quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

A hora do lobo - Vanessa Musial / Adriano Siqueira








A HORA DO LOBO

Saiu da floresta em pânico.
Com a roupa rasgada e o desespero no sangue,
Trazia o medo e tirava o animo.
Ele não se lembra e começa a ir adiante.

Entre as brumas da tarde escurecida
Corria ela de uma fera selvagem,
Temendo por sua própria vida
Quando naquele lugar fizera passagem

A fera sedenta e insandecida,
Corria com vontade.
E ela seria certamente mordida,
Se o caçador exitasse e atirou sem piedade.

A pálida luz vinda do luar
Fez de mortalha o corpo da besta
Quando esta viu seu sangue jorrar,
Livrando assim a moça daquela sina funesta

Porém a maldicão continua,
Com o respingo do sangue amaldiçoado,
transformam-se na criatura.
Deixando-os sem passado.

Ocorre sob a mesma lua cheia
O nascimento dos novos lobisomens,
E a fúria destes se desencadeia
E a tudo em seus caminhos consome

POR
VANESSA MUSIAL
ADRIANO SIQUEIRA

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

O Natal das Bruxas - Maria Ferreira Dutra





ARTE
MARIA FERREIRA DUTRA





Arte Adriano Siqueira


O Natal das Bruxas
Por Maria Ferreira Dutra
Co autoria Adriano Siqueira
Natal das Bruxas


A Bruxa Fefe estava em seu tenebroso castelo, um ambiente triste de cortar o coração.
As outras sete  aprendizes de bruxaria  não  faziam outra coisa senão resmungar,  que todos  estavam comemorando o Natal, enfeitando a cidade e as suas casas.   E elas queriam ao menos uma vez na vida ter um natal como todos, mas Fefe não gostava de Natal e bronqueou com as suas aprendizes. 
Furiosas, as outras bruxas começaram a dar pontapés para tudo que é lado, sobrou bronca até  para o Alfredo  que um dia foi humano, mas foi trasformado em gato pela bruxa Fefe. vassouradas  foram lançadas ao ar em sinal de protesto e naquela semana nenhuma aprendiz fez malvadeza o que irritava a bruxa Fefe.
Arminda , a bruxa mais velha  lembrou  do tempo em que era criança e que ainda não era bruxa, comentou  que havia ganhado  uma linda boneca do papai Noel, por ser uma garotinha muito comportada.  Reclamou com as outras bruxas  que não lembravam mais o que era natal,  desde que foi  morar  naquele castelo e com isso   nunca mais viu o Papai Noel. 
A Bruxa Gale comentou que precisava de m novo sapatinho, pois fazia  tempo que a Fefe não as presenteava com um, nem mesmo em seu aniversário. Ela diz que as bruxas não são bonitas e não precisam  se arrumar tanto. Ir na cidade comprar um então!  Ela já mais deixaria sair  para comprar.
A bruxa Dorothy rindo da bruxa Gale  comentou que não seria um sapatinho e sim um sapatão pois seu perdão mais parecia uma prancha  que além dela calça 44 tinha um joanete enorme em seu dedo.
Todas as bruxas  caíram na gargalhada. A bruxa Gale furiosa com o comentário, saltou de trás do caldeirão onde preparava poções para a bruxa Fefe.   Deu-lhe uma vassourada na bunda dizendo  que  fez isso  para ela  aprender a respeitar as diferenças dos outros.  E completa dizendo  que não tolero que falem do tamanho dos seus   pés! E lembra a bruxa Dorothy que ela  tem  o dedo indicador maior do que todos os outros que é  uma coisa horrorosa e ela  nunca debochou da sua anomalia .
A bruxa Arninda  balança a cabeça em sinal de desaprovar a briga das duas e  as pergunta como  elas pensam em  fazerem um Natal e ganharem  presente de Papai Noel se só vivem brigando.   Pede para elas se  comportarem  e  completa dizendo que brigas constantes afugentam o papai Noel.

A bruxa Catarina diz que vai escrever   uma cartinha  para o Papai Noel  mas que a bruxa chefe não pode saber. Todas gostaram da ideia.

Na noite do dia 24  a cidade estava toda iluminada e com música natalina somente o castelo estava sombrio e frio tudo apagado ...  A campainha toca,  Fefe olha através  do caldeirão e  vê um  homem  sujo, usando roupas  rasgadas  e uma  touca que escondia os seus cabelos .  Ele diz não está esperando visitas e principalmente naquela data que ela nunca gostou de receber ninguém.  Curiosa ela desce do seu quarto da uma olhada para ver se as outras bruxas já  estavam dormindo e vai atender a porta. Ao abrir  a porta o homem a pede  algo para comer e pela primeira vez Fefe fica tocada com uma situação triste.. Fefe pediu  que ele entrasse e o oferece um  um prato de sopa quente.   O homem pergunta qual é o seu nome e se  ela mora sozinha naquele imenso castelo. Ela diz seu nome e diz morar com mais sete amigas.
O homem  pede para que ela chame as amigas pois gostaria de conhecer todas Fefe resiste dizendo que já estavam dormindo e que logo ela voltaria a dormir também.  O homem  iinsiste e Fefe vai chamá-las. E quando todas já estavam reunidas na sala o homem começa a tirar toda aquela roupa começou a tirar toda aquela roupa de frio  se revelando .
A bruxa Fefe olha para as suas ajudantes  com cara feia e as pergunta  quem havia chamado aquele homem. 
Ninguém confessa, mas seus olhos brilhavam de felicidade  e irradiavaum um belo sorriso.  Fefe furiosa as disse que iria transformar todos em pedra para nunca mais se mexer inclusive o papai Noel.  Ele sorrir e a pe Fe um abraço  ela faz que não ele com muita dificuldade por ser bem velhinho se levanta e a da um abraço bem demorado e ela aceita com lágrimas nos olhos e muito soluço. Papai Noel comenta que o calor de um abraço pode salvar o dia. 
Papai Noel pergunta a Fefe se ela pode realizar um desenho dele  mas que ele não falaria qual era somente ficaria em seu pensamento . Fefe o responde que realizaria  e num toque de feitiçaria  ela estava os dedos e  tudo que era obscuro , negro naquele castelo se transformou  em um lugar iluminado, com muitos enfeites árvores de Natal  brilhante e uma enorme mesa cheia de  comidas gostosas  enfeitavam o centro da sala.
Papai Noel se sentou a mesa  jantou   com elas  e em seguida  foi chamando uma a uma para as  entregarem os presentes.

- Um sapato 44 quem pediu? Uma luva com o indicador alongado quem pediu?
- Todas receberam o seu presente? Perguntou o Papai Noel.
A Fefe resmungou com cara feia e respondeu que ela tinha sido a única a não receber  seu presente.  O papai Noel disse que não sabia o que tinha acontecido, pois havia colocado tudo no saco. Se desculpou com ela e disse que no próximo Natal levaria dois presentes para ela.
Fefe irritada manda suas aprendizes guardarem os tudo que ganharam  e irem para os seus quartos.  Enquanto Papai Noel se despediu das bruxas a campainha toca  Fefe vai abri,  um gnomo entra e vai direto ao encontro do Papai Noel e diz que ele havia deixado aquele presente cair no meio do caminho.  Papai Noel pede para ele ler o nome e em voz alta ele lê: Esse presente é para a Fefe. Papai Noel pega o presente e entrega nas mãos  da 
Fefe  que aos pulos  de alegria  abraça  o bom  velhinho  dizendo que esse foi seu primeiro presente de Natal recebido direto das mãos do Papai Noel e   seu primeiro Natal depois de muitos séculos. Papai Noel se despede  e pede  para que sejam bruxas boazinhas, mas a Fefe diz que não tinham culpa das maldades elas são bruxas isso faz parte da cultura delas, porém prometeu para o Papai Noel que nesse Natal não fariam nenhuma malignidade. papai Noel vai embora e  todas se reuniram para assistir   filmes natalinos. 
Foi uma noite mágica e emocionante.


Por Maria Ferreira Dutra
Co autor Adriano Siqueira



Por Maria Ferreira Dutra
Co autor Adriano Siqueira


SABRINA - A NOIVA DA NEVE - MARIA FERREIRA DUTRA

FOTOS: MARIA FERREIRA DUTRA
Desenhos: Adriano Siqueira















Sabrina estava com o seu namorado Sandro e eles iam de avião para a Estônia para conhecerem de perto as mais de 1.500 ilhas com praias rochosas, florestas primitivas, lagos, os castelos, igrejas e Fortaleza no alto da colina.


Quando chegaram no local programado em um hotel a beira do mar eles deixaram as bagagens no local e saíram para comer em um restaurante.
No caminho foram surpreendidos com um ataque de alguns homens armados e correndo com os seus cavalos e estavam perseguindo uma mulher com um saco cheio de garrafas. Eles gritavam 'Bruxas' Achamos as Bruxas".
Sandro tentou proteger a sua namorada mas ele foi gravemente ferido por uma flechada.


Mesmo ferido Sandro a protegia das flechas ele só lembrava que eles ficaram noivos no avião e agora não tinha como comemorar. Sandro chorava de dor. Ele queria pedir perdão para Sabrina por não poder realizar seu sonho. Tudo agora era um grande pesadelo. a mulher que estavam perseguindo foi atingida varias vezes. As garrafas que estavam no saco quebraram e tudo foi derramado no corpo de Sabrina. A mulher caiu sem vida.
Sandro foi morto por engano. Eles estavam no lugar errado e na hora errada.
Com receio da Sabrina reconhecer os assassinos de Sandro e da Bruxa, os caçadores resolveram tirar a sua vida também e enquanto ela corria de medo, eles atiravam flechas até que um dos homens pegou o seu rifle e atirou em sua cabeça.
Eles desmontaram de seus cavalos pegaram os corpos dos dois para enterrar e esconder.
Os corpos de Sabrina e Sandro nunca foram achados. Sabrina virou uma lenda.



A cada dia 15 de todo o mês  Sabrina saia de sua cabana por volta das 23:30 h para andar pela floresta gelada, queria encontrar com caçadores e quando os encontravam, levava para a sua casa para que eles fossem se aquecer.
15 de outubro de 2009, Everaldo se perdeu de seu grupo e começou a andar sozinho pela floresta, chamou pelo nome dos seus amigos, mas ninguém o respondia... passou a ouvir a voz de uma mulher que parecia estar perdida e cantava para esconder o nervosismo ou medo.
Era uma linda canção e uma voz doce e afinada.

https://youtu.be/gEsUiQIyzd8




Everaldo passou a seguir aquela doce voz até que chegou na cabana e viu uma mulher agachada sobre o corpo de um homem Everaldo se aproximou e perguntou o que teria acontecido, a doce mulher disse que  seu companheiro havia escorregado e caído numa estaca deixada pelos caçadores na floresta, Everaldo viu que o a mulher continuava cantando ao in vez de chorar e por isso ele perguntou o motivo da música... Lentamente Sabrina se virou e sorriu para ele, se levantou e passou a mão em seu rosto  depois o rodeou e disse que ele era um jovem muito bonito ele a agradeceu e chegou perto daquele corpo ensanguentado e quando virou, percebeu que se tratada do Rafael um dos seus amigos o qual ele havia se perdido.


Ele deu um pulo para trás dizendo "misericórdia! Mas esse, esse é o meu amigo ele não pode ser o seu marido"! Conheço a família dele! Somos amigos e compadres! Sabrina disse que realmente ele não era o seu marido, ele não aceitou se casar com ela, no primeiro momento que ele a viu disse que se casaria, mas depois que me mostrei, imediatamente me abandonou correndo e ao tentar fugir de mim, caiu nessa estaca. Eu tentei salvá-lo com a minha música,  mas realmente o amor dele por mim era fraco e não consegui.
Ainda atordoado Everaldo manda a mulher se virar para ele e ela lentamente se vira. Ele fica encantado com tamanha beleza de Sabrina.



Sabrina pede para ele olhar fixamente em seus olhos e pergunta o que ele achava dela como mulher . Ele responde que a achava muito bonita e atraente. Elogiou o lindo cabelo negro dela e olhos negros bem grandes, disse que a sua pele era linda um branco que nunca tinha visto em nenhuma mulher antes. Sabrina o rodeia, coloca a mão  em seu peito esquerdo, pergunta se ela é uma mulher desejável, se ele se casaria com  uma mulher igual a ela, Everaldo a disse que sem sombra de dúvida casaria sim, se fosse solteiro, disse que tinha uma família muito linda e que a amava muito. Ela sorriu para ele e perguntou se ele a amaria e ele responde que sim.






Sabrina se virou para o corpo do Rafael que estava no chão e sugou toda energia da sua face, do seu corpo que ficou uma verdadeira carcaça esquelética em pele e osso cadavérica. Everaldo ficou imóvel quando percebe que ela sugava o corpo do amigo pela boca. Aterrorizado Everaldo deixou escapar um grito de pavor.
A mulher levantou a cabeça e olhou para o lado dele e ele viu que ela era uma criatura, horrenda de sorriso maligno e aparência diabólica, sua pele foi ficando cada vez mais branca, quase transparente.


Everaldo tremia de medo, e com voz trêmula implorou  que lhe poupasse  a vida e ela sorriu e disse que pouparia sim, mas ele deveria cumprir a promessa de se casar com ela e jamais contar para ninguém o que acabara de presenciar.
Gaguejando de pavor, Everaldo balbuciou prometendo segredo absoluto e que aceitaria  casar com ela. Então, Sabrina de pele esbranquiçada leitosa meio azulada saiu da cabana flutuando e desapareceu no temporal. Mas deixou Everaldo preso em sua cabana.


Enquanto Sabrina estava fora Everaldo começou a conhecer toda a cabana.
Foi no banheiro, cozinha e por último foi ao quarto que estava trancado, voltou para a cozinha, pois lembrou que havia visto um molho de chave pendurado, foi testando todas as chaves até que conseguiu encontrar uma que abria o quarto.
Everaldo ficou aterrorizado com o que presenciou naquele quarto, desmaiou de medo, na parede havia corpos de homens pendurado por todo o local, parede e teto cheio de corpos, todos com vestido de noiva, coração e dedo anelar esquerdo arrancado.
Os corações arrancados do peito foram colocados do lado de cada corpo com o dedo anelar costurado nele.



Na manhã do dia seguinte, quando ele acordou, Sabrina estava do seu lado vestindo seu amigo de noiva e, sorrindo para ele, pediu que pegasse o coração com o dedo costurado para ela, ele, com um pavor nos olhos, obedeceu só lamentando a morte do seu amigo.
Depois de colocar o vestido de noiva no Rafael e pendurá-lo na parede Sabrina levou Everaldo até a sala e o mostrou o vestido de noiva que ela foi buscar na noite que o deixou preso na cabana.
Mostrou para ele o terno que ele deveria usar na cerimônia de casamento e pediu para que ele se vestisse o mais depressa possível.  Em 20 min os dois já estavam prontos.
Sabrina o levou novamente para o quarto e diante daquele cenário horripilante, ela realizou seu casamento com a presença de alguns viajantes que passavam por lá com a sua família.
Depois do casamento macabro ser realizado Sabrina pediu desculpas ao casal, mas disse que eles teriam que morrer para não os entregarem.
Isso causou um pânico profundo, deixando-os apavorados.
Ela pegou o casal e deixou amarrados no relento à noite toda, onde chovia e nevava muito.
No dia seguinte. A polícia encontrou os corpos, mas entenderam que aquele casal havia morrido de hipotermia enquanto dormiam. Sete dias se passaram após o casamento, Everaldo toma coragem para comentar sobre todos aqueles assassinatos  sinistros e macabros. Sabrina sorriu e disse que está muito feliz com a realização de seu  casamento, mas que acabara de ficar triste e preocupada pois já tinha falado para ele não comentar nada a respeito dos assassinatos com ninguém e ele estava comentando com ela.  De forma a não fazê-lo sofrer muito ela  tranca todas as portas e sopra durante muito tempo. Sopra muito, até congelar e cobrir toda a cabana. Com isso, a cabana e eles, viraram uma coisa só, uma montanha de neve que só será descongelada 5 anos mais tarde em 2014. Tempo que ela pretendia levar para engravidar.
Chegando esse período ela voltará para conseguir um homem para realizar seu sonho de ser mãe.

A lenda da Noiva de Neve é contada em todos os paises e muitos desconfiam de cabanas cobertas de gelo por acharem que a Sabrina estava dormindo no local.

Historia e Fotos de Maria Ferreira Dutra
Co autoria e desenhos de Adriano Siqueira


domingo, 22 de dezembro de 2019

Hora do Show




HORA DO SHOW
por Adriano Siqueira e Maria Ferreira Dutra



Veilleuse - Mordov - Chygadcarius Oids - Karina - Laiza - Neculai

local Lagoa Vermelha. Castelo de Mordov.
Mordov estava demitindo um cozinheiro em sua sala.
─ Esses dias vocé tem me decepsionado alberto. Suas refeições estão cada vez piores.
─ A carne aumentou o preço. estou trabalhando com uma verba baixa.
─ Você me desaponta. Seu rei não quer mais desculpas. Guardas! Levem esse homem para os lobos!
─ Não! por favor. Eu tenho mulher e filhos.
─ Ouviram guardas. levem a família toda para os lobos devorarem.
Os guardas estavam saindo da sala quando é impedido por um homem que aparece na porta e comanda.
─ arrumem um veículo e leve a familia desse cozinheiro para trabalharem para mim.
Mordov fica intrigado e ri da situação.
─ Posso saber quem é você antes que eu descepe a sua cabeça?


─ Professor Marius. Sou uma rara criatura que chamam de Chygadcarius Oids.
─ Sim. Já ouvi falar de você Ermafrodita, meio Ariel meio vampiro. Uma Aqualady.
─ Já chega dos seus insultos. Você é pior que o Neculai nas piadas.
Mordov dispensa os soldados e pede para colocá-los em um veículo e tirá-los do local. Marius anota o endereço da sua mansão. Mordov questiona.
─ Acredito que podemos nos ajudar Princesa Namora.
─ Seus insultos não tem limites?
─ Deve entender que não é sempre que recebo a visita do Tu Tu Barão.
Marius sorri e comenta.
─ Veilleuse? Conhece?
─ O que sabe sobre essa Drag? Ela tem o meu sangue real. Tem que morrer. Conte-me tudo.
─ É claro que conto. estou a disposição em ajudá-lo. Ela Foi contrata para cantar no meu bar. Mas... Quero algo.
─ Me diz logo seu bacalhau de saia.
─ Você tem uma poção. o Nome é 'Safire' Essa poção pode me transformar a hora que eu quiser na criatura e não vou precisar esperar a lua minguante pra isso. Seria ótimo controlar minha mutação.


─ A poção pode ter efeitos colaterais nocivos. Quer mesmo arriscar?
─ Me dê logo essa maldita poção.
Mordov leva o Marius ate a sua sala de de magia e fornece a poção para ele.
Marius toma a poção e não sente nada de diferente. Mas de repende seus seios crescem mais e a sua nadega também. Ele começa A falar com uma voz feminina.
─ O que aconteceu? Eu pareço mais mulher agora.
─ Mas vocé ainda é hermafrodita?
Marius coloca a mão dentro da saia e fica preocupado e assustado.
─ Mieu pincel? Sumiu! Como vou pintar sem pincel?
─ Acho que você agora é uma mulher por completo até o efeito da poção acabar.


─ Não importa. depois desse serviço eu volto ao normal.
Marius se concentra e se transforma no Chygadcarius Oids só com a força do pensamento.
─ Você faria muito sucesso no circo, ou anúncio de viagem na praia, ou venda de piscina, Aulas de natação,...
─ Cala a boca. Eu vou lhe dar o que prometi. o show da Veilleuse é hoje de noite. Você pode destruí-la. Mas ela não estará sozinha. Neculai e suas amigas estarão lá. Ele é o empresário dela.
─ Neculai? Aquele maldito vampiro do celular. Essa é a chance de destruir todos os meus problemas.
No bar chamado "Inferno' o diabo Lucifetrono estava na porta cuidando da entrada. Mordov questiona.
─ Você comprou o Inferno?
─ Não! Eu Só aluguei por uma noite.
Eles entram e são levado para uma sala VIP onde podem ver toda a plateia e a atração. Mordov comenta o seu plano.
─ Eu vou até o camirim dessa Drag e destruo ela lá.
─ Veilleuse tem a sua guarda pessoal, Karina e Luize. São as protetoras dessa vampira Drag. Eu tenho uma ideia melhor. Vou arrumar uma briga com o Neculai. Isso fará com que elas se afastem da Drag e você ataca ela.
─ Gostei da ideia.
O show começa e a Drag Veilleuse canta duas músicas. Quando vai cantar a terceira Marius sai da saka Vip e pula em cima da mesa do Neculai. Ele empurra Marius para o chão e comenta.
─ Vocé esta mais atraente desde nosso último encontro.
─ Vou matá-lo Neculai.
─ Nossa! A sua voz parece da moça do Google.
─ Não começa com suas piadas.
─ Se veii me matar. vai ser de tanto rir piranha das trevas.
Karina e Laiza observam a confusão e se aproximam do Neculai. Mordov se aproveita e pega a Drag Veilleuse e a leva pro camarim.
─ Você vai morrer agora Drag. Ninguém pode te ajudar. Eu quero meu sangue real de volta.
A Drag joga toda a mobilia no Mordov e ele ri.
─ isso! Jogue a sua bolsa no vampiro mais poderoso desse mundo. Me divirta com seu pânico.
Mordov se aproxima e aguarra Veilleuse. quando ele estava para mordê-la a porta se abre. Neculai, Karina e Laiza entram.
Mordov larga a Drag e ela se desequilibra e cai. Mordov questiona.
─ Mas. onde está o Márius? Ele disse que daria conta de vocês.
Neculai sorri e explica.
Marius se transformou em Chygadcarius Oids apenas por alguns segundos e depois se transformou em uma bailarina e esta dando um show para o pessoal. Agora Mordov. Que tal você voltar para onde veio?
─  Eu vou voltar Neculai!
─ Mordov!
─ Neculai!
Veilleuse comenta.
─ Dados anotados. Nomes devidamente colocados no contatos. Agora podem ir pois o Show tem que continuar.

Escrito por
Adriano Siqueira e
Maria Ferreira Dutra

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

O diabo pede carona





O DIABO pede carona
Por Maria Ferreira Dutra
e Adriano Siqueira

Neculai estava voltando de um longo feriado, já  passavam das 22:00h e o trânsito  continuava pesado, muito engarrafamento, não se sabia o motivo.
Muitos saiam do carro para ver o que aconteceu, mas parecia que o problema estava mais a frente.
Uma nuvem escura mudava a cor do céu. Era possível que algum automóvel pudesse ter pegado fogo, mesmo não dando para ver era o que todos imaginavam.
40 minutos ainda no engarrafamento Neculai consegue ver o acidente, três caminhões e dois ônibus bateram e também um carro de passeio com 5 pessoas da mesma família.
Elas não sobreviveram ao acidente. Não se sabe direito o que causou o tudo aquilo, pois a pista estava em boas condições  e sinalização, a rodovia era bem iluminada. Acreditava-se que um dos motoristas do caminhão poderia ter dormido na direção. Um dos motoristas envolvido no acidente disse que viu um homem saindo de um caminhão onde o motorista estava morto, ele saiu andando no sentido contrário. Não parecia machucado por incrível que pareça.  O fogo se alastrava pela pista. Todos corriam com medo de novas explosões.  Neculai continuou a viagem 20 km/h.
Mais a frente não acreditou no que estava vendo, um homem muito forte pegava as pessoas de dentro do carro cheirava e  lambia a sua face e jogava no chão.
O homem raivoso, pegou um carro e lançou  longe. havia muitas pessoas gritando dentro do carro. Num voo alto ele pairou e puxou o ar como se estivesse farejando alguma coisa.
Desceu e pulou em um carro com teto solar. Puxou lá de dentro uma menina com mais ou menos 16 anos, cheirou seus cabelos, seu face e seu rosto, colocou as mãos em seu peito, fez cara de repulsa e a jogou longe.
A rua toda já estava em pânico. Muito policiamento, Corpo de Bombeiros, ambulâncias e helicópteros.
Tiros foram ouvidos todos tentavam se proteger da melhor forma que podiam,  mulheres protegendo seus bebês, suas crianças.
Neculai Viu aquela figura horrenda e saiu do carro tentando intimidá-lo. Ao ouvir o chamado do Neculai o homem pulou sobre os carros em direção  ao Neculai.
O homem salta na frente dele e o agarra pelo pescoço levantando nas alturas, Neculai se debate e consegue se soltar, os dois caem,   Neculai fica caído no chão. alguns segundos e a família no carro o chamam para entrar. Veem que ele não consegue andar direito, pegam ele e enfiam dentro do carro. O homem sai andando no meio da confusão e ninguém viu para onde ele foi.
China Girl pegou a direção e acelerou com o carro até que encontrou um carro incendiado e um homem caído no chão. Ela disse que não vai parar que vai ligar para o socorro para ajudarem o rapaz, mas as crianças chorando insistem para a mãe ajudar o pobre homem. Neculai sentia dor nas pernas por ter caído de muito alto, China Girl manda que ele descanse no carro e ela vai sozinha ver o acidentado. Mexe nos bolsos dele e não encontra identificação. Tentou reanimá-lo e quando acordou ela perguntou o seu nome. O rapaz entra em desespero e pergunta pela família, ela disse que não sabia da família dele. Ele responde que eles estavam num carro azul, China Girl vê o carro pegando fogo, mas não comenta nada para ele.
Ela pergunta se ele consegue levantar e ele diz que sim, faz a primeira tentativa, não consegue, faz a segunda e percebe que seu pé  estava quebrado.
China Girl  pede  para ele ficar sentado e diz que vai chamar ajuda ele diz que prefere que a família  o leve  a um posto que fica a  2km. China Girl o levanta e manda que ele se apoie  em seu ombro e o leva para dentro do carro. Onde tem um lugar no banco traseiro.
China Girl  e Neculai olhavam para trás, para ver como as crianças  e o moço estavam. 15 minutos se passaram tudo parecia está bem  mas o tal homem se levantou, puxou o cabelo da Mayara que deu um grito, todos se assustaram e China Girl freia o carro bruscamente, o homem cheirava a Mayara e as crianças, todos abriram a porta do carro e saíram, o homem arrastou Mayara pelos cabelos e a largou no chão.
 Victório, olhou para a cara dele com todo o ódio possível e começou a se proteger usando os carros como escudo.


 China Girl tentou esconder as crianças menores dentro do carro com um campo de força impenetrável.
Victório viu que as crianças estava protegida e foi em direção ao homem, e se preparou para atacar.
Victório olhou fixamente nos olhos do homem e percebeu todo aquele ódio, então ele pula, dança sorrir, fez caretas de alegria os dois se enfrentam um rodando o outro, o homem cada vez sentia mais prazer no ódio  do Victório. Victório usou seu poder e arrancou uma porta de caminhão e arremessou no corpo do estranho homem e isso fez ele cair, mas o homem sorriu e pediu mais. "Vem, é assim que gosto, adoro me alimentar do ódio das pessoas, e você tem todo o ódio que preciso. Isso será incrível!" Quando Victório lançou vários objetos naquele homem. Pneus, portas de carro, porém nada mais abalava aquele homem que se aproximou rapidamente e lambeu a sua face, colocou a sua mão em seu coração e sorriu dizendo, "Achei! Era você mesmo que eu procurava. Vou te levar comigo".
O homem se transformou numa criatura que Neculai já conhecia em sua essência o: canheta, granulhão, beiçudo , besta fubana, ... criatura do inferno que gostava de ser chamado de Lucífetrono. Pois era dono do seu trono no inferno antes da sua amada Lucretia o tomar.
Depois que se transformou em capiroto Neculai sabia bem com quem estava lhe dando, tentou reunir forças para ajudar o filho mas foi em vão, o pastor negro, zarapelho levantou rapidamente e voou com Victório, dizendo que essa Neculai tinha perdido, que ele achou o que ele procurava, uma criatura com muita maldade no coração, e que era disso que ele precisava. Policiais atiravam, tanto do alto do helicóptero como de baixo, mas foi sem sucesso. Victório foi mesmo levado.
Cinco dias se passaram e Victório não estava mais com eles todos pensavam numa possibilidade de resgatar o Victório, e dessa  vez não seria tão fácil assim... Neculai lembrou da vampira Lumina e pensou na possibilidade dela ajudar.
A única forma do Neculai entrar na casa  do pé de gancho era morrendo, só assim o senhor do inferno viria buscá-lo.  E com a ajuda da vampira Lumina ele planejou a sua morte.


Lumina avisou dos perigos para o Neculai. Ela não poderia ficar muito tempo no inferno, pois os seus poderes enfraqueceriam muito.
Neculai assegura que estava bem e se prepara para deitar em sua cama enquanto Lumina preparava o Ritual de morte para o Neculai entrar no inferno.
-Você terá apenas uma hora para resgatar seu filho. Não se aproxime da Lucretia. Ela saberá que você era o padre que a convenceu a ser rainha do inferno. A Essência de cada alma é diferente e ela sabe a sua. Tome cuidado. Eu não me importo com sua vida, mas a sua família precisa de você.
Neculai respirou fundo e a Lumina pediu para a China Girl se aproximar. Pegou a sua mão e a colocou no peito dele.
- Sua energia trará o Neculai de volta e o direcionará para a saída. Victorio está no inferno de corpo e alma. Ele terá que entrar na árvore dos pecados. Fernando o amigo da Mayara pode entrar nessa árvore e retirar o Victório de lá. Será uma tarefa complicada.
O ritual se inciou e o Neculai parou de respirar. Ele estava morto. Logo em seguida Lumina diz que ele voltará em uma hora. a linha da alma vai trazê-lo como um puxão.
Lumina pediu também a presença da Karina. Ela tem que morder o Neculai em seu pescoço e sugar um pouco do sangue quando estiver perto de uma hora. Isso vai servir como um despertador para alertá-lo.
O Inferno. "Ao passar por esta porta, deixe todas as suas esperanças"
Neculai caminhou lentamente.
- Deveriam ter celular no inverno. Tem muitos ditadores por aqui. eu poderia matá-los novamente.
Neculai conseguiu chegar no local onde estava o trono da rainha Lucretia porém ela não estava lá. Não havia nenhum guarda no local. Ele caminhou mais para frente e escutou risos. Eram da Lucretia e o Lucifetrono.
- Victório será um Grande guerreiro do inferno.
- Sim querida Lucretia. Vamos vencer a guerra dos anjos quando eles invadirem o inferno estaremos bem preparados.


- Onde está o Victório, querido?
- Jogando Vídeo game na cela no final do corredor.
Neculai ouviu e foi correndo para o final do corredor e esbarrou com alguém no caminho. Era o Fernando o rapaz que tem o poder de viajar dentro das árvores.
- O que está fazendo aqui Fernando?
- China Girl mandou eu resgatar o Victório. Vou levá-lo pela árvore dos pecados, mas só você Neculai pode abrir a cela dele. Aqui as almas tem poderes. Eu e o Victório somos humanos. Não temos poder nenhum aqui.
Neculai e Fernando chegam na cela do Victório. Neculai passa pelas grades e avisa para que o Victório fique perto da fechadura e mentalize ela se destruindo.
Depois de algumas tentativas Neculai sente que o Victório consegue mexer na fechadura com a sua mente. Neculai coloca a sua mão dentro da fechadura e sente o poder do seu filho. Ele usa esse poder para arrebentar a fechadura.
- Victório siga o Fernando ele vai tirá-lo daqui.
Neculai corre para fora do inferno mas bem na sua frente aparece a Lucretia e o Diabo.
Lucretia sente algo estranho. Necukai percebe e se afasta dela.
- A sua essência não é estranha Neculai. Se aproxime.
- Vamos ter que adiar Lucretia. Eu tenho um encontro marcado com meu corpo.
- Nunca vai sair daqui Neculai.
O Vampiro sente uma mordida no seu pescoço.Sua alma começa a se fragmentar.
- Parece que eu estou sendo convidado para sair Lucretia.
- Não! Eu quero que responda muitas perguntas. Não deixe ele ir querido.
O Diabo tenta agarrar a alma do Neculai mas era inútil. Uma linha branca aparece e o Neculai agarra a corda e é puxado com muita velocidade.
Neculai abre os olhos e vê a Karina com a boca manchada de sangue. China Girl estava segurando a sua mão e sorria.
- Como foi a viagem querido?
- Tive algumas turbulências, mas no geral gostei do inferno. Eles tem umas salas de torturas bem interessante.
Victório entra no quarto com o Fernando e ele o abraça. Victório comenta:
- Eles tem muitos jogos interessante.

Por Maria Ferreira Dutra
e Adriano Siqueira