Livro Luar de Sangue da autora Dione M. S. Rosa

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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Rock, Sangue e Desespero




Rock, Sangue e Desespero
O vampiro Neculai é chamado para salvar um show de Rock 

— Alô! Eu sou Neculai.
— Neculai! Meu nome é Soraia Justilei. Por favor você tem que ajudar meu irmão. 
— Você é a filha do embaixador Geraldo Justilei?
— Sim! Por Favor! Meu irmão, Carlos, vai ser morto. Um grupo de mascarados colocou um vídeo em uma rede social dizendo que a banda do meu irmão seria aniquilada antes do início do show em forma de protesto por serem injustos com outras bandas e que a banda do meu irmão ganhou só por ele ser filho do embaixador.
— E isso é verdade?
— Não! Meu irmão nem usa o sobrenome real. Descobriram só depois que a banda ganhou. Ele queria mostrar que era bom sem influência da família. Você precisa ajudá-lo. Você disse que aprecia as pessoas que batalham. Meu irmão estudou muito para ganhar. Meu pai está na Romênia. 
— Vou ver o que posso fazer. Passe o número do celular do seu irmão. Enquanto isso quero que envie uma mensagem para o seu pai. Estou interessado na compra do "Castelo de Bran" Quero que ele me ajude. 
— Mas... 
— Preciso desligar. Falaremos depois. 
...
— Alô?
— Carlos. Sou Neculai. Sua irmã disse que precisava de ajuda.
— Neculai? Cara eu estou em uma fria. Tem dois carros cercando as nossas Vans. Eles atiraram, estamos abaixados aqui dentro. Nossos instrumentos estão na outra Van. Eles estão destruindo tudo. 
— Aponte o seu celular para o céu. 
— Mas...
— Aponte pro céu depressa!
— Ok! Uau... que luz é essa?
— Seu celular está formando um escudo. Para eles não se aproximarem do seu carro. 
— Mas tem dois caras da banda que estão na outra Van. 
— Tem o número do celular deles? 
— Sim. vou passar. 
— Não saiam da Van até que tudo esteja resolvido. 
...
— Alô?
— Não deveria atender o celular de outras pessoas. 
— Eu não sei quem está falando mas Tenho dois integrantes da banda aqui de joelhos. Vamos terminar nosso trabalho. Eu e meus quatro auxiliares.
— Ha Ha Ha! Quantos auxiliares?
— Do que está falando! Hei! Cadê vocês pessoal? Mas... O que aconteceu? Eles estão caidos! Sangue! Que loucura é essa? Apareça maldito! Quero dar um tiro na sua cabeça. Apareça ou eu vou matar esses dois que estão ajoelhados! 
— Escute bem! Eu sou Neculai. Eu vou deixar você desesperado, Enlouquecido, em Pânico e depois sem uma gota de sangue. 
— Neculai? Não. Você não tem nada com isso não quero encrenca com você. Sei o que pode fazer. Eu vi as notícias. Não se aproxime de mim! Eu solto eles. Me deixe ir! 
— Soltá-los não vai te salvar. 
— Mas eu só queria justiça!
— Não! você só queria... vingança! Eu vou lhe dar uma morte merecida. Olhe para trás.
— P-por favor. Não! D-de onde você veio! E-eu só queria quebrar os instrumentos! N-não Naargh!
— Ah. O seu desespero não me deixou outra saída senão tomar o seu delicioso sangue. Ha Ha Ha. Agora você e a sua banda vão tocar no inferno. Mande um beijo para Lucretia. Diga a ela que um dia irei visitá-la. Ha Ha Ha. Quem sabe vocês fazem um pacto com ela e vocês voltam para arrasar. Ha Ha Ha. Isso é Rock and Roll. Ha Ha Ha. Pena que já está morto. Vamos tirar uma Selfie com a sua banda. todo mundo junto. Digam:  "Viva o Rock!" Clic. Ha Ha Ha. Os fãs vão adorar essa foto. Agora vou liberar o pessoal da outra Van. 
— Neculai. Não faça nada com a gente. Temos um show para apresentar. 
— Vocês estão livres para ir. Eu já estou bem alimentado.
— Temos um problema aqui Carlos. 
— O que foi Eder?
— Cara! Os instrumentos estão todos aqui, parece que está tudo bem, mas a sua guitarra...
— Que droga! Malditos Mascarados! Minha guitarra já era. Está toda quebrada. Não temos tempo para pegar outra. 
— Eu posso ajudar Carlos. 
— Como Neculai? 
— Seu celular. Me empreste. 
— O que vai fazer? Ligar para um delivery de guitarras? 
— Ha Ha Ha. Sou eu que faço as piadas aqui. Agora pegue o celular. Faça a posição que usa para tocar a sua guitarra. 
— Isso é piada né? Só pode. Vamos lá eu toco assim... Uau! Uma guitarra apareceu do nada. 
— Sim! É uma guitarra que não precisa ligar em nenhum equipamento ela capta qualquer auto falante. No momento está usando os auto falantes das duas Vans para emitir o som. 
— Isso sim é guitarra. Olha as luzes que ela solta. 
— Para desligar a guitarra é só levantá-la para o alto e voltará a ser o seu celular. Não se preocupe mais em carregar o celular. A bateria não descarrega mais. E a guitarra só aparece nas suas mãos. De mais ninguém. 
— Obrigado Neculai. 
— Faça um bom Show rapazes. Ligue para a sua irmã. Eu vou até ela. 
— Não faça nada com ela. 
— Eu nunca machuco meus fãs. 
...
— Alô? 
— Sou Neculai. Agora está tudo bem Soraia. 
— Sabe Neculai. Eu acho que você é um herói. 
— Quero o castelo. Você sabe disso. 
— Você merece mais do que isso. Posso fazer um pedido? Posso te ver? Ver como você é?
— Deixe o celular no banheiro e coloque algumas roupas lá para me vestir. 
— Sim claro. Como quiser. Pronto. Acho que as roupas do meu irmão vão servir em você. 
...
— Estou pronto.
— Uau! São olhos não são apenas vermelhos. Eles brilham. Posso... Posso tocar suas mãos. 
— Sim! Eu permito. 
— Suas mãos são frias. 
— Por que está passando a minha mão no seu rosto?
— Para ver se ela aquece.
— Não. a temperatura do meu corpo é essa... Seus lábios... Você está beijando a minha mão. 
— Sim! Para ver se você aquece. 
— Talvez...
— E se eu te beijar?... Assim...
— Isso não vai mudar a minha temperatura.
— Eu sei. Não custa tentar. 
— Temos a noite toda... para tentar.  


  Por Adriano Siqueira

música que indico - https://www.youtube.com/watch?v=9G4jnaznUoQ

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