mundo de forma diferente. Eles veriam o mundo com a polaridade bem sintonizada.

Se os homens estivessem 100% carregados de energia positiva, eles veriam fantasmas, seriam a corrente elétrica positiva e logo estaríamos sendo condutores de telepatia...




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Vejam o texto abaixo que também fala um pouco sobre está técnica.


O embruxamento psíquico
Fonte: Dicionários das Ciências Ocultas – Editora três – 1973
Coleção Adriano Siqueira 

O texto abaixo explica um dos funcionamentos dos poderes psíquicos e hipnóticos dos Vampiros, dos Psyvamps e dos seres que usam a força psíquica.

Em nossos anteriores estudos mágicos e filosóficos manifestamos que o embruxamento científico não consentido pertencia ainda ao domínio das hipóteses. Mas depois, nossos próprios trabalho e procedimentos nos convenceram de que o enfeitiçamento psíquico é perfeitamente realizável.
O professor Durville admite no homem uma força análoga à do imã. Segundo este autor, o corpo humano está polarizado. Tal lei, combinada com a de Mesmer, que admitia a existência de um fluido especial denominado fluido magnético, pode originar uma terceira que desenvolvemos mais adiante.
Resumindo as três teorias, temos:
1º ) a emissão nervosa (ou fluido magnético);
2º ) a da polaridade do corpo humano;
3º ) a força psíquica.
Por conseguinte, empregando-se os passes (influência fluídica) sem esquecer as leis da polaridade humana, faz-se dormir a pessoa, os efeitos tornam-se muito superiores aos obtidos pelos mesmeristas, que nada sabem a respeito de tais leis. A influência magnética e a fluídica atuam conjuntamente e ambas emanam do operador para apoderar-se do magnetizador. Alem disso é preciso ter em conta que o fluido magnético pode atuar não só por suas propriedades fisiológicas, mas também pelas psíquicas. Com efeito, para que possa acontecer a transmissão de uma ideia, é necessário que os centros nervosos do paciente estejam saturados de fluido. Então o cérebro cessa de estar em comunicação com o grande simpático e o operador se apossa das células sensoriais e psicos sensoriais, que exercem a soberania do organismo cerebral.
As sugestões geradas na mente do magnetizador são recebidas pelas células nervosas da pessoa e só prevalecem nos primeiros estados da hipnose, quando o subconsciente fica à mercê do operador a quem as células obedecem com cega fidelidade. Numa palavra, durante as citadas fases hipnóticas, a porção subconsciente da pessoa fica sujeita, absolutamente, à vontade do operador. Mas nos estados profundos da hipnose (segunda fase do sonambulismo, o êxtase), a vida consciente do indivíduo recobra o mando sobre as idéias e as sugestões já não são possíveis. A porção consciente já se uniu à subconsciente. Neste caso aparece a exteriorização da sensibilidade de um modo completo e duplo fluídico (corpo psíquico, corpo astral, perispírito, aerossoma etc.) pode se reconstituir num outro plano.
Ao sair do corpo físico o duplo psíquicos sensorial fica ligado a ele por um prolongamento tão efetivo quando invisível. O ser irradia por todas as partes um fluido, ua aura que se toca os seres que a rodeiam, e sobre a qual cada um de nós se torna mais ou menos sensível. Não existe nenhuma ilusão ou exagero nisto que foi dito. A fotografia revela a existência de eflúvios que saem do corpo humano e que não podem ser atribuídos ao calor ou à eletricidade. Este fluido, matéria radiante ou agente magnético, não fica sob a percepção dos sentidos, porque sua tenuidade é tanta que escapa completamente às nossas sensações ordinárias. Só os sonâmbulos podem percebê-los.
Tratando de apoderar-se da parte subconsciente do sujeito (o que não é fácil em todas as ocasiões), o fluido do qual falamos intervém no fato. Gerador da sugestão, influencia previamente as células sensoriais e psicos sensorial do indivíduo, depois do que, projeta nelas o pensamento sugestionador.
Em vista disto deduziremos a existência dos três agentes que se seguem:
1º ) o magnetismo do sangue e dos nervos;
2º ) a emissão consciente e controlada de nossas forças nervosas;
3º ) um magnetismo superior.
Agentes que também podemos classificar assim:
1º ) polaridade humana ( ação, influência que uma pessoa exerce sobre a outra);
2º ) emissão nervosa (radiação do corpo humano, fluido magnético, indução da sugestão).
A uma certa distância do sujeito o operador dotado de um grande dinamismo fluídico (emissão nervosa) pode influenciar o paciente. Com efeito, sua força psíquica: recolhida pela corrente do fluido dinamizado, incorpora-se às células sensoriais e psicos sensoriais do indivíduo, que já influenciado segundo as leis da polaridade humana, torna-se pronto para receber a ação desta força psíquica. Portanto, a ideia que se incorpora às células sensoriais e psicos sensoriais é uma sugestão mental que Poe o sujeito à mercê do operador e por conseguinte é a base do enfeitiçamento psíquico.
Nada é mais certo do que isto e a experiência comprova plenamente a teoria. O operador que se faz dono das células sensoriais aniquila a parte consciente do sujeito. Por isso, colocando o sujeito em fase de inconsciência (toda a vez que existe a substituição de vontade e de pensamento) aquele pode abusar dos poderes adquiridos na medida dos seus desejos.


Continuando a trajetória dos primórdios textos sobre vampirismo psíquico, este texto abaixo que é de 1973 e explica um pouco os métodos utilizados pelo vampiro astral.

É um texto sobre a utilização da energia ( o volt) para contatar suas vitimas sem estar perto delas. Neste caso abaixo o texto usa como exemplo, os bonecos vodus.

É interessante observar que a maneira usada no texto abaixo proporciona não só a transferência de energia da vitima, mas também, a dominação.

O texto pede também alguns conhecimentos sobre hipnose.

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Embruxamento –
Texto do livro “Dicionário de Ciências Ocultas” –1973
Coleção de Adriano Siqueira


Um autor francês moderno, em Porte du trait dês Ages, estuda o problema com notável acerto:
“O problema do embruxamento é, sem dúvida, o que mais intensamente impressiona o ser humano, e nada tem de especial que assim seja, quando se trata do embruxador que fere à distância sem medo de ser descoberto, ficando sua vítima impossibilitada de aparar os golpes mortais que recebe.
Com respeito ao embruxamento mágico descreverei sumariamente suas práticas já que são bastante conhecidas. O embruxamento científico, fundamentado nas investigações de sábios como A . de Rochas, será tratado com a devida extensão. Não vemos nele outra coisa além de puro hipnotismo.
Sobre a terceira espécie, o embruxamento psíquico, pedimos antecipadamente ao leitor sua mais benevolente acolhida para a nova teoria que exporemos. A prática nos demonstra por meio de rigorosas experiências que existe esta terceira forma de embruxamento.

O embruxamento mágico – Os progressos da fisiologia psicológica e o estudo dos fenômenos do hipnotismo permitem submeter a maior parte dos fatos de bruxaria ao domínio da histeria e das doenças nervosas.
Atualmente encontrou-se a relação existente entre as teorias dos magos de outros tempos e as práticas dos nossos hipnotizadores atuais. A ciência já aceita o que negava até a pouco tempo, mas domina o assunto de maneira diferente para classificar o fato em seu quadro de possibilidades científicas.
Eis aqui como se explica os fenômenos da bruxaria propriamente dita não se revestem hoje com os caracteres que antes a distinguiam.
Convém observar que existe algo nunca aniquilado pelos progressos científicos e que a ciência procura explicar agora por meio das descobertas do hipnotismo. Referimo-nos aos embruxamento, tal como foi praticado pelos necromânticos dos séculos passados, aludidos por Rochas em suas obras Crônicas de São Dionísio. Por isso vamos citar o sábio cabalista Stanilas de Guaita, que diz em um dos seus livros LE Temple de Satan:
O volt (em latim vultus, efígie) do embruxamento mágico é a figurinha modelada em cera, remedo da pessoa que se quer enfeitiçar. Quanto mais exata a semelhança, mais possibilidade de êxito possuirá o maléfico. Se na composição do volt o bruxo puder incluir algumas gotas de óleo, ou vinho consagrado para a missa, e fragmentos da hóstia juntamente com roeduras de unha, um dente, um pouco de cabelo da futura vitima, opina-se que está em posse dos requisitos mais completos para a realização do embruxamento. Se for possível obter da pessoa enfeitiçada algumas coisas de seu uso particular e diário, como roupas, será melhor, para vestir a figura de cera com maior exatidão. A tradição prescreve que se administrem à boneca fabricada todos os sacramentos que tenha recebido a pessoa escolhida: batismo, eucaristia, confirmação etc., devendo tudo ser reproduzido com fidelidade constante. Depois vem a cerimônia da execração que é feita crivando a figura com alfinetes envenenados enquanto o bruxo lança mil injurias contra a vitima.
Um sapo, ao qual se dá o nome da pessoa a ser atingida, pode substituir o boneco de cera, mas as cerimônias deprecatórias não variam. Segundo dizem, amarra-se o sapo vivo com os cabelos da vítima e enterra-se na casa do maleficado ou em qualquer outro lugar por onde tenha que passar todos os dias”.
De acordo com o descrito referente aos costumes de outros tempos, parece que o embruxamento propriamente dito não passa de uma invocação da pessoa que se quer enfeitiçar. Na confecção do volt, na administração de todos os sacramentos à figura da vitima, nas torturas a que o bruxo a submete, cheio de ódio, se exalta até chegas a exteriorizar-se para atuar à distância sobre sua vitima desgraçada. Mediante um processo no qual encontramos  os caracteres que distinguem os da telepatia.
Tal operação é pira cerimônia de magia negra o maleficador se exalta pela superexcitação da vontade e converte as forças psicológicas em arma homicida que nestes instantes projeta de si, à distancia. Quando à matéria empregada para a fabricação do volt, não é indiferente a sua escolha e poderemos ver nos manuais de bruxaria certos detalhes que evidenciam a relação existente entre o embruxamento mágico e as experiências de A, de Rochas. (Exteriorisation de la sensibilité, e outros livros).
A forma mais freqüente do volt é, com efeito, a figurinha de cera, e está substância é um excelente condensador do fluido astral, assim como a gelatina, a água, a lama, etc.
De Rochas serviu-se destas matérias repetidamente para condensar nelas o fluido astral, exteriorizado de seus sujeitos hipnóticos. Resumindo, podemos explicar o embruxamento da seguinte maneira: o bruxo, posto em relação telepática como a vitima, pode provocar nela uma saída do astral e condensar no volt o fluido exteriorizado.
Ou de outro modo: o bruxo, exteriorizando-se a si mesmo, adquire a faculdade de ferir à distância a pessoa que se quer enfeitiçar. Com a finalidade de estabelecer a relação telepática, os bruxos recolhem cabelos, dentes, roeduras de unhas dos indivíduos a quem querem danar magicamente.


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DEFESA E ATAQUE AO VAMPIRO ASTRAL 
(VAMPIRO DE ENERGIA – VE- VAMPIRO DE ALMAS)
por Adriano Siqueira




A única maneira que se pode evitar ser consumido por um vampiro astral, é transformando-se também num vampiro. Desta maneira, uma corrente esta feita, e o que alguém lhe suga hoje você também sugara amanhã de outra pessoa. Não existe Bem ou Mal em tal atitude. Trocar energia é necessidade do Cosmo. Ser Veiculo - integrar-se por completo da cadeia que une todas as coisas - é um atributo e uma virtude. São consumidos pelos vampiros astrais apenas aqueles que procuram se esconder com medo. Quem foge deveria saber que sempre poderá ser alcançado. Todos os homens estão divididos apenas em duas categorias: os fracos e os fortes. Mas para cada homem mais forte que você, existe sempre um homem mais fraco que você, e você deve conhecer e ter relações com ambos. Assim, seu equilíbrio será sempre mantido. .



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A energia dos ataques não são sólidas, por isso o uso de material sólido para proteção as vezes é ineficiente.
Existe uma pedra com o nome de Cactonita. é uma pedra usada como talismã para proteger das más energias e ataques psíquicos. É difícil de encontrar. Eu mesmo só conheço por fotos.
As barreiras psíquicas são muito usadas neste caso. Existem exercícios básicos para deixar o corpo completamente protegido de qualquer ataque. o mais conhecido é o mirror mirror. que faz o VE sugar a sua própria energia pensando que está sugando a dos outros. 
Como o cérebro humano não reconhece mentalmente a energia ela trabalha apenas usando material sólido. A projeção de uma parede psíquica deve ser construída usando matérias que o cérebro conhece bem "o material sólido" porém deve ser construído como uma barreira mental.
A prática de uso de uma energia baseando-se em materiais concretos é correta mesmo. Nosso pequeno cérebro é lento em aprimoramentos da energia. E como a convivência humana é 80% da nossa vida sendo os outros 20% apenas destinados ao convívio com animais e exercícios básicos de relaxamento. Nada melhor do que abraçar o que conhecemos,  para mais tarde transformá-la em forma de defesa.
A prática dos usos de materiais para se focalizar a nossa energia para transformá-la em confiança e fé já vem de tempos passados. Eram assim criados os deuses nas pedras, os símbolos, os pentagramas e o tetragrammaton. Mesmo as figas e patas de coelhos são instrumentos que até hoje tem a sua importância.

Mas é comum direcionarmos a nossa energia em algo neutro. Até hoje temos o famoso "Ponto de referência" que algumas mulheres usam no parto. Elas se concentram em algum material concreto em cima de uma mesa para canalizar a dor para aquele objeto em questão e este direcionamento sempre ajuda a diminuir a dor.
Muito ainda se pode fazer com a auto-hipnose. Pode-se transferir o nosso endereço energético (todo mundo tem um nível de energia diferenciada) para um simples anel e caso alguém queira prejudicá-lo a energia negativa vai para o anel. Enganando o ameaçador.
A energia é diferente de cada um e por vezes conhecemos o atacante pela energia que ele tem.
Essa energia é geralmente detectada pelas cores e em alguns textos que tenho aqui pode também ser detectada pelo cheiro. Isso mesmo. A energia tem cheiro e dependendo do ataque pode causar náuseas e vômitos. como vazamento de gás de cozinha.
Algo que é importante esclarecer é que não precisa olhar para ninguém para sugar a energia ou mesmo para atacar.
Deve-se entender que OLHA, CHEIRAR e OUVIR, são artifícios puramente naturais dos seres vivos. Para quem desenvolve os poderes e compreensão de uma energia vampírica, não precisa usar mais esses artifícios. 
O conhecimento é está tão vasto que o cérebro já conhece a energia e pode doutriná-la da forma que achar melhor. É quando você não precisa se prender a estes artifícios materiais puramente humano para usar energia.
É quando você não precisa mais olhar para ver. A sua mente vê a energia sem os olhos. 
VER e SENTIR tem um significado muito diferente para quem procura maior conhecimento na energia. Seus métodos para ver a energia, pode não ser o mesmo que sentir ou se alimentar dela. O procedimento é lento até que realmente sinta a energia fluir em seu corpo.

Devemos sempre conhecer muito a nossa própria energia. Ela tem o seu próprio “endereço” é como o DNA. Por isso quanto maior o conhecimento da sua energia, maior será a percepção de uma nova energia.
A adrenalina pode alterar a energia por isso quando fizer muito esforço para sugar uma energia deve-se ter cuidado para não achar que a sua energia alterada pela adrenalina seja outra energia. Por isso evite esforços físicos quando estiver analisando a energia dos outros. Exige muita concentração no começo mas, com muito treinamento sentirá facilmente as energias sendo sugadas sem muita dificuldades.
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